5 comentários:
De Mr Hope a 10 de Outubro de 2013 às 18:35
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De Precisamos 1 Giap p.vencer Finança+Polvo a 7 de Outubro de 2013 às 14:53
Morreu o general Giap, um herói do Vietname
(-por Ana Gomes Ferreira ,04/10/2013)

Foi o braço militar da revolução de Ho Chi Minh. Expulsou os franceses da Indochina e humilhou os americanos.


O general Vo Nguyen Giap, que acabou com o império francês na Indochina e derrotou os americanos no Vietname, morreu ontem, aos 102 anos. Por causa dele, que era o braço armado de Ho Chi Minh, o Vietname foi uma nação unida e independente.

“A coisa mais importante é o povo”, disse em 2005 ao Christian Science Monitor.
“Um exército que luta pela liberdade tem grande poder de iniciativa. Infelizmente, os imperialistas nunca aprenderam isso. São alunos muito estúpidos. Nunca aprendem com a experiência”.

Como outros grandes revolucionários asiáticos, há dúvidas sobre a origem de Giap — seria filho de pais camponeses ou seria filho da elite. A história oficial diz que estudou em Hanói (o que não era para todos), que aprendeu a falar um francês perfeito e que aos 14 anos já integrara a organização clandestina contra a ocupação francesa da Indochina.

Licenciou-se em Direito, foi professor de História e jornalista, foi perseguido e entrou para o Partido Comunista Vietnamita (ilegal) onde se tornou amigo e seguidor das ideias revolucionárias e nacionalistas de Ho Chi Minh.
Ho queria avançar na luta armada e Giap tornou-se o melhor dos generais lendo livros (os sobre a guerrilha e o terrorismo nas revoluções de Mao Tsetung), manuais de estratégia militar e histórias de campanhas vitoriosas, e organizou a resistência armada.

No perfil que lhe dedica, o jornal americano The New York Times refere que venceu batalhas com perícia e inteligência, mas também com armas que os inimigos nunca perceberam — durante a Guerra do Vietname (1955-1975), morreram 2,5 milhões de pessoas e delas “só” 58 mil foram americanos.
Giap reconheceu o sacrifício de vidas: “Nenhuma guerra de libertação nacional foi tão feroz ou causou tantas mortes como esta. Mas lutávamos pelo Vietname e nada é mais precioso do que a independência e a liberdade, disse numa entrevista à Associated Press”.

“Como Ho Chi Minh, [Giap] acreditava de forma devota que os vietnamitas suportariam qualquer fardo para libertar a sua terra dos exércitos estrangeiros”, diz o Times que caracteriza o general como uma figura erudita e magnética com grande capacidade para transformar o sentimento nacionalista dos seus homens numa terrível força bélica.

Em 1953, derrotou os franceses em Dien Bien Phu, precipitando a sua retirada da Indochina. A ofensiva de Tet (1968), foi o ponto de viragem na Guerra do Vietname; os americanos sairiam em 1975.

Após a vitória das forças revolucionárias comunistas do Norte e a unificação, Giap manteve-se no governo até 1980. Nunca perdeu o pensamento estratégico e geoestratégico (defendeu reformas económicas e promoveu boas relações com o ex-inimigo americano).
O Times diz que a jovem população vietnamita sabe pouco da política de Giap, mas venera o general. No clube dos heróis, só está abaixo de Ho Chi Minh.


De Fora o cherne, os troikas e o desgoverno a 7 de Outubro de 2013 às 14:33
Querido cherne

«La gran noticia será precisamente la desaparición de José Manuel Durão Barroso al frente de la Comisión.

El político portugués pasará seguramente a la historia de la Unión como una calamidad para la institución que representó.
Bajo su mandato, la Comisión ha sido casi irrelevante desde el punto de vista político y la UE ha actuado de manera más intergubernamental que nunca, dominada sin reparos por Alemania.
Un fracaso sin paliativos, aunque probablemente su dócil actitud le reporte beneficios personales y termine encontrando acogida en algún otro organismo internacional.

Sim: bem nos "ajudou" / está a ajudar a entornar o caldo !
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Barroso diz que está o “caldo entornado”, se Portugal não der continuidade às medidas de austeridade
(-por Idálio Revez 05/10/2013 )

Comissão Europeia prepara uma "missão para o crescimento" de ajuda a Portugal, mas os empresários queixam-se que a banca não financia.
...


De "Burrão" servente de Bangsters e... a 8 de Outubro de 2013 às 12:07
Caldo entornado
Durão Barroso trocou a liderança do Governo Português de tanga por um alto cargo de libré em Bruxelas.

Vantagem para ele que, para além de ganhar acima das posses de qualquer outro português funcionário público, político ou amancebado, consegue manter-se no poleiro dourado e cantar de galo no Algarve quando sente necessidade de treinar português.

Barroso esquece que a União Europeia é um conjunto e países soberanos e não de estados federados.

Seria saudável, para nós e para ele, que essa condição não fosse esquecida, não vá o caldo (de capão ou de cherne) galgar as bordas do tacho por excesso de calor.

LNT [0.360/2013] 7/10/2013


De Impunidade dos desGovernantes e... a 7 de Outubro de 2013 às 12:09
6.10.13 (JPP)

O NAVIO FANTASMA (39): TUDO COMO DANTES, QUARTEL-GENERAL EM ABRANTES

O que fez Rui Machete foi um acto, não foi uma declaração irreflectida, ou uma "declaração menos feliz".
Se apenas fossem palavras, mesmo assim seriam graves, mas foi mais do que isso, foi um acto de diplomacia à revelia da lei e da ordem democrática, praticado pelo responsável máximo das nossas relações externas que fala, por isso mesmo, em nome de Portugal.

Não me admira muito, dado que o anterior Ministro também classificava (e classifica) o seu próprio país de protectorado, sem que haja qualquer abalo nas hostes habitualmente cheias de vento patriótico.

Isto está tudo num estado tão rasteiro e perigoso, que nem é a continuidade das peripécias, umas sobre as outras, mentiras nos curricula, "incorrecções factuais", mentiras ao parlamento, fugas sistemáticas de informação do governo para comentadores amigos, ocultação de dados, que já é o mais grave.

O mais grave é a completa impunidade com que tudo se faz, e o modo como tudo continua na mesma, tudo como dantes quartel-general em Abrantes.

Criticado Machete sem muitas ambiguidades pelo Presidente da República no 5 de Outubro, basta que o primeiro-ministro "desvalorize" - o que ele está sempre a fazer e deve ser o timbre da "nova cultura política" do Ministro Maduro - para que tudo volte ao "normal".

Isto é que é muito preocupante, a impunidade dos de cima, que podem fazer o que quiserem sem consequências.


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