Terça-feira, 18.08.09



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Segunda-feira, 17.08.09

As quatro “parcas” tristes da oposição declamaram, com a habitual pose dramática de um pessimismo triste, as suas deixas sombrias, a propósito do desemprego. Serviram-se, uma vez mais, dos desempregados como simples pedradas conjunturais atiradas raivosamente ao Governo do PS.

Todos esqueceram que, no plano mundial, estamos a atravessar a maior crise dos últimos oitenta anos. Todos esqueceram que os receios eram, há uns meses atrás, de um verdadeiro desmoronamento económico mundial que arrastaria o nosso país para dificuldades que apenas podemos imaginar. Contra esse risco, o Governo bateu-se. Pode evidentemente questionar-se o acerto de todas as medidas, mas é mistificatório ignorar o arreganho do Governo no combate à crise e não condiz com a realidade dizer que, nesse aspecto, a sua política foi um desastre. Mas pretender, simplesmente, comparar os números actuais com os do ano passado, ou com os dos últimos anos, desconsiderando por completo a existência de uma crise mundial do capitalismo, com especiais reflexos nos USA e na Europa, para tentar imputar ao governo português o exclusivo da responsabilidade pela crise em estamos mergulhados, é uma manifestação de cegueira política e de um sectarismo primário.

As lideranças do partido do Governo, mostraram natural satisfação pelo facto de os dados europeus terem indicado que o último trimestre foi melhor do que aquilo que era esperado pelos especialistas, tendo até, no caso de Portugal, da Alemanha, da França, da Grécia e da Eslováquia, havido uma ligeira subida do PIB por comparação com o trimestre anterior. Ou seja, entre os vinte e sete da União Europeia, Portugal era um dos cinco países que recebeu essas boas notícias. Sócrates e Teixeira dos Santos, sem deixarem de se congratular com as notícias, sublinharam que não se devia considerar a crise como terminada, dizendo o primeiro que, quando muito (quando muito - eu ouvi bem!) se podia considerar que isto era o princípio do fim da crise. Tanto bastou para que todas as “Parcas” da oposição se tivessem assanhado, dizendo que o Primeiro-ministro era um optimista irresponsável.

Aliás, quem tiver estado atento terá verificado que os representantes dos Partidos da oposição corrigiram, de um modo mais ou menos marcado, nas declarações posteriores, as primeiras declarações que, na verdade, foram uma grosseira mistura de má fé política e indigência intelectual.

Vários analistas e pelo menos o Ministro do Trabalho disseram anteontem que era natural que o desemprego continuasse a subir, mesmo depois da inflexão de tendência da economia em geral que se havia verificado. O Ministro do Trabalho sublinhou mesmo a constância dessa tendência geral de desfasamento entre as duas dinâmicas. Pois, apesar disso, logo que se soube que, como o próprio Governo admitira anteontem como provável, o desemprego subira, embora a um nível inferior ao esperado, as “Parcas” apressaram-se a proclamar que isto mostrava que o que o Governo afirmara na véspera estava assim a ser desmentido.

Aliás, é curioso verificar que perante uma notícia favorável e uma outra desfavorável quanto à evolução socioeconómica as “Parcas” reagiram da mesma maneira:

“Chove? O governo é o culpado!”

“ Faz algum sol? O Governo é culpado por não haver mais sol! Aliás, haver sol nem sequer é importante”.

Está pois tudo a voltar ao normal, a voltar inesperadamente ao normal, a voltar ao antes das eleições europeias, à “coligação canguru”, à coligação negativa contra o PS que parece ter recuperado convergência e afinação. Mas enquanto o PSD e o PP têm uma estratégia precisa (colocar no Governo a direita sob a liderança da Dama de Cinza) o BE e o PCP, não assumem a via que objectivamente estão a seguir: ao atacarem ferozmente o PS e o actual governo estão objectivamente a favorecer a eclosão de um governo de direita liderado pelo PSD. Na verdade, mesmo que possam não o querer, o resultado mais provável do modo como têm feito o combate político ao PS é o de contribuírem decisivamente para que isso aconteça. E, para que não haja dúvidas, têm vindo a sublinhar que cooperação política com o PS, nem pensar!

A subalternidade estratégica da oposição de esquerda, em face da oposição de direita, está aliás bem patente na verdadeira fusão política que ambas puseram em prática, ao atribuírem à política do governo do PS a principal responsabilidade pelo eclodir da actual crise. Na verdade, o que seria de esperar de uma oposição de esquerda, que realmente o fosse, na actual conjuntura, era a valorização da decadência global do capitalismo como factor central da crise e nunca a de quaisquer factores conjunturais, como é o caso das políticas sociais ou da política económica de um qualquer governo.

