Avariar o Estado é fácil e dá milhões ... aos amigos e privados barões/ burlões

Avariar  o  Estado

por Sandra Monteiro , 10/10/2014, LeMondeDiplomatique Pt

     Antes fosse só incompetência, mas não é. (existe intencionalidade). A incompetência resolve-se substituindo pessoas impreparadas por pessoas capazes de fazer um trabalho bem feito. Não seria um grande drama: mesmo com a emigração, o país ainda está cheio de pessoas competentes. Mas o que está a acontecer ultrapassa em muito a incompetência.    O actual disfuncionamento da sociedade é uma consequência previsível, saudada por uns e criticada por outros, da transformação estrutural imposta pela austeridade, pela dívida, pela arquitectura europeia e monetária. E avariar o Estado é um elemento central deste empreendimento.

    O Estado deixa de funcionar através dos cortes de financiamento e das transferências de recursos, isto é, com políticas de desinvestimento público, degradação do Estado social (sistemas de educação, saúde e segurança social), ataque ao mundo do trabalho (salários, contratação, despedimentos) e canalização dos recursos aí gerados para o sistema financeiro.    Chamam-lhe «disfuncionamento» os que discordam do tipo de sociedade que ela engendra;  para os outros, os adeptos do neoliberalismo, tudo corre como projectado. Por vezes as trapalhadas são demasiado notórias, obrigando até a pedir desculpas, mas isso só significa que vão procurar uma forma mais eficaz de nos fazer engolir o seu modelo de sociedade, e nunca que desistiram dele. As desigualdades e as injustiças continuam a funcionar.

      Na justiça, mergulhada há muito numa crise profunda, parecia não ser fácil piorar a situação. Mas o governo conseguiu fazê-lo. A reforma judiciária fechou tribunais funcionais para abrir outros sem as mínimas condições. Obriga funcionários a grandes deslocações (várias horas por dia e de táxi) e processos a serem transportados sem garantias da sua integridade física (em camiões de caixa aberta) e pelo exército. Ao mesmo tempo, o programa informático CITIUS entrou em colapso total, deixando o sistema parado há mais de um mês, com todos os prejuízos que daí advêm para os trabalhadores judiciais e para os cidadãos que recorrem à justiça. Esta já tinha problemas de ineficiência e inigualitarismo, agora a sua paralisação potencia o regresso de todas as aberrações justicialistas (a que não faltará quem chame «justiça popular» ou «populismo», certamente de geração espontânea).

    É difícil imaginar que esteja a preparar-se uma privatização em grande escala do sistema judiciário em Portugal (depois pensa-se nas primeiras privatizações das prisões nos Estados Unidos…, nos "tribunais arbitrais" privados e manipulados, nas multinacionais sociedades de advogados e suas filiais locais, ...). Mas a flexibilidade (e globalização) do projecto neoliberal não admite apenas privatizações, sendo exímio em concessões, parcerias público-privadas (PPP rentistas sugadoras do Estado), etc. Antes destas engenharias tende a disseminar-se um mito, o de que os privados seriam melhores gestores do que o público, e uma experiência marcante, a do mau funcionamento dos serviços públicos, ou até a de «ser bem tratado no privado». O caos na justiça cria o terreno para esta construção.

Na educação reina um outro caos. O início do ano lectivo arrancou sem professores e sem aulas em muitas escolas, com muitas carências ao nível do pessoal auxiliar, com erros inadmissíveis, e repetidos, nos concursos de colocação de professores, cujas consequências são prejuízos materiais e morais para muitas famílias de norte a sul do país. Poderia até ser uma boa piada a sugestão feita aos professores prejudicados de que recorressem aos tribunais, quando a justiça se encontra paralisada. Mas o problema é que isso foi dito, sem graça, pelo Ministério da Educação e, ainda por cima, com o ar de quem não tenciona gastar um cêntimo com pessoas que, pasme-se, insistem em ser mais do que só números.

    O problema tem efeitos desiguais:  há escolas onde existe mais instabilidade, há regiões onde o caos tem mais condições de beneficiar o ensino privado, há professores mais precarizados, há famílias como mais possibilidades de encontrar ajudas educativas e de guarda para os filhos.  Avariar as escolas faz-se com subfinanciamento; com a canalização de recursos para fora do público; com a colocação de pais, professores e estudantes em situações tão degradadas no público que os põe a pensar em alternativas. As trapalhadas e as incompetências criam, também aqui, má experiência dos sistemas públicos. O resto – a escola democrática, igualitária, base da igualdade de oportunidades –, são danos colaterais aceitáveis para os neoliberais.

No campo do trabalho, o mais recente escândalo decorre dos contornos da revisão do salário mínimo nacional (ver, nesta edição, o artigo de Fernando Marques). É evidente que qualquer aumento, mesmo que seja pouco superior a 15 euros por mês, conta muito em orçamentos de miséria – falamos de quase 500 mil trabalhadores. Mas não pode deixar de chocar que um aumento que estava congelado, mas acordado, tenha implicado novas cedências no montante e que a revisão seja feita à custa da segurança social (cuja falta de sustentabilidade o governo a seguir apregoará). Escandaloso é também que as instâncias europeias se tenham apressado a avisar que o aumento é provisório e exagerado (se calhar 500 euros passou a limiar de riqueza…).

    O que tudo isto significa é que prossegue a desvalorização interna, a aposta num país com salários tão baixos que possa competir com todas as indignidades laborais que outros consigam impor aos seus trabalhadores. Prossegue a preparação do caos que, nas suas mentes, há-de levar ao fim do modelo actual de segurança social e ao alargamento do mercado dos seguros privados. Também no sector do trabalho se verifica que os neoliberais cuidam muito do Estado, mas apenas para que ele seja o instrumento da corrosão do público, da destruição do sentido de comunidade e do benefício de/para interesses e sectores privados.

    O que tem acontecido na área da saúde, onde alguns dizem nada estar a acontecer e que os piores cortes já teriam surtido efeito, é a este título bem ilustrativo. As mais eficazes avarias do Estado, ou os melhores arranjos pessoais e negócios privados, fazem-se discretamente. De alguns temos notícia passados anos, como acontece com o que se vem sabendo do chamado «caso Tecnoforma» e da actuação de Pedro Passos Coelho; de outros, enquanto decorrem. No meio das notícias das perdas e falências do «caso BES», o mercado financeiro anima-se, arreganha os dentes. As peripécias em torno da valorização da Espírito Santo Saúde, cuja venda promete ser lucrativa, coincidiram com as greves de médicos e enfermeiros. Nos comentários do Ministério da Saúde repetiu-se o refrão: «o pior é que quem fica prejudicado com estas greves são os utentes do serviço público que não podem recorrer a outra alternativa». Fez lembrar aqueles cartazes do tempo das obras, mas desta vez para dizer: «desculpem o incómodo, mas estamos a trabalhar para que tenha acesso a serviços de saúde privados e concessionados».

     Avariar o funcionamento de um Estado é fácil: corta-se, transfere-se, destrói-se e desrespeita-se a vida da maioria dos cidadãos. Pô-lo novamente a funcionar é que é um duro combate. Não exige só competência; exige sentido de serviço público, convicção das vantagens de uma sociedade igualitária, e coragem para assumir os confrontos, com escala europeia, de que dependerá ter meios materiais para solucionar a avaria.

