PORTUGAL TEM FUTURO



Publicado por [FV] às 15:30 de 10.07.13 | link do post | comentar |

4 comentários:
De Democracia Fantoche sob Troikas mortal a 11 de Julho de 2013 às 10:43
Comentário de
"Prrr o salvadinho da bancocracia"
- no post : « Palhaçada de democracia fantoche sob a troika e austeridade mortal»
-MARCADORES: austeridade, burlões e ladroagens, chantagem, cidadania, demagogia, democracia, desgoverno, destruição, economia, eleições, fantoche, liberdade, medo, resgate, salvação, troika.


Este é o pprresidd do laranjal chateado com seus capatazes e a querer impor / dictar regras e grilhetas para todos os condóminos ... - ele, o mais que iluminado por fantocheiros e burlões, o salvadinho da bancocracia, o guia cego no caminho da desgraça.

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Compromisso de salvação da política de Gaspar

Que salvação nacional pode ter por dinamizador um Presidente indelevelmente associado a Maastricht, a Dias Loureiro, à reconstrução política de grupos económicos, que hoje a maioria sabe que governam, ao apoio à troika e à destrutiva austeridade permanente, que esvazia, também com chantagem e medo, a democracia na única escala onde ela existe? A retórica da salvação na boca de Cavaco é só um truque para tentar manter o PS atrelado ao memorando existente e aos que existirão, para evitar o uso das armas de que um país devedor dispõe para defender os seus interesses nacionais. Entretanto, Cavaco aproveita a conjuntura e tenta conquistar uma certa iniciativa de coordenação e de direcção políticas, uma tarefa difícil, mesmo tratando-se de um dos mais hábeis operadores políticos, para aquele que se tornou o mais desprestigiado Presidente da República da democracia. Com o novo e mais populista entendam-se, Cavaco exibe um projecto com tentações pós-democráticas, do qual iniciativas políticas constitucionalmente mais ousadas poderão não estar ausentes. Cavaco ecoa à sua maneira os telefonemas dos banqueiros, e não só, que revogaram a decisão irrevogável de Portas, ecoa os interesses económico-financeiros mais poderosos em Portugal e no estrangeiro, os que prosperam com a tutela externa e que não querem ouvir falar de eleições para já. Eleições só se não houver garantidamente alternativas, não antes de Seguro assinar um papel. É isso que Cavaco também procura assegurar. E, entretanto, Cavaco mantém o governo em funções, dando-lhe um ano de folga e dando o apoio de sempre às políticas de austeridade, qualquer que seja o governo para lá de 2014.
(-por João Rodrigues , Ladrões de B.)

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.. e ficou tudo na mesma (+ baralhado)
(-por Luís Bernardo , 5dias)

Cavaco falou e disse. Um acto eleitoral significaria um retrocesso nos “progressos” já feitos pelo país. A “imagem externa” (ainda me poderão explicar o que é) ficaria afectada. Não haveria Orçamento Geral do Estado. Instabilidade. Incerteza. Desconfiança. Dívida por pagar. Medo. Muito medo. Porque a troika é a melhor coisa do mundo e não podemos deixar essa trampa chamada democracia intrometer-se nos desígnios do austeritarismo.

As soluções? Só podemos pensar em eleições depois de Junho de 2014 e só PS, PSD e CDS podem assegurar a governabilidade (sic) do país. Porque é preciso “um compromisso de salvação nacional”, com a figurinha institucional associada. A bem da raça e da nação, o esbulho tem que continuar.

Esqueceu-se de dizer que o segundo empréstimo sob condicionalidade estrita, suave ou duro, está a caminho. Que a dívida é impagável e o seu pagamento, no mínimo, tem de ser renegociado. Que a troika está moribunda e que o FMI não tem credibilidade. Que os três partidos do arco austeritário são PRECISAMENTE os mesmos que nos conduziram à queda neste abismo sem fundo.

Aquilo que não nos esquecemos de dizer é isto: um dia, e esse dia está a chegar, esta corja de reaccionários e revanchistas será corrida daqui.
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De Salvação ditator de interesses Bangsters a 11 de Julho de 2013 às 10:49
O “interesse nacional” na versão Cavaco: contra a democracia, marchar, marchar
(-por Mário Machaqueiro, 5dias)

O discurso de Cavaco Silva pode ter duas leituras. A primeira, mais imediata, é que se trata simplesmente de uma conversa da treta mal amanhada para justificar a intenção de manter o governo da “troika”
até ao fim da aplicação do seu programa, com a vaga promessa de eleições antecipadas quando já toda a subversão do Estado social e democrático tiver sido consumada.

