Eu tenho sonhos ... e pesadelos

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                                                 Obscenidades Político-Financeiras...  (-por A.P.Fitas, 29/8/2013)

Depois de serem tornadas públicas, as inquietantes (mas, infelizmente!, sociologicamente previsíveis!) notícias sobre a manipulação de dados estatísticos relativamente à fundamentação de decisões políticas (evidentemente anti-sociais e claramente promotoras de uma ideologia neoliberal ao serviço do mais primário capitalismo/imperialismo - LER AQUI), as instâncias internacionais, seguras do balanço atual entre os dois factores, a saber: "conhecimento de facto" e "potencial grau de manipulação e desinformação", insistem na lógica do empobrecimento radical dos países ...
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        Da Liberdade e da Igualdade...


... há exatamente 50 anos, em 28 de agosto de 1963, Martin Luther King proferiu o grande discurso libertário: "Eu tenho um Sonho"... Hoje, prestamos a merecida homenagem ao sonho que persiste e à coragem convicta que o continua a animar.
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Urbanismos... exemplos paradigmáticos da História e da Literatura...

 "(...) – Mas não estaremos nós a viver numa redoma, em círculo fechado, ignorando ou querendo ignorar a indiferença, o egoísmo, a estupidez de uma maioria narcotizada?
 - Qual maioria qual quê! Alguém que puxe fogo ao rastilho e você verá…
 - Mas se isto é um país sem indústrias, sem proletariado, sem consciência cívica!… ”(...)

(Urbano Tavares Rodrigues in "Terra Ocupada"). Escritor, político, cidadão, nascido em 1923 e falecido há pouco, no corrente ano de 2013, deu uma entrevista ao Jornal de Negócios, no passado dia 7 de setembro de 2012 mas que o jornal republicou no dia do seu falecimento, 9 de Agosto de 2013... vale a pena reler essa entrevista: AQUI. 

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    SALVADOR  ALLENDE - O  socialismo  impossível ?  (-por A.Brandão Guedes)

      No próximo dia 4 de Setembro comemoram-se os 43 anos desde que o candidato socialista Salvador Allende venceu as eleições presidenciais. A experiência chilena para o socialismo emocionou e dividiu a esquerda em todo o mundo. Experiência que viria a ser interrompida de forma bem trágica por Pinochet e a sua sangrenta ditadura, iniciada com o golpe militar de 11/09/1973.   
    Em Portugal de 1974 tivemos também a nossa experiência e a nossa via. Não sendo felizmente interrompida por uma ditadura, as classes dominantes conseguiram, porém, travar o processo e, pouco a pouco, procuram esvaziar a democcracia do seu conteúdo popular de direitos económicos, sociais e de liberdade e justiça social inscritos na Constituição.  A questão central está sempre na mobilização popular ena unidade, dentro da diversidade, das forças sociais e políticas que estão com as transformações necessárias á superação de um modelo económico e social altamente predador da natureza e das pessoas -o capitalismo neoliberal.
VER 


Publicado por Xa2 às 07:15 de 11.09.13 | link do post | comentar |

5 comentários:
De .ALLENDE. Esquecer Não . a 11 de Setembro de 2013 às 11:18

Allende, Pinochet, o Chile, enfim, foram sempre para mim uma fronteira.
Quem culpa Allende por ter tentado mudar um bocadinho os poderes tradicionais, quem desculpa Pinochet de qualquer forma (especialmente apelando para o "milagre económico"), para mim está do lado de fora do admissível.
E não esqueçamos que anda por aí (ou já andou) muita gente "de calibre" que limpava os carniceiros que acompanhavam Pinochet (o primeiro deles) com desculpas as mais variadas, geralmente a disfarçar a conveniência de uma ordem internacional policiada pelas grandes potências.
Frequentemente, esses eram os mesmos que arrancavam os cabelos com os crimes do comunismo (que, infelizmente, não foram inventados).
A hipocrisia tem muitas caras, mas uma delas consistiu em criticar "a via revolucionária para o socialismo" e, ao mesmo tempo, desculpar quem interrompeu com extrema violência a respectiva via "eleitoral".
-


De .NeoLiberais Ditadores Criminosos. a 13 de Setembro de 2013 às 15:24
HÁ 40 ANOS O GOLPE DE PINOCHET NO CHILE: UM CRIME SEM CULPADOS?

