Contra a 'prova' dos professores contratados: boicote-e-cerco

      Crato,  afinal  quem  é  violento ?       (-por pestanandre, 17/12/2013, 5Dias)

Os inimigos da Escola Pública (Crato&amigos) nos últimos dias têm demonstrado estar preocupados com o novo movimento nacional de professores pelo Boicote&Cerco à prova. Têm bons motivos para isso, porque com menos de 1 mês de existência e infelizmente sem qualquer apoio de sindicatos ou associações de professores, este movimento continua a crescer e já chega a mais de 20 cidades: https://www.facebook.com/events/183018931901485/183037361899642/?notif_t=event_mall_comment

     Imagine então o Crato, o que poderia fazer este movimento, se estivesse organizado há mais tempo?

No entanto o que é mais impressionante é a propaganda sobre a suposta violência deste movimento nacional de professores. Falam de violência, mas não será realmente violento:

- milhares de crianças em Portugal chegarem às Escolas com fome?

- não se dar o acompanhamento necessário às nossas crianças com necessidades educativas especiais?;

- haver falta de funcionários nas Escolas, o que potencia os “acidentes” no recreio?;

- varrerem os contratados das Escolas, e simultaneamente haver turmas com 30 ou mais alunos?

- impedem milhares de estudantes de frequentar o ensino superior por motivos financeiros?;

- um Ministro da Educação usar a mentira (em horário nobre televisivo e sem direito a contraditório) para tentar desprestigiar os professores?;

- tirarem milhões de euros à Escola Pública para dar diretamente milhões a colégios privados de amigos do Governo?

      Até quando teremos que suportar um governo mentiroso, sem legitimidade democrática e fora da lei ?  E um governo que supostamente “não tem dinheiro” para assumir condições dignas para todas as nossas crianças e jovens mas assume a dívida de milhões de euros de vários amigos (ex: Duarte Lima do PSD). Até quando? http://www.youtube.com/watch?v=rH5TRzmOVFo

Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento. Mas ninguém chama violentas às margens que o comprimem.”-Bertolt Brecht

             Notas complementares:

    Crato mente ou é incompetente? Um dos exemplos mais gritantes da mentira (ou da total incompetência) usada contra os professores, foi a afirmação do Ministro Crato em Setembro quando afirmou que ainda existiam cerca de 2000 vagas porque (supostamente) nenhum professor teria concorrido para esses horários…

    Governo sem legitimidade democrática? Além da maioria da população não ter votado nos partidos deste governo (considerando a abstenção, votos brancos e nulos), este governo quando foi sufragado, foi por um programa que não está claramente a cumprir (lembram-se das promessas em eleições de não cortar subsídios e aumentar impostos?).

    Governo fora da lei? Pela lei, qualquer trabalhador com 3 anos contratados seguidos teria que entrar para os quadros, quantos milhares de professores contratados temos nessa situação e continuam na total precariedade? Pela lei, apenas os professores, poderiam vigiar exames de alunos, no entanto na greve aos exames de junho, houve casos em que foram funcionários escolares a vigiar. Por isso apesar de devermos actuar em todas as frentes, não podemos esperar ou alimentar ilusões nos tribunais (estes são claramente condicionados pelo poder político) e só podemos confiar nas nossas forças.

Anti nazi   Colegas, infelizmente vivemos tempos difíceis, onde a precariedade, o desemprego e a falta de esperança têm reinado. O meu caso é apenas mais um exemplo, encontrando-me desempregado há 15 meses e com um filho de 17 meses…

    Sinceramente, como já tive oportunidade de afirmar por diversas vezes, não julgo os colegas que se inscreveram e pagaram para esta prova (nomeadamente a forma como a luta estava a ser dirigida levou à desmoralização de muitos colegas).   No entanto todos nós devemos saber as reais possibilidades e as consequências dos nossos actos que apesar de serem individuais, podem ajudar a formar uma atitude colectiva mais negativa ou positiva para a nossa sociedade.

