5 comentários:
De Vencim. reduzidos 24%a40% em 5 anos a 30 de Janeiro de 2014 às 15:07
Quanto se reduziram as remunerações dos funcionários públicos?

( http://bancocorrido.blogspot.pt/2014/01/quanto-se-reduziram-as-remuneracoes-dos.html )


Nos últimos cinco anos, os vencimentos dos funcionários públicos reduziram-se entre 24% e 40%, consoante o seu nível remuneratório, explica o Vitor Junqueira, com o rigor de sempre, no seu novo blogue. Estejam atentos aos buracos na estrada.

http://buracosnaestrada.blogspot.com.tr/2014/01/o-que-realmente-foi-retirado-aos.html

-------- Kruzes Kanhoto26 de Janeiro de 2014

Penso que não estará a incluir nas suas contas, peço desculpa se estiver enganado,
o abono de familia que os trabalhadores que recebiam acima de 800 euros (mais ou menos, não tenho bem a certeza), perderam ainda no tempo do Sócrates. No meu caso são menos 64 euros por mês...

-----Vítor Junqueira27 de Janeiro de 2014

Não, não está incluído.
Se alargarmos a análise às prestações sociais que deixaram de estar garantidas,
o cenário agrava-se ainda mais, claro.



De desGoverno Hipócrita ultraLiberal d MORT a 30 de Janeiro de 2014 às 16:14
QUE GRANDE HIPÓCRITA !

“O governo nada tem contra os funcionários públicos”, assumiu o primeiro-ministro.
Só há uma palavra que o caracterize: hipócrita.

Que o digam os funcionários mensalmente martirizados com uma longa lista de impostos, taxas e sobretaxas,
encostados à parede com os inimagináveis valores do IMI, IVA, seguros, habitação, encargos gerais e com a substancial redução de direitos à saúde, educação e apoios sociais.

Poderia explanar vários exemplos, de médicos, enfermeiros a professores, passando por todos os restantes sectores e áreas públicas, deixo, apenas, o confisco que se passa no sector que melhor conheço: o da educação e ciência.

Na relação entre as receitas de 2013 e 2014 (ilíquido), o ROUBO anual a um professor contratado será de 1,1 salários (€ 1.442,84);
a um professor no topo da carreira, o esbulho será de 1,7 salários (€ 5.194,26).
Este último professor, muitos com quarenta anos de serviço, passará a receber, mensalmente, menos do que os descontos que faz (€ 1.540,28/1.551,54)!
Fora os cortes que já vêm de trás.
Em outras profissões o mesmo acontece.
E o safado do primeiro-ministro diz, com aquele ar que transmite cinismo político, que “nada tem contra os funcionários públicos”, isto é, contra as carreiras profissionais violentadas, os direitos extorquidos e a confiança abalada.

Ele nada tem contra o “eterno” congelamento das carreiras, os despedimentos, a aberrante proposta de desvinculação, as 40 horas, a paranóia dos exames a quem já lecciona,
o desmantelamento da escola pública e do SNS, contra os caminhos da tendencial privatização na lógica de um repelente neoliberalismo,

nada tem contra o facto de à escola chegarem crianças com fome, milhares que ficam pelo ensino secundário ou desistem da frequência do ensino superior,

o empobrecimento e retrocesso social e civilizacional do país, através da emigração, em geral, e dos talentos, em particular, contra, ainda, o desinvestimento na ciência.

É verdade que nada tem contra, por um lado, pela sua (in)cultura, porque é insensível aos dramas do povo, por outro, porque se alimenta, no plano político, do sangue desse povo que, em campanha eleitoral, disse defender.

Os funcionários públicos que se lixem, os reformados e pensionistas (públicos e privados) que se danem,
novos e velhos que emigrem, porque o seu caminho ideológico, assente num estúpido posicionamento ultraliberal e a subserviência aos grandes e obscuros interesses europeus do deus mercado, e não só,
determinam comportamentos de forçado empobrecimento e de escravatura, enquanto os credores enriquecem nesta mina a céu aberto.