Mas há uma outra leitura.
Se pegarmos na ideia de se estabelecer um acordo entre “os partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento”, acordo esse que teria o patrocínio de “personalidade de reconhecido prestígio que promova e facilite o diálogo”, estamos aqui perante o
projecto de blindar o plano austeritário contra qualquer possibilidade de intervenção democrática.

Na linha do banco JP Morgan, que mencionei aqui e que Daniel Oliveira também denuncia aqui, Cavaco encara a democracia como um empecilho dispensável, se não mesmo ameaçador.

O ideal, para estes senhores, é amarrar os partidos do “arco do poder” – aqueles que um eleitorado politicamente iletrado insiste em eleger – a um programa de governação destrutiva dos direitos sociais que seria aplicado independentemente dos resultados eleitorais.
Sai Dupont, entra Dupond, e já se sabe o que virá a seguir: mais do mesmo replicado até à exaustão – que o mesmo é dizer:
até à consumação plena da maior contra-revolução a que a Europa assistiu desde a Segunda Guerra Mundial.
Com esse acordo firmado de modo a amarrar a direcção do PS, Cavaco estará então à vontade para convocar eleições antecipadas, convicto de que a alternância foi suficientemente minada para garantir que dela não sairá qualquer alternativa.

Cabe aos trabalhadores deste país, aos desempregados e pensionistas (os que não auferem reformas milionárias),
aos dirigentes sindicais, aos partidos e organizações de esquerda, aos movimentos sociais independentes
desenvolver todas as formas de luta que permitam trocar às voltas aos oligarcas do costume e rasgar este guião vergonhoso que a direita pretende impor.

Seremos capazes?



De «Amado Líder demoDitadoraço Troiko» a 11 de Julho de 2013 às 11:35
Prrrr Nim
Nem acede à proposta do desGoverno (PM +vPM... ), nem acede à oposiçãoparlamentar e devolve a decisão ao Povo/eleições antecipadas, ... nem avança para um governo de iniciativa presidencial...

Ele quer ser um «Amado Líder demoDitadoraço»

Carambas!: «Nem o gajo morre nem se almoça...»
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O mesmo presidente que diz que o país precisa de ser salvo (conforme carta de Gaspar reconhecendo o falhanço seu e do Governo PSD/CDS em toda a linha das políticas económicas-financeiras e os trágicos custos sociais...)

defende agora um compromisso de salvação nacional (para continuar com as mesmas/Piores políticas, com mais coretes de 4mil milhões e + e + ... dor sem parar).

O mesmo presidente que atacou o PS de forma violenta no passado dia 25 de Abril quer agora prender este partido ao seu governo.

Com esta comunicação percebeu-se que Cavaco não sabe o que fazer e tenta a todo o custo prender o PS ao seu governo. de «+q.Troikas»
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Cavaco lança o país numa crise política

O nim dito por Cavaco à solução governativa proposta por Passos Coelho tem como consequência o impasse e isso significa uma crise política sem solução pois o que Cavaco defendeu é inviável. Só se Seguro fosse doido alinharia numa solução de salvação nacional inventada por Cavaco com o único objectivo de repartir os prejuízos de uma política incompetente que teve o seu total apoio.

Além disso, Cavaco esqueceu-se de que é primeiro-ministro e excluiu três partidos da sua solução, para este senhor há partidos de primeira e partidos de segundo, assumindo ele próprio a iniciativa de excluir os representantes de uma boa parte dos portugueses.

Cavaco tem uma visão um pouco oportunista da salvação do país, enquanto esperou que o governo do seu partido conseguiria resolver os problemas apoiou-o, ria-se das alternativas e, pior do que tudo, ignorou, desprezou e acabou por agredir o PS. Agora que o desastre é eminente Cavaco quer que o PS salve Passos Coelho e o seu governo de incompetentes.

E fá-lo de uma forma que faz lembrar a demissão do Gaspar, tentando atirar os portugueses contra os partidos e, em particular, o PS. Cavaco deveria ter negociado esta solução em privado em vez de apelar à sociedade para forçar o PS pois é este o partido sistematicamente visado por Cavaco Silva.

Mas o que vai fazer Cavaco? Se defende que o acordo terá de ser entre os partidos isso significa que Cavaco defende um governo de salvação nacional de iniciativa governamental pois o governo tem maioria absoluta e só abrindo mão dela chegará a um acordo com o PS. Isto é, Cavaco lança a confusão e atira as responsabilidades para os partidos, sai da sala de partos para não assumir responsabilidades.