    Para os professores contratados com menos de 5 anos de serviço, as duas principais possibilidades possíveis neste momento são:

1)      Fazer a prova este ano.

    A esmagadora maioria dos professores contratados com menos de 5 anos está no desemprego e se for realista admitirá que a probabilidade de ser colocado no próximo ano (se este Ministro e estas políticas educativas não forem derrotadas) é, infelizmente, muito baixa.   Ou seja, quem fizer esta prova este ano não tem nenhuma garantia de emprego mas tem a garantia de, paradoxalmente, fortalecer o Ministro e a política que cada vez mais tem varrido os professores contratados das Escolas.   Em contrapartida, se os professores que fizerem a prova este ano reprovarem, ficarão impedidos de concorrer por muito tempo ou para sempre (o Ministério da Educação ainda não definiu se permitirá a quem reprovar, voltar a concorrer). Ou seja, ao fazer a prova este ano não temos garantia nenhuma de colocação para o ano e as únicas garantias que temos é o reforço do Ministro Crato e das suas políticas e a nossa humilhação como classe e como professores individuais;

2)      Recusar fazer a prova este ano.

     Se não fizermos a prova, no pior dos cenários não podemos concorrer apenas no próximo ano (mas na realidade, quem é que, com menos de 5 anos de serviço, tem garantia de colocação para o ano?). E o que ganhamos? Além da possibilidade de contribuir para a derrota de um Ministro e da sua política de “varrer” milhares professores permanentemente das Escolas (degradando a qualidade de ensino), respeitamos todo o percurso académico e profissional que fizémos (todas as avaliações, estágios educacionais, exames, provas, etc) ao longo de vários anos, além de respeitarmos também o esforço que os nossos familiares fizeram para a nossa longa formação.

     Sem dúvida que é importante que os colegas “vigilantes” se solidarizem, porque de fato esta prova tenta humilhar TODA a classe docente.   No entanto não é correto colocar toda a responsabilidade do desfecho desta luta nesses colegas quando efetivamente são os colegas contratados os que são diretamente lesados.   Nesse sentido, também  para potenciar a adesão à greve dos vigilantes é fundamental que TODOS os professores, juntamente com toda sociedade (estudantes universitários, psicólogos, pais, etc) estejam a realizar cordões humanos no maior número possível de Escolas de norte a sul do País.   Mesmo que se “apenas” 30% dos professores contratados não realizassem a prova, seria uma séria derrota para o Crato, porque a sua propaganda cairia (ainda mais) no ridículo (de que é uma ultra minoria que é contra a prova) e objetivamente a vida política deste senhor está indissociavelmente ligada a esta humilhante prova… Se a prova cair o Crato sai!

     Concluindo, sem dúvida que vivemos tempos difíceis, mas a Humanidade já viveu tempos incomparavelmente mais difíceis e foi possível resistir e vencer (por muito que por uns tempos, fossem poucos a resistir e a vitória parecesse uma miragem)… (ver com atenção a imagem do início). E cada vez mais, como se pode ver neste movimento nacional de professores pelo Boicote&Cerco à prova: https://www.facebook.com/events/183018931901485/185115781691800/?notif_t=like

NÃO ESTAMOS SOZINHOS e JUNTOS SOMOS MAIS FORTES  !

   André Pestana, professor contratado com +de 5 anos de serviço (e que nunca se inscreveu na prova).



Publicado por Xa2 às 13:14 de 17.12.13 | link do post | comentar |

5 comentários:
De Ensino e Inv.: facilitismo e cruz.ideolo a 14 de Janeiro de 2014 às 14:58
Nuno Crato: o facilitismo e a cruzada ideológica

Há liceus históricos de Lisboa literalmente a cair e a escola pública conhece sucessivos apertos orçamentais, mas para o privado há sempre mais e mais dinheiro.

