30 comentários:
De Ocidente ignorou/ provocou e ... a 17 de Setembro de 2015 às 12:57

O fracasso europeu multiplicado por dois

(16/9/2015, http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/2015/09/o-fracasso-europeu-multiplicado-por-dois.html )

«O adiamento para Outubro de uma resolução europeia comum sobre os refugiados, ao mesmo tempo que o espaço Schengen é posto em risco pela reabertura de fronteiras, é um somatório de más notícias.

Contrariando os efusivos apelos de Juncker, a UE não foi capaz de estar à altura das exigências do drama que tem pela frente – e no seu território.

Não foi a primeira vez, no caso sírio.
Martti Ahtisaari, antigo Presidente finlandês que foi mediador da ONU, veio lembrar que a UE e os EUA rejeitaram uma proposta russa que incluía o afastamento a prazo de Assad.
Foi em 2012 e percebe-se:
eles acreditavam que Assad ia ser derrubado, logo não precisariam negociar. Mas não foi.
Hoje, muitos milhares de mortos e desalojados depois, os mesmos que disseram “não” dispõem-se a encarar Assad, que continua a ser um ditador, como “interlocutor” para estancar a guerra e os refugiados.
Alguém tirará lições úteis deste mortífero “adiamento”?»
-Direcção editorial do Público

---- Para quem tem acesso ao Expresso diário:
O dia em que a Rússia sugeriu o afastamento de Assad e o Ocidente ignorou.

(http://leitor.expresso.pt/#library/expressodiario/16-09-2015/caderno-1/mundo/o-que-acontece-la-fora ...)

----- Allemagne: des migrants logés dans le camp de Buchenwald
(refugiados/migrantes da Síria e ... alojados no ex-campo de concentração NAZI de Buchenwald ) !!!

: http://fr.sputniknews.com/international/20150913/1018137986.html#ixzz3lzp63mRO


De Inimigos e Apoiantes... a 21 de Setembro de 2015 às 09:45
O inimigo principal
por Vital Moreira

«(75) Rebeldes treinados pelos EUA retornam à Síria para combater Estado Islâmico.» - AFP

Já não era sem tempo! Os Estados Unidos, que contribuíram como ninguém para a desestruturação política do Médio Oriente (Iraque, Afeganistão, Síria), com os resultados conhecidos (guerra civil, violência, regressão civilizacional e, por último, o aparecimento do Estado Islâmico e a vaga de refugiados sírios), descobriram finalmente que o inimigo principal é mesmo o Estado Islâmico (e não o regime sírio) e que a prioridade cimeira deve ser a sua destruição.


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