De + desgoverno do centrão e negociatas ... a 22 de Junho de 2015 às 15:47
Empresa pública dá festa de luxo que custou 130 mil euros
NÉLSON MORAIS
| Hoje às 00:40
O Conselho de Administração da empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP), que resultou da fusão da REFER e da Estradas de Portugal e foi justificada pelo Governo com a necessidade de poupar dinheiro aos contribuintes, fez uma festa no Entroncamento, no passado dia 5, que terá custado, só em custos diretos, mais de 130 mil (no total do evento c. 300 mil ) euros ao erário público.

com cerca de 1300 participantes, foram servidos leitões, espetadas de fruta e vídeos promocionais. Nem faltou um humorista.
A festa foi anunciada em convites enviados aos 3800 funcionários que integravam as empresas públicas REFER - Rede Ferroviária Nacional e Estradas de Portugal, tendo em vista a "apresentação da marca da nova empresa Infraestruturas de Portugal".
Deslocaram-se ao novo Museu Nacional Ferroviário entre 1300 e 1500 pessoas, segundo as fontes do JN.

"A malta das chefias estava lá toda, para se mostrar",
comenta o presidente do conselho-geral do Sindicato Nacional dos Ferroviários (SINAFE). Gameiro Jorge é duro a falar do evento:

"Uma aberração, tendo em conta as penalizações que o Governo impôs aos trabalhadores".
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Programa "três pontos" da RTP: Pagamentos Milionários a comentadores políticos: 2 mil€/mês p. Melo/CDS, 4 mil/mês p. .../PSD, 6 mil/mês p. César/PS; ...

---- Afinal, o roubo do subsídio de férias aos funcionários públicos não foi para toda a gente:
quase 1500 nomeados (boys assessores, especialistas, dirigentes, ...) pelo Governo tiveram direito a recebê-lo.
O número é dez vezes superior ao que tinha sido comunicado pelo gabinete de Passos Coelho.
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...


De Golpes de Estado Gr,It, Pt/bananas. a 30 de Junho de 2015 às 12:49

--- A Europa morreu, viva a Europa !
Andaram anos e anos e anos, pelos menos 50, com a boca cheia de Churchill, que a democracia era o pior de todos os sistemas com excepção de todos os outros para,
afinal,
a democracia ser o melhor de todos os sistemas com excepção do sistema do Deus MERCADO (financeiro).
A Europa morreu, viva a Europa!

----Há a democracia parlamentar representativa
(por josé simões, derTerrorist, 24/6/2015)
bananas.jpeg

E depois há Portugal e em Portugal há o Banco de Portugal.
«Banco de Portugal considera que não tem de responder perante a Assembleia da República»

---- O Governador do Banco de Portugal que regulou o Banco Espírito Santo tão bem reguladinho que até o homenzinho... saiu lá descansadinho ...com a robustez do sistema bancário, em particular do BES, afiançada por Carlos Costa na primeira pessoa do singular, está muuuuito preocupado com a regulação e supervisão bancária em Angola.

----------- GOLPES de ESTADO promovidos pela TROIKA/ Alemanha

"Muita gente já esqueceu, e muita outra não valorizou o golpe, mas foi Merkel, com a aquiescência dos parceiros, que em Novembro de 2011
impôs uma mudança de Governo em Itália, tirando Berlusconi, três vezes eleito, e pondo no seu lugar Mario Monti, um homem que nunca tinha ido a votos,
e teve de ser feito (num domingo) senador vitalício para ocupar o lugar de primeiro-ministro.
Isto aconteceu na Itália, que não é exactamente a República das Maldivas.

Foi logo a seguir (cinco dias de intervalo) ao golpe grego,
quando Papandreu se viu substituído por Lucas Papademos, que vinha do BCE e também nunca tinha ido a votos.
Papandreu tinha cometido a heresia de dizer em voz alta que ia propor um referendo sobre a permanência da Grécia no euro.
Em 48 horas estava na rua.
No Outono de 2011 andava toda a gente distraída, e não devia, porque foram dois golpes de Estado decididos em Berlim,
com a cumplicidade de Sarkozy e o beneplácito da tropa fandanga a que chamamos líderes europeus.
A opinião pública internacional assobiou para o lado.

O actual folhetim grego é um remake foleiro.
É deprimente ouvir os comentadores a esgrimir números sobre a Grécia, sabendo-se que os números gregos, sensatos ou delirantes, não importa, são a última preocupação
de Merkel, Juncker, Dijsselbloem, Lagarde, Draghi, Tusk e parceiros menores.
Nenhum deles quer saber de números para nada.
Tsipras podia fazer espargata em plena Cimeira e o mais que conseguia era pôr Schäuble a bocejar.

A UE não aceita um Governo do Syriza e o overacting de Varoufakis desobrigou toda a gente de boas maneiras."

Resumidamente é isto: "Folhetim".
http://daliteratura.blogspot.pt/2015/06/folhetim_26.html 26/6/2015


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