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Acabar com o SNS, esse desígnio da direita    (-J.Mendes, 3/11/2015, Aventar)



Publicado por Xa2 às 07:41 de 03.11.15 | link do post | comentar |

19 comentários:
De Direita facciosa e desgoverno. a 5 de Novembro de 2015 às 15:33
http://esquerda-republicana.blogspot.pt/2015/11/o-meu-problema-com-quem-se-acha.html

O meu problema com quem se acha imparcial (J.M. Tavares e co. !!)
...
...
... teria problemas em lidar, e incorrendo no erro de confundir este governo com a direita (é o que tenho mais à mão) apraz-me dizer o seguinte:

.. "a nossa capacidade de produzir riqueza" - este governo foi o primeiro a deixar um PIB menor do que quando entrou, e deixa ainda um investimento igual ao de décadas atrás;
.. "de pagar a dívida" - este governo foi o recordista em subida do peso da dívida na economia, e o recordista em falhar metas do défice (12 orçamentos numa legislatura!);
.. "de influenciar o rumo político em Bruxelas" - este governo foi constantemente referido por vários outros governos, como o que mais se deixava ir com a corrente;
.. "enfrentar a crise demográfica" - os dados de 2014 acabaram de sair, e Portugal voltou a perder população, voltou a haver dezenas de milhares a emigrarem, e o número de nascimentos está 20% abaixo do que eram quatro anos antes.

(--por M.Carvalho, 5/11/2015, Esquerda Republicana)
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A Helena não sabe

Helena Matos, coitadinha, não sabe distinguir:

a) um espaço de debate com vários intervenientes de um espaço de opinião pessoal e sem contraditório;

b) (mais importante) um espaço na televisão por subscrição de um espaço na televisão em canal aberto
(eu dir-lhe-ia para comparar as audiências, mas esses números devem ser muito complicados para a cabecinha dela).

(Filipe Moura, 16/10/2015)


De ! Raio de ministro/s neoliberais !! a 4 de Novembro de 2015 às 14:38
Oxalá chova café!

«Há muitos anos Juan Luís Guerra pedia, numa das suas mais conhecidas canções, que "Ojalá que llueva café", uma forma de pedir aos céus que chovesse café para que os camponeses da República Dominicana não sofressem tanto.

A chuva que caiu em Albufeira no domingo fez cair do céu um ministro, que se chama, segundo se julga saber, Calvão da Silva e que não tem uma voz tão cristalina como Juan Luís Guerra. Azar nosso.
A queda de Calvão, no lugar de um anjo, permitiu perceber que deste novo Governo não se pode esperar muito, para lá de palavras e de uma devoção religiosa nos SEGUROS (ainda agora tomou posse e já se está a fazer a um tachão neste sector ?!!).
Ou seja, os portugueses podem deixar de acreditar no Governo:
ou governam-se por eles ou acreditam nos deuses.
É uma boa forma de um ministro lavar as mãos na chuva como se fosse um Pilatos mundano. (...)

O mais fantástico ainda é um ministro do Estado português atirar as responsabilidades para o divino, para o Deus em que os portugueses acreditam.
Mas este não pode ser uma desculpa para as omissões do Estado nem para a irrelevância da função de ministro da Administração Interna.

Calvão diz:
"Houve uma fúria da natureza que se revoltou. Deus nem sempre é amigo, também acha que de vez em quando nos dá uns períodos de provação."
Para Calvão os portugueses portaram-se mal. E, assim, dos céus, caiu o dilúvio.
E, em forma de raio, um ministro.»

(--Fernando Sobral, via
http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/ 4/11/2015)


De Desgoverno paga a Privados CTT. a 5 de Novembro de 2015 às 09:47
Contribuintes continuam a pagar o aluguer dos carros dos donos dos CTT ?? (privatizados pelo desgoverno de PCoelho/ PPortas)

Mais uma PPP, afinal os CTT continuarão ligados ao dinheiro do estado, mais um parasita.
Paulo Morais denunciou o escândalo:
"Poiares Maduro, ministro em final de mandato, decidiu subsidiar os CTT, agora empresa privada, com cerca de oito milhões para criar balcões de cidadão; para já, oito milhões, é só o começo.
Talvez o devesse ter feito - e nunca fez - quando os CTT eram públicos. Nunca agora que são privados.

Maduro privatizou os CTT a preço de saldo. E no final ainda vem oferecer aos privados adquirentes negócios públicos. O povo paga.
Esta é mais uma PPP disfarçada. Mais uma PPP que deve ser extinta ou anulada num futuro próximo."

O Governo não se coíbe de dar mais um pérola aos novos donos dos CTT: um negócio sem risco.

Agora que são privados os donos dos CTT não querem arriscar, precisam de apoio do dinheiro público, que esse nunca falha,
por isso passam a fazer um serviço público, para assim garantirem entradas certinhas e chorudas de dinheiro/ rendas, pagas pelos contribuintes.

Mas o descaramento não se fica por aqui...

Também antes da privatização, os governantes foram muito generosos com os futuros donos dos CTT. Gastaram muitos milhões de euros, para modernizar os CTT, para os privados não se incomodarem a gastar dinheiro deles, nessas coisas tão caras.
E o mais incrível, é que os nossos governantes, até assinaram contratos de Leasing de 13.288.671,84 € a 06-09-2013, por 4 anos??!!!
Ou seja, durante anos, os donos dos CTT, terão as viaturas pagas por todos nós???

Foi dinheiro a jorrar para os CTT...
20/10/2013 -Desde o início do ano, os CTT – Correios de Portugal já gastaram em bens e serviços o valor global de 24,7 milhões de euros.
Só no aluguer de viaturas foram consumidos 13,2 milhões.
Entre as despesas efectuadas destacam-se os 13,2 milhões que a empresa pagou à SGALD Automotive - Sociedade Geral de Comércio e Aluguer de Bens, pelo aluguer operacional de 822 furgões de mercadorias por um período de quatro anos.
A 10 de Outubro de 2012, os CTT publicaram um contrato com a empresa Locarent, por 8,7 milhões de euros, também por quatro anos, para o fornecimento de 489 furgões de mercadorias.
Em Agosto do ano passado, já tinham assinado outro por 1,6 milhões com a empresa Lease tendo em vista o aluguer operacional de 152 viaturas e prestação de serviços complementares, também por quatro anos. ioline

Pode consultar a tabela, copiada do site do Governo com as despesas dos CTT, no período que antecedeu a privatização.
(seleccionei para que a busca mostrasse apenas valores acima dos 100.000 euros) e podemos constatar que os CTT ficaram muito bem aviados de carros, de computadores e software. As coisas mais caras.

Caso queira ver os detalhes de cada contrato, basta clicar na cruz vermelha que está na última coluna (link).

http://apodrecetuga.blogspot.pt/2015/09/contribuintes-continuam-pagar-o-aluguer.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+NoVotemPensem+(N%C3%A3o+votem+em+corruptos)#.Vjsifyqp3cs
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Privatizações feitas em total Promiscuidade para Favorecer as Elites com os nossos Monopólios em Saldo.
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O advogado-deputado degrada o sistema político, ao transformá-lo num mero escritório de representações empresariais.​

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Paulo Morais mais uma vez goza com o ridículo da impunidade em Portugal, a forma como são tratados os corruptos, afronta a inteligência e a justiça.
Recentemente, assistiu na TV a uma cerimónia onde viu avançar um ex-administrador da SLN (BPN), e ironiza:
"pensei que lhe iam dar umas algemas e fiquei admirado quando vi que era mesmo uma medalha."


ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/12/paulo-morais-escandalizado-em-portugal.html#ixzz3qbnHKdiY

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IMPOSTOS gastos em roubos, corrupção, gestão criminosa, favores e incompetência

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http://apodrecetuga.blogspot.pt --mostra casos de: CORRUPÇÃO, BOYS e TACHOS, CIDADANIA, ...



De Desgoverno'15: Saúde, serv. públicos, .. a 6 de Janeiro de 2015 às 12:18
Da volta à realidade
(-por Sofia Loureiro dos Santos, Defender o Q., 04.01.15)

A crise e o caos nas urgências hospitalares enchem diariamente as páginas dos jornais, como se fossem uma novidade. Pois não são. Todos os anos essa mesma crise repete-se.

Qual é então a novidade e/ ou objectivo destas notícias?
Em primeiro lugar não se percebe a insistência no Hospital Fernando Fonseca (Amadora-Sintra), obviamente e já há muitos anos subdimensionado para a população que serve.
Em segundo lugar, se em cada ano as dificuldades são maiores, isso resulta apenas da cada vez maior redução de recursos
que existe no SNS, humanos e técnicos, o que era espectável perante a
política e desinvestimento acelerado nos serviços públicos, neste caso de saúde, e pela
desagregação e desmantelamento dos equipamentos hospitalares que tem sido o apanágio deste governo.

Ainda há pouco Judite Sousa e Marcelo Rebelo de Sousa teceram considerações sobre o elevadíssimo montante que a ACSS ou a ARSLVT ou o governo estariam dispostos a pagar para que os agiotas dos médicos se dispusessem a acudir às populações.
Repentinamente já se podem contratar 10 médicos, quando durante anos não houve autorização para substituir os que foram saindo dos quadros dos serviços.

A verdade é que a hemorragia de quadros de Portugal para o resto do mundo está a ter as repercussões que se previram. E mais terão.
Além dos baixos salários que o estado pratica, cada vez há menos condições para que se mantenham os serviços com um mínimo de qualidade.
Como há uns dias uma reportagem do Público demonstrava, há médicos de 54 anos a desistirem de lutar em Portugal.

Este é o retrato do país que nos deixa esta especial governação –
envelhecido, triste e desesperançado, com o
número de beneficiários do subsídio de desemprego a diminuir, não porque haja mais emprego, mas
porque o desemprego de longa duração retira até o direito aos apoios cada vez mais escassos.

Acabaram-se as festas – a realidade voltou. E ela é a mesma de 2014.


De Merda desgoverno tb na saúde ! a 7 de Janeiro de 2015 às 10:08
Vá à merda, senhor Secretário de Estado.
(-por Ana Matos Pires. 06.01.15, Jugular)


Isto não é só demagogia e populismo em estado puro, é rebaixolaria e perversidade.
Para além de tudo "esqueceu-se" de referir que parte dos 30 euros/hora pertencem à empresa prestadora do serviço ao ministério da Saúde
e que se existem médicos "alugados" a várias empresas é porque o ministério o permite.
Porquê contratar empresas em vez de médicos directamente?
Por que não regularizar a abertura de concursos médicos de acordo com as necessidades?

O senhor é médico, caramba, tem responsabilidades acrescidas.

Adenda1: Comentário, esclarecedor, que o Pedro Morgado deixou ali na caixa. O Secretário de Estado da Saúde MENTE descaradamente nesta entrevista. Convém esclarecer que:

(1) é uma opção do governo PSD/CDS contratar empresas privadas intermediárias que cobram 30€/hora para entregar uma parte desse valor aos médicos;

(2) é uma opção do governo PSD/CDS não contratar directamente médicos para assegurar estes serviços a quem poderia pagar 15,84 € respeitando o acordo feito em 2012;

(3) é responsabilidade do governo PSD/CDS que os serviços de saúde públicos estejam em ruptura total com as consequências que se sabe, nomeadamente a perda de vidas;

(4) a campanha que o governo PSD/CDS dirige contra os médicos é vergonhosa e indigna. Está literalmente na nossa mão MUDAR.

Adenda 2: Tal como já aqui tinha previsto, o problema (de escandalosos de picos de utentes e exageradas e perigosas esperas no acesso a tratamento hospitar) é generalizado.

Adenda 3: A posição de Marta Temido, presidente da Associação dos Administradores Hospitalares.


De "Reformas estruturais" escravizadoras a 27 de Novembro de 2014 às 18:02

Da série "reformas estruturais" (malabarice, disse ele)

(-por mariana pessoa, 27/11/2014, http://365forte.blogs.sapo.pt/da-serie-reformas-estruturais-284319 )


"Escolas, centros de saúde, câmaras, juntas de freguesia, Segurança Social e até a ACT recorrem a desempregados para assegurar postos de trabalho considerados «essenciais».
O Provedor fala em abusos «flagrantes» na Administração Pública e admite «nova forma de precariedade laboral».

(...)

Quem entra nestes programas promovidos pelo IEFP não ganha um salário, mas uma bolsa mensal de 84 euros (mais subsídios de transporte e de alimentação).
Na prática, diz o provedor, «é criada uma situação de trabalho sem garantias e sem direitos» quando, «na verdade, estes desempenham atividades laborais sem que seja reconhecido o estatuto de trabalhador».

(...)

Pelo simbolismo, o ofício dá particular destaque ao caso da ACT onde existem 45 pessoas colocadas através dos contratos emprego-inserção, assinados com o IEFP.
Desempregados que a ACT assume, em instruções internas, citadas pelo ofício, que têm actividades «caracterizadoras» de «postos de trabalho» e «essenciais às atribuições» desta entidade pública que «tem por missão» fiscalizar e promover «a melhoria das condições de trabalho».

In TSF 27.11.2014


De "Donos Disto Tudo", não vão presos. a 23 de Outubro de 2014 às 12:10
Se deviam estar todos presos – e a maioria dos portugueses pensa que sim – porque é que não estão?
(Resposta no fim)

Deviam estar todos presos
(-por Nicolau Santos, "Keynesiano, graças a Deus")

Até agora considerava-se que, entre todos os bancos portugueses que tiveram problemas, só o BPN era verdadeiramente um caso de polícia. Mas à medida que se conhecem mais pormenores sobre o que se passou nos últimos meses no BES cada vez temos mais a certeza que estamos perante um segundo caso de polícia. Daí a pergunta: porque é que não estão todos presos?

Se não, vejamos. Depois de ter sido proibido pelo Banco de Portugal de continuar a conceder novos créditos ao Grupo Espírito Santo a partir de Janeiro deste ano, o BES continuou a fazê-lo - e, segundo as indicações, fê-lo no montante de 1,2 mil milhões de euros. E das duas uma: ou fê-lo com conhecimento de toda a administração, que sabia da proibição do Banco de Portugal; ou fê-lo por decisão de apenas duas pessoas - Ricardo Salgado e Amílcar Morais Pires.

No primeiro caso, todos deviam estar já presos; no segundo, os dois deviam estar detidos. Para além de desobedecerem ao banco central, lesaram gravemente o património do banco, sabendo conscientemente que o estavam a fazer.

Quanto aos outros membros do conselho de administração, se não foram coniventes, foram pelo menos incompetentes. Tinham responsabilidades em várias áreas de controlo da actividade do banco e ou não deram por nada ou, se deram, não fizeram nada. Por isso, fez muito bem o Banco de Portugal em afastar Joaquim Goes, António Souto e Rui Silveira.

