Segunda-feira, 2 de Junho de 2014

 Sim ...  PODEMOS !

    Vale mesmo a pena LER AQUI a mensagem política do PODEMOS... para que se acredite que há quem, neste cenário de degradação e empobrecimento contínuo, encontre, promova e defenda outras formas de organização económica, social e política.   Porque as alternativas existem e são possíveis de concretizar - se nos não faltar a coragem para tal.   De facto, a decepção cívica relativamente ao sistema político-partidário vigente nas chamadas "democracias ocidentais", nomeadamente no que se refere ao designado "arco da governação" que persiste na alternância entre os partidos socialistas (centro-esquerda?!) e os sociais -democratas (centro-direita?) a que a Europa parece reduzida de há muitas décadas a esta parte, encontrou, também em Espanha (e não apenas no Syriza da Grécia), uma expressão relevante no passado domingo, quando, na contagem dos votos das eleições europeias, se constatou que o movimento PODEMOS, liderado por Pablo Iglesias, um professor universitário de Madrid, marxista, de 35 anos, alcançou 1,2 milhões de votos e elegeu, na primeira vez que se apresentou a eleições, 5 eurodeputados.
      Agregando o património da mensagem política deixada pelo Movimento dos Indignados (15-M) e inspirado no slogan que elegeu Obama "YES, WE CAN", Pablo Iglesias afirma o fim do bipartidarismo, bem como a necessidade de reinvenção da democracia e da criação de um processo constituinte.   Num discurso desassombrado, o PODEMOS solicita e apela à derrogação do Tratado de Lisboa, à nacionalização da banca, à suspensão do pagamento da dívida e coloca, sem medo!, a hipótese da saída do euro - considerando que esse cenário não significaria o caos que nos fazem supor.   Claro que uma mensagem tão autónoma e pouco comprometida com o sistema de dependências em que a teia político-partidária se desenvolve, suscita e provoca (como não poderia deixar de ser!), reações e acusações de populismo (ler aqui). 
     Porém, o importante é que os eleitores se identificaram com as propostas apresentadas, acreditaram, investiram e conseguiram resultados que merecem o respeito de todos!... por muito que se esforcem para desacreditar os que, não dependendo do poder, lutam contra ele para o devolver à Polis, isto é, a todos nós, cidadãos.  (-


 O eurocepticismo é uma reacção natural dos povos face a uma União Europeia que constitucionalizou o neoliberalismo e impede o desenvolvimento. É uma história que pode acabar muito mal.

    A evolução político-jurídica da União Europeia ao longo das últimas três décadas tem correspondido a uma verdadeira constitucionalização do neoliberalismo. Do Acto Único Europeu ao Tratado de Lisboa, com passagem por Maastricht e Amesterdão, as peças foram sendo gradual mas inexoravelmente colocadas no lugar:   mercado único, mobilidade do capital, concorrência fiscal, pressões múltiplas no sentido da privatização, liberalização e flexibilização do mercado de trabalho. Sempre que necessário, atropelando a vontade dos povos.( e os direitos dos trabalhadores.) 

       Esta neoliberalização da União Europeia tem sido prosseguida com especial intensidade nos países que aderiram à União Económica e Monetária.   Sob um manto diáfano de cosmopolitismo, modernidade e redução dos custos de transacção, escondia-se na verdade uma ofensiva de classe e um mecanismo de divergência entre Estados.  Quer uma quer o outro decorrem da necessária acumulação de excedentes no centro e défices na periferia que resultam da impossibilidade de recurso à desvalorização cambial.  Isto, claro, num contexto adicionalmente caracterizado pela ausência de mecanismos de transferência orçamental com uma dimensão minimamente significativa e pela grotesca imposição da intermediação bancária entre o BCE e os Estados

   A divergência entre Estados resulta da impossibilidade de assegurar o equilíbrio externo e a estabilização macroeconómica na periferia por outra via que não a austeridade perpétua - algo que, após uma década de endividamento, se tornou agora evidente.   A ofensiva de classe decorre do facto do mecanismo de ajustamento tornado obrigatório ser a compressão dos salários directos e indirectos: enquanto que a desvalorização cambial afecta todos os rendimentos (de trabalho e de capital) de forma transversal, a 'desvalorização interna' implica necessariamente uma alteração na repartição funcional do rendimento em favor do capital e detrimento do trabalho, a par do desmantelamento dos serviços públicos de que os mais pobres dependem muito mais fortemente.

   Mas o ADN neoliberal da União Económica e Monetária introduziu ainda, porventura inadvertidamente, uma tendência latente para a estagnação generalizada, pois constitui o exemplo mais acabado da contradição central do neoliberalismo.   A desigualdade na distribuição do rendimento constrange a procura no mercado de bens e serviços (ao mesmo tempo que provoca bolhas especulativas em sucessivos mercados financeiros);   e o único mecanismo que neste contexto permite introduzir dinamismo na procura - o endividamento privado e público -, uma vez levado até ao limite, não pode ser renovado devido ao mandato anti-inflaccionário do BCE.

