11 comentários:
De Parlamento não existe, ... a 19 de Novembro de 2015 às 09:49
O Parlamento não existe
-Mete dó o circo de deputados SBento
(por António Barreto,DN, 20151108)

Olha-se para São Bento e o que se vê? Uma casa assombrada. Um Parlamento inútil, inoperante e incapaz.
Se alguém tinha dúvidas sobre a qualidade, o valor e o papel da Assembleia da Republica, tem agora matéria para ser esclarecido: um período de um mês, talvez mais, em que o nosso pobre
Parlamento revela à luz do dia, a todo o mundo, a sua futilidade, a sua dependência do governo, a sua função de arena de mau gosto, a sua falta de espírito de corpo, a sua ausência de orgulho e a sua deficiência de honra!

Eleitos há mais de um mês, os deputados passeiam-se pela intriga partidária. Só se preocuparam com a eleição do novo presidente, que imediatamente se vestiu de valete de copas, às ordens do seu partido e de um futuro governo ainda em estado gasoso.

Aos 230 deputados, não lhes ocorreu reunir, discutir, debater, organizar os seus trabalhos, criar comissões, estabelecer ordens do dia e agendas para os próximos meses, começar a preparar projectos de lei, coligir informação, analisar situações reais nos vários sectores da vida, olhar para a execução orçamental, estudar a sério as PPP, voltar a olhar para os grandes casos que ainda hoje ameaçam a democracia (BPN, BPP, BCP, CGD, PT, Cimpor, BES, GES...) e fazer qualquer coisa que se veja, que interesse ao país e que justifique o vencimento que recebem.
Dizem que, desculpa de preguiçosos, estão à espera do programa do governo.
Com a lei eleitoral que temos, não é possível esperar muito mais.
Com a disciplina de voto imposta por todos os partidos aos seus deputados, é fácil prever que ninguém, sem autorização superior, tomará a decisão de abrir um livro ou fechar uma porta.
Com este sistema de voto por grupo ou sindicato de deputados, a inércia é a estratégia, não fazer ondas é um mandamento.
Com o pensamento político próprio de uma brigada, quem ousa ter uma iniciativa sem botas cardadas?
Com a falta de tradição institucional, o que importa, tal como os comunistas dizem, são as relações de força, o resto é poesia.

Assim é que o Parlamento não reúne, não trabalha, não cria comissões, não tem ideias, não começa a elaborar leis. Está à espera. De quê? Dos chefes.
Das negociações secretas entre os partidos da esquerda. Do governo. Do Presidente. Da luz verde do PCP.
Já tudo lhe chamaram. Até nomes que a vergonha e a cerimónia me impedem de repetir.
Circo de São Bento foi certamente a alcunha que mais bem lhe colou à pele. Pois bem, o Circo está fechado para obras. A casa da liberdade está devoluta!
O Fórum da democracia está mudo!
A situação actual da Assembleia da República não é totalmente inédita e não data apenas deste último mês. Na verdade, é ponto de chegada de um processo gradual de subalternização e decadência de que há numerosos indícios.
Vários foram os sinais dados. Aluga-se o hemiciclo para festas e filmes! Nos Passos Perdidos fazem-se exposições! No rés-do-chão canta-se o fado! Nos claustros, come-se sardinha e bebe-se jeropiga! De vez em quando, crianças das escolas brincam aos deputados! Este Parlamento mete dó!


De Partidos e políticos do pior e do saque. a 20 de Janeiro de 2014 às 16:47

Muitos dos que estão no Governo pensam «na sua carreira», acusa Jerónimo

(19/1/2014, D.Digital)

O secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou hoje que muitos dos que integram ou integraram o Governo pensam na sua carreira, «servindo outros interesses» e «nem fazem um 'periodozinho' de nojo».

“O Governo e muitos dos que o compõem ou têm composto, que se dizem ao serviço do país, mas que na verdade estão a pensar em si, na sua carreira, no seu futuro, servindo outros interesses, safam-se sempre”, disse Jerónimo de Sousa num comício na Marinha Grande, no âmbito das comemorações do 80.º aniversário da Revolta de 18 de Janeiro de 1934.

Perante centenas de pessoas, o líder comunista questionou: “Veja-se quando acaba a comissão de serviço no Governo ou no Estado para onde vão muitos dos senhores ministros e secretários de Estado. Sigam-lhes o rasto e verão a mando de quem andam, a quem andavam a servir, a quem pretendiam agradar”.