Mas e a Tranquilidade? A Tranquilidade que também continuou a investir em empresas do GES este ano sabendo do estado em que se encontravam? O presidente executivo Pedro Brito e Cunha, que é primo de Ricardo Salgado, tomou essas decisões com base em quê? Na relação familiar, como é óbvio. Devia estar detido igualmente.

Lesou gravemente e de forma consciente o património da seguradora. E Rui Leão Martinho, o presidente não executivo da Tranquilidade e ex-presidente do Instituto de Seguros de Portugal, não sabia de nada?

De novo, das duas uma: ou é incompetente ou foi conivente. Em qualquer caso, já se devia ter demitido ou ter sido demitido. Mas a verdade é que o Instituto de Seguros de Portugal parece estar perdido em combate. O presidente José Almaça não tem nada para dizer? Não tem nada para fazer?

Já agora, António Souto, que o BdP suspendeu da administração do BES é membro do conselho de administração da Tranquilidade. Vai continuar neste cargo? E Rui Silveira, igualmente afastado da administração do BES, é do conselho fiscal da Tranquilidade. Também se vai manter na seguradora?

Por tudo isto se vê o polvo em que se tornou o GES, tendo no seu centro o BES. Nem todos têm as mesmas responsabilidades. Mas há vários dos seus dirigentes que já deviam estar detidos e sem direito a caução pelos danos que estão a causar a muitos dos que neles País confiaram e ao próprio País.

Então, a pergunta é:

- Porque é que não estão todos presos?
E a resposta, óbvia, só pode ser:

- Porque eles são, de facto, «o POLVO nacional», os DONOS DISTO TUDO :
das leis, da Justiça, dos governos, do parlamento. E, por consequência, de todos nós.

Não ouviram, na passada terça-feira, na Assembleia da República, a propósito destruição da PT devido ao caso BES – e às opções dos seus gurus – Pedro Passos Coelho dizer que não é nada com ele? Mesmo que o país perca milhões com isso, nacionalizar está fora de questão? Só se podem nacionalizar os prejuízos, não é verdade?!

E tu deixas…?


De Arruinar a Admin. Pública., deliberadame a 17 de Novembro de 2014 às 12:46
A degradação do Estado

Os directores do IGFEJ que enviaram um relatório à ministra, dizendo que havia indícios de crime e dias depois, em sede de inquérito disseram ao Ministério Público exactamente o contrário, são meros protagonistas de um caso que espelha de forma eloquente a degradação da Administração Pública.

É verdade que essa degradação começou ainda no tempo de Sócrates mas, com a entrada em funções deste governo. o processo acelerou de forma significativa.

Não foi apenas a redução de salários, o corte nos subsídios e as constantes ameaças de despedimento mascaradas com a Mobilidade Especial que contribuíram para a desmotivação.

Foi, principalmente, a perseguição aos funcionários públicos, a desvalorização do seu trabalho e a partidarização da AP.

Este governo contratou para dirigentes de alguns organismos gente sem qualquer conhecimento da AP cujo único objectivo era destruir a máquina do Estado. Muitos deles eram jornalistas que andaram a fazer fretes a Passos Coelho durante a campanha eleitoral e, de um dia para o outro se viram investidos em tarefas para as quais não tinham apetência nem qualidade técnica. Limitam-se, por isso, a obedecer a ordens que vêm dos gabinetes, não tomando iniciativas ou, quando o fazem, é em sentido contrário ao interesse dos serviços e da população que servem.

Serviços públicos dirigidos a partir dos gabinetes ministeriais, também eles completamente fora da realidade, só pode dar asneira.

Os directores do IGFEJ quiseram proteger a ministra e fizeram borrada. Deviam ser demitidos imediatamente, porque está provado que ou mentiram no relatório, ou no inquérito da PGR. É gravíssimo, mas a ministra mantém-nos no lugar porque lhes deve um favor. É assim que estamos. Ninguém se demite neste caso escabroso, porque se estão a proteger uns aos outros, já que sabem que não há inocentes.

Não acredito que este seja caso único. É, apenas, o mais mediático. Este governo destruiu a AP e, admito, nem sequer foi apenas por incompetência das pessoas que escolheu para determinados cargos.Estamos perante um processo deliberado de destruição da máquina do Estado. No mínimo, irresponsável.

Hoje, ninguém entra para o Estado para defender a camisola. Usa o Estado como encosto ou trampolim político. Os portugueses mereciam um bocadinho mais de respeito.

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-por C.B.Oliveira, 13//11/2014,
http://cronicasdorochedo.blogspot.pt/2014/11/a-degradacao-do-estado.html#comment-form


De Justiça: desaparece, prescreve, não prov a 2 de Dezembro de 2014 às 10:36
CITIUS - agora descobriu-se que ninguém sabe onde está o arquivo dos tribunais extintos

O Citius volta a dar que falar. Agora verifica-se, passados mais de 3 meses a tentarem pôr ordem no caos instalado no ministério da Justiça, que processos findos dos tribunais que foram extintos não transitaram para a nova plataforma informática criando situações como a de descontrolo de cumprimento de sentenças.

A ministra da Justiça não só não se demitiu como tentou sem vergonha atirar responsabilidades próprias para cima de dois subordinados seus.

A ministra Paula Teixeira da Cruz também não foi demitida por Passos Coelho o que está perfeitamente de acordo com o que se pode esperar de um 1ºM que é nem mais nem menos que o antigo gerente da Tecnoforma.

Nesta empresa Passos Coelho geria projectos de formação de técnicos municipais de aeroportos que não existiam, com subsídios europeus facultados pelo seu amigo e facilitador, Miguel Relvas, então Secretário de Estado da Administração Local do governo de Durão Barroso.

O carácter e honorabilidade do antigo gerente da Tecnoforma também pode ser aquilatado quando, agora como 1ºM, começou por afirmar, enquanto não urdia uma escapatória, que não se lembrava se ganhava ou não 5000 € por mês, quando deputado em exclusividade de funções, na qualidade de presidente do Centro Português para a Cooperação. Quer isto dizer que não se lembrava se tinha cometido a fraude, enquanto deputado, de declarar dedicação exclusiva com as respetivas compensações, ao mesmo tempo que trabalhava e ganhava 5000 euros por mês numa atividade aliás indigna, a de sugar apoios europeus para a Tecnoforma que legalmente não os poderia ter, apresentados como se fossem para uma ONG, uma falsa ONG.

Sobre as sequelas do caos na Justiça, relacionadas com o Citius, da (i)responsabilidade da ministra PTC ver aqui "Ninguém sabe onde está o arquivo dos tribunais extintos" no Jornal de Notícias link que encontrei no blog Câmara Corporativa.

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Etiquetas: Centro Português para a Cooperação., Citius Paula Teixeira da Cruz, Passos Coelho, Tenoforma
# por Raimundo Pedro Narciso, PuxaPalavra, 1/12/2014


De "polvo PSD-..." saqueia portugueses! a 23 de Outubro de 2014 às 11:57

Portugueses:
continuem a votar neles, os "barões" do PPD/ PSD... mas depois não se queixem...


José Luis Arnaut (JLA), ex-deputado e ex-ministro do PSD, defendeu a Privatização da ANA (aeroportos) e dos CTT (correios e 'banco postal'). JLA é sócio-gerente da firma de advogados CMS Rui Pena & Arnaut, que assessorou a privatização da ANA, vendida à VINCI (Fr.) e dos CTT, vendidos parcialmente à Goldman Sachs (o banco e corretora trafulha-burlão internacional).
Após as privatizações, JLA entrou para os quadros da Vinci e da GolmanSachs. !!

