De NÃO à economia de exclusão e desigualdad a 6 de Dezembro de 2013 às 09:40
Rev.Visão
Revolução Francisco: Como o Papa quer mudar a Igreja e o mundo.

“Devemos dizer não e uma economia da exclusão e da desigualdade social.
Esta economia mata”.


De cartel bancário/ bangsters; e UE-Ucránia a 6 de Dezembro de 2013 às 17:05
-----5/12/2013

No melhor liberal aparece o cartel

A banca dos anos noventa não queria que os poderes públicos regulassem a sua excelentíssima actividade, sempre na iminência de provocarem um «risco sistémico» que o terceiro-estado pagaria .
Há leis anti-cartéis, mesmo na Comunidade Europeia, porque fora o Moedas e o Maçães os governantes de todo o mundo conhecem as tentações de manipulação dos mercados pelos liberais.
Desta vez o foco da manipulação estava nos entendimentos sobre as taxas de juro da Libor e da Euribor.
Dez enormes bancos foram investigados pela Comissão Europeia que multou 8, entre estes o Deutsche Bank, a Société General, o Crédit Agrícole, o britânico HBSC.

Esta foi a primeira decisão de sempre da Comissão Europeia contra infracções às leis da concorrência no âmbito da actividade financeira.
É um sinal, ou um álibi?


--------- 30/11/2013, josé medeiros ferreira, CortexFrontal

A derrota da UE na Ucrânia- Pagar para nada


Pagar para nada, podia ser o resultado das negociações para a associação com a Ucrânia, conduzidas do lado da UE pela Comissão Europeia.
Desde 1991 que Bruxelas paga para seduzir Kiev a separar-se da união aduaneira com a Rússia.

Sobretudo desde 2010 o esforço financeiro da Comissão, do BEI, do Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento, foi enorme, ao mesmo tempo que o FMI desembolsava sem barulho e sem muitas condições somas cada vez maiores que agora quer reaver.
A Rússia aparece aqui como a vencedora pública desse torneio de guerra económica quente, mas que nos dá o pulso ao estado de falta de rumo da UE, e do verdadeiro tamanho dos seus
dirigentes tão implacáveis com países como a Grécia e Chipre, e imprevisíveis com a Irlanda.

Como o governo de Portugal não se queixa, não se deve rever nesse mau-trato de «burro mirandês»...


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