[André Freire, publico.pt, 08-01-2014]

Como outros da sua geração, o ministro da Educação e da Ciência (MEC), Nuno Crato (NC), passou pelo maoísmo e depois converteu-se às virtudes do neoliberalismo.
Coerentemente, o seu consulado tem sido marcado pelo favorecimento do ensino privado, subalternizando até as funções constitucionais para que foi investido:
“O Estado criará uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população” (art.º 75, CRP).
Mais: na oposição, nas suas atividades de divulgador “científico”, Crato apresentava-se, e era apresentado, como uma espécie de campeão da exigência e do rigor no ensino.

Porém, o facilitismo, a par do favorecimento de interesses privados, revelou-se em todo o seu esplendor em várias ações recentes da sua política científica, nomeadamente com o que se passou com a nomeação do Conselho Científico das Ciências Sociais e das Humanidades (CCCSH) mas também com a constituição de pelo menos um dos júris para a atribuição de bolsas de doutoramento e de pós-doutoramento.
Semelhante padrão é discernível no ensino secundário.

Antes de falar do se passou com o CCCSH, vale a pena fazer duas notas de contextualização recuperando aquilo que Diogo Ramada Curto (DRC) classificou como o “inverno da investigação” em humanidades e ciências sociais (PÚBLICO, 3/1/14),
e que de algum modo teria antecedido (casualmente?) o descalabro que se está a verificar com o consulado de NC.
Por um lado, trata-se de uma certa burocratização das funções de ensino e de investigação que não só sobrecarrega os docentes e investigadores
(relatórios de todo o tipo, extensos formulários para avaliação dos docentes e dos investigadores, preenchimento dos mesmos curricula vitae em vários formatos, extensos formulários para a avaliação dos cursos e dos centros de investigação, etc.)
como promove uma certa casta de administradores das instituições especializados nestas funções e que paulatinamente se desligam do ensino e da investigação.
Pessoalmente, creio que há vários elementos positivos nestas avaliações (veja-se o trabalho de avaliação dos centros de investigação por peritos nacionais e internacionais ou dos cursos superiores pela A3ES), sendo que, do meu ponto de vista,
o problema é mais o de um excesso de burocratização (multiplicam-se os extensos formulários, as duplicações dos mesmos, etc.),
de falta de consequências das avaliações (ausência de concursos para progressão na carreira, avaliação de desempenho sem consequências remuneratórias)
e de oportunidades para os mais jovens (e talentosos).
O segundo fator estrutural apontado por DRC para o “inverno da investigação” é a ênfase na bibliometria.
Concordo parcialmente. Ou seja, por um lado, há de facto um certo fetichismo bibliométrico:
seja pela desvalorização dos livros,
seja pela não inclusão de muitas revistas de qualidade nas bases internacionais,
seja pela desvalorização de publicações em línguas que não a inglesa,
seja pelo afunilamento (pelos “novos cães de guarda”) dos temas de investigação e publicação.

A desvalorização das publicações em português, em geral, e dos livros, em particular, é tanto mais grave quanto o português é uma língua de projeção internacional que devia ser defendida e promovida como tal (vide Mário Vieira de Carvalho, PÚBLICO, 29/12/13),
e a publicação dos resultados das ciências sociais em livro, nomeadamente na língua materna, é um elemento central de devolução do investimento que a sociedade faz nestas áreas.
Mas, por outro lado, a publicação em revistas internacionais com arbitragem científica anónima é uma das formas adequadas de internacionalização da investigação, introduz uma chancela de qualidade (que, não sendo a única, é uma chancela de grande valor),
assegura vastas audiências especializadas e, em regra, assegura uma certa imparcialidade na avaliação (double blind referee: avaliadores e avaliados desconhecem-se mutuamente),
permitindo precisamente evitar situações de favorecimento como algumas das que observamos no CCCSH.

A direita tem em regra ...


