Ainda têm dúvidas sobre o Euro(grupo/...) e os interesses da Troika ?!!

Às vezes, para que algo de melhor possa florescer, ideias falhadas têm de ser ultrapassadas

(-por Diogo Moreira, 365forte, 26/6/2015)

.

                    Ponto de situação grega

“At this point it’s time to stop talking about “Graccident”;    if Grexit happens it will be   because the creditors, or at least the IMF,   wanted it to happen.”Paul Krugman

          É sempre bom haver uma  cobaia

   A primeira experiência, de testarmos a hipótese de alterar o status-quo na Europa através da via negocial, teve o resultado que está à vista.

   Agora, dava-nos jeito testar a hipótese da saída do Euro, para ver se é um caminho viável e com resultados.

   Só podemos agradecer a disponibilidade dos candidatos a esta segunda experiência.
   Tudo pela Europa, nada contra a Europa.
                  Dúvida retórica
 Como podemos negociar, e chegar a um compromisso, com quem quer a nossa submissão incondicional e total ?  
A resposta é simples.    Não podemos.
                    O mito é o nada que é tudo        (-por CRG)
   
Discordo deste artigo do Ladrões de Bicicletas quando diz que a Ministra das Finanças usou uma metáfora falhada quando fez uma breve alusão ao mito de Sísifo para descrever o problema da dívida.    Na interpretação que Bolaño em "2666" faz deste mito grego, Sísifo, que já havia enganado a morte por duas vezes, foi condenado por toda a eternidade a rolar uma pedra de mármore com as suas mãos até ao cume da montanha de forma a que estivesse sempre ocupado: sem tempo livre para pensar ficaria impossibilitado de arranjar um meio de escapar do inferno.  
     O trabalho de Sísifo é assim uma distracção.  E o mesmo se passa com a dívida.     Após o descrédito do famoso estudo de Reinhart–Rogoff a obsessão com a dívida pública em tempos de grave crise económica apenas se consegue explicar pelo interesse na manutenção de um garrote para fundamentar politicamente mais privatizações, mais cortes no estado social e aumento de impostos
      A crise é de facto uma oportunidade (para uma minoria...).


Publicado por Xa2 às 07:50 de 27.06.15 | link do post | comentar |

2 comentários:
De PuertoRico: Dívida Não Pagável. a 1 de Julho de 2015 às 11:46


Puerto Rico’s Governor Says Island’s Debts Are ‘Not Payable’


By MICHAEL CORKERY and MARY WILLIAMS WALSH, 28/6/2015

Puerto Rico’s governor, saying he needs to pull the island out of a “death spiral,” has concluded that the commonwealth cannot pay its roughly $72 billion in debts, an admission that will probably have wide-reaching financial repercussions.

The governor, Alejandro García Padilla, and senior members of his staff said in an interview last week that they would probably seek significant concessions from as many as all of the island’s creditors, which could include deferring some debt payments for as long as five years or extending the timetable for repayment.

“The debt is not payable,” Mr. García Padilla said. “There is no other option. I would love to have an easier option. This is not politics, this is math.”

It is a startling admission from the governor of an island of 3.6 million people, which has piled on more municipal bond debt per capita than any American state.

Puerto Rico is struggling with more than $70 billion in debt and a sluggish economy.

“People before the debt” proclaimed a Spanish-language sign at a protest last week in San Juan. Proposals to help Puerto Rico manage its debt, like a fuel tax, have angered some island residents.

A broad restructuring by Puerto Rico sets the stage for an unprecedented test of the United States municipal bond market, which cities and states rely on to pay for their most basic needs, like road construction and public hospitals.

That market has already been shaken by municipal bankruptcies in Detroit; Stockton, Calif.; and elsewhere, which undercut assumptions that local governments in the United States would always pay back their debt.

Puerto Rico’s bonds have a face value roughly eight times that of Detroit’s bonds. Its call for debt relief on such a vast scale could raise borrowing costs for other local governments as investors become more wary of lending.

Perhaps more important, much of Puerto Rico’s debt is widely held by individual investors on the United States mainland, in mutual funds or other investment accounts, and they may not be aware of it.

