Desgoverno PàF (psd-cds) ... querem + + ?? !!!
Governo alterou contas da Parvalorem (que gere os activos tóxicos do BPN) para aldrabar défice de 2012 
(Só da Parvalorem?   Só para aldrabar o défice de 2012?)
Maria Luis Albuquerque

 Martelo

    E  mentem  e  mentem  e mentem e mentem e mentem e mentem ...
Ela não disse para martelarem os números. Só ordenou que os revissem em baixa.          (-LNT  #BarbeariaSrLuis)

      Fraude nas contas?   Subida do desemprego?   Maioria absoluta logo à noite

A  GOLPADA      Quatro anos de truques e manigâncias.

      -----  Mestificações   e  Port. em Fanicos   (-J.Martins, 365forte)

... Em 2011, já sabemos o que aconteceu: Passos prometeu que no governo não ia aumentar impostos; prometeu que não ia mexer nos subsídios; que não ia privatizar “ao desbarato” para arranjar dinheiro; que não ia cortar nos subsídios. Ao mesmo tempo, criticou os governos “sem orientação estratégica”, “sem capacidade de vender um sonho ou uma esperança para o futuro do país”, e que em vez disso deveriam “servir para ajudar o cidadão na busca da felicidade a que temos todos direito”, assumindo que não iriam "sacrificar sempre os mais desprotegidos".

Em 2015, o líder da coligação PSD/CDS já afirmava que não ia oferecer “aos portugueses um caminho de promessas fáceis, de ilusões nem de facilidades”. Contudo, uns meses depois, já veio dizer que lhe "parece de justiça e de equilíbrio que aqueles que mais sofreram sejam aqueles que também possam beneficiar do arranque da nossa economia e do crescimento do nosso país", ou seja, os mais sacrificados nestes últimos anos.

       -----  Sondagens e manipulação do voto   (- por Sérgio Lavos, 365forte)

 Esta campanha para as legislativas está a ser um paradigma no que diz respeito à influência que a comunicação social tem na opinião pública e, consequentemente, no voto. Desde a habitual falta de espaço mediático concedido aos partidos mais pequenos (sobretudo os que ainda não têm representação parlamentar) ao extraordinário acaso que é vermos dois antigos presidentes do PSD a comentar a campanha na SIC e na TVI, ocupando o prime-time nos telejornais dos dois canais (Marques Mendes chega ao ponto de escarnecer da nossa inteligência, ao gabar-se da "independência que me é reconhecida"), tem acontecido de tudo um pouco, sem que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) se pronuncie. Aliás, a avaliar pelo silêncio do organismo que deveria fiscalizar o acto eleitoral, estes acontecimentos devem ser absolutamente normais, e estarão a guardar-se para vigiar as redes sociais no dia de reflexão, acredito.

E depois há o caso das sondagens. Temos de tudo, à escolha do freguês: amostras que rondam as 300 entrevistas válidas; sondagens nas quais apenas são sondados residentes do continente com telefone fixo; contagens de voto que não têm em conta a densidade populacional de cada região e a distribuição de mandatos por círculo eleitoral (ou se têm, partem de inexplicáveis distorções); e até uma sondagem que, partindo de uma amostra com distribuição por regiões do país, extrapola os mandatos por círculo eleitoral (que não coincidem, como é evidente, com as regiões), construindo um potencial parlamento para usufruto dos comentadores, que depois discorrem longamente sobre cenários hipotéticos e pouco verosímeis. É um festim.  ...