Três anos de sacrifícios e continuamos “lixo”!
Só que há gente atenta.
Sampaio da Nóvoa sublinhou que “ninguém tem o direito de ficar em silêncio” e Boaventura Sousa Santos alertou que “este é um governo de morte”.

NOTA:

Artigo de opinião, da minha autoria, publicado na edição de hoje do DN-Madeira.

(por João André Escórcio , 26/1/2014, http://comqueentao.blogspot.pt/ )


De Diogo a 7 de Novembro de 2013 às 12:15
FAZER GREVE É DEFENDER É PERDER TEMPO ESTUPIDAMENTE:

Contra o holocausto social levado a cabo pelo Grande Dinheiro e respectivos lacaios, as manifestações pacíficas têm-se revelado todas completamente inúteis.

Enquanto isso, banqueiros, políticos, donos e gestores de empresas que vivem pendurados dos favores do Estado), e comentadores a soldo riem de ESCÁRNIO e comprovam: "Eles aguentam, ai aguentam, aguentam"!


A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar:

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar. Contra a violência económica e financeira que nos tem atirado a todos para o desespero, repliquemos com a violência que for necessária para desparasitar de vez o país desta cáfila de chupistas assassinos de colarinho dourado.

Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada", ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar:


* Se um homem abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e ameaça degolar-lhe a família, esse homem está a utilizar a violência de uma forma justa;

* Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

* Um povo está a utilizar a violência de uma forma justa quando utiliza a força, porque sonegado de todas as entidades que o deveriam defender contra a Máfia do Dinheiro, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro.

Num país em que os políticos, legisladores e comentadores mediáticos estão na sua esmagadora maioria a soldo do Grande Dinheiro, só existe uma solução para resolver a «Crise»... Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas... e não há buracos suficientes para elas se esconderem...


*****************************************

Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:


[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]



De Diogo a 7 de Novembro de 2013 às 12:12
FAZER GREVE É DEFENDER É PERDER TEMPO ESTUPIDAMENTE (Vejam os resultados das últimas dezenas de greves):

Contra o holocausto social levado a cabo pelo Grande Dinheiro e respectivos lacaios, as manifestações pacíficas têm-se revelado todas completamente inúteis.

Enquanto isso, banqueiros, políticos, donos e gestores de empresas que vivem pendurados dos favores do Estado), e comentadores a soldo riem de ESCÁRNIO e comprovam: "Eles aguentam, ai aguentam, aguentam"!

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar

A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar. Contra a violência económica e financeira que nos tem atirado a todos para o desespero, repliquemos com a violência que for necessária para desparasitar de vez o país desta cáfila de chupistas assassinos de colarinho dourado.

Ouve-se muitas vezes dizer que "a violência gera violência", que "a violência nunca consegue nada", ou que "se se usar a violência para nos defendermos daqueles que nos agridem, ficamos ao nível deles". Todas estas afirmações baseiam-se na noção errada de que toda a violência é igual. A violência pode funcionar tanto para subjugar como para libertar:

* Se um homem abate a tiro um assassino que lhe entrou em casa e ameaça degolar-lhe a família, esse homem está a utilizar a violência de uma forma justa;

* Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais), estão a utilizar a violência de uma forma justa;

* Um povo está a utilizar a violência de uma forma justa quando utiliza a força, porque sonegado de todas as entidades que o deveriam defender contra a Máfia do Dinheiro, acolitada por políticos corruptos, legisladores venais e comentadores a soldo, e cujos roubos financeiros descomunais destroem famílias, empresas e a economia de um país inteiro.

Num país em que os políticos, legisladores e comentadores mediáticos estão na sua esmagadora maioria a soldo do Grande Dinheiro, só existe uma solução para resolver a «Crise»... Somos 10 milhões contra algumas centenas de sanguessugas... e não há buracos suficientes para elas se esconderem...