PALAVRAS PARA QUÊ ?! O ARTISTA É PORTUGUÊS !
(e do PSD-centrão de interesses que saqueia o Estado e as famílias portuguesas). !!

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SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA. Assaltada pelo 'polvo santanista' !!

A pouca vergonha continua

Sobre isto nem uma pergunta na entrevista-frete que passou na Antena 1, na última sexta-feira ao putativo candidato a sucessor do atual inquilino do Palácio de Belém!...

Lugares-chave da Misericórdia são ocupados por militantes de PSD e CDS
Fazer as contas é tarefa impossível, porque a instituição não fornece os dados mínimos. Mas os elementos disponíveis
indiciam que a dependência partidária da Santa Casa se tem vindo a agravar. Daí os Milhões de prejuízos da Misericórdia!
Transparência
José António Cerejo, Jornal Público, de 06/8/014

“Os serviços (da Casa Santa?!) da Misericórdia de Lisboa são controlados em grande parte, desde a posse de Santana Lopes, em Setembro de 2011, por pessoas próximas do provedor e dos membros da sua equipa, muitas delas com ligações directas ao PSD e ao CDS.
Não se trata propriamente de uma novidade, visto que a SCML é gerida há muito, tanto pelo PSD, como pelo CDS e pelo PS, numa lógica partidária.
Actualmente, porém, e tanto quanto é possível avaliar, esta lógica ganhou peso dentro da instituição.
A mesa, composta pelo provedor, vice-provedor e três vogais, é, por via dos estatutos, nomeada pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Segurança Social.
Daí para baixo, as fidelidades políticas e pessoais destacam-se tradicionalmente entre os critérios de nomeação e contratação dos quadros e dirigentes.
Traçar um retrato rigoroso da distribuição de poder em função dessas filiações não é, todavia, tarefa fácil.
Desde logo porque não há informação disponível e suficiente sobre quem faz o quê ao nível das chefias e direcções da instituição. Tanto mais que, entre 2012 e 2013, o número dos seus dirigentes cresceu 23%, passando de 190 para 233.
O PÚBLICO pediu nos últimos meses informação detalhada sobre o assunto — atendendo a que a SCML, ao contrário das restantes misericórdias do país, é tutelada pelo Estado —, mas não obteve resposta. Numa primeira fase, foi remetido para o site da instituição, onde apenas apareciam os nomes de parte dos dirigentes de topo, embora alguns deles não correspondessem a quem estava em funções. Recentemente, o site foi actualizado, mas continuam a não constar do mesmo os nomes dos dirigentes intermédios.
E, mesmo entre os directores e subdirectores, há muitos que lá não estão, como os do Departamento de Jogos, da direcção de aprovisionamento e da direcção dos assuntos jurídicos.
Em todo o caso, a consulta do site e outros dados recolhidos indiciam que a situação se agravou em relação ao mandato anterior, em que o provedor era o socialista Rui Cunha.
Começando pela mesa, além de Santana Lopes, dois dos seus vogais são membros importantes do PSD: Helena Lopes da Costa, ex-deputada e ex-vereadora da Câmara de Lisboa, quando Santana era presidente; e Paulo Calado, ex-vereador em Setúbal e sócio da sociedade de advogados Global Lawyers, criada por Santana Lopes.
No lugar de vice-provedor está Paes Afonso, um destacado militante do CDS que já integrou os seus órgãos nacionais. No tempo de Rui Cunha, para lá dele próprio, não havia outros socialistas de relevo na cúpula da Misericórdia.
Por outro lado, em lugares-chave encontram-se agora...


De "polvo PSD-CDS- soc.Advogados-negociatas a 23 de Outubro de 2014 às 12:00
...
...Por outro lado, em lugares-chave encontram-se agora pessoas como Helena do Canto Lucas, directora de Gestão Imobiliária, Irene Nunes Barata, directora de Aprovisionamento, e Teresa Paradela, subdirectora do Património, todas muito próximas do provedor. A primeira entrou como jurista para a EPUL no mandato de Santana Lopes na Câmara de Lisboae, em Setembro passado, integrou a lista do PSD à Câmara da Figueira da Foz, da qual Santana foi presidente entre 1998 e 2002. É casada com um advogado que partilhou com ela e com Santana Lopes um escritório em Lisboa, além de ser sócio deste na imobiliária Espaço Castilho.
A segunda foi directora do Departamento de Apoio à Presidência da Câmara de Lisboa no mandato de Santana. A terceira, além de arquitecta do quadro da câmara da capital, tem sido candidata a vários órgãos autárquicos em listas do PSD.
Entre os nomes conhecidos como próximos do provedor está também Lídio Lopes, antigo vice-presidente da Câmara da Figueira e até há pouco líder histórico da concelhia local do PSD, que ocupa as funções de subdirector do Departamento de Qualidade e Inovação.
Em postos chave aparece igualmente Anabela Sancho, directora Operacional do Departamento de Jogos, que é casada com o antigo ministro do Turismo e dirigente do CDS Telmo Correia, o do Escândalo do Casino-Estoril-Sol.
Também a mulher do deputado centrista João Gonçalves Pereira, Joana Lacerda, desempenha funções na direcção de Aprovisionamento.
Ainda do lado do CDS encontra-se o nome de João Duarte Gomes, presidente da concelhia de Torres Vedras, que surge frequentemente como testemunha dos contratos celebrados com fornecedores pela directora de aprovisionamento.
Por outro lado, na direcção do Gabinete de Auditoria Interna está Maria de São José Louro, uma advogada muito ligada ao vice-provedor Paes Afonso, com o qual partilha as quotas da empresa de consultoria Think Global.
Muito notada foi também a entrada para a SCML de Eduarda Napoleão, uma antiga vereadora da Câmara de Lisboa, que veio com Santana da Câmara da Figueira da Foz. Depois de uma breve passagem pela instituição, entrou no Fundbox, uma sociedade gestora de fundos imobiliários, onde é responsável pela reabilitação urbana e em cujo capital a Misericórdia tem uma pequena participação.
Entre outros, o Fundbox gere o fundo Santa Casa 2004, onde está uma parte do património imobiliário da instituição.
Entre os administradores não executivos do Fundbox esteve, desde 2006 até Janeiro deste ano, Ricardo Amantes, um gestor que foi substituído no lugar de director de gestão imobiliária e património por Helena do Canto Lucas. Logo a seguir, assumiu as funções de director da Coporgest, uma imobiliária participada pelo Grupo Espírito Santo, que tem o antigo líder do PSD Marques Mendes como administrador, e que em 2012 fez uma importante permuta de edifícios com a Santa Casa.

