Portugal precisa de ... 'tomates' e justiça a sério

                O país precisa  (-por Sérgio Lavos, Arrastão)

1391610_619024224816492_761803782_n.jpg.Cortugal 

......                                                                                                                                  ( Cortugal )

... Se o Estado tiver de pagar aos 500 000 portugueses que ainda recebem subsídio, não tem depois dinheiro para injectar nos bancos ou para suportar a descida do IRC para as grandes empresas. Ainda bem que grande parte desta gente (os parasitas) está desempregada há bastante tempo, pois assim vai perdendo o direito ao subsídio.

... Quero que (o milionário) Soares dos Santos tenha uma reforma digna; que António Mexia possa manter o seu estilo de vida; que Ricardo Salgado possa esquecer-se de declarar oito milhões de euros ao fisco; que Arnaut e Catroga continuem a servir o país na administração de empresas dependentes do Estado. É para isso que eu sirvo. Ficarei mesmo à espera de receber em casa a próxima missiva da Segurança Social. Talvez traga dentro uma cápsula de cianeto. Se eu não encontrar trabalho nos próximos tempos, posso sempre abdicar de ser um fardo para o Estado. O Governo merece, os empreendedores deste país merecem, o futuro e o progresso não podem esperar. O país precisa de mim, e se for necessário dar a vida por ele, cá estarei.

---------------

----- Sérgio L.

Portanto, a solução é tratar de forma vergonhosa também os funcionários públicos? (e os pensionistas? e os desempregados? : Não.)
----- Nightwish
A solução (deles) é, portanto, tratar vergonhosamente os 99% para manter o modo de vida do 1% e a subserviência aos mesmos.
----- makarana
Os (accionistas e administradores dos) bancos e empresas de energia (e telecomunicações e PPP) estão cheias de privilégios ... falar desses, tá quieto !.
Ah, sem falar no facto de as transacções bolsistas não serem taxadas, as benesses aos belmiros e soares dos santos.
----- operário
quando falam em equidade porque só se preocupam com a base? A sociedade, o país são só os trabalhadores? E os de cima? Podem viver à tripa forra numa iniquidade total ou perto disso? Ganhe juízo. Você parece quase um varredor a lamentar-se dum porteiro só porque o primeiro ganha mais dois tostões que ele, e nessa cegueira nem se dá conta de que é governado por um bando de ladrões sem escrúpulos cujo único interesse é aumentar as suas contas bancárias à custa dos restantes cidadãos nem que para isso tenham que desfazer e vender o país a patacos.
Quer nivelar ? É justo. Comece por cima, senão é tão bom (mau) como eles ou é um deles.
------ Nuno
...Quanto tempo demora o Estado a pagar aos fornecedores? A reforma da Justiça? A desburocratização? A descida nos preços de gás, electricidade, combustíveis? A reforma e a estabilidade fiscais? 
Este é um Governo de imprestáveis e incompetentes, que apenas sabem cortar a direito.
Descida de salários na FP... afinal para que serviu a famosa avaliação, se levam todos por igual (nada)?
...Para não falar (no nepotismo que grassa nos gabinetes e administrações,) na corja de "especialistas" e observatórios mais fundações...
A única coisa que fazem, e mal, é privatizar empresas. O PPC já se transformou em ministro dos negócios no estrangeiro, à la Socrates (só lhe falta aderir ao jogging), chamando-os para virem comprar empresas estatais.
Ainda há quem defenda estes gajos?
----- Diogo S.
... Se está disposto a dar a vida pelo seu país, porque não limpar o sebo a um banqueiro, a um tipo do Governo, a um deputado do arco da governação ou a um comentador venal?
Pode crer que muita gente lhe seguiria o exemplo…
------
A antiga deputada Helena Roseta incentiva os sindicatos e a sociedade civil a processar o primeiro ministro por atentado contra a Constituição. Na Sic Notícias (17/10/2013), H.R. concordou com Mário Soares quando diz que alguns membros do Governo são delinquentes e deviam ser julgados e demitidos.
------
 . É tempo de Agir 26 Outubro


Publicado por Xa2 às 07:56 de 18.10.13 | link do post | comentar |

6 comentários:
De A democracia do povo!? a 18 de Outubro de 2013 às 18:43
O que é que o pagode estava à espera?
Então não andamos de vitoria em vitoria há 38 anos?
Não é o regime democrático uma vitoria?
Depois admiram-se que já haja por aí muita gente a dizer que isto está pior que no tempo do Salazar!
Que rica democracia, esta a do povo!
Não é do povo?
Então ou é estúpido, imbecil ou parvo. Cá pelo que me parece (que vim de longe) é tudo isso em simultâneo de outro modo não teria permitido que a situação chega-se ao ponto a que chegou. Já teriam tombado meia dúzia de energúmenos governativos.


