5 comentários:
De está enganado/ ... a 18 de Dezembro de 2013 às 17:18
Zé E.,

está equivocado.

1- Estes professores JÁ têm habilitação Pedagógica (o seu curso tem essa vertente «ensino» e/ou tiveram que fazer estágio profissional, com avaliação ! )

2- Sobre os maus profissionais ... há-os em todas as profissões... e mesmo os bons ou medianos também não são máquinas e por vezes erram, fazem asneira, ...

Que se façam correções e inspeções à sua actividade ok,
mas isto é introduzir barreiras artificiais e insultar a dignidade destes profissionais (do ensino público, porque os privados não estão abrangidos) e das respectivas universidades ... apenas para CORTAR acefalamente no orçamento.


De Zé das Esquinas, o Lisboeta a 19 de Dezembro de 2013 às 19:43
Não, não estou equivocado. Existem milhares de professores sem a vertente ensino.
E muitos dos que a obtiveram posteriormente aos cursos são de duvidosa qualidade/qualificação.
Mas qual é o mal de a entidade patronal tentar perceber se os candidatos ao emprego têm as qualificações específicas que entendem ser adequadas?
Desde quando é que quem paga não pode escolher e criar os critérios da preferência?
E quem sabe não teme.
E na vida o único direito que na realidade temos como adquirido é o da morte, todos os outros só são válidos enquanto convém a quem manda. E não sou eu que o digo, é a vida que nos mostra.
Fala-se tanto em paridade entre público e privado mas depois quando toca ao lado do público, aqui d'el rei...
Haja bom senso da parte de quem nos devia governar mas também dos que são governados... Infelizmente falta esse bom senso dos dois lados.
E por tanto quererem ser intocáveis os professores estão a dar razão ao ministro e um mau exemplo aos educandos. Mediocridade nos mestres só pode dar mediocridade nos alunos e arrepio de cabelos aos encarregados de educação que pretendem que os seus educandos saibam e aprendam e não só que passem e tirem cursilhos!
Boas festas e juízo nessas cabeças para o próximo ano que se avizinha.


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