Comunicação para cenários de crise
LPM e Cunha Vaz trabalham para a Santa Casa
A SCML tem contratos com as duas mais importantes empresas de comunicação do país: a LPM e a Cunha Vaz & Associados, apesar de a Misericórdia de Lisboa possuir a sua própria direcção de Comunicação e Marketing com vários assessores de comunicação.
Com a LPM, a Santa Casa já celebrou desde o final de 2012 três contratos de assessoria de comunicação, um dos quais ainda em vigor, no valor total de 252.000 € (cerca de 10.000 por mês).
Justificação: ausência de recursos próprios. Um desses contratos foi assinado em Novembro de 2012, por ajuste directo como os outros, tem um valor de 126.000 € e foi adjudicado ao abrigo de uma norma legal que não permite ajustes directos superiores a 75.000 euros.
No caso da Cunha Vaz, foi outorgado, também por ajuste directo e por ausência de recursos próprios, um contrato de 22.050 € em Janeiro deste ano. O contrato refere que o seu objecto principal consiste,
entre outras coisas, em “elevar os níveis de influência junto de um conjunto de jornalistas estratégicos para o Departamento de Jogos (DJ)”; criar através de “uma relação de proximidade com os órgãos de comunicação social (...) barreiras a cenários de crise”; e “permitir notícias focadas nos interesses do DJ e da SCML”. Apesar de este contrato se referir expressamente ao DJ, a Cunha Vaz trabalha diretamente com o provedor. Este conta ...


De Corrupção + Nepotismo + Ladrões+... a 24 de Outubro de 2014 às 18:30
A aritmética de um país corrompido

Somem os administradores não executivos das centenas de empresas do universo do GES ligados à política,
os múltiplos FAVORES desde o emprego para o filho do alto dirigente do Estado,
do senhor magistrado ou do governante,
o crédito facilitado à filha do político,
a bolsa para o filho promissor do deputado e muitos outros grandes, médios e pequenos favores.

Somem os mesmos favores concedidos pela generalidade dos bancos,
das empresas petrolíferas, das empresas do negócio da electricidade e gásnatural,
das cimenteiras, das empresas de telecomunicações,
das empresas proprietárias de escolas de ensino privado,
do universo de empresas que precisam de favores do Estado,
FAVORES que envolvem fixação de preços (cartelização disfarçada), concessão de subsídios (e isenções), exigências ambientais, avaliações de qualidade, etc., etc..

Somem as despesas com FUNDAÇÕES muito bem intencionadas que organizam seminários, que pagam a autores para escreverem livros, que organizam viajens, que pagam bolsas a filhos de amigos.

Somem os altos patrocínios dados pelas empresas atrás referidas a eventos organizados por instituições como os sindicatos de magistrados.

Somem os orçamentos publicitários geradores de receitas para as empresas de comunicação social que pela pena dos seus articulistas podem INFLUENCIAR a opinião pública,
acrescentem as viagens pagas, os cabazes de Natal, as prendas dadas a diversos títulos.
Somem o orçamento das grandes empresas para PRENDAS de Natal, prendas de aniversário, oferta de viagens e de obras de arte.

Agora verifiquem entre as personalidades públicas que influenciam a opinião pública como COMENTADORES, que detêm altos cargos da Administração Pública, que exercem cargos nas magistraturas ou como políticos
e excluam os que nada receberam.

Quantas das personalidades que diariamente nos aparecem nos ecrãs das televisões não BENEFICIAM deste imenso bolo de CORRUPÇÃO ?
Quantos podem dizer que nunca receberam nada a título de favor da imensidão de empresas que se alimentam das facilidades dadas pelo Estado?
Quantos podem dizer que nunca foram comprados?

Quanto do LUXO dos nosso políticos, quantas das VIAGENS de férias ao Brasil, quanto dos CARROS de alta cilindrada que vemos em Lisboa, quantas das vivendas e apartamentos de FÉRIAS,
quanta da boa vida não é paga o facilitada por esta imensa pirâmide de corrupção
que envolve uma boa parte da elite do país
que ao longo de décadas foi instalando um imenso esquema de corrupção, de compadrios e cumplicidades e de favores?

Ai se o Ricardo Salgado falasse! Enfim, o Ricardo Salgado, o Jardim Gonçalves, o Oliveira e Costa e muitos outros.
Talvez os portugueses percebessem o que impede o país de se desenvolver
e ficariam a saber o grande LOGRO que tem sido uma AUSTERIDADE que apenas visa criar um balão de oxigénio para que este esquema sobreviva durante mais alguns anos.
------------
"Portugal não é pobre, tem é grandes ladrões a mais".
-----------
Sempre existiu em Portugal, desde tempos recuados, esta fauna de gente que não olha a meios para atingir os seus fins,
pouco lhes importando que para chegar onde pretendem tenham de destruir um país, a sua economia e grande parte da população.
Apenas contam os seus interesses.

temos toda a panóplia de políticas devastadoramente erradas a que nos submeteram, tendo as mesmas atingido os fins contrários aos que nos eram anunciados por este iluminados que nos prometiam governar para o bem comum.

Alguns exemplos dão-nos uma pálida ideia do fracasso desta governação:

A dívida externa aumentou, o desemprego, apesar da percentagem apontada, na realidade é assustadoramente superior,
as exportações continuam com números anémicos,
o orçamento do estado não passa de uma manta de retalhos, onde a rúbrica do IRS é a confusão que todos nós sabemos, surgindo a todo o momento uma novidade, o que nos dá a ideia da anarquia existente neste OE.

Na governação propriamente dita o CAOS está instalado, quer na educação, na justiça e na articulação dos vários ministérios,
onde cada um trata da sua agenda própria esquecendo-se que governar em coligação é trabalhar em grupo.
Tudo isto é o sinal de que a hecatombe está instalada.


De Destruir Portugal e os cidadãos. a 17 de Outubro de 2014 às 14:58
Destruir a PT, destruir Portugal
Por Ana Gomes , 14/10/2014

Sentimo-nos atordoados, nos últimos dias, com a destruição de valor e da autonomia estratégica que a empresa Portugal Telecom representava para a nossa economia e para a afirmação do país nos espaços lusófono e global.
Mas o começo da derrocada da PT não é de agora: viu-se já quando os seus administradores se prestaram a caucionar jogadas de baixa política, como a tentativa atribuída a Sócrates de controlar politicamente a TVI e subsequente escandalosa isenção de imposto pela venda da VIVO em finais de 2010.
Recente é a constatação pública de que, afinal, quem MANDAVA na PT era o GES/BES: com a derrocada do Grupo ficou a perceber-se que a PT estava ao serviço e era comandada pelo bando que montara a associação criminosa em que se convertera a Espírito Santo/Rioforte.
Agora que Granadeiro já bazou, Zeinal Bava baza com uma indemnização milionária e os 12.000 empregados da PT tremem, realizando que a empresa parece, de facto, uma "OI Portugal" e está prestes a ser vendida a patacos a um grupo FINANCEIRO desconhecido, multiplicam-se apelos lancinantes ao Governo que abdicou da "golden share", para que intervenha e use o controlo que ainda tem ao seu alcance, via Novo Banco, para impedir a venda da PT.
Mas isto é o mesmo que pedir à raposa que não pilhe galinhas do galinheiro que foi aberto a seu jeito!