De .A narrativa dos credores. a 18 de Outubro de 2013 às 15:09
A narrativa dos credores
(-por, João Rodrigues, 17/10/2013, LadrõesB)

Tivemos de pedir ajuda internacional para conseguirmos pagar salários, pensões e assegurar as funções essenciais do Estado. E poucos terão a noção de quão perto estivemos de uma situação de falência desordenada.

Maria Luís Albuquerque, apresentação do OE-2014

Nunca é de mais repetir:

É verdade que não havia e não há dinheiro suficiente para pagar salários, pensões e todas as outras despesas públicas, sobretudo se se incluir, decisivamente, o fardo de uma dívida pública crescente, que tem de ir sendo amortizada, e cuja despesa anual, só com juros, aumentou mais de 50%, entre 2010 e 2013, sendo já bastante superior à totalidade das receitas previstas com as privatizações no memorando.

É também verdade que, como sublinhou o ex-secretário de Estado do Orçamento, Emanuel dos Santos, mesmo quando se assinou o memorando havia dinheiro para pagar salários e pensões, já que, só no decisivo primeiro semestre de 2011, as receitas de IRS e IRC ultrapassavam as despesas com salários, e as contribuições para a Segurança Social chegavam e sobravam para pagar as pensões.

De qualquer forma, estando exclusivamente dependente dos agentes dos mercados financeiros ou, na falta de interesse destes, da "bondade de estranhos", um Estado sem a possibilidade de financiar monetariamente os seus défices não é bem um Estado e a sua dívida não é definitivamente soberana. Estes estranhos constituíram, em 2011, uma troika, nada bondosa, que nos emprestou dinheiro para garantir que os credores privados, sobretudo os bancos, não tivessem perdas com a dívida portuguesa num mundo ainda traumatizado com as consequências da falência do Lehman Brothers. Estas perdas adviriam de uma decisão, que hoje é mais difícil do que era em 2011, mas que é igualmente necessária: recusar o memorando e declarar uma moratória ao pagamento da dívida, isto é, uma suspensão dos pagamentos dos juros e das amortizações ao longo de um processo negocial que terá na agenda, entre outros temas, a reestruturação da tal dívida, reduzindo em profundidade o seu montante.
----------
Ainda a narrativa dos credores

O défice orçamental e o défice externo rondavam os 10% do Produto Interno Bruto [2010]. A crise financeira expôs os desequilíbrios da economia portuguesa, não os criou.

Maria Luís Albuquerque, apresentação do OE-2014

Vamos por partes. A crise financeira “criou” o défice orçamental, variável endógena, como se vê, já que, em 2007, o défice orçamental era de 3,2% do PIB, tendo subido para 3,7%, em 2008, e para 10,2%, em 2009. Isto foi sobretudo o resultado do colapso das receitas fiscais (6,1 mil milhões dos 8,9 mil milhões de euros de crescimento do défice, entre 2008 e 2009, por exemplo), devido à crise, bem como do aumento automático da despesa e da ajuda à banca e muito menos o resultado de qualquer estimulo discricionário (pouco mais de 800 milhões). O que é facto é que, graças aos chamados estabilizadores automáticos, a economia já estava a crescer em 2010. A dívida pública, que era de 68% do PIB, em 2008, está agora mais próxima de duplicar, em percentagem do PIB, do que outra coisa, graças à dinâmica recessiva e à diferença imparável desta com a dinâmica dos juros. A dívida tinha passado de 51% para 68% do PIB nos anos do novo milénio, marcados pela estagnação e austeridade latente, antes da crise internacional e da austeridade aberta provocarem danos ainda maiores.

O problema dos défices externos não foi de facto criado pela crise financeira, mas foi criado pela adesão à UEM, instituição que serve para justificar todos os sacrifícios, pela inserção dependente e pelo perfil de especialização que cristalizou, pela perda de instrumentos de política – cambial e industrial, por exemplo – que acarretou. De resto, a dívida externa liquida, medida pela posição de investimento internacional, residual até meados da década de noventa, andava pelos 110% do PIB, em 2010 e 2011, para subir para 120%, em 2013.