Tudo isto implica que, independentemente das intenções subjectivas e dos sentimentos das pessoas que integram as direcções políticas do BE e do PCP, estes partidos fizeram um tipo de oposição e têm feito uma campanha nas últimas semanas, cuja lógica é a de contribuírem para uma solução governativa que unifique todas as actuais oposições ao PS e ao governo actual. Naturalmente, que uma solução dessas será naturalmente liderada pela dirigente máxima do PSD.

Assim, a mensagem subliminar de todas as campanhas das oposições ao actual governo é simples: Votem contra o PS, de modo a fazer com que não seja do PS o próximo Governo!

Ora, como não se vê que, não sendo do PS o próximo governo, possa ser outro do que um governo liderado pela Dra. Manuela Ferreira Leite, as oposições de esquerda estão objectivamente a fazer campanha pela leader do PSD.

Portanto, os eleitores têm pela frente uma escolha simples: votam no PS ou votam na coligação das “Parcas”.

E quando digo que a escolha é simples não estou a dizer que o actual governo é perfeito, que não precisa de corrigir algumas das suas políticas ou sequer que a linha de orientação dominante actualmente no PS merece a minha concordância completa. Por exemplo, também o PS devia ser mais consequente com a sua demarcação em face do neoliberalismo, colocando expressamente no horizonte a superação do capitalismo como a condição essencial para uma efectiva saída da crise, sem riscos de rápido retorno.

Mas sei que, para quem for de esquerda, levar as discordâncias com o PS até ao ponto de contribuir para reinstalar a direita no poder, além de ser um erro estratégico, é verdadeiramente uma auto-flagelação. [O Grande Zoo, Rui Namorado]



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Domingo, 16.08.09

O CDS/PP já colocou na rua cartazes para as legislativas. Pelo menos é o que se presume serem os cartazes que o CDS/PP colocou nas ruas, já que as próximas eleições são legislativas. E que dizem, que propõem, que prometem os cartazes do CDS/PP? A bem dizer, os cartazes do CDS/PP interrogam. Por exemplo: "Por que é que os criminosos têm mais direitos que os polícias?". Ou "É justo dar o rendimento mínimo a quem não quer trabalhar?".

Com estas singelas perguntas, o CDS/PP diz-nos, aos passantes que lêem os seus cartazes, uma extraordinária série de coisas. Desde logo, que em Portugal os criminosos têm mais direitos que os polícias e que quem recebe o rendimento mínimo não quer trabalhar. Depois, que apesar de afirmar, insinuando-as, as duas enormidades anteriores, não tem coragem de dizer claramente ao que vem, ou seja, não se atreve a propor que "os criminosos" deixem de ter direitos - como, desde logo, o direito a não serem considerados criminosos excepto quando tal é provado nas instâncias próprias, ou seja, os tribunais; o direito a defesa, garantido constitucionalmente e fundamental distinção entre o Estado de Direito e a barbárie; o direito à vida (ou seja, a não serem executados a sangue frio à esquadrão da morte), e outras minudências do mesmo tipo - e que se acabe com o rendimento social de inserção, lançando na total miséria (com o que isso naturalmente implicaria em termos de criminalidade, mas isso agora não interessa nada ao CDS/PP) todos os que são por ele abrangidos por manifesta incapacidade de prover a uma sobrevivência digna.

Não: o CDS/PP toca e foge: quer ter um discurso de extrema-direita tentando não perder completamente a aparência de respeitabilidade e de ligação aos valores democrata-cristãos que gosta de propalar. O CDS/PP quer os votos dos que acham que "os criminosos" deviam ser abatidos a tiro sem contemplações e dos que acham que os pobres são pobres por sua exclusiva culpa e não merecem ajuda, mas quer poder não colocar nada disso no seu programa para, se se der o caso, fazer coligações e governar sem lhe virem cobrar essas "medidas". O CDS/PP sabe, aliás que foi governo de 2002 a 2004, que o seu presidente foi ministro de Estado nesse período e que teve um ministro da Solidariedade, Bagão Félix, que se limitou a alterar o nome do Rendimento Mínimo criado pelo Governo de Guterres para Rendimento Social de Inserção. O CDS/PP sabe que é, mais coisa menos coisa, o diploma assim alterado que está em vigor ainda hoje - o tal cujas regras o CDS/PP questiona nos seus lamentáveis cartazes e ao qual, significativamente, voltou a trocar o nome. O CDS/PP quer, afinal, vender a alma ao diabo sem ninguém reparar. E o mais extraordinário é que parece acreditar que isso é possível. [Diário de Notícias, Fernanda Câncio]



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Publicado por JL às 00:05 | link do post | comentar | comentários (3)

Sábado, 15.08.09

Moita Flores, candidato pelo PSD à Câmara de Santarém, está "desolado" com o processo de constituição das listas de deputados.