De Púb. vs Priv.; nepotismo e ag. ideológic a 14 de Janeiro de 2014 às 15:11

Nuno Crato: o facilitismo e a cruzada ideológica
...
...
A direita tem em regra uma atitude de desconfiança e de desvalorização das ciências sociais e das humanidades (CSH).
Por um lado, desconfia dos seus olhares críticos face aos mecanismos que geram e reproduzem as desigualdades e a dominação.
Por outro, tem uma visão tecnocrática da sociedade e das ciências que a leva a desvalorizar as CSH em prol das ciências naturais e/ou das tecnologias.
Tal dupla desconfiança e desvalorização poderá ajudar a explicar porque é que o número de contratos de investigador FCT 2013 para as CSH passou de 20% para 10% do total, face ao anterior concurso.
Poderá ainda ajudar a explicar a tentativa (parcialmente falhada, devido ao PROTESTO unânime das associações científicas das CSH) da FCT e de NC de enxertar profissionais exteriores às CSH no CCCSH.
Mas a desconfiança ideológica face às CSH nas universidades públicas terá atingido o paroxismo com este Governo.
Por exemplo, temos membros do CCCSH que ou pertencem a centros de investigação que foram sistematicamente mal classificados pelos peritos contratados pela FCT (caso do IEP da Católica: Fair / Razoável) ou que pertencem a instituições privadas que nem centro de investigação avaliado pela FCT têm (caso da instituição da mulher do ministro: Inst Sup de Educação e Ciências, ISEC).

Aliás, a este respeito, refira-se que, enquanto algumas instituições sistematicamente classificadas como “excelente” pela FCT estão estranhamente ausentes (há vários centros do ISCTE-IUL assim classificados ao longo dos anos, por exemplo),
há privadas com “razoável” (caso do IEP da Católica) ou sem avaliação (ISEC) (o centro de economia e gestão da Católica, UNICEE, também presente no CCCSH, teve, diga-se em abono da verdade, uma classificação de “excelente”).

Mas a falta de critérios meritocráticos na seleção de alguns dos membros do painel, envolto em suspeitas de NEPOTISMO, amiguismo político e tentativas desvalorização do órgão (para fazer dele “gato sapato”, DRC dixit),
está ainda patente nos curricula vitae de alguns investigadores (ora porque têm um número risível de publicações em revistas internacionais, ora porque nunca dirigiram projetos de pesquisa financiados pela FCT ou até porque nunca participaram em tais projetos, ou ambas as coisas).

Aliás, o favorecimento das universidades privadas (no caso, a Universidade Portucalense) e de professores de tal extração com curricula vitae abaixo dos mínimos absolutos para tais funções
está também patente na composição do júri de atribuição de bolsas de doutoramento e de pós-doutoramento em “Ciência Política e Direito” (uma junção que representa um retrocesso e que é rejeitada pelas duas áreas, sendo apenas compreensível como instrumento de MARKETING POLÍTICO : para escamotear o refluxo brutal de bolsas), em 2013.

Resumindo, a confusão que grassa na FCT, sobretudo em matéria de CSH e não só (vide a contestação do concurso investigador FCT 2013), deve-se a orientações políticas da tutela de valorização das instituições PRIVADAS,
passando por cima de vários critérios meritocráticos básicos (ao nível individual e/ou institucional),
que revelam que a tutela não está nada preocupada com a excelência, está antes obcecada em cumprir uma determinada AGENDA IDEOLÓGICA, a qualquer custo.

De caminho, há ainda uma visão tecnocrática de menorização das CS&H e de desvalorização e instrumentalização dos órgãos de topo da FCT.
Semelhante padrão de FAVORECIMENTO e de dualidade de critérios encontra-se também no ensino secundário:
- no PÚBLICO, é precisa uma prova para selecionar os melhores para a profissão docente, no PRIVADO, não;
- as escolas públicas são afogadas em regulamentação PARALISANTE, as privadas vivem numa cada vez maior DESREGULAÇÃO;
- há liceus históricos de Lisboa literalmente a CAIR e a escola pública conhece sucessivos APERTOS orçamentais, mas para o privado há sempre mais e mais DINHEIRO.