Puerto Rico, as a commonwealth, does not have the option of bankruptcy. A default on its debts would most likely leave the island, its creditors and its residents in a legal and financial limbo that, like the debt crisis in Greece, could take years to sort out.

Still, Mr. García Padilla said that his government could not continue to borrow money to address budget deficits while asking its residents, already struggling with high rates of poverty and crime, to shoulder most of the burden through tax increases and pension cuts.

He said creditors must now “share the sacrifices” that he has imposed on the island’s residents.

“If they don’t come to the table, it will be bad for them,” said Mr. García Padilla, who plans to speak about the fiscal crisis in a televised address to Puerto Rico residents on Monday evening. “What will happen is that our economy will get into a worse situation and we’ll have less money to pay them. They will be shooting themselves in the foot.”

With some creditors, the restructuring process is already underway. Late last week, Puerto Rico officials and creditors of the island’s electric power authority were close to a deal that would avoid a de


De Desculpa «Pelotão da frente» Troika a 30 de Junho de 2015 às 10:51
Bem-vindos ao «pelotão da frente»

(29/6/2015, Ivo Rafael Silva, M74)

Ano da desgraça de 1986. No dia 1 Janeiro, Portugal é formalmente anexado a uma grande corporação capitalista, que para levar a cabo o seu desejo de domínio e monopólio europeu e mundial, necessita, como é normal neste ciclo, de fiéis SERVENTuários.
Atribuem-nos milhões para adoçar a boca e que são gastos como sabemos.
ABATE-se a produção nacional, SEQUESTRA-se a nossa capacidade económica, ANIQUILA-se grande parte da nossa independência financeira, social e também política.
PROMETEM-nos a «modernidade», a «solidariedade» e a oportunidade «imperdível» de entrarmos num «pelotão da frente» que, é preciso recordar a jactância, faria de nós «um grande, moderno e avançado país».
Depois de anos de desbragada ILUSÃO, o doloroso definhamento histórico salta à vista.
Um RETROCESSO cujos indicadores sociais e políticos só encontram comparação em períodos de catástrofe, ou de pós-guerra.
A realidade, essa teimosa, essa persistente, mostra-nos todos os dias – como o PCP na altura isoladamente afirmava – o grande sarilho, a grande TRAGÉDIA, a grande FARSA em que PS, PSD e CDS nos meteram.

É hoje bem mais nítido que esta União Europeia é tudo menos uma união «dos 27».
É apenas uma união «dos 3». Do Deustche Bank, do BCE e do FMI.. ( União da alta FINANÇA )
A União Europeia presta-se hoje, perante o resto mundo, a um papel que a deveria envergonhar. Todavia, bem sabemos que o capital não tem moral, nem ética, especialmente quando agoniza.
Como foi fácil, afinal, que DITAMES financeiros e económicos pusessem a nu a FALSIDADE da apregoada solidariedade entre estados-membros.
Como é fácil DESCARTAR um país e um povo inteiro, que, aparentemente, parece estar a cometer um “crime” de DESOBEDIÊNCIA às regras definidas por BUROCRATAS da alta FINANÇA, só porque a vontade do seu governo difere da vontade de organismos NÃO ELEITOS.
Como é fácil manter os igualmente frágeis (como Portugal) aninhados e SUBMISSOS, enquanto se ESPEZINHAM os semelhantes que lutam contra a MISÉRIA que lhe querem impor.
Difícil, senão impossível, é continuar a propalar a existência de “democracia” no seio desta União, feição ou característica que nunca teve, nem nunca terá.

É hoje bem mais nítido que esta União Europeia é tudo menos uma união «dos 27». É apenas uma união dos «3». Do Deustche Bank, do BCE e do FMI. Nada mais importa para além disso.
As decisões, os mandos e DESMANDOS partem da cúpula, sendo que os demais, em submissão, limitam-se a CUMPRIR as ORDENS e a readaptar, se necessário, o discurso para esconder essa OBEDIÊNCIA.
No meio de tudo isto SOFREM os POVOS, sejam gregos ou portugueses, que com sacrifício continuam, sabe-se lá até quando, a alimentar um sistema que os ignora e maltrata.
Uns sempre no topo, outros sempre de rastos.
É esta a «modernidade». É este o «progresso».
É este o chamado «pelotão da frente».


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