   -----      O  eclipse  eleitoral

    «...   Nivelada, por baixo, a pobreza dos portugueses e tendo-se conseguido que estes aceitem essa condição, a (coligação PSD-CDS) PàF surge agora como a grande hipnotizadora das massas. Acena com a possibilidade de devolução da sobretaxa de IRS, o assalto fiscal que era para ser extraordinário, mas que se tornou mais um imposto normal. Resta saber se os cidadãos acreditam neste "contrato de confiança", feito na escuridão do futuro que não se sabe se se cumpre.
     Passos Coelho, como se nada tivesse tido a ver com o que se passou nos últimos quatro anos: nem o desemprego, nem os impostos brutais, nem a degradação dos serviços públicos, salta por cima disso. Passos consegue mesmo dizer, como se não tivesse nada a ver com isso, que todos os portugueses tiveram alguém na família que não tenha sido afectado no salário, no emprego ou na pensão. E acrescentou, condoído: "Eu tenho de tudo isso na minha família."
     Passos é líder da oposição? Não.     É o primeiro-ministro do Governo que fez tudo isso em nome da dívida e do défice. Mas talvez, em época de eclipses totais, Passos tenha sido o líder de um Governo PSD/CDS e, agora, seja o chefe da coligação PàF que aparentemente não teve nada a ver com o que se passou nos últimos quatro anos. Os eclipses em Portugal são mesmo diferentes…» - Fernando Sobral
     -----      Portugal invisível e o medo do abismo       (via Entre as brumas...)
«Esta campanha eleitoral desafia muitos padrões criados e a culpa é do sentimento mais poderoso presente na pré-campanha: o medo.
    Nos estados totalitários o status quo é mantido através do medo das represálias, mas nas democracias o status quo também pode ser mantido através do medo. (...)
    Por que é que quem chega a Portugal acha que o país se tornou invisível para fora? E por que é que isso nos interessa? Em primeiro lugar porque a narrativa estrangeira sobre Portugal é a de que hoje Portugal não é um problema na zona euro. Acima de tudo acha-se que não somos um país problema porque ninguém ouve falar de nós. (...)
    À pergunta "e então não foi positivo os nossos problemas terem-se tornado invisíveis?" podemos responder que sim, certamente, permitiu comprar tempo mas resolveu pouco. (...)
    Um quotidiano em emergência permanente equivaleu a deixarmos que o medo do abismo assentasse arraiais entre nós e que, posteriormente, a dúvida metódica sobre se não é melhor nada mudar, para que nada ponha em causa a invisibilidade dos problemas, germinasse em Portugal. (...)
    O medo do abismo é certamente o que impede que nas sondagens desta campanha se entreveja a clara vitória de um partido ou de outro e, também, o facto de para muitos a opção correcta já não ser escolher um partido ou outro mas sim não ir votar.
    Para sair deste clima de medo, implícito e transversal, precisaríamos que se cortasse com a instrumentalização eleitoral do medo, se falasse de verdade sobre os problemas "invisíveis" e sobre a necessidade de traçar as “fronteiras estruturais” que não serão jamais colocadas em causa, em particular, a dignidade do emprego dos jovens, o reforço da classe média e a dignidade dos reformados.
     Se isso não acontecer nesta última semana de campanha então talvez as vozes que dizem que não vale a pena votar tenham efectivamente razão, pois quem quer que seja o próximo primeiro-ministro e forme governo estará prisioneiro do medo criado ao longo destes anos e dificilmente conseguirá desfazer-se dessa herança para que se deixe de "ganhar tempo" e passemos finalmente a "resolver problemas".» - Gustavo Cardoso
 ----- O fim do pesadelo (síntese do desgoverno PSD-CDS) (-por A.Abreu, 30.09.2015, Expresso)
     Em 2011, a direita concretizou finalmente o seu velho sonho de dispor de um governo, uma maioria e um presidente do seu quadrante político.
     Fê-lo cavalgando uma série de promessas que nunca fez tenções de cumprir – e que, naturalmente, não cumpriu.
     Quatro anos depois, os desequilíbrios macroeconómicos estão muito PIOR do que há quatro anos.
     A dívida pública aumentou de 108% para 130% do PIB, a dívida externa líquida aumentou de 82% para 105%.
     A direita subiu ao poder prometendo ajustar os desequilíbrios macroeconómicos da economia portuguesa, mas conseguiu   apenas empobrecer o país, deprimindo a produção e fazendo alastrar as falências e o desemprego.
    Nos últimos dias, ficámos a saber que o défice orçamental foi de -7,2% em 2014 e de -4,7% no primeiro semestre de 2015,  que o défice externo regressou assim que o travão da austeridade foi temporariamente suspenso por motivos eleitoralistas  e que a poupança das famílias caíu para o nível mais baixo de sempre.
    Défice externo, défice público, endividamento, emigração e desemprego generalizados:    não houve qualquer ajustamento, apenas empobrecimento, agora momentaneamente interrompido por motivos eleitorais.
    Mas a parte mais nefasta da governação da direita não foi sequer o desastroso desempenho macroecónomico numa legislatura em que    a emigração regressou aos níveis da década de 1960 e em que o investimento regrediu 30 anos.
     Pior – muito pior - do que isso foi a forma como este governo transformou Portugal num país muito mais desigual e muito menos decente para benefício de uns poucos.
     Como repercutiu sobre os mais pobres e a classe média a maior parte dos impactos da crise, ao mesmo tempo que o número de milionários não cessava de aumentar.
     Como alterou o IRS, reduzindo o número de escalões, de modo a torná-lo deliberadamente menos progressivo e mais propenso ao aumento da desigualdade.
      Como colocou a generalidade dos trabalhadores a trabalhar mais horas por dia e mais dias por ano a troco de salários mais baixos,   de modo a transferir rendimentos para os detentores de rendimentos de capital.
      Como cortou pensões e retirou apoios sociais aos mais pobres, aos desempregados, aos reformados e aos pensionistas.
      Como atacou e esvaziou a saúde e a educação públicas, comprometendo o presente e o futuro dos portugueses.
      Como aumentou a carga fiscal de forma inícua e injusta, agravando brutalmente o IRS e o IVA ao mesmo tempo que reduzia o IRC.
     Como privatizou quase tudo o que havia para privatizar – resta a Caixa Geral de Depósitos e pouco mais –  por montantes irrisórios, fazendo com que os portugueses sejam adicionalmente penalizados enquanto consumidores  em resultado dos aumentos dos preços de bens e serviços essenciais.
     Felizmente, existe hoje uma ampla maioria social – de dois terços, a fazer fé nas sondagens – que se opõe a que o país continue a ser devastado desta forma em benefício das elites.
    É fundamental que esta maioria social se mobilize no próximo Domingo, contribuindo para que o actual governo se transforme rapidamente numa lamentável recordação.
     O sonho da direita revelou-se o pesadelo da maioria dos portugueses.
Quatro anos depois, está nas mãos desta mesma maioria pôr fim ao pesadelo.


