4 comentários:
De NÃO à Bancocracia e Ditadura Financeira. a 16 de Abril de 2015 às 17:34
« ECB , dick-TATORSHIP »

Mulher voadora 'derruba' o BCE

Depois disto o BCE passa a ser obrigado - espero eu - a emprestar directamente aos Estados
em vez de emprestar aos bancos privados
para estes emprestarem aos Estados e
assim sacarem injustamente milhões e milhões ao contribuinte, em juros. (Artigo 123º do Tratado de Lisboa)

"PAREM A DITADURA DO BCE"
grita a JOVEM . Ah Grande MULHER !

«Parem a Ditadura da Austeridade»

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Gostei, Hajam mais cidadãs/os com CORAGEM !

Embora me pareça que a opção islandesa de reformar radicalmente o sistema financeiro (para acabar com Bangsters e vampiros...) é muito mais certeira !


De Bancos criam dinheiro do nada ! a 16 de Abril de 2015 às 16:54
A Islândia pondera tirar aos bancos o poder de criarem dinheiro do nada

Não sou especialista em finanças e de MOEDA sei apenas o que tenho lido por aí. E o que tenho lido é que...(ver aqui em baixo, a seguir aos extratos do artigo sobre a Islândia)

Islândia pondera tirar aos bancos o poder de criarem dinheiro.

- Artigo de Sérgio Aníbal no Público de 13/4/2015 -

« A Islândia foi um dos países que mais sofreu com o facto de ter deixado o seu sector bancário crescer descontroladamente. Por isso, não surpreende que agora seja nesta ilha de 300 mil habitantes conhecida por NÃO ter MEDO de inovar que se esteja a ponderar a reforma mais RADICAL do sistema FINANCEIRO.
Uma reforma que foi apresentada por uma comissão parlamentar a pedido do primeiro-ministro islandês e que retiraria aos bancos o poder de criar dinheiro, fazendo-os recuar para um tipo de funcionamento que já não conhecem desde o século XIX.

A primeira coisa que é preciso perceber para compreender o alcance daquilo que está a ser ponderado na Islândia é que
os bancos comerciais, e não somente os bancos centrais, têm desde o final do século XIX o poder de criar mais ou menos dinheiro.
É verdade que são os bancos centrais que emitem as notas e as moedas.
Mas, os bancos comerciais, quando decidem fazer um empréstimo a uma empresa para esta investir ou quando financiam alguém a comprar uma casa, fazem na prática com que mais dinheiro entre em circulação na economia.
....
« Já nos anos 30 do século passado, depois da Grande Depressão, um grupo de economistas norte-americanos liderado por Irving Fisher tinha feito a mesma proposta de PASSAR para o ESTADO todo o PODER de CRIAR DINHEIRO.

No ano passado, o colunista do Financial Times, Martin Wolff tinha defendido o mesmo tipo de estratégia, acrescentando que tal daria ainda aos Estados uma enorme fonte de RECEITAS, que lhes daria espaço de manobra para reduzir a carga fiscal.
...
« O debate teórico em relação a esta matéria promete ser cada vez mais animado depois do aparecimento desta proposta. Mas como em muitos outros casos, dificilmente conduzirá a uma conclusão definitiva.
Será que a Islândia e os seus 300 mil habitantes estão dispostos a passar esta ideia à prática e servir de experiência viva para os outros países? »
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NOTA: Sobre o funcionamento dos bancos e como é criada a moeda nem a escola nem a comunicação social diz uma palavra e assim é porque
não convém que o ZÉ PAGA TUDO saiba afinal aquilo que só deve ser conhecido por quem tem dinheiro suficiente para criar um banco (BANQUEIROS, gr. Accionistas) e pelos seus Administradores/ empregados de LUXO, nossos concidadãos de muito alimento e cujos bons serviços são pagos acima dos 100 mil euros mensais entre remuneração fixa (...salário) prémios, prebendas, cartões, férias...

Os bancos estão autorizados, de acordo com certas regras, variáveis de país para país, a emprestar dinheiro que criam, registando-o nas suas contas, no momento do empréstimo.
Com esse dinheiro criado do nada ganham milhões em JUROS que são PAGOS indiretamente por toda a POPULAÇÃO.
Os bancos estão autorizados a emprestar até 9 vezes (ou 20 ou 30 conforme os países, a época ou falta de regulamentação e controlo)
o dinheiro que possuem, o seu capital social, depositado no Banco Central.
Por outro lado os bancos estão autorizados a emprestar, aqui e agora, 90% do dinheiro que cada cliente lá deposita,
ganhando com o dinheiro alheio, um jurozinho igual à diferença entre o juro que cobra a quem empresta e o juro que paga ao Zé depositante pelo dinheiro que lá depositou (para além das vampirescas COMISSÕES e TAXAS), sem lhe pedir autorização para tal.

Imaginemos : o banco XPTO possui 10 mil milhões de euros. Está autorizado, a emprestar até 90 mil milhões.
Autorizado por LEIS feitas a seu MANDO ao longo da história do capitalismo, pois são eles que efetivamente condicionam, isto é, mandam, nos governos que elegemos, Imaginemos que emprestam esse dinheiro por dez anos, a uma taxa de 5% ao ano.
O banco, isto é, os capitalistas donos dos bancos, passam a ganhar por ano, em juros, de dinheiro que não possuem, de dinheiro que tiraram da cartola com um truque de magia, 4.500 milhões de euros, dos quais, digamos, 10% ou seja 450 milhões são para pagar ...


