9 comentários:
De Des Acordo Ortográfico. a 21 de Abril de 2015 às 12:46
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(des) acordo ortográfico português - resistência e objecção de consciência

« Este blog ainda não adoptou o acordo ortográfico. O autor prefere escrever com erros pessoais a fazê-lo com erros oficiais. » - LNT e ...
... as "vogais e consoantes politicamente incorrectas do acordo ortográfico" + um Plano de Acção que garante que (a "irreversibilidade" e) o impossível não é mais do que aquilo que ainda não foi possível realizar:
... ... ...
(-por Xa2, 28/5/2013, Luminária)

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Não ao "acordo" ortográfico e não à "gramática modernaça"

ACORDO ORTOGRÁFICO:

ACABAR JÁ COM ESTE ERRO ANTES QUE FIQUE MUITO CARO
... ... ...
(- por Xa2 , 19.02.14 , Luminaria)

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des Acordo Ortográfico
em 20.04.15


«O acordo [ortográfico] foi negociado em segredo, foi introduzido à socapa como facto consumado,
foi imposto à força, contra a contestação geral ou quase, e finalmente foi ratificado ilegalmente visto que o tratado que o fundou não permitia a alteração que se fez:
foi celebrado por sete países e estava previsto que cinco o ratificassem para entrar em vigor
e como não se conseguiam esses cinco fez-se uma alteração legal dizendo que bastavam quatro para o fazer.
A entrada em vigor do acordo é ilegal.

O acordo não só não resolveu nada que supostamente queria resolver como praticamente agravou todas.
Criou contradições e coisas anedóticas. Por exemplo:
dizia-se que era preciso aproximar a língua da oralidade e temos o exemplo do pára e do para, que é uma coisa absurda. (...)

Era preciso unir a ortografia porque havia duas. Mas neste momento há três:
a brasileira, a portuguesa de antes do 'acordo' que muitas pessoas continuam a utilizar, como eu, e a portuguesa depois do acordo.
Isto gerou tamanha confusão... nos documentos públicos, no ensino público e até na própria imprensa há partes do acordo que são facultativas e outras que não são.
Isto gerou uma cacofonia total e absoluta.
Dentro de uma geração os pais não vão perceber o que os filhos escrevem - e vice-versa. (...)
O brasileiro chega a Portugal e, em vez de encontrar a recepção do hotel, que é como eles dizem, encontra a 'receção' do hotel, o que é uma anedota.»

Miguel Sousa Tavares, no Jornal da Noite da SIC


De desAcordo Ortográfico a 21 de Abril de 2015 às 12:52
DesAcordo Ortográfico

Era (e sê-lo-iam ainda) necessárias a ratificação e depósito de TODOS os intervenientes:
Artº 3º "O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entrará em vigor em 1 de Janeiro de 1994, após depositados os instrumentos de ratificação de TODOS os Estados junto do Governo da República Portuguesa."

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Sim.
Mas o fundamental é que todos os opositores ao aborto ortográfico utilizem o espaço público de que dispõem, como ontem fez MST, para denunciarem esta aberração e promoverem a consulta popular.
Só aí, à boleia dessa consulta, poderá ser feito o debate que os decisores políticos nunca organizaram.
Esta é uma matéria típica em que o Estado (leia-se: o Governo) "nacionalizou" indevidamente um tema sem debate prévio na sociedade civil.
Ao contrário do que sucede noutros países, que nos deviam servir de modelo, em que as regras ortográficas são fixadas por quem sabe:
a comunidade científica, nomeadamente as academias.
Em Portugal sucedeu precisamente o inverso:
o Estado (leia-se: o Governo) legislou contra o parecer quase unânime das entidades com credenciais científicas para o efeito.
Passando-se a si próprio um verdadeiro atestado de incompetência.
A propósito
: ficarei atento aos programas dos candidatos presidenciais.
Para saber o que cada um pensa chamado "acordo ortográfico".
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Chamar segredo a algo que é citado todos os dias no jornal e que levou uma carrada de anos a ser implementado é capaz de ser um bocadinho exagerado.

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Você alguma vez viu o Governo, este o anterior, promover algum debate público, com carácter nacional, sobre a ortografia da língua portuguesa?
Ou algum debate sob o alto patrocínio da Presidência da República?
Eu não.
Vi - isso sim - uma petição popular assinada por mais de cem mil cidadãos contra o AO
"despachada" em dez minutos de desinteresse parlamentar, numa sexta-feira ao fim da manhã, na Assembleia da República com o plenário quase vazio.


De Voto contra AO90. a 4 de Maio de 2015 às 12:05
Estou à venda, comprem-me!

Caros Políticos de Portugal,
Decidi que, pela minha língua-mãe, vale a pena prostituir-me e, como tal, o meu voto está à venda. Se querem o meu voto, corrijam a bela merda que fizeram ao instituir o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90).

Pergunto-me porque razão não há vontade política para corrigir uma coisa que tão obviamente está errada e não funciona,
uma coisa que criou barreiras entre os povos que usam o português, uma coisa que introduziu incerteza e aumentou o ruído de se comunicar em português.
Recordam-se do ruído, certamente? Nós aprendemos acerca do ruído nas aulas de português, quando éramos pequeninos:
o ruído é tudo aquilo que impede que a mensagem seja compreendida.
Foi-nos ensinado que o ruído era uma coisa má para a língua.
Caros Políticos, o AO90 é ruído e é um ruído institucionalizado por vós. Há aqui uma grande contradição:
no ensino público ensinam-nos a minimizar o ruído, mas na legislação tolera-se e amplifica-se o ruído.

Expliquem-nos o vosso segredo para ver se nós compreendemos como é que a vossa cabeça funciona.
Como é que vocês, Políticos de Portugal, encontram vontade política para fazer maldades,
como aumentar impostos, portagens, insultar portugueses, espiar,
mas não encontram vontade política para fazer algo que agradaria à maioria dos portugueses?

Expliquem-nos a lógica da vossa loucura. Depois, arranjem coragem, e comprem o meu voto. Eu estou à venda e calha bem porque as eleições estão à porta.

Muito obrigada!

RIC ,


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