Jerónimo de Sousa adiantou: “Faleceu António Borges, ministro sombra das privatizações e o ex-responsável da Goldman Sachs, e aí temos o sr. Luís Arnaut, ex-secretário-geral do PSD, ex-ministro, a tomar um lugar de topo como consultor nesse mega banco com interesses nas privatizações em curso”.

O responsável apontou, ainda, outros casos: “Veja-se o ex-ministro da Economia Álvaro Santos Pereira, ainda agora saiu e já vai a caminho da OCDE, enquanto o ex-ministro Vítor Gaspar, o amigo do peito do ministro das Finanças alemão e grande mandante das ‘troikas’, vai a caminho do FMI com o apoio incondicional da senhora Merkel”.

“Nem fazem sequer um ‘periodozinho’ de nojo!”, observou, desafiando: “Mas sigam o rasto de outros, designadamente de governantes do PS em anteriores governos, e vê-los-ão nas administrações, nos conselhos fiscais, nos bancos, nas empresas, à frente dos negócios e negociatas dos grandes grupos económicos e financeiros portugueses”.

“Portugueses, é como quem diz, de português já só têm o nome ou pouco mais, porque o resto está hipotecado ao estrangeiro. Já não é o país que conta, nem o seu desenvolvimento, mas que serve os interesses dos grandes centros de decisão estrangeiros. É assim na PT, na EDP, na Cimpor”, acrescentou.

Segundo Jerónimo de Sousa, “há quem diga que isto anda tudo ligado e não se engana”, considerando: “Portugal não se liberta da dependência com esta política, com esta rede de submissão que está montada para servir o grande capital e a elite que o rodeia, defende e garante os seus interesses aqui, na Europa e nos grandes centros de decisão do capitalismo internacional”.

O ex-ministro-adjunto de Durão Barroso, José Luis Arnaut, foi nomeado para o conselho consultivo internacional do banco norte-americano Goldman Sachs, indicou no passado dia 10 o banco.

José Luis Arnaut, que foi também ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional no Governo de Santana Lopes (entre 2004 e 2005) e secretário-geral do PSD, irá ser fazer parte de um grupo de consultores onde está integrado, por exemplo, o ex-presidente do Banco Mundial, Robert Zoelick.

Diário Digital / Lusa

-----------------

Mais que político/ cidadão activo e responsável, ser ex-governante (ou destacado membro do partido do governo ou deputado) continua a ser o objectivo/ meio para ficar bem instalado na vida, mais a sua família...
--- e para lá chegar ... usou as 'cunhas'/nepotismo de familiares e/ou a aprendizagem/ esquemas/ caciquismo/ tráfico de influências, negociatas ... e contactos obtidos no carreirismo das Jotas e do Partido.
---------------


«País precisa de travar o passo à política de saque», diz Jerónimo

O secretário-geral do PCP disse hoje que é preciso «travar o passo à política de saque», apelando à luta para que chegue mais cedo o dia em que o país veja o Governo, de coligação PSD/CDS-PP, «pelas costas».

“O país precisa de travar o passo à política de saque dos trabalhadores e do povo”, afirmou Jerónimo de Sousa, na Marinha Grande, num comício no âmbito das comemorações do 80.º aniversário da Revolta de 18 de Janeiro de 1934, na qual os operários vidreiros tomaram, por algumas horas, o poder.

Para Jerónimo de Sousa, não se pode “aceitar que este Governo ilegítimo, que governa contra a Constituição e faz o contrário do q. anun


De desGoverno Dá o ouro aos bandidos a 15 de Janeiro de 2014 às 17:43
Bloco acusa Governo de "entregar o ouro ao bandido"
O BE condenou hoje a política de PRIVATIZAÇÔES, considerando que o Governo está a "entregar o ouro ao bandido" e a hipotecar o futuro ao perder por "tuta e meia" algumas das melhores empresas do país.
Política
DR - 15 de Janeiro de 2014 | Por Lusa

"Fazer um historial das privatizações é resumir o processo de empobrecimento do país. Parar as privatizações na calha, da TAP às Águas de Portugal, ou as há muito ambicionadas pelo PSD, da Caixa à RTP, não é apenas o dever de qualquer oposição ou partido responsável, mas de todos quantos assumem o compromisso mínimo de defender Portugal", afirmou a deputada do BE Mariana Mortágua, numa declaração política no plenário da Assembleia da República.

Sustentando que, com as privatizações, PSD e CDS-PP estão a "entregar o ouro ao bandido", Mariana Mortágua acusou os partidos da maioria de hipotecar o futuro e vender "por tuta e meia alguns das melhores empresas do país".

