30 comentários:
De Fanatismo religioso: aTerrorizar Dominar a 17 de Novembro de 2015 às 15:44

O «Estado Islâmico», o terrorismo e a religião

O objectivo do terrorismo é aterrorizar.
Levar-nos a suspender a nossa capacidade de reacção e a nossa racionalidade.
No caso da organização «Estado Islâmico» (EI), o objectivo mais imediato dos atentados de Paris poderá ser tentar a suspensão dos bombardeamentos aéreos que nos últimos meses têm feito diminuir a área que ocupa.
Alguns argumentarão que o objectivo poderá ser o contrário: obter uma invasão que confirme profecias apocalípticas.
Nesse caso, será difícil explicar que o EI tenha esperado por 2015 para iniciar a sua campanha terrorista na Europa.

Um efeito colateral do terrorismo é a DESUMANIZAÇÃO de quem o perpetra.

Os que expressam a sua condenação do EI recusando-lhe qualquer racionalidade ou até humanidade,
dão largas a uma indignação justa e inteiramente compreensível, mas perdem capacidade de compreensão e portanto de resposta.
«Patologizar» os terroristas chamando-lhes «loucos» ou «bestas» não nos ajuda a debater como os vamos IMPEDIR de repetir os seus atentados.

A ideologia do «Estado Islâmico» é conhecida e enunciada articuladamente pelos próprios.
Querem restaurar o CALIFADO (representante de Deus e Senhor dos Crentes e dos infiéis escravizados, em qualquer parte do mundo) (ou afirmam mesmo já o ter feito), e portanto
estabelecer um Estado baseado na interpretação mais fundamentalista do Islão (a 'lei' da bárbara Sharia).

Muitos na Europa, à esquerda e à direita, resistem a aceitar que o Estado Islâmico seja aquilo que diz ser.
Ao contrário do que acontecia com o IRA ou com a ETA, aos quais nunca foi negado que tinham o objectivo de unir a Irlanda ou separar Euskadi,
ao «Estado Islâmico» recusam que tenha objectivos islâmicos.
A razão é simples: em pleno século 21, há ainda quem não queira aceitar que da religião possa vir o mal.

E no entanto:
o programa político que o «Estado Islâmico» concretizou no território que controla só difere do programa da Irmandade Muçulmana (movimento/ partido no Egipto e ...) no grau de radicalismo e nos métodos.
Os fundamentos são os mesmos.

Aliás, não tem sido suficientemente sublinhado que a Arábia Saudita executa pessoas por dissidência religiosa e por comportamento sexual recorrendo à mesma jurisprudência (Sharia) que o «Estado Islâmico».
Não costumam é filmar e postar no youtube.
O «Estado Islâmico» não é menos islâmico do que a Arábia Saudita ou do que as monarquias do Golfo.
Anda é mais mal visto.

E sendo verdade que o «Estado Islâmico» não representa todo o Islão
(há interpretações, comunidades e seitas, como os Ismaelitas, os Ibaditas, ... e imãs bem mais tolerantes ...)
e que mata mais muçulmanos que pessoas de outras religiões,
não se ganha nada em negar a sua inspiração religiosa.

(- Ricardo Alves, 15/11/2015, Esquerda Republicana)
Marcadores: Islamismo , Religião


De .?infiltração islâmica jihadista na UE. a 19 de Novembro de 2015 às 10:04

Hijra - O Cavalo de Tróia Moderno,dá que pensar.

E se fosse realmente como suspeitamos?

É precisamente a pergunta que eu faço a mim próprio... Eu não consigo pôr um Euro de lado, nem ao menos para passear por aqui perto. Pergunto-me: como é que, então, um refugiado que tem que pagar US$ 3.000,00 a um passador, sabendo este que ele precisa de vários anos para chegar a ter US$ 1.000,00?

Além disso, quando eles são enviados de volta, alguns regressam de imediato. Então, eu penso que serão, provavelmente, terroristas misturados com refugiados "pobres".

Em teoria, não é tão improvável quanto isso! De onde vem este dinheiro todo?

O Hijra: Um "cavalo de Tróia" moderno... ou a doutrina islâmica de imigração? A estratégia de reconquista... com 14 séculos de idade?

Quem são os migrantes que aportaram à Itália, à Grécia e a mais países europeus?

Dizem-se "refugiados" que perderam tudo. Os relatórios seguem, uns a seguir aos outros, para descrever as suas condições de vida terríveis. Eles têm, apenas, o suficiente para comer, mas, assim que chegam, logo vemos pegarem nos telemóveis e falarem... para quem? Reclamam que não têm Internet e wi-fi...

Metade dos 22 milhões de Sírios vivem com menos de US$ 2,00 por dia, desde há mais de 2 anos, devido à guerra.

Então, como arranjam entre US$ 3.000,00 a US$ 5.000,00 para pagarem aos contrabandistas?

E, se alguém estiver a financiar a viagem a jihadistas disfarçados de refugiados?

Quem são os mais perseguidos na Síria e no Iraque? São cristãos, Yezidis, mulheres, velhos, crianças.

Há algum cristão em navios de carga que chegam às costas italiana e grega? Não! São, essencialmente, muçulmanos.

Crianças, idosos, mulheres? Não muitos, só os necessários para o espectáculo, a grande maioria são homens solteiros.

Calais é testemunha.