Politólogo, professor do ISCTE-IUL (andre.freire@meo.pt)

------ Estrela:
[1] Não é bem assim

O André está parcialmente equivocado. É verdade que o ISCTE não está lá na lista, e que o Espada é uma nulidade assustadora, mas há pessoas bem à esquerda no Conselho. O presidente, o João Costa, o Arnaldo Espírito Santo e o Leonel Garcia Marques


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 17 de Dezembro de 2013 às 18:37
Anda para aí muita confusão nessas cabecinhas...
Desde quando é que ter um curso habilita esse sujeito, licenciado ou doutorado a lecionar?
Ter um curso habilita-o (e mesmo assim em algumas Ordens, não) quanto muito a exercer a profissão desse curso. Quero com isto dizer: Tirar um curso de Engenharia habilita o sujeito a ser Engenheiro e não professor de Matemática, entendem?
Anda para aí muita gentinha que por não ter saídas profissionais foi para a carreira de ensino sem ter um mínimo de noções pedagógicas e até como se dizia antigamente, vocação. Porque ser professor não é só saber da matéria que se vai ministrar, ou já se esqueceram das «bestas» que tiveram como professores quando andaram a estudar?
Há para aí muito professor a esprenear porque lhe podem tirar o emprego, mas se olharmos bem muitos dos professores que tivemos ou que os nossos filhos tiveram bem mereciam terem sido postos a andar ou nunca lhes deveria ter sido permitido ensinar...
De tanta indignação à toa ainda acabam de dar razão ao Crato.
Quem tem medo de ser examinado? Então e os alunos não são examinados?
Claro que haverá ser «justos a pagar por pecadores», mas na vida não é sempre assim?
Discutam-se as regras e metodologias, mas não os princípios, porque ter profissionais pedagogicamente habilitados para o ensino é fundamental para o sucesso dos educandos.


De está enganado/ ... a 18 de Dezembro de 2013 às 17:18
Zé E.,

está equivocado.

1- Estes professores JÁ têm habilitação Pedagógica (o seu curso tem essa vertente «ensino» e/ou tiveram que fazer estágio profissional, com avaliação ! )

2- Sobre os maus profissionais ... há-os em todas as profissões... e mesmo os bons ou medianos também não são máquinas e por vezes erram, fazem asneira, ...

Que se façam correções e inspeções à sua actividade ok,
mas isto é introduzir barreiras artificiais e insultar a dignidade destes profissionais (do ensino público, porque os privados não estão abrangidos) e das respectivas universidades ... apenas para CORTAR acefalamente no orçamento.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 19 de Dezembro de 2013 às 19:43
Não, não estou equivocado. Existem milhares de professores sem a vertente ensino.
E muitos dos que a obtiveram posteriormente aos cursos são de duvidosa qualidade/qualificação.
Mas qual é o mal de a entidade patronal tentar perceber se os candidatos ao emprego têm as qualificações específicas que entendem ser adequadas?
Desde quando é que quem paga não pode escolher e criar os critérios da preferência?
E quem sabe não teme.
E na vida o único direito que na realidade temos como adquirido é o da morte, todos os outros só são válidos enquanto convém a quem manda. E não sou eu que o digo, é a vida que nos mostra.
Fala-se tanto em paridade entre público e privado mas depois quando toca ao lado do público, aqui d'el rei...
Haja bom senso da parte de quem nos devia governar mas também dos que são governados... Infelizmente falta esse bom senso dos dois lados.
E por tanto quererem ser intocáveis os professores estão a dar razão ao ministro e um mau exemplo aos educandos. Mediocridade nos mestres só pode dar mediocridade nos alunos e arrepio de cabelos aos encarregados de educação que pretendem que os seus educandos saibam e aprendam e não só que passem e tirem cursilhos!
Boas festas e juízo nessas cabeças para o próximo ano que se avizinha.


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