Centrando-se no caso da privatização da Caixa Seguros, a deputada do BE deixou acusações de falta de transparência no processo e recordou que até a antiga presidente do PSD Manuela Ferreira Leite se confessou "abanada" com a venda do setor segurador da Caixa.

"Só em 2012, os seguros da Caixa deram 96 milhões de euros de lucros. Os 1000 milhões que o Governo canta como se fossem uma grande vitória, são pouco mais de 10 anos de dividendos. A partir de 2024 o país já estará a perder dinheiro com esta operação", frisou.

Na resposta, o deputado do PSD Duarte Pacheco começou por assinalar as diferentes opções ideológicas de sociais-democratas e bloquistas em relação às privatizações, defendendo que são operações muito importantes para atrair capital para o país, permitir a integração de empresas portuguesas em redes globais e também para permitir o encaixe financeiro para diminuir a dívida pública portuguesa.

Duarte Pacheco recordou igualmente que o programa de privatizações está em curso há mais de 20 anos e "tem sido bem-sucedido", garantindo que todas as regras de transparência são cumpridas".

Relativamente à Caixa Seguros, o deputado do PSD lembrou que a sua alienação está prevista no memorando assinado com a ‘troika' e que, ao contrário de PSD, CDS-PP e PS, o BE não quis participar nas negociações do programa de ajustamento.

"Mas, havia uma privatização que se fosse a concurso falharia: a privatização da demagogia existente no BE, porque essa ninguém quer comprar", ironizou Duarte Pacheco.

Pelo PCP, o deputado Paulo Sá corroborou a posição do BE, classificando a privatização das seguradoras do grupo Caixa como "um verdadeiro CRIME ECONÓMICO contra o país".


De Cortes aos grandes ... ladrões. a 15 de Janeiro de 2014 às 15:50

Pede-se para divulgar

Convém recordar que as Forças Armadas juram cumprir, defender e respeitar a Constituição da República Portuguesa..

---------
Carta aberta do Tenente-Coronel de Cavalaria Paulo Banazol ao Ministro de Portugal, Poiares Maduro:


Sr. Ministro Poiares Maduro


Deixe que me identifique: Paulo M M de Athayde Banazol, contribuinte 131295420, com todos os impostos pagos ao Estado.


Ouvi a S/ intervenção acerca da “inevitabilidade” de cortar pensões e outras prestações sociais. A ser verdade – espero que não! – deixe-me arrolar algumas áreas – garantidamente do S/ conhecimento –, aonde o Governo pode “inevitavelmente” cortar:


Deputados – são 330 no Continente e Ilhas, com vencimentos (3.624,41 €/mês),
despesas representação (370,32€),
prémios de presença no Plenário (69,19€),
deslocações (0,36 €/Km) deslocações em “Trabalho Político” (se é que se sabe o que isto é !) Território Nacional (376,32€),
Europa (450,95€) fora da Europa (1.074,80€), deslocações em representação da AR – nacional (69,19€/dia), estrangeiro (133,66€/ dia)
e as regalias / mordomias de todos conhecidas e que, se perguntar aos portugueses, todos classificam de escandalosas, absolutamente fora de contexto e imerecidas.

Alguém viu ou ouviu falar da “inevitabilidade de cortes” no número, remunerações e mordomias destas senhoras e senhores?
Porque não pagam os deputados as refeições ao preço do comum dos portugueses - menos do n/bolso – menos dos impostos dos portugueses! ...E não me fale em demagogia – o exemplo TEM que vir de cima!

Presidente da AR que se reformou com 12 (DOZE!!!) anos de atividade com uma pensão de 7 mil e muitos Euros – aqui não se põe a “inevitabilidade de cortes”?

Mordomias com Assessores e Secretárias, subvenções vitalícias a políticos e Deputados, custos com a Presidência da República – que por sinal gasta mais do que a Casa Real Espanhola!!!

Centenas de Juntas de Freguesia e dezenas de Câmaras Municipais – vereadores, assessores, “especialistas” e comissões – aonde está a “inevitabilidade dos cortes”?

Para quando a VERDADEIRA renegociação das PPP’s, SWAP’s, SCUT’s e RENDAS Energéticas e de Edifícios, bem como a devolução aos cofres do Estado dos milhões “emprestados” ao BPN?

De acordo com o Prof Boaventura Santos, se considerados os cortes nestas áreas a poupança seria de cerca de 2 mil e cem milhões de Euros - e já agora faça-me um favor ministro Poiares Maduro, não me diga que o Prof Boaventura Sousa não é conhecedor da realidade e demagogo.

