12 comentários:
De DesEstado e DesGoverno intencional a 14 de Janeiro de 2014 às 09:34

Uma estratégia bem premeditada : REDUZIR o ESTADO ao MÍNIMO


[ Este Governo odeia tudo o que cheire a Estado
( e a Democracia, desenvolvimento, transparência, justiça, emprego e estabilidade, ascensão social, classe média, ... - educação, saúde e bem-estar para a maioria da população) ]


Nicolau Santos levanta neste seu artigo do Expresso aquilo que é a estratégia principal deste governo ao serviço do grande capital internacional.

Avançando/propagandeando que o que está a fazer é equilibrar as contas do país e lançar as bases para o crescimento de Portugal, este governo mente, não é capaz de assumir que o que pretende/deseja é um país onde os ricos tenham o poder absoluto e a democracia seja apenas um simulacro.

O CDS já deu o mote ao defender que o ensino obrigatório até ao 12.º ano tem de recuar porque ofende "a liberdade de cada pessoa querer aprender" e avança mais, ao dizer, aqui reside uma das razões para a elevada taxa de desemprego. Para ler o artigo clique sobre o texto.
Etiquetas: Estado, Governo, redução


# posted by Joao Abel de Freitas, PuxaPalavra


De Agentes da Finança internacional a 14 de Janeiro de 2014 às 09:44
José Luís Arnault da "família" que nos governa e da do Goldaman Sasch


O Goldman Sachs premiou Arnaut com o lugar de membro do conselho de administração do seu conselho consultivo internacional. Os favores pagam-se. Arnault participou na recente oferta pública de venda dos CTT à Goldman Sachs e este banco agradeceu-lhe, lá saberá porquê.

Arnault faz parte da "família" que nos governa às ordens da ORDEM FINANCEIRA em que o Goldman Sachs é estrela principal.
'' José Luís Arnaut foi quase tudo no PSD: secretário-geral nos consulados de Marcelo e de Barroso (quando foi detectado o pagamento ilícito da Somague ao PSD), ministro de Barroso e deputado. Agora, dedica-se à advocacia. O seu escritório interveio em vários negócios popularizados por Passos Coelho como a “ida ao pote”, designadamente nos seguintes casos:
• Teve intervenção na privatização da REN, tendo sido, após a operação de venda, nomeado administrador não executivo pela República Popular da China;
• Assessorou o grupo Vinci (que não tinha experiência na área dos aeroportos) na privatização da ANA, tendo depois passado a presidir à assembleia geral da empresa;
• Foi nomeado assessor jurídico da TAP na operação de venda do capital do Estado, que, entretanto, borregou (não havendo por isso notícia de ter sido nomeado para os seus órgãos sociais);
• Participou na recente oferta pública de venda dos CTT à Goldman Sachs e este banco agradeceu-lhe com um lugar no conselho de administração do conselho consultivo internacional deste banco para “fornecer conselhos estratégicos sobre uma série de negócios, regiões, políticas públicas e questões económicas, em particular sobre Portugal e os países africanos de língua portuguesa”.

Quem diria que este licenciado em Direito pela Universidade Lusíada — conhecido no aparelho laranja por Asnô — se tornaria num alto quadro da finança internacional? Depois venham cá dizer que a JSD não é uma escola que fabrica grandes quadros.''
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Nota: O post foi alterado. Esta informação obtive-a através de José Curado Gaspar Matias no Facebook.
Etiquetas: José Luís Arnault. Goldman Sachs, privatização dos CTT.


# posted by Raimundo Narciso , PuxaPalavra, 10/1/2014
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Veículos dourados :
A Sachs de oiro sempre foi um veículo que os fez ascender socialmente muito alto.

LNT
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No entanto as coisas são diferentes:

Gaspar parte para o FMI num retorno normal, uma vez que tinha sido o FMI que o indicado como seu agente no Ministério das Finanças de Portugal;
Santos Pereira parte para a OCDE na sequência de um concurso. Não se trata de uma nomeação mas sim de uma escolha mediante a avaliação de competências para desempenhar o cargo;
Arnaut parte para a Goldman Sachs num acto de agradecimento por serviços prestados.

Um vai porque de lá nunca tinha saído, o outro vai por selecção entre pares e o outro vai porque "tem Mundo" neste cu de mundo.

Não há possibilidade de confundir as coisas e quem o faz só pode estar a fazê-lo por mal (ou porque acha que informação e conhecimento são a mesma coisa).

LNT [0.027/2014]- ABarbearia do sr.Luis, 13/1/2014


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