Pois, não foi Pedro Passos Coelho que assumiu querer pôr mãos "no pote", ou seja no ESTADO, justamente para o DESMANTELAR, para destroçar tudo o que dependa de controlo do Estado? Pois não é precisamente isso que vem fazendo o Governo há 3 anos, com a desculpa da Troika, atacando os FUNCIONÁRIOS públicos, subcontratando a escritórios de ADVOGADOS e consultores o que deveria ser acautelado como interesses do Estado, PRIVATIZANDO tudo o que é rentável, por mais estratégico que seja para a segurança e a competitividade nacionais - da EDP e REN à ANA, aos CTT, à EGF, aos ENVC? Não é este Governo que ainda não desistiu de privatizar a TAP, as Águas de Portugal e que não desiste de fazer rebentar ou esvaziar a RTP/RDP e a CGD?
Pois, não veio há dias o PM dar o dito por não dito e admitir que, se a venda do Novo Banco não cobrir o empréstimo do Fundo de Resolução bancário, lá terá a CGD de suportar perdas proporcionalmente, além da factura que irá direitinha para os contribuintes?
Convém lembrar que há semanas Min.das Finanças e PM mentiram aos portugueses, ao afiançarem que a solução "fundo de resolução" se justificava por não ter encargos para os contribuintes e ao encenarem a farsa de que a intervenção no BES, via fundo de resolução, fora imposta pela C.Europeia. Ao mesmo tempo que o Governo legislava secretamente, em preparação daquela intervenção, e deixava escapar informação interna para certos PRIVILEGIADOS que venderam de sopetão as suas participações no BES antes da derrocada, PM e Ministra - em coro o Gov. do BdP e pelo PR- encorajavam outros investidores a participarem no último aumento de capital do BES, assegurando que o banco estava sólido...
Este Governo dissuade qualquer investidor estrangeiro sério de vir investir num país onde a JUSTIÇA está em "estado de Citius". Esfalfa-se a por em pé de guerra a ESCOLA PÚBLICA. Encoraja o sentimento de IMPUNIDADE da associação de malfeitores que dirigia o GES/BES - que outra leitura pode ter aquele jantar do PM no Algarve com José M.Ricciardi? BES/GES por detrás da maioria dos NEGÓCIOS RUINOSOS para o ESTADO feitos na ultimas décadas e que este Governo encobriu e prosseguiu. Porquê esperar que mexa um dedo para salvar a PT?
Há quem acorra a explicar que o Governo nada pode fazer para suprir problemas estruturais do capitalismo português, que não tem suficiente capital. BRANQUEIA-se assim, miseravelmente, a RESPONSABILIDADE de sucessivos governos - e deste, em particular - CÚMPLICES na fuga organizada, legal e ilegal, de capital para paraísos fiscais, enquanto são brutalmente sobrecarregados com impostos aqueles que efectivamente os pagam. Os famigerados RERTs - Regimes Especiais de Regularização Tributária- foram versões, refinadas na perversão, deste criminoso mecanismo para descapitalizar a nossa economia....
... Um dia destes acordamos com a Torre de Belém e o Mosteiro dos Jerónimos em basta pública!...


De Fisco, isenções às SGPS,fundações e pobr a 17 de Outubro de 2014 às 16:08
O problema eram as fundações

( por josé simões, http://derterrorist.blogs.sapo.pt/ 16/10/2014)


Uma das soluções para moralizar e disciplinar as contas do Estado e acabar de vez com a rebaldaria despesista socialista passava por fechar a torneira do erário público às fundações. E não digam que não porque ainda nos lembramos bem.

«As contas do Estado deixam de fora mais de mil milhões em benefícios fiscais, cerca de metade das despesas fiscais.

Só em benefícios fiscais atribuídos a Sociedades Gestoras de Participações Sociais, as SGPS, o Estado deixou de arrecadar, em 2012, 1.045 milhões de euros.
Um valor que sozinho já ultrapassa todas as despesas fiscais inscritas nesse ano na Conta Geral do Estado, que somaram apenas 1.030 milhões de euros.

Há milhões de euros em benefícios omitidos, atribuídos por reinvestimento, prejuízos fiscais, regime especial de tributação de sociedades ou até residentes não habituais em território português, entre outros exemplos.

A despesa fiscal em IRC, IVA e Imposto de Selo está subavaliada. Em imposto único de circulação não está sequer quantificada [...]»

---- http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=24&did=165425

--------------
Mais pobres e a ganhar menos do que em 1974.

Um em cada quatro portugueses está em risco de pobreza e quem recebe o salário mínimo ganha menos 12 euros do que em 1974, descontando a inflação, segundo os últimos dados divulgados pela base de dados Pordata.

Portugal era, em 2011, o nono país da União Europeia com uma taxa de risco de pobreza mais elevada. No ano passado, havia 360 mil pessoas a receber o Rendimento Social de Inserção, quase metade delas com menos de 25 anos.

De acordo com a Pordata, o país é o sexto da União Europeia com maiores desigualdades de rendimentos.

Outros números, do Instituto Nacional de Estatística, indicam que 29,3 por cento da população infantil encontrava-se, no ano passado, em privação material, ou seja, sem acesso a três bens de uma lista de nove considerados importantes,

São os números que indicam que o risco de pobreza das famílias com crianças dependentes se tem vindo a agravar, tal como se tem agravado a taxa de intensidade de pobreza, e a diferença entre Portugal e a média da União Europeia.

No dia em que se assinala o Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza, a organização não-governamental Oikos lembra também que mais de mil milhões de pessoas passam fome em todo o mundo e há 200 milhões de desempregados.
---- http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=165607


De Banco Alimentar FRACOS Jonet a 4 de Novembro de 2015 às 11:26
Os fracos, os mais fracos e os mais fracos dos mais fracos
(- Aventar, 4/11/2015 por António Fernando Nabais)

O Estado Social, segundo Isabel Jonet (pres. do Banco Alimentar contra a fome), deve limitar-se a ajudar os mais fracos dos mais fracos. O Estado Social não deve, portanto, ajudar os que são apenas fracos, porque os fracos, no fundo, são fortes e fortes do pior tipo. O fraco é um forte que se limita a fazer força para parecer fraco. Não é por acaso que dos fracos não reza a História: não porque não sejam fortes, mas porque não são suficientemente fracos. Para Isabel Jonet, fraqueza é algo que se resolve com um copo de água e açúcar.

E os mais fracos? Não deveria o Estado Social ajudá-los? Os mais fracos são só fraquinhos, gente tão desprezível que é olhada de lado pelos fracos. Cálculos recentes permitem, aliás, saber que um fraco terá a força de dez mais fracos.

Os mais fracos terão, todavia, força suficiente para, pelo menos, pedir esmola, o que isenta o Estado Social do dever de os ajudar. Se os mais fracos, aliás, tiverem deficiências físicas, Isabel Jonet poderá, até, dizer-lhes: “Vá lá pedir esmola, que tem muito mau corpo para isso!” Não há, afinal, como uma boa chaga para que o mais fraco não vá chagar o Estado Social.

Sobram, então, os mais fracos dos mais fracos. Espero que, a bem da seriedade, sejam obrigados a apresentar atestados de fraqueza extrema. O candidato a esta condição deverá reunir uma série de requisitos mínimos. Está acamado e impossibilitado de se movimentar? Terá direito a ajuda do Estado Social, desde que comprove que não tem ninguém que possa ajudá-lo (caso contrário, passará à categoria de “mais fraco”). Não consegue alimentar-se sozinho? O Estado Social irá entregar-lhe uma sopa diária no passeio em que reside (se pernoitar, uma vez que seja, debaixo de um tecto, será inscrito como “mais fraco”). Respira com dificuldade e quase não tem pulso? Venha de lá o Estado Social!

A grande vantagem do mundo criado por Isabel Jonet consiste, ainda, no facto de que o Estado Social precisará de pouquíssimos funcionários, bastando um pequeno contingente de coveiros. Os fracos e os mais fracos, como é evidente, serão obrigados a cavar a própria sepultura.
-----------
E.Biribó:
Jonéte disse:
“O Estado deve confiar às IPSS os cuidados, até porque estas estão mais próximas.
Mas não deve meter-se de mais, para coisas para as quais não tem vocação.
O papel do Estado deve limitar-se exclusivamente à garantia desses direitos, a assegurar que a gestão é correta e a satisfação das necessidades está assegurada.”