Desequilíbrios há muitos e não podem ser confundidos, mas as suas causas comuns fundamentais encontram-se no enquadramento externo que as elites criaram para a nossa economia. De resto, creio que este livro ajudar a desmontar a narrativa dos credores e do seu governo.


De . ESTA É A HORA !. a 18 de Outubro de 2013 às 15:12
Esta é a hora !
(-por Jorge Bateira, 17/10/2013, Ladrões de B.)


O país está em estado de choque. O governo preparou um Orçamento para 2014 que atinge brutalmente funcionários e ex-funcionários públicos, tanto pelo lado do emprego (“mobilidade”) como pelo lado do rendimento (salários e pensões). A partir de um limiar que entretanto já subiu, as pensões de sobrevivência também não escapam e serão cortadas numa escala inimaginável. O universo dos que lutam pela sobrevivência aumenta, como aumentam as filas dos que recorrem a uma refeição distribuída à noite, no anonimato, sem “condição de recursos”. Até agora, o rendimento das pensões constituiu para muitos uma rede solidária que minimizou os estragos desta política alucinada. Muitos filhos e netos estão parcial ou totalmente dependentes dos seus velhotes, no alojamento, no rendimento ou em ambos. Com este Orçamento, em muitas famílias a rede que os mais velhos garantiam vai rasgar-se. A situação é dramática para muitos portugueses, mas também o é para Portugal como nação. Quando a classe média é dilacerada, rompem-se os laços de solidariedade que sustentam o corpo social.

Quer o governo quer as instituições da troika sabem muito bem que esta política não reduz os défices nem sequer estabiliza a dívida. Hoje todos sabem que não há “austeridade expansionista”. Porém, a insistência nas “reformas estruturais” e a cada vez mais aberta aceitação do deslizamento das metas orçamentais são sinais de que há uma estratégia implícita na política económica que nos é imposta pelo ordoliberalismo germânico e seus agentes na periferia da zona euro. Assumida ou não, a estratégia é cada vez mais evidente: aniquilar o Estado de bem-estar que fomos construindo após o 25 de Abril. Numa sociedade cada vez mais desigual, os pobres e os estratos de baixos rendimentos serão amparados por um Estado assistencial, os restantes já estão a ser empurrados para os mercados da saúde, da educação e dos fundos de pensões.

Esta estratégia estava latente no projecto da moeda única desde Maastricht. A retórica da Europa social era apenas um véu que iludia o essencial: perda da soberania dos estados-membros nas diversas vertentes da política económica e submissão da zona euro à política económica alemã, seja na gestão da moeda e da taxa de câmbio do euro, seja na proibição de uma política orçamental activa, ou ainda na política comercial europeia de abertura à China. Acontece que sem política económica não podia haver desenvolvimento. Mas algum crescimento sustentado por crédito era possível. E os nossos bancos aproveitaram: transferiram muito dinheiro da Europa rica para sustentar o seu negócio de crédito fácil aqui. Sabemos como a euforia acabou.

E agora? Sujeitos a uma estratégia de submissão que visa fazer da periferia da zona euro um território de lazer da Europa rica, hoje virada para o comércio com a Ásia, como se vai recuperar o emprego? Como se consegue pagar a bola de neve do serviço da dívida? Como pode sobreviver Portugal enquanto comunidade? A resposta é simples: se não rompermos com o quadro institucional que nos conduziu aqui – as responsabilidades externas e internas são imbricadas, são sistémicas –, a emigração intercontinental será em massa, a dívida será parcialmente perdoada mas permanecerá um garrote, o país será gerido por marionetes nomeadas pelos interesses da finança europeia e pelos novos capitalistas angolanos. A questão da sustentabilidade do Estado social, tal como o conhecemos, já não se levantará então porque o país, enquanto polis com autonomia, terá desaparecido. As pressões que têm sido dirigidas ao Tribunal Constitucional pelas entidades credoras são reveladoras, em si mesmas, do destino que nos está reservado.

O país está em choque. Mas para reagir à ameaça letal que sobre ele se abateu precisa de adrenalina no corpo social. Precisa de tomar em mãos o seu destino. Este é o tempo em que se decide o futuro, esta é a hora!

