De .PPPrivados são 53x mais caros !! a 6 de Janeiro de 2015 às 14:55
Privados são 53 vezes (!!!) mais caros


O secretário de Estado dos Transportes admitiu que a manutenção das estradas fica muito mais barata sendo feita pelo Estado do que nos contratos das parcerias público-privadas.

Em declarações à Lusa, dia 15, em Almada, Sérgio Monteiro referiu o caso da parceria do Baixo Tejo, que previa um custo de 160 mil euros por ano por quilómetro,
revelando que a Estradas de Portugal (pública) faz o mesmo trabalho por apenas três mil euros, uma diferença de 53 vezes.

Nas PPP, as grandes reparações estavam previstas para intervalos entre oito e dez anos.
Ora, segundo os dados estatísticos da Estradas de Portugal, relativos a mais de dez mil quilómetros de rede, as grandes reparações são feitas com intervalos que rondam os 18 anos.
Isto significa que, «por cada intervalo de 18 anos, o Estado pagava duas grandes reparações», quando uma seria suficiente.

Estamos esclarecidos...
------ http://ocastendo.blogs.sapo.pt/ 29/12/2015
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Quatro números do nosso descontentamento...

ladrao.jpg

•5800 milhões de euros foram retirados aos rendimentos do trabalho nos últimos três anos.

•O capital arrecadou mais 4400 milhões de euros de lucros e dividendos nos últimos três anos.

•No mesmo período foi gasto pelo País em juros da dívida mais de 7670 milhões de euros.

•O que representa cerca de três vezes mais dos 2620 milhões de euros atribuídos ao investimento público.

A pulhice humana...
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Negócio dos submarinos «rendeu» milhões

submarinos da classe U214PN.jpg

A aquisição por Portugal de dois submarinos alemães proporcionou aos quatro arguidos no processo e a membros do Grupo Espírito Santo 27 milhões de euros, segundo apurou o inquérito do Ministério Público.

Apesar dos factos estabelecidos, o caso foi arquivado por «impossibilidade de recolher prova documental», como se explica numa nota do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), divulgada dia 18.

O DCIAP adianta ainda que não teve acesso «aos dados constantes do RERT (Regime Excepcional de Regularização Tributária) e às declarações dos arguidos», o que inviabilizou «a possibilidade de incriminação por fraude fiscal».
Também «não foi possível imputar o crime de corrupção», nem de branqueamento de capitais.

No entanto, o documento afirma que cada membro do Conselho Superior do Grupo Espírito Santo recebeu um milhão de euros. Trata-se em concreto de António Luís Roquette Ricciardi, Ricardo Espírito Santo Salgado, Manuel Fernando Espírito Santo Silva e José Manuel Pinheiro Espírito Santo Silva.

Foi ainda depositado um milhão de euros em nome de «Mónica, Marta, Tiago e Pedro Mosqueira do Amaral».

O DCIAP refere igualmente que investigou um eventual crime de prevaricação de titular de cargo político, confirmando a celebração «de um contrato substancialmente diverso do adjudicado pela Resolução do Conselho de Ministros,
com alteração de aspectos essenciais em matéria de direitos e deveres das partes».

O contrato da compra dos dois submarinos por mil milhões de euros foi assinado em 2004, quando Durão Barroso era primeiro-ministro e Paulo Portas ministro da Defesa.
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Privatizações e (des)emprego

Sacrificio.jpg

Ao longo dos anos da contra-revolução e da reconstituição forçada do capitalismo monopolista, as privatizações têm sido às centenas.

Necessário será perguntar em quantas assistimos ao aumento do número de trabalhadores e em quantas assistimos, exactamente, ao descartar de milhares de homens e mulheres, ainda válidos, muitos dos quais passaram directamente da criação de riqueza nas empresas onde se encontravam para o desemprego, onerando quantas vezes a Segurança Social para poupança do grande capital.

•A EDP destruiu mais de oito mil postos de trabalho.
•Em oito bancos foram despedidos mais de sete mil trabalhadores.
•Na Portucel foram 4800.
•Na Petrogal foram cerca de cinco mil.
•No conjunto das empresas privatizadas, apenas até 1998, já se tinha perdido mais de 80 mil postos de trabalho.

•Nos CTT o Governo quis fazer o trabalho sujo antes de privatizar e despediu 611 trabalhadores, em 2011, o ano anterior à privatização.

•Nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo, onde os seus quase 600 trabalhadores foram varridos como lixo ...

Bando de GATUNOS !


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