De Contra a Usura e o Desemprego a 29 de Janeiro de 2014 às 16:47

O papa Francisco criticou hoje "a dramática praga social" da usura, que ameaça tantas famílias, durante a audiência geral na praça de São Pedro.

"Quando uma família não tem dinheiro para comer porque tem que pagar o empréstimo a usurários, isto não é cristão, é desumano",
disse o papa, ao saudar uma associação que combate a usura, presente na audiência.

Francisco pediu às instituições que trabalhem para apoiar as vítimas desta "dramática praga social que fere a dignidade das pessoas".

Numa outra saudação, o papa argentino disse aos trabalhadores da fábrica 'Shellbox' de Castelfiorentino (no centro de Itália), que atravessa dificuldades económicas, que
"o trabalho é o manancial da dignidade", insistindo que essa "deve ser a principal preocupação de todos".
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Janet Yellen, que assume no sábado a presidência da Reserva Federal (Fed), banco central norte-americano, é considerada uma economista respeitada e PREOCUPADA sobretudo com o DESEMPREGO e o crescimento.
Yellen, de 67 anos, vai tornar-se a primeira mulher a presidir à Fed, instituição onde passou boa parte da sua carreira e na qual ocupava até agora o cargo de vice-presidente.

Será também a primeira democrata na liderança da Fed desde a saída de Paul Volcker em 1987.
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isto deveria entrar nas cabeças duras de todos os governantes, empresários e políticos...


De Obama: contra a crise e o neoLiberalmo a 29 de Janeiro de 2014 às 17:22
Obama


denúncia do alargamento do FOSSO entre os mais ricos e os mais pobres.

“Os que estão no topo nunca estiveram tão bem. Mas os salários médios pouco se alteraram.
A desigualdade aumentou.
A mobilidade ascendente estagnou.
O facto é que, mesmo no meio da recuperação, demasiados americanos estão a trabalhar mais do que nunca apenas para sobreviverem.
E muitos outros não estão sequer a trabalhar. A nossa função é reverter estas tendências”, disse Obama.

Para cumprir esses objectivos, prometeu que 2014 será “um ano de acção” – nem que para isso tenha de contornar o Congresso através da assinatura de ordens executivas.
O primeiro exemplo já tinho sido avançado pelos meios de comunicação social horas antes do discurso, mas o Presidente norte-americano carimbou-o perante o país, ao anunciar o AUMENTO do SALÁRIO MINIMO para os funcionários de empresas com contratos com o governo federal.
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Ao Congresso, voltou a pedir que tape alguns dos “buracos” na política FISCAL, nomeadamente com a aprovação de uma descida dos impostos para as empresas que CRIAM postos de TRABALHO nos EUA;
e que reverta os cortes no sector da INVESTIGAÇÃO tecnológica, para “soltar a próxima grande descoberta americana”.

A defesa de leis de protecção AMBIENTAL e a aposta nas energias renováveis, também como meio para a criação de postos de trabalho,
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