(O meu artigo no jornal i)


De .OGE 2013, austeridade e ... a 18 de Outubro de 2013 às 15:23
Leituras (-por Nuno Serra, 16/10/2013, Ladrões de B.)
------------------

«O OE de 2014 é herdeiro de uma famosa carta enviada pelo Governo à troika, ainda no consulado do anterior Ministro das Finanças. Mas sem personalidade. Do programa do PSD "para além da troika" de 2012, ao "enorme aumento de impostos" de 2013, segue-se agora algo sem nome, envergonhado e que se deu a conhecer aos soluços. (...) Se o erro económico e financeiro é fácil de detectar, mais difícil é compreender as suas origens. Há dois anos, podia-se falar de excesso de zelo e incompetência teórica; há um ano, já só se podia falar de interesses financeiros instalados. E este ano? Este ano apenas se vêem pessoas erradas, com poder e sem capacidade de mudança. O erro banalizou-se.»

Pedro Lains, «O terceiro orçamento de Vítor Gaspar»
-----------

«Os anteriores OE cumpriram um objectivo: desvalorizaram o trabalho, aceleraram o desmantelamento do Estado Social, convulsionaram compromissos sociais básicos, colocaram os fracos em situação de maior fraqueza, retirando-lhes a esperança e asfixiando-lhes as expectativas, e impuseram a convicção ideológica de que a vida é um assunto de mercados. (...) Hoje, as pessoas comuns sabem com clareza laboratorial como não funciona uma economia: não funciona com crueldade salarial e fiscal e destruição da procura interna (...) que, sendo destruída, destrói a economia. E, com ela, a sociedade. (...) A alternativa a tudo isto existe e tem várias dimensões. Uma delas é um compromisso de estabilização salarial e de reposição de níveis mínimos de justiça social que quebre o vício destruidor instaurado.»

José Reis, «Os liliputianos: "não fazem por menos - tornam-se fatais"»
-----------

«Todo o discurso sobre o "novo ciclo" resume-se, afinal, ao seguinte: o "novo ciclo" é igual ao anterior, mas em pior. Em pior por duas razões: porque estas medidas vão fazer regressar a espiral recessiva e agravar a situação no mercado de trabalho; e porque, nesta "nova" fase, o governo reforçou o clima de autofagia nacional. Ao invés de mobilizar os seus cidadãos contra uma política que condena o País à servidão, o Governo prefere fomentar um clima de guerra civil: pobres contra remediados, pobres e remediados contra a classe média, trabalhadores contra pensionistas, público contra privado, novos contra velhos, etc. É a luta de classes, mas ao contrário: não constrói laços entre as pessoas, corrói os que existem; não aproxima ninguém, antes explora o ressentimento e a inveja. Aconteça o que acontecer, uma coisa é certa: não se reforça uma comunidade por esta via.»

João Galamba, «Eterno retorno do mesmo»
------------

«Esta parece uma corrida para o fundo, em que vamos devastando o nosso país e o nosso modo de vida em nome de uma dívida pública que não é possível pagar. Estamos, portanto, mais pobres em nome de nada. Não deixa de ser um fenómeno que perante o fracasso completo do actual rumo não se tenha simplesmente parado. Ainda que com dificuldade, é possível compreender o autismo dos credores internacionais - como se estão a marimbar para um povo que não é o seu, querem apenas assegurar que recebem tudo a que acham ter direito. O que já não se pode compreender e aceitar é a atitude subserviente e antipatriótica dos governantes portugueses. (...) Actualmente, só um discurso e um programa patrióticos poderão salvar, não só os estados europeus mais atingidos pela crise, mas sobretudo a ideia de uma Europa unida, solidária e democrática.»

Pedro Nuno Santos, «Em nome da democracia e da UE»

-----xxxxx-----

O verdadeiro PORQUÊ da «crise financeira:
(-Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007):

[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]


De .Banca, donos de Portugal e mandaretes. a 18 de Outubro de 2013 às 15:29


------ Paulo Morais, professor universitário - Correio da Manhã – 19/6/2012

[...] "Estas situações de favorecimento ao sector financeiro só são possíveis porque os banqueiros dominam a vida política em Portugal.
É da banca privada que saem muitos dos destacados políticos, ministros e deputados.
E é também nos bancos que se asilam muitos ex-políticos." [...]

[...] "Com estas artimanhas, os banqueiros dominam a vida política, garantem cumplicidade de governos, neutralizam a regulação.
Têm o caminho livre para sugar os parcos recursos que restam.
Já não são banqueiros, parecem gangsters, ou seja, banksters."

