3 comentários:
De Cortes ?! Roubos em vez de Justiça. a 19 de Abril de 2013 às 09:38
CORTES NA DESPESA PÚBLICA ?


Poupar na despesa pública não é equivalente a baixar salários e pensões através de cortes. A isto chama-se roubo, ir aos bolsos de quem não se pode defender.

Um exemplo, entre muitos outros, de um corte real, verdadeiro, na despesa pública portuguesa seria reduzir o montante de juros a pagar aos credores ano a ano. E há mecanismos legais para isso que este governo não quer accionar. Basta requerer paridade de tratamento entre Estados membros em crise.

Sabe-se que a taxa média de juros da dívida pública ronda agora 3,6% e já foi bastante mais alta.

A taxa aplicada ao empréstimo recentemente concedido ao Chipre é de 2,6%. Já nem me refiro à taxa aplicada à Alemanha que ronda 0%, senão o ministro das finanças alemão diz que como cidadão da Europa do Sul estou é com inveja. Ele ( ministro) pertence a um povo superior !!!. Ficou-lhe no ADN.

Ora com a taxa do Chipre e, segundo as contas feitas e apresentadas pelo PS, se Portugal negociasse a taxa concedida ao Chipre, pouparia 700 milhões euros/ano. ...-

Este governo não sabe praticar o básico de qualquer negócio, não sabe negociar. Isto em linguagem comum diz-se; está feito com os credores. E não estará?


Etiquetas: dívida, taxa de juro de Chipre, taxa de juro de Portugal
# posted by Joao Abel de Freitas, PuxaPalavra, 18/4/2013


De C.Compras gestão irracional: + 20% !! ! a 19 de Abril de 2013 às 09:46

Sobre a reforma das despesas de Estado

O título é propositado e mais correctamente deveria ser a RACIONALIDADE das despesas de Estado.
Há dias ouvi na TSF umas frases do Prof. Valadares Tavares, pessoa conhecedora da matéria, até por obrigação dos cargos que já desempenhou, sobre as compras de Estado em que diz que NÃO há CONTROLO nem GESTÃO adequada.

A minha experiência nesta matéria é a seguinte. No meu tempo de dirigente da AP havia um central de compras, comandada pelo Ministério das Finanças.
A partir de certa altura, tudo ou quase tudo passou a ser adquirido obrigatoriamente por via dessa central de compras.

No caso da minha instituição, o que mais pesava era a aquisição de equipamento de informática e consumíveis.
Várias vezes me insurgi porque as aquisições via central ficavam MAIS ELEVADAS no mínimo 20% !!!. Mas tinha de ser, ponto final

Sou a favor de centrais de compras.
Certamente não de uma apenas. Mas MF decide e claro lá está cumpre-se contra toda a lógica.

Nenhuma inteligência na decisão, ou melhor falta dela.

As centrais de compras têm de ser geridas com transparência e competência.

Não tenho presente a quanto montarão as aquisições do Estado no presente.
Mas de certeza a muitos milhares de milhões, o que significa que agindo de forma racional se poupariam uns bons milhares de milhôes. E nos tempos que correm.

A minha inteligência não atinge a razão dos altos cérebros deste governo e já agora de outros anteriores por nunca pegarem nestas coisas tão comezinhas e simples. Ou talvez perceba.

Quem se ri desta situação são os fornecedores.


Etiquetas: central de compras do Estado, Ministério das Finanças
# posted by Joao Abel de Freitas


De E nos partidos? a 18 de Abril de 2013 às 21:19
E se reduzirem no financiamento aos partidos e fizerem um controlo apertado no corrupto financiamento dos mesmos muito mais se pouparia aos cofres do Estado


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