Juízes do Tribunal Constitucional e Juízes – para quando os “inevitáveis cortes” nos vencimentos e subsídios de residência bem como a regularização dos tempos de serviço para obtenção da reforma?

Viaturas do Estado - de um total de largas centenas “cortaram” ½ dúzia! Extraordinário esforço!!!

Campanha Eleitoral para as Autárquicas - 9,7 milhões - “inevitabilidade dos cortes”?

Fundações - como diz a nossa Gente – “tanta parra e pouca uva” – cortaram? (subsídios e isenções de impostos)? Quantas, aonde, quais , poupanças?

O mesmo relativamente às “milhentas” Comissões - “inevitabilidade dos cortes”?

Vencimentos, mordomias e Regimes Especiais (especialmente para Administradores, conselheiros, consultores, ... e dirigentes de topo e intermédios) na TAP, ANA, CP, CGD, Metro, TV, etc., etc., etc. e institutos, 'autoridades', 'agências', empresas públicas e particip – aonde está a “inevitabilidade" dos cortes”?
Parque Escolar? Palestina? SCUT’s?
IMI / edifícios pertença dos partidos políticos e milhentas nomeações de assessores, especialistas e consultores? Etc.. etc... etc...

Surpreende-me (para não dizer mais nada !) a determinação do Governo na defesa da “inevitabilidade de cortes” nas pensões – será que o vai fazer às atribuídas ao Dr. Jardim Gonçalves, juízes, deputados, etc., etc. ?
A Vossa determinação parece ter um só “alvo” – os fracos e sem voz – à minha mãe – 84 anos e numa cadeira de rodas - a Vossa determinação tirou 60 em 800 euros.

Ao ex-presidentes: Soares - 500.000 E (fora a Fundação) e Sampaio – 435.000 E (fora a Fundação Cidade Guimarães) - não se viu ou ouviu aplicar a “inevitabilidade de cortes” – serei eu que, nos meus quase 60, ando distraído.

Quando é que se responsabiliza - e ...


De Cortes aos grandes ... Ladrões e burlões a 15 de Janeiro de 2014 às 15:55
...
Quando é que se responsabiliza - e prende !!!! - o Estado os governantes responsáveis pelos atropelos à lei e esbanjar de dinheiros públicos ??

A “inevitabilidade dos cortes” justifica cortes na ajuda à saúde aos militares e funcionários públicos e mantém o nível de impostos às pessoas acima do taxado às empresas – Bancos e Companhias de Seguro com lucros inacreditáveis para um país em crise – aonde a “inevitabilidade” de ajustar impostos?

Os “inevitáveis cortes” ministro Poiares Maduro, cessam quando o Estado e o Governo de que faz parte, cortarem aonde TÊM que cortar e na minha opinião, deixarem de esbanjar dinheiro, de privilegiar uns à custa dos dinheiros de outros e de acabar com as exceções aos sacrifícios que, parece, não são suportados por todos por igual – até lá não haverá “inevitáveis cortes” que suportem este estado de coisas.

Porque não quero tornar estas linhas em assunto pessoal, não refiro os “inevitáveis cortes” que a minha pensão tem vindo a sofrer e que, por vontade Sua, vai ser alvo de mais “inevitáveis cortes”. Até quando ministro Poiares Maduro os “inevitáveis cortes” – quando o rendimento disponível chegar a “0”?

Ainda e longe de completar o rol:

1 - Victor Constâncio, atuação como Governador do BdeP e custos

2 - Madeira e as obras faraónicas do Governo

3 - Reformas de Luxo – o nº de reformados que ganhavam 4000 (ou mais) euros engordou cerca de 400%

4 - CP - de acordo com a folha salarial da CP, um inspetor-chefe de tração recebe 52,3 mil euros, há maquinistas com salários superiores a 40 mil euros e operadores de revisão e venda com remunerações que ultrapassam os 30 mil euros / ano.

5 – a lei de financiamento de campanhas - a recente decisão do Governo de aumentar os montantes dos ajustes diretos permitidos a governantes e autarcas permite fuga aos impostos

6 – BdeP – os privilégios e despesismo do Banco prolongam-se numa lista longa e ofensiva

7 – EDP – 800 viaturas para um total de 1800 funcionários com faturas anuais de combustível de 10 000 E

8 – Viaturas EP – em 63 EP há 224 carros para gestores que custaram ao Estado 6,4 milhões de euros – fora o resto !!

9 – Os milhares de Euros em Ajustes Diretos que põem em causa a "concorrência, a igualdade, a transparência e a boa gestão dos dinheiros públicos", pelo que podem "agravar o risco" de corrupção.

