3 comentários:
De dinamism a 13 de Novembro de 2013 às 01:02
os povos europeus, sozinhos, são pequenos demais para enfrentar o seculo 21.este é o 1º desafio - A DESTRUIÇAO NEOLIBERAL DO PROJECTO EUROPEU, para a qual os europeus escolhem uma solução que resumida, é esta - CADA UM POR SI. onde está o PLURIBUS UNUM,O UM POR TODOS E TODOS POR UM? assim só ajudam quem os quer ver destruídos,a eles e á Europa que deveria existir


De Pensões e F.Seg.Social vampirizado p.Fin a 27 de Setembro de 2013 às 11:35
Que se lixem as eleições
por Sérgio Lavos, 26/9/2013

A campanha para as autárquicas vai decorrendo sem sobressalto, Passos Coelho num dia diz que Portugal vai a caminho do segundo resgate e no outro afirma que está a dar a volta, Paulo Portas deixou de visitar praças e mercados mas acha que o país já bateu no fundo e está a subir uma escada (para o paraíso), e as eleições, afinal, não é assunto para o qual o Coelho se esteja a lixar.

Quem se está a lixar somos nós, portugueses.
Uma das heranças deixadas por Vítor Gaspar foi a possibilidade do fundo de reserva da pensões ser usado para comprar dívida pública.
A provisão do fundo, que serviria para dois anos de pensões, já foi reduzida para valores que permitem apenas o pagamento durante oito meses.

Se, como tudo indica, não houver possibilidade de Portugal atrair investidores para a sua dívida, o fundo servirá para manter a ilusão de um regresso aos mercados que já se tornou uma miragem há muito tempo.

Aquilo que foi descontado ao longo de uma vida de trabalho pelos portugueses servirá para pagar aos vampiros da banca nacional e internacional.

O princípio da confiança será traído pelo Governo e ainda ouviremos - já ouvimos - governantes a dizerem que o sistema de pensões não é sustentável - não será com certeza se os fundos forem usados para pagar a credores, como estão a ser.

No fim de tudo, Portugal ficará insolvente, com uma dívida pública imparável e impagável e sem haver sequer a possibilidade de garantir o pagamento das reformas aos nossos pais e avós durante algum tempo.

E quando chegar a inevitável reestruturação da dívida pública, o dinheiro investido pela segurança social nessa dívida será perdido.

É este o Governo de salvação nacional, não duvidemos.



De política Alemã arruina Portugal e PIGS a 27 de Setembro de 2013 às 09:44
------------- Leituras em tempos financeiros

Comparado com a maioria do comentário económico nacional, o que ainda anda entretido com uma discussão moralista sobre uma variável endógena, o défice orçamental, como se este fosse puro produto da força ou fraqueza políticas,
o comentário económico do Financial Times, em especial o semanal de Martin Wolf, é perigosamente esquerdista.
É notável, mas não surpreendente, que junto de um economista liberal britânico, o melhor defensor da globalização que eu conheço, encontremos hoje mais recursos para defender os interesses da maioria dos que por aqui vivem.
No seu artigo de ontem, Wolf volta a insistir num ponto relevante para Portugal:

a potência hegemónica da Zona Euro, a Alemanha, também EXPORTA DESEMPREGO e BANCARROTA para as suas periferias (PIIGS)
e o seu suposto plano de transformar a Europa numa espécie de grande Alemanha é inviável,
já que a Zona é demasiado grande para ver o seu crescimento guiado pelas exportações para fora
e, de qualquer forma, os eventuais excedentes com o resto do mundo reforçam a tendência do euro para a apreciação, esmagando ainda mais periferias deprimidas por uma austeridade sem fim.

Um plano inviável e que só pode ser recusado a partir das periferias, digo eu.
O resto são mesmo moralismos orçamentais de quem usa a austeridade permanente inscrita no euro para destruir o Estado social.

(-por João Rodrigues , 26/9/2013, Ladrões)

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'Buen Vivir' no CIDAC

O CIDAC - Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral prossegue o seu ciclo de iniciativas sobre propostas alternativas de desenvolvimento. Depois de Serge Latouche (decrescimento) e Immanuel Wallerstein (teoria do sistema-mundo), é a vez de debater o conceito e proposta política de 'buen vivir', que enfatiza a dignidade e a harmonia com a natureza em detrimento do crescimento económico. O convidado é Alberto Acosta - economista, professor universitário e ex-ministro das minas e energia no primeiro governo de Rafael Correa. Às três sessões do Círculo de Leitura, orientado por Jochen Oppenheimer, seguir-se-ão um seminário e uma conferência pública pelo próprio Acosta. Em outubro e novembro, com inscrições por e-mail até ao final desta semana. Mais informações aqui.
(-por Alexandre Abreu )


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