"Não voto em Manuela Ferreira Leite"

"Este não é o PSD que me convidou, com o qual tenho trabalhado."

Mas Sócrates também foi o homem que percebeu que estamos a viver uma nova era e que deu um impulso decisivo às energias alternativas, à mobilidade eléctrica. Aí estamos na vanguarda.”

O autarca de Santarém admite que "talvez" vote PS a 27 de Setembro.

[Expresso]

 



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Quinta-feira, 13.08.09

Um putativo governo da dra. Ferreira Leite promete: nas Finanças, a gerir os impostos, António Preto, pronunciado por crimes de fraude fiscal e falsificação, delfim da líder e imposto por ela como deputado; na Habitação e Obras Públicas, Helena Lopes da Costa, arguida por crimes relacionados com a atribuição irregular de casas enquanto vereadora, igualmente imposta pela líder; na Saúde, o cunhado cirurgião vascular do dito António Preto, que lhe engessou o braço no dia em que ele devia sujeitar-se a uma perícia na PJ para apurar se falsificara ou não documentos; e na Justiça, a própria Ferreira Leite que, após ter assegurado aos pacóvios eleitores que a acusação contra Preto "não tem pés nem cabeça", justifica agora o facto de o meter na AR por não querer "antecipar-se à justiça".

Entretanto, aproveitou a deixa para ir condenando antecipadamente Lopes da Mota, até ver não acusado criminalmente de coisa nenhuma. Diz a dra. Ferreira Leite: "Eu não tomo atitudes que considero incorrectas do ponto de vista ético". O problema é justamente o do que ela considera correcto do ponto de vista ético. [Jornal de Notícias, Manuel António Pina]



Publicado por JL às 17:32 | link do post | comentar

Paulo Portas considera o Rendimento Social de Inserção (RSI) um “financiamento à preguiça”. O JN apurou que uma das propostas que irão constar do programa eleitoral dos populares é o pagamento em géneros da prestação. Uma das prioridades do CDS será combater a fraude criada pela atribuição do RSI.

Tanta fraude que há para aí e é logo a fraude dos mais pobres dos mais pobres que o Paulinho das Feiras coloca como uma das suas prioridades. Parece que afinal são os abusos que possam existir no RSI prejudicam muito mais o país e não o deixam sair da crise que os dos aldrabões e corruptos que fogem aos impostos, fazem trafulhices nas contas e vivem da especulação à sombra dos paraísos fiscais. Vão é trabalhar, se não arranjarem emprego podem sempre ir à sopa dos pobres e se não podem trabalhar não fazem falta e podem desaparecer. Malandros que só prejudicam este país.

Já agora porque também não dizer que são os salários que não deixa a economia crescer mais e propor que os passemos a receber também em géneros?

Lembram-se da frase, se vires um homem com fome não lhe dês um peixe, ensina-o a pescar? O CDS pensa exactamente o contrário. [Wehavekaosinthegarden]



Publicado por JL às 17:29 | link do post | comentar | comentários (5)

Quarta-feira, 12.08.09

O PCP acaba de apresentar o seu (novo?) programa eleitoral, um programa, segundo referiu o respectivo secretário-geral, baseado «nos princípios e valores da Constituição da República (...)».

Dentro de um vasto conjunto de banalidades, porque repetitivas e comuns a todas as forças políticas, que o povo português já lhes vem conhecendo há anos sem fim, o que sobressaiu do discurso de Jerónimo de Sousa foi a peremptória recusa (que também já não é novidade) de participar em qualquer governo de coordenação do socialista.

Para os comunistas, dentro da sua habitual e continuada politica de terra queimada, é mais vantajoso que o pais seja governado pelo centro direita ou mesmo pela direita retrógrada e conservadora, onde, pelos vistos, mais se revêem, do que participar num governo de esquerda.

É o PCP já se vê. A sua cultura política evoluiu, mas pouco, muito pouco em relação aos tempos da clandestinidade. É pena!