10 - Despesas de representação, Cartões de Crédito e telemóveis

11 – Projetos ruinosos tipo aeroporto de Beja

12 – Milhões injetados nas PPP’s e Banca Privada

Etc... etc...

Muitos, muitos mais casos haveria para arrolar ministro Poiares Maduro que são do conhecimento de todos nós, aonde o esbanjar de dinheiros públicos se vê à vista desarmada e que, se combatido com a DETERMINAÇÃO dos portugueses que fizeram Portugal, talvez evitasse os “inevitáveis cortes” que a S/determinação entende serem necessários.

É por causa de tudo que arrolei – e o do muito que ficou por arrolar – que Membros do Governo são assobiados e apupados – nem todos os que assim procedem são comunistas, nem todos com agenda política – discordo mas compreendo!

Ministro Poiares Maduro – estou longe – MUITO LONGE – da política e políticos pelo que não tenho simpatia por políticos e filiação em NENHUMA força política.

Filiei-me quando, com 20 e poucos anos – jovem oficial -, Jurei Bandeira! Essa é a minha única filiação pelo que tenho MUITA dificuldade em entender estas situações, bem como a “inevitabilidade dos cortes”, que considero profundamente injustos para a os portugueses... Coisas de Soldado!

Cumprimenta
Paulo Banazol

NÃO É O ÚNICO OFICIAL GENERAL A MANIFESTAR-SE CONTRA AS INJUSTIÇAS E TORTURAS IMPOSTAS POR ESTE GOVERNO AOS PORTUGUESES MAIS DÉBEIS, CLASSE MEDIA E REFORMADOS/PENSIONISTAS, MUITOS OUTROS MILITARES E POLÍCIAS NAS SUA VÁRIAS VERTENTES, TÊM-SE MANIFESTADO MUITO JUSTAMENTE PELAS MESMAS RAZÕES!
MILHÕES DE PORTUGUESES ESTÃO FARTOS DE, QUASE DIARIAMENTE, MANIFESTAREM-SE CONTRA TANTAS INJUSTIÇAS!

DE QUE ESTAMOS À ESPERA? QUE ELES CAIAM DE MADUROS COMO OS FIGOS?

ESTÁ NA TUA MÃO, NA MINHA, NA DE TODOS, QUE SE SENTEM ROUBADOS POR ESTA CORJA DE LADRÕES, CORRER COM ELES RAPIDAMENTE POIS, COMO CLARAMENTE SE VÊ: AO CONTRÁRIO DO ZÉ DO TELHADO, ROUBAM AOAOS POBRES PARA DAR AOS RICOS !!!


De Vilanagem na Assemb.Rep., Gov., ... a 15 de Janeiro de 2014 às 16:05
aprovado por unanimidade!. Ninguém na Assembleia da República contestou

E os culpados foram os reformados, que estiveram numa Guerra Colonial sem sentido nenhum,,
que estiveram no 25 de Abril e que lutaram para que cada um tivesse um futuro melhor sem terem que continuar a emigrar... etc etc etc

Esta Geração, que agora está no poder, agradece penhoradamente e retribui com esta prenda... Transferência dos fundos descontados pelos empregados agora GRISALHOS para o aumento das regalias e benesses dos "meninos" da assembleia da republica e afins !!!!

Muito Obrigado... ao menos isso ...

QUEM DISSE QUE NÃO HÁ CONSENSO ENTRE OS POLÍTICOS ...

Isto sim...é um "FARTAR VILANAGEM"...!!!

E o que fazemos...???
Caladinhos que nem ratos...

Se calhar é isto mesmo que nós merecemos...???

Aferreira


Em situações limites, há unanimidade. Ai não…

Ninguém na Assembleia da República, da direita à extrema esquerda, contestou.

É ou não possível haver unanimidade? É sim, senhor: foram eles os beneficiários…

-----------
A notícia é mesmo verdadeira e vem no Diário da República.

O orçamento para o funcionamento da Assembleia da República foi já aprovado em 25 de Outubro passado, fomos ver e notámos logo, contudo já sem surpresa, que as despesas e os vencimentos previstos com os deputados e demais pessoal aumentam para 2014.

Mais uma vez, como é já conhecido e sabido, a Assembleia da República dá o mau exemplo do despesismo público e, pelos vistos, não tem emenda.

Em relação ao ano em curso de 2013, o Orçamento para o funcionamento da Assembleia da República para 2014 prevê um aumento global de 4,99% nos vencimentos dos deputados, passando estes de 9.803.084 € para 10.293.000,00 €.

