De Bangsters Burlões, BPN Banif BIC BES ... a 17 de Julho de 2013 às 15:56

Outra vez o tal banco, outra vez o tal arco, outra vez os tais negócios

Há apenas dois dias eram 100 milhões, hoje já se fala em 816 milhões. As responsabilidades do Estado decorrentes da execução do contrato celebrado com o BIC para a venda do tal banco que, apesar de nos ter custado 9 mil milhões , os seus activos foram mantidos nas mãos dos antigos donos, o tal banco que foi avaliado em segredo por 101 milhões e acabou vendido com um desconto superior a 60% por 40 milhões ao tal consórcio detido, entre outros, pela mulher que se tornou a mais rica de África a roubar o seu povo e pelo homem que se tornou o mais rico de Portugal graças a uma venda de parte da GALP a preços de amigo pelo Governo Sócrates, o tal banco que esteve para ser vendido a crédito sem juros mas a Comissão Europeia não deixou, o tal banco que acabou por ser comprado com o capital do próprio banco, esse mesmo, o contrato de venda foi tão bem feito que o que o Estado ainda ficou a dever ao tal consórcio apesar deste ter ficado com o BPN pode chegar até aos 816 milhões de euros. O valor consta de um relatório da Roland Berger pedido pela tal ministra das Finanças dos SWAPs, Maria Luís Albuquerque, na altura, secretária de Estado do Tesouro e Finanças e que tinha responsabilidades na condução da privatização do BPN.

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Quem diria ?
(http://opaisdoburro.blogspot.pt/ 16/7/2013 )

O encontro entre o BE e o PS, no Largo do Rato, em Lisboa, durou pouco mais de uma hora.
E à saída da reunião, o PS emitiu um comunicado no qual clarifica que o partido não estará em processos de diálogo paralelos.
Para já, os socialistas continuam sentados à mesa com o PSD e o CDS. E então, por que diabo aceitaram conversar com o Bloco? Resposta óbvia: para darem ares de dialogantes.
Resposta ainda mais óbvia: porque estão prestes a chegar a acordo com os dois sócios do memorando.
O Bloco fez o que lhe competia.
O PS prefere aliar-se à direita. Nada a fazer com este PS.
Daquela mítica ala esquerda do PS, nem sinais.
Se não aparecer em cena agora, é porque não passava de mais uma fábula.
A esquerda já não mora ali há muitíssimo tempo.


De .Deputados da Uni.Salvação nacional.. a 17 de Julho de 2013 às 16:23
Dos parlamentos ofendidos
(-L.Gomes, blog5dias.net , 17/7/2013)
...
...Mas não só o voto expressa a vontade e o sentimento popular, coisa que é estranha a esta direita criptomaníaco-repressiva a quem qualquer manifestação de indignação, liberdade, opinião faz comichão.
Bem que tentam pela lei impedir que a verdade se escreva nas paredes, através do capital que ela não esteja na comunicação social, através da repressão que ela não esteja nas ruas.
Sabemos já que sindicalismo, de classe, é coisa que lhes mete medo (dentro e fora do parlamento).
Mas ir ao ponto de querer interferir com a autonomia de uma organização sindical que é livre de indicar quem entende para sua representação, de proceder à identificação chamando-os criminosos (Artur Rego sempre a marcar pontos) e de proferir estas palavras bafientas ainda não tínhamos experienciado,
a não ser através dos gritos histéricos da primeira senhora que foi eleita para presidir aos trabalhos (e lá vai a paridade pelo cano abaixo).

Crime são os juros usurários que a Segurança Social cobra quando persegue alguém que não tem dinheiro para pagar as contribuições monstruosas.
Crime é esta mesma Segurança Social se enganar frequentemente e nunca devolver o que ilegitimamente rouba aos cidadãos (como foi o caso dos trabalhadores independentes que descontaram a mais durante mais de um ano).
Crime é despedir sem justa causa. Crime é não pagar salários, subsídio de férias, subsídio de natal.
Vergonha é privatizar tudo e mais um par de botas deixando a água e a electricidade sob a mão do mercado e que os preços disparem ao ponto das famílias se endividarem para poderem pagar as contas.
Atentado à democracia é subverter a Constituição e com fardas azuis cercar centenas de pessoas, deter cidadãos que pintam murais políticos e proibir os graffitis, avançar com processos crime contra pessoas que se manifestam ou distribuem panfletos
(ao mesmo tempo que se fecham ruas vitais da capital do país para festas do Continente ou corridas de carros, não é Zé?).
Crime é não cumprir as decisões judiciais.

Indecorosa e vergonhosa ofensa é que estes sejam deputados da nação e que ainda não tenham percebido que o povo os quer de lá para fora.
...


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