Quinta-feira, 10.06.10

“Chegámos a uma situação insustentável"



Publicado por JL às 21:37 | link do post | comentar | comentários (4)

Segunda-feira, 21.12.09

Cavaco Silva terá declarado, um destes dias e a propósito do questionamento sobre a sua posição em relação ao processo legislativo que decorre na Assembleia da Republica quanto ao casamento “gay” que, e cita-se, "a minha atenção está noutros problemas", concretizando ser o "desemprego, o endividamento do país, o desequilíbrio das contas públicas, a falta de produtividade e de competitividade", desaconselhando novas "fracturas na sociedade portuguesa". Tudo um conjunto de preocupações genéricas que são comuns a qualquer cidadão minimamente consciencioso deste país tão mal tratado e pouco melhor gerido. Salvo os gestores bancários que conseguiram em tempo de crise ver as suas remunerações aumentadas 17% e mais uns tantos privilegiados o grosso da população viram os seus rendimentos diminuir quando não mesmo desaparecer completamente.

Segundo divulgaram uma boa parte dos órgãos de comunicação social, quiçá mal interpretando as declarações, os socialistas (ou aqueles que se pronunciam publicamente em seu nome) terão reagido mal às declarações proferidas pelo PR, Prof., Aníbal Cavaco Silva e terão mesmo afirmado que o Presidente está, em "coro com a direita", a querer interferir na agenda do PS, a causar instabilidade e a "exorbitar a sua legitimidade".

Um dos responsáveis a quem são atribuídas declarações apontadas como oficiais e "em nome do PS", é o deputado Sérgio Sousa Pinto, já protagonista há alguns anos em outras "causas fracturantes" dinamizadas por certos socialistas, disse que o Presidente da República "tem a liberdade de ter a sua posição pessoal", acrescentando que apesar disso, "já não terá o direito de se intrometer na agenda dos partidos como, no caso vertente o casamento gay, na agenda do partido que apoia o Governo". E, ainda por cima, "em coro com a oposição de direita". Lá Palice não diria melhor nem mais claro.

Sérgio Sousa Pinto, que falava em Lisboa à entrada de uma reunião de José Sócrates com autarcas do PS, terá afirmado que o Presidente "está a contribuir inutilmente para a dramatização da vida nacional". E, com isso, "a pôr em causa as condições de estabilidade política que são indispensáveis para dar resposta aos problemas que preocupam o Presidente, o Governo e o PS".

O parlamentar socialista terá acrescentado que foram os comentários do Presidente da República (feitos no contexto de perguntas sobre o casamento gay e recusando novas "fracturas" na sociedade portuguesa), que representam "uma interferência na agenda dos partidos". "Os portugueses não escolheram o PS para que a sua agenda (de governação) fosse determinada pelo Presidente da República".

Declarações de utilidade muito duvidosa (pouco menos que ajudar à afirmação pessoal de quem as profere) em nada contribuem para ajudar a resolver os problemas das populações, a criar emprego, contribuir para o crescimento económico ou a atenuar os constrangimentos provocados pela grave crise que a economia e a balança comercial que o país atravessam.

Compete aos socialistas assumirem as suas responsabilidades na governação do país, muito particularmente a administração directa e indirecta do Estado. Para isso é necessário garantir a estabilidade necessária ao governo e respectivos ministros e secretários de estado.

Para que tal desiderato seja conseguido torna-se necessária mais labuta e menos lamuria e má língua. Será que os responsáveis socialistas não são capazes de dar conta do recado e vão defraudar as expectativas do eleitorado? Está nas suas mãos (ainda que não em exclusivo mas sobretudo) responder positivamente escolhendo o correcto caminho da boa gestão rés-pública, mesmo assumindo a assunção de medidas mais ou menos fracturantes.



Publicado por Zé Pessoa às 10:54 | link do post | comentar | comentários (1)

Terça-feira, 15.12.09



Publicado por JL às 00:01 | link do post | comentar | comentários (1)

Segunda-feira, 14.12.09

[…] Portugal está sem Presidente da República, o que tem é um candidato às presidenciais que instalou a sede de campanha no Palácio de Belém, usando as competências e os programas da Presidência da República para fazer campanha e promover a desestabilização do país. Ainda andou uns tempos calado mas aproveitou a instabilidade política para relançar a sua campanha eleitoral.

É urgente preparar uma alternativa a Cavaco Silva para que a normalidade regresse às instituições da República. [O Jumento]



Publicado por JL às 00:02 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.12.09

O governo, governa, O Parlamento, fiscaliza. Certo? Errado. Sócrates talvez mereça a vingança. O país, de joelhos, não sobreviverá.