Mais estranho ainda é a verba relativa aos subsídios de férias de natal que, relativamente ao orçamento para o ano de 2013, beneficia de um aumento de 91,8%, passando, portanto, de 1.017.270,00 € no orçamento relativo a 2013 para 1.951.376,00 € no orçamento para 2014 (são 934.106,00 € a mais em relação ao ano anterior!).

Este brutal aumento não tem mesmo qualquer explicação racional, ainda assim fomos consultar a respetiva legislação para ver a sua fórmula de cálculo e não vimos nenhuma alteração legal desde o ano de 2004, pelo que não conseguimos mesmo saber as causa e explicação para tanto..

Basta ir ao respetivo documento do orçamento da Assembleia da República para 2014 e, no capítulo das despesas, tomar atenção à rubrica 01.01.14, está lá para se ver.

Já as despesas totais com remunerações certas e permanentes com a totalidade do pessoal, ou seja, os deputados, assistentes, secretárias e demais assessores, ao serviço da Assembléia da República aumentam 5,4%, somando o total € 44.484.054.

Os partidos políticos também vão receber em 2014 a título de subvenção política e para campanhas eleitorais o montante de € 18.261.459.

Os grupos parlamentares ainda recebem uma subvenção própria de 880.081,00 €, sendo a subvenção só para despesas de telefone e telemóveis a quantia de 200.945,00 €.

É ver e espantar!

Caso tenham dúvidas é só consultarem o D.R., 1.ª Série, n.º 226, de 21/11/2013, relativo ao orçamento de 2014, e o D.R., 1.ª Série, n.º 222, de 16/11/2012, relativamente ao orçamento de 2013.

A confirmar-se, o povo tem de, urgentemente, no fim da acrual legislatura, chamar a si todas as responsabilidades, destituindo de todos os poderes a Assembleia da República e respectivos eleitos e Presidente e constituir um Governo provisório até à reestruturação profunda do sistema de funcionamento do nosso sistema democrático!!! O povo tem de ser colocado em primeiro lugar!!!

-----------------------
ACORDA POVO PORTUGUÊS !!!
ESTÁ NAS TUAS MÃOS MUDAR ISTO, ACABAR COM ESTA VERGONHA NACIONAL !!!

CONTROLO ASOLUTO PELO ESTADO:

1-RTP E TODOS OS CANAIS A ELA ASSOCIADOS.

2- DE TODAS AS EMPRESAS ROUBADAS AO ESTADO, QUE PRODUZIAM LUCROS COMO: GALP, REN, EDP, PT, ANA, ÁGUAS DE PORTUGAL, ETC.

OS PRIVADOS, SE PROVAREM SER GESTORES, QUE FIQUEM COM AS DO ESTADO QUE DÃO PREJUÍZOS!!!


PORTUGAL NÃO É UMA DEMOCRACIA PLENA!...É APENAS UMA ESPÉCIE DE DEMOCRACIA, UMA DEMOCRACIA CONDICIONADA,, de fachada e com fantoches, ..


De anti-democrático PR informador da PIDE a 15 de Janeiro de 2014 às 16:21

ASSUNTO: CAVACO SILVA

Lembram-se da tenebrosa polícia política de Salazar, que manteve o Estado Novo no poder durante longos 48 anos?

O terror instalado pelo regime era tal que nos levava a desconfiar uns dos outros, já que além da poderosa polícia "à paisana", tinham ainda a colaboração de milhares, quiçá milhões de portugueses a colaborar com eles que, por vezes, só por não gostarem de determinada pessoa, a os denunciavam e mandavam para a prisão sem culpa formada.

Este escroque de presidente da República que temos, Cavaco Silva, prestou-se a esse trabalhinho, se calhar a troco de 50$00 para cada informação. Sabe-se lá quantas casas de família destruiu e quantos inocentes sofreram, sob sua responsabilidade, nas masmorras da PIDE...

Conhecemos muito bem os processos usados pela direita ao "vasculhar" a vida dos seus adversários políticos de esquerda e, mesmo que não encontrem nada, inventam mentiras, como fizeram com o José Sócrates. As suspeitas recaem sempre sobre a esquerda! Já viram campanhas negras da esquerda em relação à direita? Claro que não!

Em 25 de Abril de 1974 ou em 1980, quando Cavaco assumiu funções de secretário de Estado de Sá Carneiro os militares e políticos de então deviam ter procurado conhecer a ficha deste e outros fascistas e foi pena que não o tivessem feito, porque se o fizessem, nunca este bandido teria sido eleito para os altos cargos da governação, como foi.
Foi ele quem, a partir de 1985, começou a restabelecer o "sistema" corporativo de Salazar e os monopólios constituídos no seu tempo!!!