Na verdade Madame Jonéte queria dizer: o estado deve assegurar o(s tachos e o) LUCRO das IPSS (Instituições particulares de solidariedade social.),
não se meter mais no assunto, e permitir a essas IPSS escolher os seus “clientes” mais endinheirados.

Entretanto os “pobrezinhos”, esses que se lixem, e os menos pobres que os sustentem com donativos e bancos alimentares e afins.

Madame La Patrone Jonéte fazendo uso de todos os mecanismos de MANIPULAÇÂO existentes, nada fez contra a probreza.
(antes ajuda a Mantê-la e a manter o seu tacho de presidenta da caridadezinha e voluntariado...)

---------------
AnaA:
Excelente texto!
A maior fraqueza do ser humano reside na sua pobreza de espírito.
No mundo desta “benemérita” para que serve a organização social?
Não será para que a dignidade humana, apesar de tudo, não seja destruída?!
Ou é só para “amparar” os mais desgraçados que foram pisados pelo caminho, na voragem das turbas pelo seu lugar ao sol?!
Para isso, já existe um tipo de regime:
a Lei da Selva, onde os mais fracos serão inexoravelmente destruídos e assim deixarão de poluir o ambiente, que tanto incómodo traz!


De Proxenetas-vampiros ? do Estado e trabal a 24 de Outubro de 2014 às 16:54
Isto não é liberalismo, é proxenetismo…

(24/10/2014 por António de Almeida, Aventar)

É o que me ocorre dizer a propósito deste post.
Se o Hospital necessita contratar a mão de obra dos enfermeiros e está disposto a pagar 1200 Euros por 40 horas de trabalho semanais, não precisa contratar INTERMEDIÁRIOS.
Abre contratação e resolve o assunto.
Caso a necessidade não seja permanente, existem soluções previstas na legislação, como a prestação de serviços.
E provavelmente ainda reduzirá custos, pois se existem profissionais dispostos a trabalhar por 510 Euros, seguramente poderiam ser contratados abaixo dos 1200 Euros com ganhos reais para todas as partes, eliminando o intermediário.
Nem vou entrar na discussão do valor, 510, 1200, poderia ser outra função e estarmos a falar de 5000, aqui importa sobretudo discutir o princípio.

Este tipo de concursos é propício ao favorecimento de CLIENTELAS e DESPERDÍCIO de dinheiro PÚBLICO.
Se averiguarmos bem estas empresas, acabamos por descobrir que pertencem a algum amigo do político X ou Y, têm ao seu serviço colaboradores ligados aos partidos…
Isto nada tem a ver com liberalismo ou capitalismo, isto é outra coisa, bem mais feia de adjectivar!

----------

"Empreendedorismo" é enfermeiros receberem 3,1 euros por hora

(23/10/2014 por António Fernando Nabais ,Aventar)

Segundo o Diário de Notícias, o Centro Hospitalar do Médio Tejo entrega à empresa Sucesso 24 Horas 1200 euros mensais por cada enfermeiro colocado pela dita empresa.
No referido centro hospitalar, estão a trabalhar oito enfermeiros contratados nessas condições.

Os enfermeiros, para receberem 510 euros mensais (que a Sucesso 24 Horas tira dos 1200 que recebe), têm de trabalhar 40 horas por semana.

É uma história edificante:
um hospital precisa de enfermeiros. Como, por alguma razão, não os pode contratar, paga 1200 euros a uma empresa para fazer aquilo que o hospital não pode fazer.
Por razões fáceis de entender, há enfermeiros dispostos a receber 510 euros para trabalhar 40 horas por semana.

Contas feitas, o Estado gasta 1200 euros por cada enfermeiro e os enfermeiros, profissionais altamente diferenciados, recebem muito abaixo da tabela.
A Sucesso 24 Horas ganha 690 euros por cada enfermeiro que consegue contratar para trabalhar por um valor próximo do ordenado mínimo.
Convém não esquecer que a Sucesso 24 Horas é uma empresa especializada em prestação de serviços na área da saúde. (e de TRABALHO TEMPORÁRIO )

Não faltará quem diga que sempre estão melhores do que as enfermeiras que trabalhavam a troco de comida.

Aí está o empreendedorismo em todo o seu esplendor.
É claro que estes enfermeiros não fazem greve:
deve ser porque não sentem a mínima revolta.


De Cláudia Fonseca a 16 de Outubro de 2014 às 17:02
Caro bloguer,

o meu nome é Cláudia e sou colaboradora do PINN (Portuguese Independent News Network). Sou a pessoa responsável pela rubrica de blogues, culinária e Your Style.
É nessa perspectiva que gostava de convidá-lo a fazer parte do nosso grupo de bloguers que, se fizer uma visita à nossa página, irá reparar que é já bastante numeroso diversificado.
http://portugueseindependentnews.com/category/mercado-de-ideias/

Gostaria de realçar que esta é uma parceria amigável, ou seja, termina quando uma ou ambas as partes assim o entenderem.

Nesta rubrica é oferecido aos bloguers a possibilidade de divulgarem os seus textos dentro e fora de Portugal, uma vez que, somos lidos na América do Sul, Europa e África.

A colaboração é muito simples e não retira tempo à vida pessoal ou profissional de ninguém, já que, sou eu que procuro e retiro os textos dos blogues, sem qualquer prejuízo para os autores. Nada é deixado ao acaso, ou seja, são atribuídos todos os créditos ao seu autor. Nós somos apenas uma plataforma de divulgação.

Espero que aceite a proposta. Eu, pessoalmente, gostaria de o ter connosco.

Fico a aguardar uma resposta,
Cláudia


De Livre partilha de posts... a 17 de Outubro de 2014 às 11:47
Cara Cláudia Fonseca
(colaboradora do PINN, Portuguese Independent News Network),

Este blog [Luminaria *] é colectivo e aberto,... pelo que, cumpridas as regras de autoria (indicação de autor, fonte, data, link... e não alteração/deturpação de textos),
pode livremente copiar, colocar e divulgar quaisquer textos ou imagens ... para o PINN.

Para além desta partilha outro tipo de colaboração será mais difícil.

Cumprimentos,

Xa2, http://luminaria.blogs.sapo.pt/
-------
Nota:
* neste blog, para além de posts e comentários próprios dos blogers, existem muitos outros que são retirados (com link/ identificação, quando existe)
de outros blogs, jornais, visitantes, e-mails, ... (tendo às vezes acrescentado um "supra-título", comentários e ou sublinhados/formatados) ...
pelo que não se deve confundir o 'postante' com o autor do conteúdo ou a fonte original.


De Cláudia Fonseca a 17 de Outubro de 2014 às 14:46
Olá boa tarde,

é isso mesmo que pretendemos, ser uma plataforma de divulgação de blogs para todos, incluindo os que nos leem fora do país.
Portanto, agradeço-lhe desde já a disponibilização dos textos. Informo apenas que, estamos só interessados nos vossos.
Quanto aos créditos dos textos, nada é deixado aquém. Dese a fotografia do blog, ao link, nome de autor e data, tudo é incluído.

Obrigada uma vez mais e um bem hajam

Cláudia


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