O Parlamento anda num frenesim imparável. Cada pedra que se levanta e cada deputado que se ergue tem uma vontade indomável de fazer leis, rever códigos, mudar o país e mandar no governo. Pelo caminho, abrem-se comissões de inquérito - agora para investigar o computador Magalhães - e desconfia-se de tudo o que tenha o dedo ou a sombra do primeiro-ministro.

Para um país a caminho da bancarrota, apesar das braçadeiras da zona euro, não deixa de surpreender a tendência suicida que se apoderou da Assembleia da República.

Já se esperava: com um governo socialista minoritário, a oposição haveria de vingar-se dos pecados acumulados pelo primeiro-ministro na legislatura anterior. A arrogância e a gula de José Sócrates deixavam pouco ou nenhum espaço para o diálogo, a não ser que os partidos percebessem a gravidade do problema. Mas já ninguém acredita em milagres, a não ser Cavaco Silva.

A principal agência financeira que avalia Portugal - a Standard & Poor's -, veio repetir o diagnóstico sombrio: as contas públicas estão uma miséria e não vale a pena ter sonhos irrealistas. Ou há genuína contenção orçamental - e o Estado controla a despesa -, ou não há viabilidade e futuro possíveis. O país (Estado, empresas e particulares) pagará cada vez mais caro pelos empréstimos que precisa. Os mercados financeiros saberão desferir o golpe - ou ir apertando o garrote, através do aumento dos spreads - quando acharem que o risco exige margens mais gordas para acautelar o dinheiro que têm emprestado cada vez em maior quantidade.

A quem compete corrigir a trajectória? A pergunta é banal, simples, mas no Parlamento.

A excitação reinante parece não entender o óbvio. Convém por isso esclarecer. Apesar da euforia messiânica que se apodera todas as manhãs de José Sócrates não ajudar a construir pontes e entendimentos, é ao governo que - surpresa! - compete governar. Quem deve fazer as leis? O governo, claro, seja directamente ou através do Parlamento. Ora bem, o Parlamento inclui os partidos da oposição que podem e devem ter iniciativa legislativa, mas esta súbita vontade rebarbativa de propor e mudar deve ser feita sempre - sempre, mesmo - na base de acordos negociados com o partido do governo.

Forçar leis e modificações com impacto social e orçamental à margem do que pretende o primeiro-ministro é não apenas batota, é um risco enorme para o país. Se em Portugal os governos já são acometidos de vários ataques de esquizofrenia - defendem tudo e o seu contrário -, se lhe juntarmos o coro de vozes dos deputados e a suas influenciáveis e pueris vontades, não teremos governo nenhum, mas um desgoverno ainda mais perigoso, lunático e analfabeto.

Chumbar as leis propostas pelo governo se forem consideradas negativas, sim, esse é um dever da oposição. Mas serão todas as leis más, como parece hoje? Todas erradas e estúpidas? Passámos de um país absolutamente centrado nos humores e vontades do ego do primeiro-ministro, para outro onde o centro do poder tresmalhou-se pelos corredores lustrosos da Assembleia da República. O poder não caiu na rua, caiu nas bancadas parlamentares, onde, apesar da aparência, a vontade de reformar o país passa demasiadas vezes para último plano, muito atrás das vinganças e das estratégias para substituir o poder logo ao virar da esquina. Há muitos anos que não se via tremenda irresponsabilidade política. Sócrates talvez mereça. O país, não merece. Cavaco Silva, onde andas?

[ i , André Macedo]



Publicado por JL às 08:12 | link do post | comentar

Quinta-feira, 10.12.09

António Vitorino já deixou o pedido formal: "O Presidente da República não vai poder ficar fechado numa torre de marfim", quando o País lhe cai aos pés de uma crise de ingovernabilidade. Atente-se: só passaram dois meses das eleições legislativas e já se clama pela intervenção de Cavaco Silva para tentar um regresso à normalidade.

A bem da verdade, o Presidente está, nesta crise iminente, como o resto do País. Preso ao resultado eleitoral de há tão pouco tempo, limitado pelas funções que jurou cumprir e que o obrigam a respeitar o poder de uma Assembleia mais dividida e acalorada que nunca. Mas se isto é verdade, em bom rigor não é - e não pode ser - toda a verdade.

É que ao Presidente da República cabe garantir, pela mesma Constituição da República, o regular funcionamento das instituições. Dir-se-ia que lhe será impossível pedir outro Governo quando este acaba de ser eleito. Mas nem só de dissoluções vive o poder de Belém. A um chefe do Estado cabe, como muito bem tem vindo a dizer o próprio Presidente, o maior dos poderes: o da palavra. E a última coisa que o País espera de um Presidente eleito directamente é que deixe de o usar, precisamente no momento em que ele mais é preciso.