---------
[cartão da Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE, ex-DGS), com foto e nome de Aníbal Cavaco Silva, categoria INFORMADOR, Lisboa , 28/05/1961 ]
1465310_752037358143027_789772909_n[1].jpg

----------
(via email: mpoupin )










De Cravos não; Fascismo Mesmo ! a 15 de Janeiro de 2014 às 16:56

QUEREMOS A NOSSA CONSTITUIÇÃO SEM O PERFUME DO 25 DE ABRIL”

(-por Tomás Vasques, em 14.01.14, HojeHáConquilhas...)


Os putos do CDS-PP, ainda com o sangue na guelra, apresentaram ao congresso do seu partido uma moção em que diziam tudo o que os dirigentes do seu partido pensam, mas não dizem.

A “coisa” era de tal modo escabrosa, que foi retirada antes de ir a votos.
Devem ter aprendido com os mestres:
para destruir o “estado social” deve dizer-se que se está a defende-lo;
se quiserem reduzir a escolaridade obrigatória deve dizer-se que se quer aumentar.

Os putos não aprenderam nada com o que os seus mestres disseram durante a última campanha eleitoral e o que, a seguir, fizeram.

Meteram todos os seus desejos, preto no branco, numa moção.
Assim não vão lá, deve-lhes ter explicado Paulo Portas depois de lhes dar um raspanete.

------------
O REGRESSO AO PASSADO.
por Tomás Vasques, em 13.01.14


Na sua moção a Juventude Centrista declara "querer a Constituição sem o perfumedo 25 de Abril",
revelando que, em matéria de cheiros, lhe agrada mais a de 1933


De .moção JuvPop ultraLiberal pró-Fascista a 15 de Janeiro de 2014 às 18:05
Meninos Rabinos Picham Palermices (do CDS-JP)


( por Paulo Pinto, em 10.01.14, http://jugular.blogs.sapo.pt/3681454.html#cutid1 )


O governo deveria ser privatizado. Em saldo, em OPV por outro meio qualquer. Uma rifa, uma tômbola de feira, quem sabe. E os cidadãos, oprimidos pelo peso esmagador de estado (socialista, claro está), deveriam ter liberdade. Para não pagar, para não trabalhar, para não pagar impostos, para não obedecer à polícia. Ou ao governo. A qualquer coisa que pertença ao estado. A "eles". Em nome da liberdade. Devíamos pagar os impostos diretamente a um senhor poderoso que nos protegesse, a um patrão que nos pagasse. Assim é que devia ser, um grande avanço civilizacional. Como está, não, não pagamos, não respeitamos, não queremos saber, seus socialistas do caroço, vão lá impor as vossas regras estatais a quem vos fez a foice e o martelo e a quem vos pintou as caras de vermelho.

Esta é, em traços gerais, a moção que a Juventude Popular irá apresentar ao Congresso do CDS em 2015. Para já, em 2014, ficam-se por isto,
[ -http://cds.pt/images/stories/25.CONGRESSO.JANEIRO/mocoes/Libertar_Portugal_conquistar_o_Futuro_-_Mocao_JP-1.pdf - ]
ainda cheio de tiques socialistas, é verdade, mas no bom caminho e já quase expurgado dessa moléstia: "Libertar Portugal, Conquistar o Futuro". Libertar e conquistar. A libertar, apenas uma coisa; conquistar, muitas. Da primeira, apenas o estado socialista; das outras, a economia, o emprego, a educação, a reforma do sistema político. Coisa pouca.
...


De Co-adopção e imbecis deputados. a 20 de Janeiro de 2014 às 09:26
Vamos brincar à política

(-por Daniel Oliveira, 20


Deixo o tema da co-adopção e da adopção por parte de casais do mesmo sexo, assim como os limites do instituto do referendo, para outro texto. Não apenas para garantir alguma economia argumentativa, mas para não misturar uma conversa séria com a palhaçada a que assistimos na última sexta-feira. Hoje, trato do lixo.

Muito resumido: a maioria dos deputados, onde se incluíram 16 do PSD, aprovou a lei que permite a co-adopção de crianças por parte de casais do mesmo sexo. A mesma maioria chumbou a adopção. Foram estes deputados e não outros, foi nesta legislatura e não noutra, que tudo isto se passou. Durante meses, depois dessa aprovação que resultou da liberdade de voto que foi dada aos deputados do PSD, houve um longo debate na especialidade. Foi criado um grupo de trabalho - coisa que não é obrigatória - e ouvidas organizações e especialistas. Os deputados negociaram. Tudo certo, sem falhas e de forma invulgarmente exemplar, para que a versão final da lei já aprovada fosse feita com todos os dados fundamentais para uma decisão informada. Hugo Soares, líder da JSD, foi um dos deputados que fez parte desta comissão. Ali nunca exigiu qualquer referendo.