Mas o raciocínio aberrante de Cavaco vai mais longe ao propor que se combinem eleições antecipadas para 2014, isto é, Portugal tem um Presidente da República que sugere que uma parte dos partdos combinem uma redução inconstitucional da legislatura. Cavaco não usaria a bomba H, propõe que sejam os partidos a vestirem um colete de bombistas que será detonado com recurso a um relógio.

Tudo isto é ridículo demais e Cavaco lançou uma crise bem pior do que o fogacho provocado por Paulo Portas.


De Não aceitar este Rumo.Falar Verdade. a 11 de Julho de 2013 às 12:34
acordo de salvação nacional proposto pelo Presidente da República só serviria para ratificar o Governo de coligação e as suas políticas, afirma o ex-secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva.

“Com este chamado compromisso de salvação nacional, no fundo, o Presidente conseguiria sancionar a maioria existente e um rumo que 90% dos portugueses têm profundas dúvidas,
e atrelar o Partido Socialista ao desastre”, disse Carvalho da Silva.

Em declarações à Renascença, o coordenador do Centro de Estudos Sociais critica que se estejam a “pré-definir soluções antes dos portugueses serem consultados, pronunciarem-se e terem direito a que haja um esclarecimento”.

Carvalho da Silva diz que vão ter que se realizar eleições “muito antes do prazo previsto” e, nessa altura,
os partidos vão ter que dialogar e falar verdade sobre o estado do país.

O sociólogo não tem dúvidas de que o Presidente da República está a contribuir decisivamente para o intensificar da instabilidade política
e para o aumento do descrédito da política e dos políticos.

Numa declaração ao país realizada esta quarta-feira, o Presidente da República apelou a um "compromisso de salvação nacional" entre PSD, PS e CDS e propôs a realização de eleições em 2014, quando terminar o programa de assistência financeira da "troika".

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o compromisso de "salvação nacional" apresentada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, NÃO SERVE o país.

“A proposta que ele faz de um compromisso de salvação nacional aparece, neste momento, como uma justificação e até como uma diversão.
Os partidos são livres de estabelecerem ou não compromissos,
mas o que está em causa neste momento é um crise provocada pelo PSD e pela CDS, por esta maioria,
e esta solução do Presidente não serve o interesse nacional,
serve os interesses do PSD e do CDS,
não serve os interesses dos portugueses”, diz Manuel Alegre.
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acusa o secretário-geral da CGTP.

“O Presidente da República põe em causa o funcionamento, da sua plenitude, da própria democracia, quando anuncia que, para ele, só há um projecto, que é a aplicação do memorando da troika e dos compromissos assumidos internacionalmente, e que só alguns podem participar nesse projecto, afastando todos os outros de poderem não só apoiar como em votar em projectos alternativos que respondam às necessidades do povo e do país”, diz Arménio Carlos.

Para o líder da CGTP, Cavaco Silva “vestiu mais uma vez a camisola da direita”, porque sabe que se convocasse eleições antecipadas o PSD e o CDS teriam uma “derrota esmagadora”.

O secretário-geral da UGT admite que não esperava esta declaração do Presidente da República

Carlos Silva considera que Cavaco Silva mostra que não tem confiança no Governo para concluir a legislatura e, por outro lado, está a empurrar o PS para uma decisão que o partido de António José Seguro rejeita.

O líder da UGT diz que o Presidente devia ser “mais assertivo” na proposta de acordo de “salvação nacional” que apresentou e acabou por “tirar metade do tapete” ao Governo.

“Não sei até que ponto o Governo se sentirá com a confiança necessária e com o apoio do Presidente da República para levar a cabo um programa de grandes reformas no sentido de responder ao programa de assistência financeira. Espero estar enganado, mas acho que vamos manter algum clima de instabilidade social e alguma crispação na sociedade portuguesa, nomeadamente ao nível político”, afirma Carlos Silva
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o presidente da Confederação do Comércio e Serviços (CCP) mostra-se “cada vez mais preocupado com a situação política de instabilidade”. João Vieira Lopes diz que esta solução não serve a economia e a falta de clareza política é preocupante.

“Por parte do senhor Presidente da República não antevemos qualquer mecanismo que permita, no curto prazo, alterar significativamente as políticas económicas e financeiras”, sublinha.


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