Publicado por Xa2 às 07:46 de 30.09.15 | link do post | comentar |

3 comentários:
De Objectivo dos capatazes PaFiosos : a 30 de Setembro de 2015 às 17:24
-----A coligação de direita tem um projecto claro e coerente para o país

Assume que a economia portuguesa, tal como existe, não tem possibilidade de vingar no mundo globalizado.
Como tal, defende que o país tem de ser profundamente transformado, de modo a torná-lo mais atractivo ao investimento.
Para isso, é preciso tornar o investimento empresarial mais rentável, o que só se consegue no curto-prazo reduzindo os custos para as empresas.

Grande parte dos custos que as empresas enfrentam são receitas de outras empresas (por exemplo, a energia, os transportes, as comunicações) e nesses não se pode tocar,
pois estar-se-ia a retirar lucros a uns para dar a outros.
Há que reduzir os custos das empresas noutros lados, onde os investidores não saiam prejudicados. Onde?
Nos salários, nos impostos e nas contribuições para a segurança social.

Os salários reduzem-se desregulamentando as relações laborais, destruindo a negociação colectiva, permitindo a generalização da precariedade,
mantendo o desemprego elevado e reduzindo as condições de acesso ao subsídio de desemprego (para forçar os trabalhadores desempregados a aceitar salários mais baixos).

Os impostos reduzem-se restringindo ao mínimo, e de forma duradoura, os compromissos do Estado com a educação, a saúde e a protecção social.
As contribuições sociais das empresas reduzem-se diminuindo as pensões e outras prestações sociais financiadas pelo orçamento da segurança social,
bem como exigindo aos trabalhadores que paguem do seu bolso uma parcela cada vez maior da protecção contra a doença, a invalidez, o desemprego e a velhice.