Já em cima da votação final, cinco meses depois da aprovação na generalidade e dos trabalho desta comissão, o deputado tirou da cartola, sem ninguém perceber porquê, o tal do referendo. Quando a ideia do referendo surge caída do céu aos trambolhões e em completo desrespeito pelo trabalho parlamentar até se propõe que seja em simultâneo com as eleições europeias, o que é legalmente impossível. Tal era a ponderação da coisa. São apresentadas na proposta de referendo duas perguntas: sobre a co-adopção e adopção. Uma sobre uma lei aprovada, outra sobre uma lei chumbada que ninguém voltou a propor. Ou seja, dois assuntos diferentes (coisa que a lei orgânica dos referendos não permite) misturados, sendo que a segunda pergunta é sobre uma proposta que ninguém está a fazer, o que torna o referendo um pouco bizarro.

Não uso, nunca usei, o argumento das prioridades. As sociedades conseguem ter vários debates em simultâneo e por estarmos em crise não estamos impedidos de pensar noutros assuntos e em discuti-los e sobre eles deliberar. Mas um referendo (como disse, a adequação deste tipo de consulta popular ao tema deixo para outro texto, talvez amanhã) exige uma mobilização geral para que o debate seja realmente nacional e a participação seja minimamente relevante. Parece-me impossível acreditar que, no meio duma crise económica destas dimensões e em vésperas de eleições europeias e das negociações para a nova fase da austeridade (seja resgate, programa cautelar ou outra coisa), mobilizar o país para um debate tão específico é uma impossibilidade prática. Caso este referendo avançasse, é provável que votasse apenas uma minúscula minoria de convencidos dum lado e do outro, não dando qualquer representatividade ao referendo. O único resultado seria desacreditar do instituto do referendo.

Claro que este referendo não vai acontecer. Se não for chumbado pelo Tribunal Constitucional, será vetado pelo Presidente da República. A criancice é de tal forma evidente e o consenso nacional contra este disparate é tal, que não tem como passar daqui. E estou convencido que foi mesmo apresentado de forma a que não passasse disto. O pior é que, no caminho, a maioria atirou mais uma acha para a fogueira onde arde a credibilidade do Parlamento. E desacreditou ainda mais a democracia. E, o que é mais extraordinário, tudo isto aconteceu contra a vontade da maioria dos deputados, que se limitaram a fazer este triste papel por pura obediência.

O que levou a maioria a levar isto até ao fim? Com um empenho nunca visto, tendo sido, pela primeira vez nestas matérias, imposta disciplina de voto aos deputados do PSD. Só pequenas guerras internas do PSD, desagradado com o resultado da liberdade voto dos deputados, o podem explicar. Só que escolheram o pior momento e o pior tema para tão reles jogo político. O tempo é de desconfiança generalizada nas instituições democráticas. O tema envolve pessoas concretas, famílias e crianças que existem. E que veem umas dezenas de irresponsáveis, acompanhados por gente incapaz de dar um murro na mesa ...


De um murro nos deputados anti-democráticos a 20 de Janeiro de 2014 às 09:39
Co-adopção e imbecis deputados.
------------
Vamos brincar à política

(-por Daniel Oliveira, 20/1/2014, Arrastão e Expresso online)
...
...
... tão reles jogo político. O tempo é de desconfiança generalizada nas instituições democráticas. O tema envolve pessoas concretas, famílias e crianças que existem.
E que veem umas dezenas de irresponsáveis, acompanhados por gente incapaz de dar um murro na mesa perante tamanha idiotice, a brincarem com as suas vidas.

Na última sexta-feira assistimos ao que de pior existe na política:
a leviandade dos que julgam que a política é apenas um exercício lúdico a usar a vida dos cidadãos para as suas mesquinhas demonstrações de poder.
Quando o Presidente da República ou o Tribunal Constitucional puserem um ponto final a isto o assunto morrerá.

Mas foi mais um prego no caixão do democracia representativa.

---------

(mas ... também é isso que pretendem estes crápulas:
espezinhar, diminuir e acabar com a democracia
(a justiça, a liberdade, as eleições, ...)
... ou mantê-la apenas na fachada,
para por trás manipular tudo e todos, para saquear o estado social, os cidadãos, a comunidade ! )


Comentar post