Mas, mais do que isso, o Presidente tem nas mãos outro instrumento precioso: o de mediação de conflitos. Cavaco Silva já o fez, em pleno Governo maioritário de José Sócrates. Fê-lo no caso do aeroporto da Ota e no Pacto da Justiça. Talvez seja tempo de o voltar a praticar, a bem do futuro colectivo. Uma coisa é certa: Portugal precisa de alguém ao leme para não correr o risco de um dia perder o rumo. [Diário de Notícias]



Publicado por JL às 08:44 | link do post | comentar | comentários (1)

Quarta-feira, 09.12.09

O dr. Cavaco revela um manifesto conflito com o 25 de Abril. Embora não tivesse a mais escassa participação na batalha contra o fascismo: uma discreta assinatura num protesto, uma petição colectiva contra a censura, uma indignação contra a perseguição a estudantes - o dr. Cavaco beneficiou da queda do regime, embora lhe não esteja muito grato. A efeméride é canónica: não pertence à Esquerda nem à Direita, assim como a República não é uma propriedade unilateral. O 25 de Abril permitiu que gente de todos os quadrantes pudessem demonstrar as opiniões, exactamente o contrário do que a ditadura fez, durante quase meio século.

Relembrar estas evidências é como compor uma redacção de terceira classe. Parece uma futilidade, mas não o é, quando o máximo representante da República escusa-se, omite, faz de conta - quando se trata de comemorar a nobre data.

Quando primeiro-ministro opôs-se a que a viúva de Salgueiro Maia recebesse pensão de viuvez. Isto, no mesmo ano em que caucionou pensões a antigos torcionários da PIDE-DGS. Nunca o dr. Cavaco colocou na lapela o singelo cravo de Abril, quando das cerimónias oficiais da data. Obrigado, pelas circunstâncias, a soletrar umas frases, estas saem-lhe, sempre, vazias de sentido, inócuas, sem emoção e sem grandeza.

Alguém tem de recordar a este homem que ele é Presidente da República, e não dirigente de um agrupamento restrito. E alguém terá, também de lhe ensinar que o acontecimento pertence ao historial mais nobilitante dos fastos portugueses. O que ele tem cometido, sobre ser muitíssimo feio, são actos que a ética e o civismo reprovam com veemência.

Agora, sustentado por uma absurda evasiva protocolar, não compareceu na grande homenagem à memória de Melo Antunes. A justificação brada aos céus. Estavam presentes três antigos Presidentes da República, demonstrando que a questão central, o tributo a Melo Antunes, evocava o sentido dos valores e a magnitude de uma Revolução que determinava a defesa desses valores. O dr. Cavaco virou as costas. E a Associação 25 de Abril, cansada de ambiguidades e de escusas disparatadas a quatro convites destinados a memórias semelhantes, a Associação decidiu nunca mais solicitar a presença do dr. Cavaco. Há, portanto, um corte de relações entre uma instituição que simboliza a Revolução de 1974 e os seus heróis, e um indivíduo que, casual e episodicamente, é Presidente da República.

Tudo isto conduz a um extremo mal-estar e ao acentuar das divisões na sociedade portuguesa, cisão cada vez mais protagonizada pelo dr. Cavaco, já de si pouco propenso ao estreitamento de laços e à renovação de novas relações de proximidade. A figura de autoridade, por ele pretendidamente representada, fixa-se, afinal, num autoritarismo gelado que permite e incita a todas as indignações. E, cada vez mais, cava o abismo que o separa da reeleição. Ele não serve, está mais do que provado.

[Jornal de Negócios, Baptista Bastos]



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Segunda-feira, 30.11.09

Cavaco Silva não deixou cair Fernando Lima. Deu-lhe apenas cerca de dois meses de descanso por causa das eleições e do escândalo. Passado o burburinho, falhada a estratégia da "asfixia democrática", o assessor volta ao activo como se nada se tivesse passado. Como se não tivesse sido o protagonista de uma maquinação político-jornalística inédita em Portugal, na importância e no descaro.

Num outro País, democraticamente maduro, isto seria impossível.

Por cá, acima da opinião pública, se é que ela existe, e às vezes sinceramente duvido, está a vontade do Presidente da República.

A responsabilidade política, tão reclamada para outros servidores do Estado, e noutros sectores, não é coisa de Belém. Aí todos os cidadãos são livres de ter e explicitar a sua opinião - até de imaginar teorias conspirativas e passá-las para os jornais. Tudo isso é legítimo e pode ser pago com o dinheiro dos contribuintes.

