Quarta-feira, 16.11.11

 Biliões para os banqueiros = Dívidas para as populações. As manipulações financeiras que hoje conduzem Portugal à miséria, magnificamente explicadas por Sheldon Emry

    Uma descrição excepcionalmente bem conseguida da "Crise da Dívida", que coloca a nu a ingenuidade de indivíduos que se consideram «doutorados em Economia» isto, quando são cada vez mais as vozes a considerar a economia como uma não-ciência. Quanto à Finança, uma cienciazita para a qual basta uma calculadora barata, é extraordinariamente simples mas extremamente traiçoeira e manipulável. Os povos do mundo que o digam! 

    I - Biliões para os banqueiros = Dívidas para as populações

    Os americanos, vivendo naquela que é considerada a nação mais rica do planeta, parecem estar sempre com falta de dinheiro. É impossível a muitas famílias subsistir a não ser que os dois progenitores trabalhem. Homens e mulheres anseiam por horas extraordinárias ou arranjar trabalhos em part-time è noite ou aos fins-de-semana; as crianças procuram biscates para terem algum dinheiro, a dívida da família continua a aumentar.

   Psicólogos dizem que uma das principais causas das quezílias familiares e das separações são resultado de "discussões sobre dinheiro". Muita desta confusão pode remontar ao nosso sistema actual de "dinheiro como dívida".

   Muito poucos americanos sabem porque é que os Fundadores da América escreveram no Artigo I da Constituição Americana:

  "O Congresso terá o poder de cunhar moeda e regular o seu valor". - Thomas Jefferson

 Fizeram-no, como veremos, na esperança de que evitaria que o "amor ao dinheiro" destruísse a República que eles fundaram.

       "Criar" Dinheiro é muito Lucrativo!

    Como é que Perdemos o Controlo da Reserva Federal (e dos 'Bancos Nacionais' ou 'Centrais')

    Em vez do método constitucional de criar o nosso dinheiro e colocá-lo em circulação, temos agora um sistema completamente inconstitucional. Este facto trouxe o nosso país à beira do desastre, como veremos.

   Como o nosso dinheiro era tratado tanto legalmente como ilegalmente antes de 1913, vamos considerar apenas os anos posteriores a 1913, porque a partir desse ano, todo o nosso dinheiro foi criado e impresso por um método ilegal, que se não for alterado acabará por destruir os Estados Unidos. Antes de 1913, a América era uma nação próspera, poderosa e em crescimento, em paz com os seus vizinhos e a inveja do mundo. Mas em Dezembro de 1913, o Congresso, com muitos dos seus membros fora em férias de natal, faz aprovar o que desde então se chamou a Lei da Reserva Federal. Omitindo os pormenores mais fastidiosos, esta lei autorizava o estabelecimento de uma Corporação (empresa privada) da Reserva Federal, gerida por um Conselho Director (o Conselho Director da Reserva Federal). A lei dividia os Estados Unidos em 12 "Distritos" da Reserva Federal.

   Esta lei simples, mas terrível, removia completamente do Congresso o direito de "criar" dinheiro ou ter qualquer controlo sobre a sua "criação", e dar essa função à Corporação da Reserva Federal. A aprovação da lei foi acompanhada pela fanfarra apropriada. A propaganda invocou que esta lei iria "retirar o dinheiro dos políticos" (não disseram "e portanto do controlo dos cidadãos") e prevenir que os altos e baixos da actividade económica prejudicassem os nossos cidadãos. Às pessoas não foi dito na altura, e a maior parte não o sabe hoje, que a Corporação da Reserva Federal é uma corporação privada controlada por banqueiros e portanto é operada para o ganho financeiro dos banqueiros sobre o povo em vez de o ser em benefício do povo. O termo "Federal" foi apenas usado para enganar o povo.

    Desde desse "dia da infâmia", mais desastroso para nós do que Pearl Harbor, o pequeno grupo de pessoas "privilegiadas" que nos emprestam o "nosso" dinheiro acumularam para eles os lucros da impressão do nosso dinheiro – e mais! Desde 1913 criaram dezenas de milhares de milhões de dólares em dinheiro e crédito, que, como sua propriedade, podem emprestar ao nosso governo e ao nosso povo com juros. "Os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres" tornou-se a política secreta do governo federal. Um exemplo do processo de "criação" de dinheiro e da sua conversão em "dívida" das pessoas ajudará à compreensão do processo.

        Milhares de Milhões em Juros Devidos a Bancos Privados

 Vamos começar com a necessidade de dinheiro. O governo federal, tendo gasto mais do que aquilo que arrecadou em impostos aos cidadãos, precisa, a título de exemplo, de mil milhões de dólares. Como não possui esse dinheiro, e o Congresso lhe retirou a autoridade para o "criar", o governo tem de ir pedir aos "criadores" mil milhões de dólares.