O resultado será um país com mais pobreza, mais desigualdade,
onde a precarização da vida é a regra e onde todos os que podem procurarão construir o futuro noutras paragens.
Vários exemplos históricos mostram que uma sociedade assim está condenada a prazo.
Eu olho para este projecto e vejo Portugal a transformar-se numa reserva de mão-de-obra barata do continente europeu,
onde a paz social dependerá cada vez mais do exercício de um poder autoritário e repressivo.

A coligação de direita diz que não, que é assim que se constrói o futuro.
Foi isso que procurou fazer nos últimos quarto anos e é isso que continuará a fazer se ganhar as eleições.
Quem acredita que é este o caminho faz bem em votar PàF.

[ e Quem NÃO acredita neste modelo neoliberal dos capatazes 'pafiosos', deve Votar centro esquerda (PS, Livre) ou esquerda ( BE, PCP, Verdes, ...) ]

(-por Ricardo Paes Mamede, 27.9.2015, Ladrões de B.)


De PAF é o pesadelo dos Portugueses. a 30 de Setembro de 2015 às 16:13

O fim do pesadelo

(-por Alexandre Abreu, 30.09.2015, http://expresso.sapo.pt/blogues/bloguet_economia/blogue_econ_alexandre_abreu/2015-09-30-O-fim-do-pesadelo)

O sonho da direita revelou-se o pesadelo dos portugueses. Quatro anos depois, existe uma ampla maioria social que pode pôr fim ao pesadelo

Em 2011, a direita concretizou finalmente o seu velho sonho de dispor de um governo, uma maioria e um presidente do seu quadrante político.
Fê-lo cavalgando uma série de promessas que nunca fez tenções de cumprir – e que, naturalmente, não cumpriu.

Quatro anos depois, os desequilíbrios macroeconómicos estão muito PIOR do que há quatro anos.
-- A dívida pública aumentou de 108% para 130% do PIB, a dívida externa líquida de 82% para 105%.
A direita subiu ao poder prometendo ajustar os desequilíbrios macroeconómicos da economia portuguesa, mas conseguiu
apenas empobrecer o país, deprimindo a produção e fazendo alastrar as falências e o desemprego.

--Nos últimos dias, ficámos a saber que o défice orçamental foi de -7,2% em 2014 e de -4,7% no primeiro semestre de 2015,
que o défice externo regressou assim que o travão da austeridade foi temporariamente suspenso por motivos eleitoralistas
e que a poupança das famílias caíu para o nível mais baixo de sempre.

Défice externo, défice público, endividamento, emigração e desemprego generalizados:

não houve qualquer ajustamento, apenas empobrecimento, agora momentaneamente interrompido por motivos eleitorais.

Mas a parte mais nefasta da governação da direita não foi sequer o desastroso desempenho macroecónomico numa legislatura em que
a emigração regressou aos níveis da década de 1960 e em que o investimento regrediu 30 anos.

Pior – muito pior - do que isso foi a forma como este governo transformou Portugal num país muito mais desigual e muito menos decente para benefício de uns poucos.

Como repercutiu sobre os mais pobres e a classe média a maior parte dos impactos da crise
ao mesmo tempo que o número de milionários não cessava de aumentar.

Como alterou o IRS, reduzindo o número de escalões,
de modo a torná-lo deliberadamente menos progressivo e mais propenso ao aumento da desigualdade.

Como colocou a generalidade dos trabalhadores a trabalhar mais horas por dia e mais dias por ano a troco de salários mais baixos,
de modo a transferir rendimentos para os detentores de rendimentos de capital.

Como cortou pensões e retirou apoios sociais aos mais pobres, aos desempregados, aos reformados e aos pensionistas.

Como atacou e esvaziou a saúde e a educação públicas, comprometendo o presente e o futuro dos portugueses.

Como aumentou a carga fiscal de forma inícua e injusta, agravando brutalmente o IRS e o IVA ao mesmo tempo que reduzia o IRC.