[...]
Os aumentos de impostos que nos martirizam e destroem a economia têm como maiores beneficiários os agiotas que contrataram empréstimos com o estado português.
Todos os anos, quase dez por cento do orçamento, mais de sete mil milhões de euros, destina-se a pagar juros de dívida pública.

Ainda no tempo de Sócrates, e para alimentar as suas megalomanias, o estado financiava-se a taxas usurárias de seis e sete por cento.
A banca nacional e internacional beneficiava desse mecanismo perverso que consistia em os bancos se financiarem junto do Banco Central Europeu (BCE) a um ou dois por cento para depois emprestarem ao estado português a seis.

Foi este sistema que levou as finanças à bancarrota e obrigou à intervenção externa, com assinatura do acordo com a troika, composta pelo BCE, FMI e União Europeia. [...]
Mas o que o estado então assinou foi um verdadeiro contrato de vassalagem que apenas garantia austeridade.
Assim, assegurou-se a continuidade dos negócios agiotas com a dívida, à custa de cortes na saúde, na educação e nos apoios sociais.

[...] A chegada de Passos Coelho ao poder não rompeu com esse paradigma. Nem por sombras.
O governo optou por nem sequer renegociar os empréstimos agiotas anteriormente contratados; e continua a negociar nova dívida a juros incomportáveis.

Os políticos fizeram juras de amor aos bancos, mas os juros pagámo-los nós bem caro, pela via dum orçamento de estado que está, primordialmente,
ao serviço dos verdadeiros senhores feudais da actualidade, os banqueiros."


------ Miguel Sousa Tavares - Expresso 07/01/2006

«Todos vimos nas faustosas cerimónias de apresentação dos projectos [Ota e o TGV], não apenas os directamente interessados -
- os empresários de obras públicas, os banqueiros que irão cobrar um terço dos custos em juros dos empréstimos -
- mas também flutuantes figuras representativas dos principais escritórios da advocacia de negócios de Lisboa.
Vai chegar para todos e vai custar caro, muito caro, aos restantes portugueses.
E o grande dinheiro agradece e aproveita.»



De Solução B para resolver a crise a 18 de Outubro de 2013 às 12:18
Modus Operandi

Caçar paulatinamente os ladrões do povo, apanhando-os um a um e justiçá-los...

Os criminosos são a máfia financeira, os donos e administradores de empresas que parasitam o Estado, os políticos corruptos, os legisladores a soldo, os propagandistas venais, etc.
A limpeza metódica desta cáfila (que o receio tornará difícil revezar), fará inevitavelmente desabar a pirâmide que detém o poder.

A sociedade está hoje instantaneamente ligada entre si pelas actuais tecnologias de informação e telecomunicações - Internet e telemóveis.
É actualmente possível a troca rápida de informação entre muitos milhares de cidadãos sob as mais variadas formas - redes sociais, blogues, e-mails, texto, voz, fotos e vídeos.

As populações, recorrendo a estas novas tecnologias e podendo comunicar mais rápida e directamente uns com os outros,
têm a capacidade de registar a teia de ligações, de influências e as agendas dos ladrões que os estão a conduzir à ruína,
bem como montar um sistema de vigilância que lhes monitorize os passos, os localize em tempo real e os elimine de facto.

Quando sonegado de todas as entidades que o deveriam defender, um povo tem todo o direito de utilizar a violência contra a Máfia do Dinheiro,
acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro.

Num país em que os políticos, legisladores e comentadores mediáticos estão na sua esmagadora maioria a soldo do Grande Dinheiro, só existe uma solução para resolver a «Crise»...

Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas... e não há buracos suficientes para elas se esconderem...

--------
Não esquecer de alargar a 'operação' a alguns alvos externos ...

e já outros povos estão a perceber o mesmo:

- Governo Grego diz que NÃO aplicará mais medidadas de austeridade, que a Troika lhe 'sugeriu'.
- cidadãos europeus atiram ovos ao Burroso em Bruxelas e insultam-no em Lampedusa,It..


Comentar post

DESTAQUE DO MÊS
14_04_botão_CUS
MARCADORES

todas as tags

CONTACTO

Email - Blogue LUMINÁRIA

ARQUIVO

Novembro 2019

Junho 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Online
RSS
blogs SAPO