De Política nacional vs U.E. e D.Sebastião. a 7 de Julho de 2015 às 17:55
Um erro estratégico
(só olhar para o estrangeiro/UE, esquecer de criticar o desgoverno, esperar um d. sebastião salvador, ...)

(7/7/2015, http://jumento.blogspot.pt/ )
... ...
A ideia de que de uma forma ou de outra as soluções estão lá fora é partilhada por toda a oposição,
o PS defende mecanismos que libertem o país o o peso do serviço da dívida,
o PCP e o BE defende o alívio da própria dívida a fim de se aliviarem os défices para poder voltar a aumentar a dívida.

Chegamos a um ponto em que direita e esquerda preferem olhar para o que se está a suceder na Grécia do que discutir os problema nacionais
e isto só interessa aos que querem uma vitória do PS, aos que querem governar e
aos que não se importam que o país volte a ser governado como tem sido desde que isso signifique que conseguem eleger mais dois ou três deputados.

Tudo isto interessa à direita que esconde a sua incompetência e as sua própria agenda política atrás do memorando,
os portugueses morrem nas urgências por falta de dinheiro,
a confusão do Citius deveu-se à acção premeditada de dois sabotadores,
o atraso do ano escolar foi um mero incidente.

Ninguém critica o governo porque o que está em causa não é o governo, a sua competência ou tudo o que esconde atrás da austeridade, a causa de todos os males é da senhora Merkel.

É a senhora Merkel que quer vender a TAP ao Barraqueiro,
que disse que o BES não ia custar um tostão ao país,
que se descuidou com o ano escolar,
que quer ignorar a Constituição.

Esta estratégia que passa por diabolizar a senhora Merkel
e por olhar para a Grécia com a esperança de dali vir a solução
tem o condão de branquear a maldade e a incompetência deste governo.
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A gracinha provocadora é uma das marcas do partido de Paulo Portas e o seu líder é ainda mais brincalhão do que santinha da Rua da Horta Seca.

«Paulo Portas afirmou esta segunda-feira que o Governo moveu-se pelo "interesse nacional" ao distanciar-se da Grécia, ao contrário de António Costa que teria deitado "fora os esforços dos portugueses" por "solidariedade ideológica".

Confrontado com tais “provocações”, o líder socialista afirma que “se o vice-primeiro ministro se deixasse de brincadeiras percebia que há assuntos sérios para resolver” no país.
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