A ONU fala de um milhão de crianças sem um cobertor para enfrentarem o inverno, enquanto que os "traficantes" têm 2 ou 3 milhões de dólares para comprarem cargueiros e depois abandoná-los, como acontece regularmente.

E esses contrabandistas passaram a ser marinheiros, capitães, mecânicos. Eles teriam aprendido a navegar navios de carga que depois abandonam?

Sabe-se que o Estado Islâmico tem enormes recursos financeiros, bancos, poços de petróleo.

Todo mundo sabe essa história, que foi o episódio final da Guerra de Tróia, e como terminou.

Como não podem retornar de forma anónima à Europa, depois de lutar pelo Estado Islâmico, os guerreiros muçulmanos entram disfarçados como refugiados e escondidos em navios que navegam no Mediterrâneo.

Chegam às costas italiana ou grega e foram (e são) recebidos como um presente dos deuses: Eles ofereceram uma nova oportunidade aos europeus para repararem os seus crimes coloniais "abjectos", abrindo os braços para os mais desfavorecidos.

Este estratagema pretende provocar a queda do "império."

Qual o politico a quem o jornalista tem a coragem de fazer esta pergunta?

Mas, perguntem à CIA se tem dúvidas! Os milicianos do Estado Islâmico vêm para a Europa disfarçados de refugiados, segundo fontes de inteligência dos EUA.

Se a invasão muçulmana da Europa continua ao ritmo actual, em poucas décadas os cemitérios são os únicos lugares onde cristãos, judeus e outros... serão a maioria.

O Qatar é um dos países muçulmanos mais extremistas... Isto é bem conhecido, assim como a Arábia Saudita.

E porque será que os países árabes não acolhem os seus irmãos?

Toda a Europa se preocupa em acolher os «migrantes» (!), mas nenhum país islâmico se prontificou a recebê-los. Não seria isso natural? Não estariam eles todos bem melhor em países muçulmanos?

Para aqueles que ainda não sabem, a Embaixada do Qatar, numa das mais bonitas avenidas de Bruxelas (Avenue Franklin Roosevelt) tem previsto o financiamento da construção de uma mesquita para 6000 pessoas!

No entanto, o Ministério das Relações Exteriores não só se recusou a aprovar este financiamento, mas, também, respondeu ao Centro de Tawfiq islâmica "...que seria paradoxal aceitar esse tipo de financiamento proveniente de um país que não aceita nenhuma liberdade religiosa".

Vamos nós ser actores reais: envia deste e-mail para cinco contactos, seremos a base de, em 3 meses, 1 milhão de e-mails e 48 milhões em 6 meses!
Isso pode ajudar a abrir os olhos dos nossos governantes


De .Infiltração islâmica e jihad na UE ? ! a 19 de Novembro de 2015 às 10:12
------- infiltração islâmica jihadista na UE. ?!

Hijra - O Cavalo de Tróia Moderno, dá que pensar.

E se fosse realmente como suspeitamos?
... ...
...
O ministro das Relações Exteriores da Noruega, Jonas Gahr Støre, disse, ao jornal VG, a propósito do pedido da Arábia Saudita para a
construção de uma mesquita: "Podemos, apenas, dizer NÃO.
O Ministério não aprova, mas aproveitou a oportunidade para acrescentar que a aprovação seria paradoxal, sabendo que tentar estabelecer uma comunidade cristã na Arábia Saudita será considerado um crime punível por decapitação."

Porque será que os media ocidentais não difundem estas notícias?

Mas há países europeus (e são muitos) que (consciente ou inconscientemente) estão a preparar o seu suicídio.

NOTA: Outra mesquita está em construção no Court Saint-Étienne.

Eles têm o direito de destruir tudo o que é diferente do Islão (cristãos, coptas, judeus, budistas e, até mesmo, secular, etc., por exemplo: Palmira), mas invadem países ocidentais com as suas mesquitas e minaretes.

NOTAS:
1. Por que razão recusam caixas com comida e medicamentos, somente porque têm o símbolo da “Cruz Vermelha” impresso na caixa?

2. Por que razão não vão para os países árabes?

3. Onde vão eles buscar os EUR 3.000,00, por pessoa, para pagarem aos traficantes? Só para a travessia do Mediterrâneo (estamos a falar em cerca de 3.000 migrantes, por dia, a EUR 3.000,00 cada um! ) Isto dá, nada mais nada menos, EUR 9.000.000,00 (nove milhões de Euros por dia, pagos pelo “pobres” povos sírio e árabe, para atravessarem o Mediterrâneo).

4. Além destes EUR 3.000,00, por pessoa, ainda têm de ter reservas para pagarem comboios, autocarros e outros transportes para atravessarem todos os Países, até chegarem à Alemanha, à França e à Inglaterra. Eles (os solteiros) não querem outros Países.

5. Qualquer País fora da Síria seria bom para ficarem em paz e segurança! Não... eles (os solteiros) só querem Alemanha, França e Inglaterra. Para os outros Países (como Portugal, Espanha, Itália, etc.) vão as famílias. Porquê?! A maior parte dessas famílias mostram ter menos de 25 anos.

6. DÁ QUE PENSAR, NÃO É?

•EUROPEUS... Abram os olhos e vejam em que se estão a meter...

•Quem estará a suportar estas DESPESAS? (Cerca de EUR 9 milhões, por dia)... Isto é exagerado, especialmente para famílias que vivem com menos de US$ 2,00 por dia!

O mínimo que podes fazer é encaminhar esta mensagem a 5 contactos. Vale a pena...


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