2 comentários:
De Desgoverno rapa o pote e + a 22 de Maio de 2014 às 12:16
http://corporacoes.blogspot.pt/ :
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Passos Coelho já quis privatizar a Caixa Geral de Depósitos.
Perante o clamor generalizado, recuou.
Depois, entreabriu a porta:
«No dia em que o Governo tiver de anunciar alguma coisa relevante sobre a CGD, não o fará de forma sorrateira».
Agora, segundo a Sábado, a medida consta sorrateiramente da carta que tarda em seguir para o FMI.
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Quando o CDS põe as mãos no pote

Na repartição do pote, coube ao CDS ficar com a Parque Expo. A ministra Cristas nomeou de imediato para a presidência do conselho de administração John Antunes, por coincidência membro da comissão de honra da sua candidatura por Leiria nas últimas eleições legislativas, incumbindo-o de encerrar o mais rapidamente possível a empresa. O CDS exigiu que a administração da Parque Expo não ficasse abrangida pelo estatuto dos gestores públicos.

Para tanto, entre outras barbaridades, a empresa recusou contratos e extinguiu os sectores mais lucrativos. Três anos depois, a Parque Expo não foi dissolvida, ao contrário da garantia dada pela ministra Cristas. E John Antunes avisa que o Estado vai ter de injectar capital ou de vender ao desbarato activos no valor de 152,2 milhões de euros antes do final do ano para salvaguardar compromissos financeiros assumidos pela Parque Expo. Tudo o que não deveria ter acontecido — aconteceu, por obra e graça da gestão do CDS.
⇒ Miguel Abrantes , Camara corporativa
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Controlo do pote? Não queremos cá disso, disse ela

Um contrato — aparentemente, principesco — entre o Estado português e a ABDL, Lda., de António Borges, não pode ser consultado, porque a Miss Swaps entende que está em causa «apreciação ou juízo de valor sobre pessoa singular» ou «informação abrangida pela reserva da vida privada».
António Borges era o consultor do Governo para as privatizações.

Os dados relativos ao contrato não constam do portal que deveria conter todos os elementos de todos contratos públicos.
Com uma decisão apenas, a Miss Swaps mete no bolso o controlo externo do Estado (o Tribunal de Contas) e o controlo interno da Administração Pública (a Inspecção Geral de Finanças).


De Trabalho 'flexível' precário, desregulad a 29 de Maio de 2014 às 14:58

O mercado laboral em Portugal sempre foi muito rígido...



2009 - Citroen de Mangualde despede 400 e apanha Pinho de surpresa

2011 - PSA Citroën de Mangualde contrata mais 60 trabalhadores

2012 - Peugeot/Citroën de Mangualde vai dispensar 450 trabalhadores

2013 - Peugeot Mangualde contrata mais 300 trabalhadores

2014 - Peugeot Citröen dispensa 280 trabalhadores em Mangualde

E, claro, entretanto:

Ex-trabalhadores da Peugeot/Citroën de Mangualde contratados por metade do salário ( !! !! !! )


-por Nuno Teles, 29/5/2014, Ladrões de B.


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