14 comentários:
De Boas novas de Espanha a 2 de Junho de 2014 às 11:28

De Espanha, nem sempre maus ventos

----- Los jueces españoles, indignados: denunciarán al Fondo Monetario Internacional por injerencia en la Justicia española.

«Resulta preocupante que organismos internacionales como el FMI pretendan presentar como soluciones técnicas e inevitables lo que son meras apuestas ideológicas desde una visión partidista de las relaciones económicas.»

----- Juan Carlos abdica a favor do filho ...

----- PODEMOS elege 5 deputados para P.Europeu ...


De Juizes, funcionários púb., votantes, PS a 2 de Junho de 2014 às 11:35

Na vida real


--- «Na vida real, o Tribunal Constitucional veta leis. Acusar os juízes de facciosismo político é marrar contra o espelho sem querer parti-lo: os juízes foram coerentes com os acórdãos anteriores. Ou se muda a Constituição ou se mudam as leis. (...)

---- Na vida real, os funcionários públicos não sabem a quantas andam e, provavelmente, já nem querem saber. (...)

---- Na vida real, o povo vota, vota a favor e vota abaixo. Mais do que votar contra aquilo que não gosta, vota contra aquilo em que não acredita. Ou em quem não acredita.
O povo português suportou a austeridade durante bastante tempo, provavelmente por aceitar que ela seria necessária, mas
deixou de acreditar que era limitada (os cortes temporários são permanentes) e que tinha um propósito maior do que o défice nosso de cada ano. (...)

---Na vida real, os partidos que não vingam, vingam-se. O PS está a vingar-se de Seguro. António Costa não está a trair mais do que Matteo Renzi traiu Enrico Letta — e Renzi é a nova coqueluche da democracia europeia.
O problema de Costa não é o desafio a Seguro, que é legítimo, é ter sido eleito há meia dúzia de meses pelos cidadãos de Lisboa, que foram trampolim. Qual é a diferença entre Costa deixar Lisboa para ir para o Governo e Barroso ter deixado o Governo para ir para Bruxelas?
Uma é Barroso ter fugido de uma derrota enquanto Costa corre para uma vitória. Outra é ter boa imprensa. Mas isso, na vida real, acaba num ápice.» (...)

(-P.S.Guerreiro, via J.Lopes, Entre as Brumas da M., 31/5/2014)


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