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Lá que fala devagar é verdade... Mas a raciocinar ainda é muito mais lento, já a lixar os portugueses é super rápido! 

O fulano agora vai redimir-se. seu patrão/mentor vai dar-lhe, perdão emprestar-lhe, uma mala cheia de €uros para investir no país.

Quantos porquinhos serão necessários para compensar tais chouriços?

 



Publicado por Zurc às 12:22 de 27.05.13 | link do post | comentar |

2 comentários:
De Responsabilizar... REVOLUÇÃO se necessár a 28 de Maio de 2013 às 09:59
Não foi ela! Não foi a Angela Merkel a culpada. Ela é o bode expiatório.

A fúria que muitos sentem relativamente à chanceler alemã Angela Merkel é compreensível.
Mas não foi Angela Merkel a responsável pelo estado a que chegámos, pela crise em que nos mergulharam, pelo enorme endividamento das famílias ou pelos esquemas de corrupção que exauriram as contas públicas.

(- Por: Paulo Morais, Professor universitário In Correia da Manhã, 13/11/2012 )

- Foi Cavaco Silva, e não Merkel, que enquanto primeiro-ministro permitiu o desbaratar de fundos europeus em obras faraónicas e inúteis, desde piscinas e pavilhões desportivos sem utentes, ao desnecessário Centro Cultural de Belém.

- Foi o seu ministro Ferreira do Amaral que hipotecou o estado no negócio da Ponte Vasco da Gama.

- Foi António Guterres, e não Merkel, que decidiu esbanjar centenas de milhões de euros na construção de dez estádios de futebol. Foi também no seu tempo que se construiu o Parque das Nações, o negócio imobiliário mais ruinoso para o estado em toda a história de Portugal.

- Foi mais tarde, já com Durão Barroso e o seu ministro da defesa Paulo Portas, que ocorreu o caso de corrupção na compra de submarinos a uma empresa alemã. E enquanto no país de Merkel os corruptores estão presos, por cá nada acontece.

- Mas o descalabro maior ainda estava para chegar. Os mandatos de José Sócrates ficarão para a história como aqueles em que os socialistas entregaram os principais negócios de estado ao grande capital.
Concederam-se privilégios sem fim à EDP e aos seus parceiros das energias renováveis; celebraram-se os mais ruinosos contratos de parceria público-privada, com todos os lucros garantidos aos concessionários, correndo o estado todos os riscos.
O seu ministro Teixeira dos Santos nacionalizou e assumiu todos os prejuízos do BPN.

- Finalmente, chegou Passos Coelho, que prometeu não aumentar impostos nem tocar nos subsídios, mas quando assumiu o poder, fez exactamente o contrário.

Também não é Merkel a culpada dessa incoerência, nem tão pouco é responsável pelos disparates de Vítor Gaspar, que não pára de subir taxas de imposto. A colecta diminui, a dívida pública cresce, a economia soçobra.

A raiva face aos dirigentes políticos deve ser dirigida a outros que não à chanceler alemã. Aliás, os que fazem de Angela Merkel o bode expiatório dos nossos problemas estão implicitamente a amnistiar os verdadeiros culpados.

E os Cidadãos... não os responsabilizam ?! Demitem-se da Política, de Votar em outros partidos que não os do Centrão de Interesses ... ou nem sequer se dignam ir Votar ?!!
E querem que os seus dirigentes/políticos governem bem ?!! por Milagre ?!! ... a esses devia ser-lhes retirada a Cidadania, o direito de Voto (que não usam), e a Liberdade de protestar, ou até de se passearem nas ruas deste país. !!!


De Renovação Social e Política a 28 de Maio de 2013 às 15:01
Nota editorial da NewsLetter de Maio de 2013 (de: Renovovação Comunistas.info)

Por vezes a vida tem destas ironias. No mesmo dia em que Wolfgang Schauble e Vítor Gaspar davam uma conferência de imprensa conjunta em Berlim, com o ministro das finanças alemão a declarar urbi et orbi o programa de ajustamento financeiro português como um exemplo de sucesso,
a dívida pública no primeiro trimestre de 2013 já tinha ultrapassado em cinco pontos percentuais a projecção para o final do ano.
Recuperando o título de uma obra de Slavoj Zizek, ao mesmo tempo que os portugueses estavam mergulhados numa tragédia, os dois ministros ensaiavam uma farsa.
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Gaspar - Um Enviado dos Tugues
Texto de Mário de Carvalho, com ilustração de Rui Pereira
Convém não exagerar.
A opinião pública tende a ver no doutor Gaspar, uma espécie de contabilista agarotado, agarrado à sua máquina de calcular com uma obstinação autista.
Na melhor das hipóteses, seria um miúdo lunático que retiraram dum open-space de Bruxelas, para lhe oferecerem um país, convidando-o a pontapear.
Algumas más vontades, sempre prontas a diminuir, lembrariam mesmo um maníaco perigoso, obcecado pela desolação dos desertos ou pela humidade pútrida dos lodaçais.
Mais desprimorosa é a imagem, desenhada por almas rancorosas, do lulu da Pomerânia, «arf!-arf!», desvelando-se ao mero «Hüpfe!» do dono.
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Entrevista a Fernando Medina
O deputado Fernando Medina tem-se destacado como pivot nas réplicas económicas e políticas ao Ministro Vítor Gaspar, pelo grupo parlamentar do Partido Socialista.
Geralmente com excelente preparação e verbo articulado, o deputado Fernando Medina tem sem dúvida ajudado a denunciar o rumo atual da política financeira, da deriva austeritária e dos danos cruéis e enormes que socialmente têm daí resultado.
Na sua crítica anti-Gaspar, Fernando Medina, parece estar mais próximo da opção mais keynesiana de responder à crise com medidas contra-cíclicas para assegurar liquidez e dar azo ao aumento da massa monetária em flagrante oposição à posição do governo alemão e dos seus discípulos portugueses.
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Entrevista a José Gusmão
Muito recentemente, o Financial Times, comentava a expressão “austeridade expansionista” com um trocadilho que funciona bem em inglês entre as palavras “oxymoronic” e “moronic”.
O Financial Times comentava o livro recente de Mark Blyth “Austerity history of a dangerous idea” e dizia que a ideia de “austeridade expansionista” não é apenas “oxymoronic” (oximoro é figura de linguagem em que ocorre um falso paradoxo, apesar das palavras terem sentido contrário a formulação faz sentido; um exemplo é a expressão “culpa inocente”) mas é simplesmente “moronic” (que se pode traduzir por “estúpida”).


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