3 comentários:
De yslqDxmWPub a 17 de Dezembro de 2014 às 03:04
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De .Defender e Melhorar o Sindicalismo. a 5 de Julho de 2013 às 11:52
GREVE GERAL, O DIA SEGUINTE !

No passado dia 27 Junho 2013, uma percentagem significativa dos trabalhadores portugueses fez mais uma greve geral!
Uma greve forte no setor público e bastante menos forte no privado!
Foi Importante a convergência da CGTP e UGT sob ponto de vista simbólico.
Sabemos que alguns sindicatos da UGT viveram esta greve a contragosto, claro, e pouco fizeram para mobilizar os trabalhadores! Do lado da CGTP, embora em menor percentagem, também houve pouco entusiamo em alguns ativistas.
A própria Confederação Europeia de Sindicatos (CES) inexplicavelmente não enviou qualquer mensagem de solidariedade!

Porém, foi muito mais o medo e a falta de dinheiro a impediram que a greve fosse efetivamente algo de inédito e de muito mais largo alcance político. Mas não só!
Para além do cansaço dos trabalhadores com a crise, que nos afeta de modo particular, com o desemprego, impostos e cortes salariais, temos um problema grave nos locais de trabalho.

O problema chama-se desmobilização por pouco ou nada se acreditar nas nossas próprias organizações.

Neste sentido há que fazer um debate profundo no movimento sindical sobre o que se passa nos locais de trabalho.
É que o nosso sindicalismo deixou de ser de base e de massas como lhe compete e está escrito nos documentos fundadores, pelo menos da CGTP ! Não estou a culpar ninguém!
A responsabilidade é de todos distribuída pela influencia que cada corrente tem no sindicalismo português.
É um facto que pouco a pouco a sindicalização baixou muito. A crise ajudou neste caminho. Mas não foi apenas um problema da crise.

A questão preocupante é que base sindical nos locais de trabalho restringe-se quase aos militantes partidários, suas bandeiras e discursos!
Julgo que as pessoas lúcidas, mesmo militantes partidários com visão, não podem ficar satisfeitas com esta situação!

O sindicalismo é um movimento dos trabalhadores, de massas, congregando todos os trabalhadores para além das suas conceções religiosas, políticas e filosóficas.
É preciso superar urgentemente esta situação que pode matar o sindicalismo naquilo que tem de melhor, ou seja, de um movimento participado dos trabalhadores para a defesa dos seus interesses e direitos num sentido transformador sob ponto de vista económico, cultural e político.
O que fazer para superar a situação? É esse o debate. Voltarei ao assunto!


De http://blog.5dias.net/ a 22 de Abril de 2013 às 11:45
Carlos Silva na senda de João Proença.
A UGT na forja do patronato. O PS no encalço do PS de sempre.
(-por Renato Teixeira , 19/4/2013, 5Dias)

[Carlos Silva: «Sem Ricardo Salgado não podia ser líder da UGT», Tabu ]

Que é o mesmo que dizer que sem o programa da troika o Partido Socialista não governa e quase como diz a Joana Lopes, Se o Socialismo no Partido fosse vivo comemoraria hoje 40 anos!. Aproxima-se o render da guarda, já se sente o cheirinho perfumado do pote e no ar a excitação, quase eufórica, dos suspeitos do costume.
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E... o último abraço de J.Proença vai para ... o 'pastel de nata' !


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