   Mas, a Reserva Federal, uma corporação privada, não dá assim o dinheiro de qualquer maneira! Os banqueiros estão desejosos de entregar mil milhões de dólares em dinheiro ou crédito ao Governo Federal em troca da aceitação por parte de governo em pagar o empréstimo – com juros. Portanto, o Congresso autoriza o Departamento do Tesouro a imprimir mil milhões de dólares em títulos do tesouro, que são então entregues aos Banqueiros da Reserva Federal.   A Reserva Federal paga então os custos da impressão de mil milhões de dólares (cerca de mil dólares) e procede à troca dessas notas pelos títulos do tesouro. O governo utiliza então o dinheiro para pagar os seus encargos. Quais são os resultados desta fantástica transacção? O governo endividou o povo perante os banqueiros em mil milhões de dólares, sobre os quais o povo terá de pagar juros!

    Dezenas de milhares deste tipo de transacções tiveram lugar desde 1913, de tal forma que em 1996, o governo americano deve aos banqueiros mais do que cinco biliões de dólares (trillions). A maior parte dos impostos sobre o rendimento que hoje pagamos como indivíduos (IRS) vai direitinho para as mãos dos banqueiros, só para pagar os juros, sem esperanças de pagar o capital dos empréstimos. Os nossos filhos serão forçados a viver na escravidão.

                      "Isto é terrível !"  Mas há mais !

    Mostrámos apenas uma parte desta história sórdida. Sob este sistema horrível, os Títulos do Tesouro [Obrigações – Bonds] dos Estados Unidos tornaram-se agora "activos" dos bancos (privados, donos) do Sistema de Reserva ('Federal') que eles agora utilizam como "reservas" para "criarem" mais "crédito" para emprestar. As actuais exigências de "reservas" permite-lhes utilizar esses mil milhões de dólares em Títulos do Tesouro para "criar" 15 mil milhões de dólares em "crédito" novo para emprestar aos estados, aos municípios, aos indivíduos e às empresas.

   A somar aos mil milhões de dólares originais, eles podem acrescentar 16 mil milhões de dólares de "crédito criado" em empréstimos a pagar juros, sendo o seu único custo os mil dólares para imprimir os originais mil milhões de dólares! Como o Congresso Americano não emite dinheiro constitucional desde 1863, de forma que as pessoas tivessem esse dinheiro para usar nos negócios e no comércio, estas são forçadas a pedir emprestado o "crédito criado" pelo Monopólio dos Banqueiros e pagar-lhes juros usurários!

        Manipular Acções por Divertimento e Lucro

    A somar a uma usura quase ilimitada, os banqueiros têm outro método de arrecadar grandes quantidades de riqueza. Os bancos que controlam o dinheiro têm a capacidade de aprovar grandes empréstimos a grandes empresas de sucesso de tal forma que a recusa de um empréstimo traz consigo uma redução do valor das acções dessa empresa.

    Depois de causarem a baixa do valor das acções dessa empresa, os agentes dos banqueiros compram grandes quantidades das acções da companhia. Então, se o banco aprovar subitamente um empréstimo milionário à companhia, os preços das acções sobem e são então vendidas com lucro. Desta forma, milhares de milhões de dólares são ganhos e com os quais se pode comprar mais acções. Esta prática está tão refinada hoje que o Conselho de Directores da Reserva Federal só precisa de anunciar nos jornais um aumento ou descida da taxa de desconto para fazer com que o valor das acções disparem ou se afundem.

    Usando este método desde 1913, os banqueiros e os seus agentes compraram o controlo secreto ou às claras de quase todas as grandes corporações na América. Usando esta influência económica, forçam as corporações a pedirem emprestadas (ao seu banco) largas somas de dinheiro de tal forma que os lucros das empresas são transformados em juros dos bancos. Isto deixa poucos lucros às empresas que possam ser pagos como dividendos e explica porque é que os bancos conseguem obter milhões em juros de empréstimos a empresas mesmo quando o valor das acções está em baixo. Com efeito, os banqueiros conseguem uma grossa fatia dos lucros, enquanto os (pequenos) accionistas individuais ficam com os restos (a que ainda têm de subtrair as comissões de corretagem).

    Os milhões de famílias trabalhadoras da América estão agora endividados a poucas famílias banqueiras pelo dobro do estimado valor de todos os Estados Unidos. E estas famílias banqueiras obtêm essas dívidas a troco do custo do papel, da tinta e da contabilidade!