Fernando Madrinha - Jornal Expresso de 1/9/2007:
[...] "Não obstante, os bancos continuarão a engordar escandalosamente porque, afinal, todo o país, pessoas e empresas, trabalham para eles. [...] os poderes do Estado cedem cada vez mais espaço a poderes ocultos ou, em qualquer caso, não sujeitos ao escrutínio eleitoral. E dizem-nos que o poder do dinheiro concentrado nas mãos de uns poucos é cada vez mais absoluto e opressor. A ponto de os próprios partidos políticos e os governos que deles emergem se tornarem suspeitos de agir, não em obediência ao interesse comum, mas a soldo de quem lhes paga as campanhas eleitorais." [...]


De Apagão democrático... se deixarmos! a 7 de Novembro de 2013 às 12:03
Apagão democrático *ou do guião da destruição do Estado

(-por Lúcia Gomes, 7/11/2013, 5Dias)

À imagem da grande EDP no bairro do Lagarteiro em que se corta a electricidade aos pobres (e por que não coser-lhes uma estrela branca ao peito?), também o Governo tenta (e vai conseguindo) provocar um apagão democrático.

A fórmula é sempre a mesma:
repete-se tantas vezes a mentira que ela se torna verdade.

A Constituição da República Portuguesa ainda é o empecilho legal e estrutural que impede os velhos anseios da extrema-direita parlamentar retalhar o país e vendê-lo ao desbarato.

Na verdade, seguindo já as boas orientações nascidas dos anos oitenta da privatização dos sectores estratégicos nacionais, o caminho fez-se:
contínua degradação dos direitos dos trabalhadores da Administração Pública,
desmantelamento dos serviços públicos,
entrada do capital privado nas entidades públicas em sectores fundamentais como a educação e a saúde,
encerramento de serviços por todo o país.

Destruir a Administração Pública através do ataque aos direitos laborais dos seus trabalhadores, enquanto, em simultâneo se degradam os serviços
é destruir o direito de todos e de cada um ao exercício dos direitos fundamentais.
Do acesso à cultura, ao ensino, à segurança social, ao direito e à justiça, a um poder local democrático, enfim, aos direitos previstos na Lei Fundamental com a qual o governo revanchista quer ajustar as suas contas.

Um apagão democrático em que já não há vergonha de se dizer bem alto ao que se vem.
O conflito ideológico e de classe é marcante nestes tempos:
um ministro da defesa que afirma querer rever a Constituição com medo de um Estado Social totalitário,
Durão Barroso que avisa a Europa sobre o perigo das decisões do Tribunal Constitucional,
Crato que por vingança inclui como serviços sociais impreteríveis em caso de greve os exames nacionais,
Portas que escreve uma composição digna de reparos até no ensino básico e que, subscrita em Conselho de Ministros, arredada que está a sua inacreditável redacção, representa talvez o documento mais perigoso e preconceituoso dos últimos tempos:
uma receita conducente à reconfiguração do Estado e mudança de regime.

A ideia de um Estado puramente assistencialista que entrega as suas funções sociais à economia privada, com particular incidência na Educação, Saúde e Segurança Social.
«Reformar o Estado é continuar as privatizações», afirma-se.
E sem pejo nem vergonha acusa-se os portugueses de serem casos de «pressão social» nos hospitais, de receberem «subsídios gratuitos» enquanto outros pagam os seus impostos para justificar a aniquilação de direitos e prestações sociais.
A privatização vai tão longe que permite mesmo que as escolas sejam compradas por grupos de professores e que a saúde seja disputada por capital internacional.

É a democracia que está em causa.
É a Constituição que está em causa.
Somos todos nós, que ficaremos sem o direito a ter direitos.

O Estado-Nação defendido por este GANGE de RAPAZOLAS e AVENÇADOS DOURADOS não é o meu.
Não é o da grande maioria de nós.
Este apagão democrático tem que ser combatido por todos.
E que a greve de dia 8 de Novembro, a greve da Administração Pública, convocada pela Frente Comum, seja um forte sinal a este Governo de que vai cair.


«O cais é a urgência. O embarque é agora» *Natália


Comentar post