[Víctor Hugo de la Fuente, 11-09-2013]

Há quatro décadas, os altos comandos das Forças Armadas chilenas cometeram graves crimes de sublevação e rebelião:
derrubaram um governo legalmente constituído e suspenderam a Constituição. Paralelamente, instauraram um regime ditatorial marcado por uma repressão feroz.
Nem os executores do golpe nem os civis com quem eles conjuraram foram julgados [1]. Até agora, reina a impunidade.

O regime cívico-militar, que durou 17 anos, liquidou o projecto de socialismo democrático e instaurou uma DITADURA.
Esta foi um laboratório da aplicação de políticas NEOLIBERAIS no mundo, reduzindo o papel do Estado, privatizando mais possível, transformando até a educação e a saúde em simples mercadorias.
Uma das suas consequências foi aumentar as DESIGUALDADES, sempre a favor dos mais poderosos.

Os que vieram a seguir à ditadura continuaram a governar de acordo com o mesmo modelo económico, chegando, inclusivamente, a estender as PRIVATIZAÇÔES (água, abertura da exploração do cobre às transnacionais…).
Quanto aos que fizeram o golpe de Estado e eliminaram a Constituição, têm hoje a desfaçatez de propor que a Constituição da ditadura apenas possa ser modificada dentro das normas que com ela foram estabelecidas.
Mais surpreendente ainda é que haja opositores à ditadura que têm a mesma posição e, juntamente com a direita, se neguem a convocar uma Assembleia Constituinte para elaborar e aprovar democraticamente, através de um plebiscito, uma nova Constituição.

No nosso país, é notório que os anos da Unidade Popular não são muito conhecidos nem reivindicados, antes foram denegridos, enquanto Salvador Allende – com razão – ganhou prestígio e é muito mais valorizado.
O mesmo Allende cuja grande obra é, precisamente, a Unidade Popular.
As forças políticas que participaram neste projecto não o reivindicaram decerto, em parte, porque hoje já não têm essas posições revolucionárias de transformação da sociedade.
Para dar apenas um exemplo, elas já nem sequer propõem a nacionalização do cobre.

Com o passar do tempo, a figura de Allende e a sua clarividência tornaram-se cada vez mais evidentes.
Basta recordar o seu discurso sobre o início da GLOBALIZAÇÂO NEOLIBERAL na Organização das Nações Unidas (ONU) a 4 de Dezembro de 1972, criticando
«o poder e a actuação nefastos das transnacionais, cujos orçamentos superam os de muitos países…
Os Estados sofrem interferências nas suas decisões fundamentais – políticas, económicas e militares –
por parte de organizações globais que não dependem de nenhum Estado
e que não respondem nem são fiscalizadas por nenhum parlamento, por nenhuma instituição representativa do interesse colectivo».

Queremos aqui destacar o compromisso e a fidelidade de Allende, até à sua morte, com as causas sociais e políticas dos mais pobres e, ao mesmo tempo, o seu realismo político, a sua capacidade de agitar, de educar e, sobretudo, de unir forças em torno de um programa popular,
dirigindo esse gigantesco movimento que levou o povo ao governo em 1970.

É preciso recuperar a memória de um presidente que fez da ÉTICA o seu mais alto valor e que morreu no bombardeado palácio de La Moneda, sublinhando o seu combate por um socialismo democrático e revolucionário.
Allende não é um simples mártir.
Não se deve esquecer que durante o governo da Unidade Popular o Chile
recuperou o cobre, aprofundou a reforma agrária,
defendeu o ensino público e gratuito,
criou o sector social da economia, promoveu a participação popular nas decisões.
Com Allende, os chilenos recuperaram a DIGNIDADE.

É claro que a Unidade Popular cometeu erros e que Allende actuou, por vezes, com uma certa ingenuidade [2].
Mas os erros não justificam, em caso algum, o golpe de Estado, que foi um crime contra o povo e contra a democracia.
Como foi demonstrado, a Unidade Popular e Allende foram VÍTIMAS das TRANSNACIONAIS, do império norte-americano, dos grandes empresários chilenos e da traição dos militares golpistas.
Nunca se deve confundir as vítimas com os carrascos;
nunca o erro de uma vítima justifica os crimes contra ela.