Como privatizou quase tudo o que havia para privatizar – resta a Caixa Geral de Depósitos e pouco mais –
por montantes irrisórios, fazendo com que os portugueses sejam adicionalmente penalizados enquanto consumidores
em resultado dos aumentos dos preços de bens e serviços essenciais.

Felizmente, existe hoje uma ampla maioria social – de dois terços, a fazer fé nas sondagens – que se opõe a que o país continue a ser devastado desta forma em benefício das elites.
É fundamental que esta maioria social se mobilize no próximo Domingo, contribuindo para que o actual governo se transforme rapidamente numa lamentável recordação.

O sonho da direita revelou-se o pesadelo da maioria dos portugueses.
Quatro anos depois, está nas mãos desta mesma maioria pôr fim ao pesadelo.


De PàF (PSD-CDS) ? nem pensar !! a 30 de Setembro de 2015 às 16:05
http://aventar.eu/

--- Continua: Novo Banco vai-lhe ao bolso

“Governo paga mais juros ao FMI por causa do Novo Banco” [DN].
Obrigado Passos Coelho pela solução sem custos para os “contribuintes” (como se o resto do país não fosse gente).
-----------

----Sonho da direita, pesadelo dos portugueses

Uma síntese dos últimos quatro anos assinada por Alexandre Abreu.


----Fraude na tracking poll

eu fui sondado
Pequena dimensão da amostra.
Densidade populacional não considerada.
Mas esta entrevista telefónica é surreal.
Mau demais.


----Leituras: Um guia para os perplexos
Excelente análise de Pedro Magalhães no seu Margens de Erro.

--- Onde votar
urnas-de-voto
* O Cartão de Eleitor não é necessário para votar mas para saber onde votar é preciso saber o número de eleitor. Como fazer?
Passando por aqui. Ou então por aqui. Ou ainda enviando um SMS (grátis) para o 3838 com a mensagem: RE
[Error: Irreparable invalid markup ('<espaço>') in entry. Owner must fix manually. Raw contents below.]

http://aventar.eu/

--- Continua: Novo Banco vai-lhe ao bolso

“Governo paga mais juros ao FMI por causa do Novo Banco” [DN].
Obrigado Passos Coelho pela solução sem custos para os “contribuintes” (como se o resto do país não fosse gente).
-----------

----Sonho da direita, pesadelo dos portugueses

Uma síntese dos últimos quatro anos assinada por Alexandre Abreu.


----Fraude na tracking poll

eu fui sondado
Pequena dimensão da amostra.
Densidade populacional não considerada.
Mas esta entrevista telefónica é surreal.
Mau demais.


----Leituras: Um guia para os perplexos
Excelente análise de Pedro Magalhães no seu Margens de Erro.

--- Onde votar
urnas-de-voto
* O Cartão de Eleitor não é necessário para votar mas para saber onde votar é preciso saber o número de eleitor. Como fazer?
Passando por aqui. Ou então por aqui. Ou ainda enviando um SMS (grátis) para o 3838 com a mensagem: RE <espaço> nº de Bilhete de Identidade ou Cartão de Cidadão <espaço> Data de Nascimento com a seguinte sintaxe AnoMêsDia <AAAAMMDD>.


----O voto electrónico

resolvia o problema de quem quer votar e está emigrado.
Tanto “choque tecnológico” e ainda andamos nisto.
Lamento quem nada faz para alterar isto. [Público]


------Para registar no directório da aldrabice pré-eleitoral

[Défice abaixo dos 3%] “já não é uma promessa, é uma questão de honra“.
Directamente da cartola de Pedro Passos Coelho.


----E depois dos anéis

O memorando previa 5 mil milhões de euros em receitas provenientes de privatizações,
o governo cumpriu a sua promessa de ir além da Troika e quase duplicou o número.
O que é que vamos vender quando a próxima crise chegar?


----Falamos depois das eleições, agora não dá muito jeito

“Bruxelas recomenda mais impostos sobre consumo e imóveis em Portugal” [Público]


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