Publicado por Xa2 às 19:45 | link do post | comentar

Terça-feira, 19.07.11

A via dos juros

«O presidente do Fundo Europeu de Estabilização Financeira, o alemão Klaus Regling, explicou ontem porque é que portugueses (e gregos, e irlandeses) devem escrever "ajuda" com aspas quando se referem aos planos de resgate da dívida soberana apoiados por países como a Alemanha: "Até hoje, só houve ganhos para os alemães, porque recebemos da Irlanda e Portugal juros acima dos refinanciamentos que fizemos e a diferença reverte a favor do orçamento alemão".

Repetindo o retrato que do colonizado faz o colonizador, Merkel diz que portugueses (e gregos, e demais "pretos" dos países do Sul) não gostam de trabalhar. Por sua vez, na passada semana, Hans-Werner Sinn, presidente do IFO, afirmou que "os portugueses e os gregos vivem à custa dos alemães".
 Dados da OCDE e do EUROSTAT revelam porém que portugueses e gregos trabalham afinal mais que os alemães: os gregos 2119 horas por ano, e os portugueses 1719 (espanhóis 1654, italianos 1773), enquanto os alemães se ficam por 1390. Os mesmos dados mostram que a produtividade individual é semelhante na Alemanha e nos países do Sul, e que, na Grécia, a produtividade horária é até superior à da Alemanha.

Tudo isso mais as afirmações de Regling confirmam o óbvio: que os alemães é que vivem à nossa custa e dos demais PIIGS do "Lebensraum". Por algum motivo Helmut Kohl acusa a Alemanha de, pela mão da ambição hegemónica de Merkel, estar a fracturar de novo a Europa
[JN, Manuel António Pina].


Publicado por Xa2 às 08:07 | link do post | comentar | comentários (2)

Sábado, 25.06.11


Publicado por [FV] às 11:22 | link do post | comentar | comentários (4)



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Sexta-feira, 05.11.10

Os políticos mentirosos, com dois falseiros mor á frente (sem esquecer o eurofojitivo e o que anda por aí), o senhor de Belém e o senhor de São Bento, dizem-nos que PEC significa “Plano de Estabilidade e Crescimento”, puro engano, grande mentira.

Vemos pelo comportamento de uns e de outros que, estabilidades nenhuns a querem, muito menos a praticam, atitudes que não sendo exclusivas muito contribuem para a reacção dos mercados e para a instabilidade das taxas de juros a aplicar tanto à divida soberana com às dividas das famílias, com todos os riscos que tal circunstancia acarreta.

Quanto ao crescimento, o que se constata é a sua quase nulidade nos tempos mais recentes e o orçamento que foi aprovado e está a ser debatido, na especialidade, pela Assembleia da Republica indicam-nos que se pode elidir que o país vai crescer no sentido da pobreza. Será esse a que se referem os políticos e o povo não percebeu?

Não, têm andado a mentir ao povo e os maiores ilusionistas foram e são um tal “sr. Silva” que durante oito anos de governação permitiu, “em tempo de vacas gordas” um desmesurado esbanjamento de “Eurobruxelins” só comparável com o tempo do ouro do Brasil e um “sr. Sousa” que sempre iludiu o povo com realidades virtuais só existentes na só própria cabeça e na dos seus acólitos mais próximos. Essa virtualidade levou a que se destruíssem os incentivos à poupança, permitiu o endividamento sem controlo, entregou nas mãos de energúmenos banqueiros e especuladores a vida do Estado e das famílias portuguesas.

Conclusão, factualmente verificável, sobre o verdadeiro significado da sigla PEC é a de que “Portugal Está Condenado”.



Publicado por Zé Pessoa às 09:28 | link do post | comentar | comentários (3)

Quinta-feira, 07.01.10
O dinheiro em quatro andamentos
 
 
1. Numa recente reunião de banqueiros e de gente da alta finança, Fernando Ulrich, presidente do BPI, investiu contra o Banco de Portugal e contra o Governo: “Deixem-nos trabalhar!”
Isto traduzido para “banquês”, significa:   “ Deixem-nos sacar à vontade !  E não nos chateiem ! ”

Um ou dois dias depois, na primeira página do Diário de Notícias, escrevia-se: “Ter dinheiro no banco nunca valeu tão pouco”.

 

2. Há pouco mais de um ano, os banqueiros de todo o mundo – uns mais, outros menos – quase estoiravam com a economia do planeta: caos financeiro, falências, desemprego, fome. Estamos ainda – e vamos continuar – a sofrer as consequências da crise. A recuperação vai ser lenta e vai custar sangue, suor e lágrimas.