O exemplo de Salvador Allende vive hoje nos combates dos estudan...


De .Viva o exemplo de ALLENDE. a 13 de Setembro de 2013 às 15:27

.NeoLiberais Ditadores Criminosos.

HÁ 40 ANOS O GOLPE DE PINOCHET NO CHILE:
UM CRIME SEM CULPADOS?

[Víctor Hugo de la Fuente, 11-09-2013]
...
...
...
O exemplo de Salvador Allende vive hoje nos combates dos estudantes e dos povos, tanto no Chile como na América Latina.
O seu exemplo vai ajudar-nos a conquistar esse outro mundo tão necessário e possível com que tantos de nós sonham.


* Víctor Hugo de la Fuente é o director da edição chilena do Le Monde diplomatique.
A fotografia que acompanha este artigo foi cedida pelo realizador Costa Gavras, via edição chilena, às edições do Le Monde diplomatique.

Notas
[1] Ver Eduardo Contreras, «A 40 años, Juicio a los golpistas civiles», Edición chilena de Le Monde diplomatique, Abril de 2013 e também Jorge Magasich, «El golpe cívico-militar y el terrorismo», Ibidem, Setembro de 2013.

[2] Ver o documentário El último combate de Salvador Allende.
A 11 de Setembro de 1973, bem cedo, quando não consegue localizar Pinochet, Allende diz o seguinte a Carlos Jorquera: «Pobre Pinochet, deve estar preso».


De Irene Sendler - salvou crianças dos Nazi a 23 de Setembro de 2013 às 09:34
Resgate durante a 2ª Guerra Mundial

A cidadã alemã em causa, Irena Sendler, http://pt.wikipedia.org/wiki/Irena_Sendler teve um comportamento socialmente corajoso, determinado e heróico, pelo que merece a consideração e apreço de todo o mundo!
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazistas relativamente aos judeus (sendo alemã!).

Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de serapilheira na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho).

Também levava na parte de trás da camioneta um cão, a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.
Enquanto se manteve neste trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.

Por fim, os nazistas apanharam-na. Souberam dessas actividades e em 20 de Outubro de 1943 Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak, onde foi brutalmente torturada. Num colchão de palha, encontrou uma pequena estampa de Jesus com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu ao Papa João Paulo II.

Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou-se a trair os seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Já recuperada foi, no entanto, condenada à morte.

Enquanto esperava pela execução, um soldado alemão levou-a para um "interrogatório adicional". Ao sair, ele gritou-lhe em polaco: "Corra!".
Esperando ser baleada pelas costas, Irena, contudo, correu por uma porta lateral e fugiu, escondendo-se nos becos cobertos de neve até ter a certeza de que não fora seguida. No dia seguinte, já abrigada entre amigos, Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados, que os alemães publicavam nos jornais.

Os membros da organização Żegota ("Resgate") tinham conseguido deter a execução de Irena, subornando os alemães, e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais, ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adoptivos.

Em 2006 foi proposta para receber o Prémio Nobel da Paz... mas não foi seleccionada. Quem o recebeu foi Al Gore, pela sua campanha sobre o Aquecimento Global.

Não permitamos que alguma vez esta Senhora seja esquecida!

Estou transportando o meu grão de areia, reenviando esta mensagem. Espero que faças o mesmo.

Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial. Este e-mail será reenviado como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos (inclusive 1.900 sacerdotes católicos ), 500 mil ciganos, centenas de milhar de socialistas, comunistas e democratas e milhares de deficientes físicos e mentais, que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados, com os povos do mundo muitas vezes olhando para o outro lado...

Agora, mais do que nunca, com o recrudescimento do racismo, da discriminação e dos massacres de milhões de civis em conflitos e guerras sem fim em todos os continentes, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça. Gente como Irena Sendler, que salvou milhares de vidas, arriscando a sua, praticamente sozinha, é extremamente rara e necessária.