Nunca tive dúvidas, no tal processo das escutas, de que Fernando Lima não dera um único passo à revelia de Cavaco. No campo da lealdade e devoção ao PR, o assessor não cometeu um erro em 20 anos de serviço.

Desta vez, a única coisa que se revelou errada foi a escolha do mensageiro. Tivesse isso resultado bem e não teria havido qualquer problema. A insídia teria feito caminho e evitaria aquela medíocre comunicação de Cavaco Silva que fica para os anais da pequena história política nacional.

Como as coisas correram da forma que é conhecida, este regresso de Lima, após dois meses "adormecido", significa confiança e apoio, mas também igualmente que Cavaco Silva continua a esticar a corda com José Sócrates. Não há um português que não saiba que os dois homens se detestam. Mas se alguém andasse desatento bastaria esta segunda nomeação do assessor que pretendeu levar ao País a convicção de que o gabinete do primeiro-ministro andava a espiar a Presidência da República...

Neste momento sabemos o que Cavaco, que não pode falar de escutas, pensa de Sócrates. Só nos falta saber o que Sócrates, que não pode falar de corrupção, pensa de Cavaco.

[Diário de Notícias, João Marcelino]



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Sábado, 28.11.09

 

Cavaco promove assessor das escutas a assessor da Casa Civil.

Envolvido no caso das escutas a Belém, como a suposta fonte que terá feito chegar a notícia à Comunicação Social, o assessor da Presidência da República (PR), Fernando Lima, foi promovido por Cavaco Silva, passando a assessorar o chefe da Casa Civil do Presidente.

Este Sr. Silva só me faz lembrar o gato da Alice no País das Maravilhas, que, quando queria, ficava invisível. Tanto aparece como desaparece e quando aparece mais valia nunca mais aparecesse. [wehavekaosinthegarden]



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Domingo, 08.11.09

Os resultados das sondagens ontem divulgadas que colocam a imagem de Cavaco a níveis típicos de dirigentes partidários significa que com o actual Presidente ocorreu um fenómeno novo, pela primeira vez a imagem do Presidente da República corresponde à do seu titular e não a que resulta da dignidade alcançada pela instituição Presidente da República. A partir de agora o Cavaco Silva é o Cavaco que todos conhecemos e não o Cavaco Presidente da República que desempenha o cargo com o rigor e independência a que os portugueses se habituaram.

Um Presidente que se deixa enredar em artimanhas de assessores anónimos, que durante meses se deixou substituir por assessores de qualidade e formação duvidosa não merece a confiança que os portugueses se habituaram a depositar na figura do Presidente da República. Cavaco esqueceu-se de que quem os portugueses gostavam era do Cavaco Presidente da República, poderia ser o Silva ou outro qualquer que tivessem elegido, não era o Cavaco despido da dignidade do cargo e a fazer política aconselhado por gente como o seu ex-assessor para a imprensa.

Ao contrário do que sucede com um primeiro-ministro, cuja credibilidade depende dele próprio, o Presidente da República beneficia da dignidade da instituição que os portugueses respeitam como o último reduto da democracia. A partir do momento em que os portugueses tiveram a percepção de que Cavaco poderá ter esquecido o seu papel para assumir um outro no domínio da luta política, perdeu a protecção de que beneficiava e passou a valer por si próprio.

Resta saber se Cavaco tem condições para retomar o cargo nos termos que os portugueses que nele votaram estavam à espera ou se esta banalização é tão irreversível quanto a imagem idiota com que ficou quando decidiu não dar tolerância de ponto na Terça-feira de Carnaval.

Quando era primeiro-ministro Cavaco sempre desejou ser Presidente da República, agora que chegou a ser Presidente ficou evidente que tem saudades do poder do primeiro-ministro e, pior do que isso, parece não ter resistido à tentação de acumular os dois cargos ainda que assumindo o de primeiro-ministro recorrendo a uma terceira pessoa, ainda por cima uma política de credibilidade e competência duvidosa.

Agora Cavaco Silva não só não é primeiro-ministro como tem de aturar aquele que tanto desejou ver pelas costas, e como se isto não bastasse é um Presidente que muitos portugueses deixaram de o ver enquanto tal, mesmo depois de vários discursos e encenações, como as comemorações paralelas montadas no Palácio de Belém.

Quem torto nasce tarde ou nunca se endireita e o Cavaco Silva que vemos hoje é bem mais genuíno do que aquele que andava a passear no roteiro da exclusão, é o Cavaco ambicioso por poder e calculista de sempre. Só que agora não tem os fundos comunitários à sua disposição nem pode inaugurar obras ou aumentar pensões antes das eleições, o mais que pode fazer é discursos lamechas em que muitos já não acreditam. [O Jumento]



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