Jerónimo de Sousa afirmou que o PCP vai continuar a bater-se por «um novo rumo para a União Europeia com base em Estados soberanos e iguais em direitos, assumindo a independência e soberania nacionais como valores inalienáveis», (os deveres são sempre esquecidos). «O PCP compromete-se a assumir como prioridade a luta pelo abandono definitivo do Tratado de Lisboa, passo imediato da luta por uma outra Europa dos trabalhadores e dos povos».

De acordo com Agostinho Lopes, do Comité Central do PCP, o programa foi construído na base de um alargado processo de participação e auscultação públicas». «O texto reflecte o resultado de inúmeras propostas de entidades muito diversas».

Diríamos assim, que o programa do PCP se confunde mais com um caderno reivindicativo de um qualquer sindicato por si controlado do que um sério programa de governo que, necessariamente, tem de ser e deve ser concreto no conteúdo e na forma de realizar as propostas feitas.



Publicado por Zurc às 11:57 | link do post | comentar | comentários (3)

Julgo que Manuela Ferreira Leite, com a escolha autoritária que fez relativamente aos candidatos a deputados do seu partido, cometeu um erro irreparável e inesperado. Erro que pode ter mudado, pelas reacções que provocou e provocará, tanto no partido como no eleitorado, tendo em conta as próximas eleições legislativas. Criou um indisfarçável mal-estar no partido, com repercussões muito sérias, que contribuirão, necessariamente, para a perda do entusiasmo ganho (e um tanto exagerado) com os resultados das eleições europeias. Por outro lado, demonstrou, a grande parte do eleitorado, que a actual líder laranja não tem senso político, flexibilidade, nem um rumo seguro para Portugal, como se julgava, principalmente tendo em conta as suas pretensões de vir a governar o País, em tempo de crise aguda e quando existe, comprovadamente, uma maioria sociológica de esquerda, embora, de momento, dividida.

Dirigentes reconhecidos do partido laranja - e com experiência política -, como Marques Mendes, Marcelo Rebelo de Sousa, Ângelo Correia, Azevedo Soares, Ribau Esteves e, mais moderado, Luís Filipe Menezes, para não falar dos excluídos, como Passos Coelho, Miguel Relvas, Barreiras Duarte, Pedro Pinto e Virgílio Costa, não pouparam críticas à líder, a quem acusaram de sectarismo, de se julgar "dona" do partido e de proteger amigos pouco recomendáveis, como sugere a comunicação social, a respeito de António Preto, "o homem da mala" ou, noutro patamar, menos grave, Helena Lopes da Costa. Santana Lopes também não deve ter gostado nada das escolhas da sua ex-rival Ferreira Leite, apesar de ter tido a prudência de não o dizer claramente. Sobretudo ao meter na lista do PSD por Lisboa Maria José Nogueira Pinto (ex-CDS/PP), apoiante declarada de António Costa, candidato do PS à Câmara de Lisboa, um exemplo raríssimo de tripartidarismo que vai seguramente ficar nos anais das relações interpartidárias, pela sua extraordinária versatilidade...

Com efeito, Manuela Ferreira Leite, tornadas públicas as listas e o breve programa do partido (também tão criticado), deu, de uma só assentada, vários tiros graves nos seus pés e no partido. Veremos as consequências que terão, daqui a pouco mais de um mês e meio, nas próximas eleições legislativas. Creio que não serão boas para ninguém. Ter o principal partido da oposição dividido, desanimado e sem norte, num momento de crise como o que vivemos, não é de bom augúrio para o futuro. Claro que, para o grande eleitorado, a memória em política é curta, como sabemos. Mas, em cima das eleições, o pessoalismo e intolerância manifestados por Ferreira Leite são simultaneamente um erro, que julgo irreparável, uma provocação e uma manifestação de um estilo, indesejável em democracia, de "quero, posso e mando"... [Diario de Noticias, Mario Soares]



Publicado por JL às 00:06 | link do post | comentar

Terça-feira, 11.08.09

Ao pedir a um cunhado médico que lhe engessasse o braço antes de uma prova judicial de caligrafia que o poderia incriminar, António Preto mostrou ter um nervo raro. Com este impressionante número, Preto definiu-se como homem e como político. Ao tentar impô-lo ao país como parlamentar da República, Manuela Ferreira Leite define-se como política e como cidadã. Mesmo numa época de grande ridículo e roubalheira, Preto distinguiu-se pelo arrojo e criatividade. Só pode ter sido por isso que Manuela Ferreira Leite não resistiu a incluir um derradeiro arguido na sua lista de favoritos para abrilhantar um elenco parlamentar que, agora sim, promete momentos de arrebatadora jovialidade em São Bento.



Publicado por JL às 00:02 | link do post | comentar | comentários (1)

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