De Bangsters, moeda, juros, comissões, ... a 16 de Abril de 2015 às 17:09
A Islândia pondera tirar aos bancos o poder de criarem dinheiro do nada
...
[ Emissão de Moeda/ DINHEIRO ;
STOP the FINANCIAL CASINO ]
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O banco (XPTO), isto é, os capitalistas donos dos bancos (gr. Accionistas + Administradores pagos principescamente), passam a ganhar por ano, em juros, de dinheiro que não possuem, de dinheiro que tiraram da cartola com um truque de magia, 4.500 milhões de euros, dos quais, digamos, 10% ou seja 450 milhões são para pagar aos funcionários, a renda das instalações, despesas de funcionamento e ainda, digamos, uns 50 milhões, 1%, no nosso exemplo,
para remunerar principescamente os membros do conselho de administração, os seus empregados de luxo e
CÚMPLICES nestas artes mágicas do capitalismo financeiro (autorizado legalmente por desgovernos e Estados por eles CAPTURADOS !! ).

Quando ao fim de 10 anos os 90 mil milhões forem pagos ao banco este, tal como os criou do nada, devolve-os ao nada, anula no balanço o registo que os tinha criado.
Anula-os como? queima as notas? Não, risca o valor no sistema informático, no folha excel.
As voltas que os 90 milhões deram não necessitaram de notas em papel nem moedas em cobre a não ser numa quantidade mínima.
É tudo registo informático, cheques, pagamentos por multibanco, etc.
Entretanto os 40 mil milhões de juros obtidos em 10 anos que sobram após o pagamento do funcionamento do banco vão para o bolso dos seus donos, a nobreza embuçada dos nossos dias.
Nobreza nem mais nem menos RELES que a outra a nobreza de sangue, a diferença é que a antiga exibia a riqueza e poder para ASSUSTAR e assim se defender e DOMINAR
e esta ESCONDE tudo porque a plebe foi organizando revoluções e ganhando força neste meio tempo.
Que remédio para este ROUBO institucionalizado permitido aos multimilionários donos de um banco?
Talvez aquilo que a Islândia vai fazer.
Ou com a nacionalização dos bancos.
E com governos que não governem às ordens dos antigos donos dos bancos nacionalizados.

Conclusão:
é necessária muita LUTA e muita determinação para se ir desfazendo a ordem rapace tricotada ao longo de séculos pelas elites do dinheiro.
E será possível? A História diz-nos que sim.
Há 500 anos Portugal era o país mais ESCRAVOCRATA da Europa e em Lisboa e noutras cidades 10% da população era escrava e foi possível acabar com a escravatura.
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O artigo completo sobre a Islândia está aqui e também aqui para o caso de desaparecer dali.
-- http://www.publico.pt/economia/noticia/islandia-pondera-tirar-aos-bancos-o-poder-de-criar-dinheiro-1692194
-- http://puxapalavrainextenso.blogspot.pt/2015/04/islandia-pondera-tirar-aos-bancos-o.html

-- http://puxapalavra.blogspot.pt/2015/04/a-islandia-pondera-tirar-aos-bancos-o.html#links

Etiquetas: emissão de moeda. Islândia., Moeda
# posted by Raimundo Pedro Narciso



De A omelete do BCE é só pr' alguns... a 16 de Abril de 2015 às 13:07
(os ovos estão partidos, mas ? onde está )
A omelete de Draghi

«Lo bueno de tener a Mario Draghi, el banquero más poderoso de Europa, al frente del BCE es que sabes que no vas a tener a nadie peor. Puedes ponerte a rebuscar en un basurero radiactivo, sumergirte en las cloacas, bucear en Tele5, hacer un casting entre los contables de la Camorra, la Cosa Nostra y la tesorería del PP, y sería imposible caer más bajo.

Cierto general estadounidense, de cuyo nombre no quiero acordarme, dijo en una ocasión que, por desesperada que fuese una situación, siempre es susceptible de empeorar. Era porque no conocía a Draghi, el vicepresidente europeo de Goldman Sachs en los días de la gran estafa financiera conocida como crisis mundial; la filial europea de Goldman Sachs, la misma cueva de mercaderes que aconsejó a Kostas Karamanlis sobre el mejor método para ocultar el déficit real de la deuda griega, es decir, el artífice de la maniobra de trilero que torpedeó entero un país. Permitir que Draghi rija el destino del euro es colocar a Jack el Destripador de gerente en un salón de belleza. (...)

Nos habían prometido que, después de los recortes, los despidos y los sacrificios, veríamos la luz, pero la luz no aparece por ninguna parte. Va siendo hora de recordar aquella terrible anécdota de la que habla Zizek en su último libro (Mis chistes, mi filosofía) cuando el escritor turco Panait Istrati visitó la URSS en la época de las grandes purgas y un entusiasta soviético intentó convencerlo de la necesidad de la violencia mediante un viejo refrán:
“No se puede hacer una tortilla sin romper los huevos”. “Muy bien” respondió Istrati.
“Veo perfectamente los huevos rotos. Y ahora ¿dónde está la tortilla?”»


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