Em Portugal, os escândalos começaram com as roubalheiras no BCP de Jardim Gonçalves. Depois foi o BPN, um banco que – para azar de Cavaco Silva – foi erguido, construído e destruído por ex-ministros seus. E, finalmente, o BPP de João Rendeiro, que ao contrário de Madoff, continua alegremente à solta na sua mansão na Quinta Patiño.

A impunidade endémica, a justiça paralítica e a contratação dos melhores e mais caros advogados do País, conseguem eternizar os processos, adiar os julgamentos, e garantir uma “dolce vita” a essa corja de assaltantes do alheio.

Marimbando-se para os dramas de meio milhão de desempregados, para o encerramento diário de fábricas, para a falência em catadupa de pequenas empresas, os bancos continuam a declarar lucros provocatórios e exorbitantes.

Se bem repararem, eles nunca anunciam prejuízos. O que às vezes acontece é que, com lágrimas de crocodilo, declaram uma “diminuição de lucros”, isto é, qualquer coisa que reduz o escândalo para a infâmia, ou o assalto à mão armada para o roubo por esticão.

3. Recentemente, o Banco de Portugal tentou – muito timidamente e muito aquém do que seria justo e necessário – pôr cobro à chamada “usura da banca nacional. Para isso fixou limites máximos para a cobrança de juros de empréstimos. Para o crédito pessoal o máximo são 19.6%. Para o crédito automóvel, 16,1%. E, para os cartões de crédito, 32.8%. (Sim, não é gralha, são mesmo 32,8% ! )

Em contrapartida, quando um cidadão tem uma poupança para aplicar, por exemplo, num depósito a prazo, os mesmos bancos que cobram os juros atrás indicados oferecem-lhe entre 0,5% a 1% ao ano !

Vamos fazer uma simulação: eu tenho 10 mil euros para aplicar num depósito a prazo de um ano. Como me oferecem entre 0.5% e 1%, ao fim de um ano receberei entre 50 a 100 euros. Deduzindo, obrigatoriamente, 20% para o IRS, acabo por receber apenas entre 40 e 80 euros. Mas, como tenho um cartão de crédito, fui pagando despesas que atingiram um total também de 10 mil euros. Como tenho de pagar um juro de 32,8%, o banco vai cobrar-me a módica quantia de 3.280 euros!

Isto é, com os meus 10 mil euros – que são os que eu depositei a prazo – o banco paga-me, de juros, um máximo de 80 euros. Mas, simultaneamente, cobra-me 3.280 euros pelos créditos da utilização do cartão.

Em conclusão: com os meus 10 mil euros o banco, sem nenhum risco e menor trabalho, empochou a módica quantia de 3.200 euros! É como no totobola: “é fácil, é barato e dá milhões”. Ou, como dizia o outro: “É fartar, vilanagem!

4. Acompanhando o que já está a vigorar em países como a França, a Alemanha ou a Inglaterra, o Governo propõe-se aplicar uma taxa sobre os “bónus” que os banqueiros recebem para além dos vencimentos, e que constituem uma espécie de comissão sobre os resultados conseguidos.
Os valores destes “bónus” atingem montantes incalculáveis e chocantes. No Reino Unido o valor da taxa vai ser de 50% sobre todos os prémios. É a doer. Esperemos que, neste país de brandos costumes, a nossa taxa não venha a ter um valor simbólico (ou não seja efectivamente não cobrada !).

Para finalizar:

Não entendo a resistência do PS à “inversão do ónus da prova” em situações de “enriquecimento ilícito”.
O “meu” PS arrisca-se a ficar isolado no Parlamento, o que constituirá uma vergonha nacional, e entrará em colisão com a defesa dos seus valores mais profundos.

Não é passivamente, nem permissivamente, que se combate a corrupção. Nem para inverter o ónus da prova é preciso ter uma maioria absoluta.

- José Niza, O Ribatejo, 23.12.2009, via MIC - Movimento de Intervenção e Cidadania
                      Comentário de mario silva, 2009-12-27:

Qualquer cidadão atento e preocupado, subscreve esta análise. Os que detêm o poder politico também o sabem; contudo, em sede fiscal tratam os bancos de modo mais favorável que os outros sectores económicos.


A questão que se coloca é:

porque continuam os políticos apáticos em relação a esta realidade, principalmente os que advogam defender o ideal socialista?


Talvez o cinismo da realidade seja uma das respostas às questões...


Durante décadas se combateu o malfadado comunismo com a bandeira do capitalismo democrático, e afinal, este revelou-se tão perverso como aquele que combateu...


E, mordazmente irónico, esse capitalismo recorreu a instrumentos do ideário comunista-a nacionalização- para solucionar os prejuízos provocados pela avareza e ganância dos ditos banqueiros, inimigos fidagais da esquerda...



Publicado por Xa2 às 01:05 | link do post | comentar | comentários (7)

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