19 comentários:
De .Deputados da Uni.Salvação nacional.. a 17 de Julho de 2013 às 16:23
Dos parlamentos ofendidos
(-L.Gomes, blog5dias.net , 17/7/2013)
...
...Mas não só o voto expressa a vontade e o sentimento popular, coisa que é estranha a esta direita criptomaníaco-repressiva a quem qualquer manifestação de indignação, liberdade, opinião faz comichão.
Bem que tentam pela lei impedir que a verdade se escreva nas paredes, através do capital que ela não esteja na comunicação social, através da repressão que ela não esteja nas ruas.
Sabemos já que sindicalismo, de classe, é coisa que lhes mete medo (dentro e fora do parlamento).
Mas ir ao ponto de querer interferir com a autonomia de uma organização sindical que é livre de indicar quem entende para sua representação, de proceder à identificação chamando-os criminosos (Artur Rego sempre a marcar pontos) e de proferir estas palavras bafientas ainda não tínhamos experienciado,
a não ser através dos gritos histéricos da primeira senhora que foi eleita para presidir aos trabalhos (e lá vai a paridade pelo cano abaixo).

Crime são os juros usurários que a Segurança Social cobra quando persegue alguém que não tem dinheiro para pagar as contribuições monstruosas.
Crime é esta mesma Segurança Social se enganar frequentemente e nunca devolver o que ilegitimamente rouba aos cidadãos (como foi o caso dos trabalhadores independentes que descontaram a mais durante mais de um ano).
Crime é despedir sem justa causa. Crime é não pagar salários, subsídio de férias, subsídio de natal.
Vergonha é privatizar tudo e mais um par de botas deixando a água e a electricidade sob a mão do mercado e que os preços disparem ao ponto das famílias se endividarem para poderem pagar as contas.
Atentado à democracia é subverter a Constituição e com fardas azuis cercar centenas de pessoas, deter cidadãos que pintam murais políticos e proibir os graffitis, avançar com processos crime contra pessoas que se manifestam ou distribuem panfletos
(ao mesmo tempo que se fecham ruas vitais da capital do país para festas do Continente ou corridas de carros, não é Zé?).
Crime é não cumprir as decisões judiciais.

Indecorosa e vergonhosa ofensa é que estes sejam deputados da nação e que ainda não tenham percebido que o povo os quer de lá para fora.
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De Izanagi a 18 de Julho de 2013 às 10:23
Tem em razão em quase tudo, excepto no último parágrafo. Foi o povo que os quis lá, os actuais e os anteriores.
O que não podemos é todos os 6 meses ( período máximo que qualquer governo tem até começar a ser contestado) fazer eleições. Isto obriga a uma escolha criteriosa quando há eleições, porque se o Povo não for criterioso a escolher quem o representa, estamos sistematicamente com os mesmos e com a situação do país a degradar-se.
A solução está no momento do voto, onde o POVO, tem que fazer escolhas conscienciosas.


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