"A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância.
Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade." - Irena Sendler


De Discurso de S.Allende: 1973. a 15 de Setembro de 2014 às 14:47

O último discurso de Salvador Allende

Salvador Allende afirmou, bem antes de 11 de Setembro de 1973, que estava a cumprir um mandato dado pelo povo e que só sairia do palácio depois de o cumprir. Ou que o faria «com os pés para diante, num pijama de madeira». Assim aconteceu. Soube-se mais tarde que se suicidou durante o ataque ao Palácio de la Moneda, em Santiago do Chile.

Depois, foi o que é conhecido: 30.000 chilenos foram assassinados durante o regime de Pinochet.

Porque o sim do vídeo não tem grande qualidade, fica o texto:

«Seguramente ésta será la última oportunidad en que pueda dirigirme a ustedes. La Fuerza Aérea ha bombardeado las torres de Radio Postales y Radio Corporación.

Mis palabras no tienen amargura sino decepción. Que sean ellas un castigo moral para quienes han traicionado su juramento: soldados de Chile, comandantes en jefe titulares, el almirante Merino, que se ha autodesignado comandante de la Armada, más el señor Mendoza, general rastrero que sólo ayer manifestara su fidelidad y lealtad al gobierno, y que también se ha autodenominado director general de Carabineros.

Ante estos hechos sólo me cabe decir a los trabajadores:

¡Yo no voy a renunciar!

Colocado en un tránsito histórico, pagaré con mi vida la lealtad del pueblo. Y les digo que tengo la certeza de que la semilla que hemos entregado a la conciencia digna de miles y miles de chilenos, no podrá ser segada definitivamente.

Tienen la fuerza, podrán avasallarnos, pero no se detienen los procesos sociales ni con el crimen ni con la fuerza. La historia es nuestra y la hacen los pueblos.

Trabajadores de mi patria: Quiero agradecerles la lealtad que siempre tuvieron, la confianza que depositaron en un hombre que sólo fue intérprete de grandes anhelos de justicia, que empeñó su palabra en que respetaría la Constitución y la ley, y así lo hizo.

En este momento definitivo, el último en que yo pueda dirigirme a ustedes, quiero que aprovechen la lección: el capital foráneo, el imperialismo, unidos a la reacción, crearon el clima para que las Fuerzas Armadas rompieran su tradición, la que les enseñara el general Schneider y reafirmara el comandante Araya, víctimas del mismo sector social que hoy estará esperando con mano ajena reconquistar el poder para seguir defendiendo sus granjerías y sus privilegios.

Me dirijo a ustedes, sobre todo a la modesta mujer de nuestra tierra, a la campesina que creyó en nosotros, a la madre que supo de nuestra preocupación por los niños. Me dirijo a los profesionales de la patria, a los profesionales patriotas que siguieron trabajando contra la sedición auspiciada por los colegios profesionales, colegios clasistas que defendieron también las ventajas de una sociedad capitalista.

Me dirijo a la juventud, a aquellos que cantaron y entregaron su alegría y su espíritu de lucha. Me dirijo al hombre de Chile, al obrero que trabajó más, al campesino, al intelectual, a aquellos que serán perseguidos, porque en nuestro país el fascismo ya estuvo hace muchas horas presente en los atentados terroristas, volando los puentes, cortando las vías férreas, destruyendo los oleoductos y los gasoductos, frente al silencio de quienes tenían la obligación de proceder.

Estaban comprometidos. La historia los juzgará.

Seguramente Radio Magallanes será acallada y el metal tranquilo de mi voz ya no llegará a ustedes. No importa. La seguirán oyendo. Siempre estaré junto a ustedes. Por lo menos mi recuerdo será el de un hombre digno que fue leal con la patria.

El pueblo debe defenderse, pero no sacrificarse. El pueblo no debe dejarse arrasar ni acribillar, pero tampoco puede humillarse.

Trabajadores de mi patria, tengo fe en Chile y su destino. Superarán otros hombres este momento gris y amargo en el que la traición pretende imponerse. Sigan ustedes sabiendo que, mucho más temprano que tarde, de nuevo se abrirán las grandes alamedas por donde pase el hombre libre, para construir una sociedad mejor.

¡Viva Chile! ¡Viva el pueblo! ¡Vivan los trabajadores!

Estas son mis últimas palabras y tengo la certeza de que mi sacrificio no será en vano. Tengo la certeza de que, por lo menos, será una lección moral que castigará la felonía, la cobardía y la traición.»


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