O resultado de tudo isto é o que está à vista:    desigualdade em máximos históricos, um lastro gigantesco de dívida privada e pública, periferias condenadas ao subdesenvolvimento, domínio absoluto da finança, estagnação generalizada (, destruição da classe média e aumento da pobreza).   Sem que se vislumbre a possibilidade de políticas que invertam estas tendências porque, e este é um aspecto crucial, a constitucionalização do neoliberalismo significa que o próprio leque de políticas possíveis, a nível nacional ou europeu, está decisivamente constrangido.   Todos os determinantes fundamentais de que tenho vindo a falar estão blindados em tratados cuja alteração exige uma impossível coordenação entre Estados com interesses e ritmos políticos divergentes.

   Perante tudo isto, e com maior ou menor percepção dos mecanismos subjacentes, os cidadãos europeus sentem o ataque de que são alvo e revoltam-se, legitimamente, contra uma União Europeia que hoje em dia não promete mais do que o subdesenvolvimento.  Infelizmente, como estamos agora a assistir pela Europa fora, os partidos anti-democráticos e xenófobos são quem está a ocupar mais rapidamente este espaço político, subvertendo estas legítimas aspirações.   Se o campo democrático não assumir rapidamente que esta União Europeia, e sobretudo este Euro, têm mesmo de ser desmantelados para que uma Europa solidária e de progresso possa ser reconstruída, são sombrias as nuvens que se erguem no horizonte.       (-por Alex. Abreu, 2/6/2014, publicado no Expresso online)



Publicado por Xa2 às 07:49 | link do post | comentar

14 comentários:
De PODEMOS: todos somos necessários. a 2 de Junho de 2014 às 10:28

PODEMOS

http://podemos.info/wordpress/wp-content/uploads/2014/05/Programa-Podemos.pdf
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PODEMOS
DOCUMENTO FINAL DEL PROGRAMA COLABORATIVO
El presente documento es el resultado de un proceso de elaboración colectiva del programa de Podemos a través de un método abierto y ciudadano en el que han participado miles de personas. Partiendo de
la propuesta de un borrador el proceso ha consistido en tres etapas:
--(i) debate y aportaciones online a título individual,
--(ii) enmiendas colectivas de los Círculos Podemos y
-- (iii) referéndum online sobre las enmiendas (emendas).
ÍNDICE :
1. Recuperar la economía, construir la democracia
2. Conquistar la libertad, construir la democracia
3. Conquistar la igualdad, construir la democracia
4. Recuperar la fraternidad, construir la democracia
5. Conquistar la soberanía, construir la democracia
6. Recuperar la tierra, construir la democracia
...
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La corrupción es una pandemia que amenaza la supervivencia de la democracia. Frente a esta realidad Podemos defenderá en el Parlamento Europeo una batería de medidas que hemos denominado “Directiva Villarejo”. Carlos Jiménez Villarejo fue el primer Fiscal Jefe Anticorrupción y actualmente es el candidato númer 3 de la lista de Podemos al Parlamento Europeo.
-----------
-- ¿Qué es un «Círculo Podemos» ?

La Iniciativa «Podemos» ha conectado con una parte de la voluntad de cambio político generalizada, al suscitar importantes expectativas e ilusiones y cristalizar en cientos de Círculos Podemos.
Estos círculos no tienen que sustituir al tejido asociativo y ciudadano existente en cada lugar. Tienen que ser permanentemente lugares de bienvenida, de suma y de extensión. Para conseguirlo debemos dejar a un lado las distinciones:
todas y todos somos necesarios. Podemos.

Los Círculos Podemos están más allá de las siglas.
Son espacios para terminar con el miedo, la fragmentación y la resignación, para construir la unidad popular y ciudadana, contra el empobrecimiento y el secuestro de la democracia.
Desde los Círculos defendemos cuestiones de sentido común:
somos ciudadanos y tenemos derecho a tener derechos;
a vivir sin miedo;
a la sanidad, la educación, la jubilación (aposentação/reforma) y la protección social;
a la tierra y el territorio;
al empleo;
a la cultura;
a desarrollarnos (desenvolvermos) como personas y como pueblos;
a que no nos mientan (mintam);
a que no nos maltraten;
a que no nos carguen con sus deudas (dívidas);
a que no nos roben.

Somos muchos los que estamos de acuerdo en esto y en que los que nos han arrastrado hasta la difícil situación actual no nos van a sacar de ella.
La sociedad ya se está esforzando y remando para salir del pozo, pero algunos no hacen ningún sacrificio y sólo empeoran dicha situación.
Hay que recuperar la democracia que han secuestrado, porque el poder emana del pueblo y de la ciudadanía.
Podemos es una iniciativa para convertir la mayoría silenciosa que está harta en una fuerza de cambio.
Para conseguirlo debemos dejar a un lado las distinciones:
todas y todos somos necesarios.

Cada círculo es un espacio de participación en el que la sociedad redacta y defiende un
programa para hacer frente a la coyuntura de emergencia que viven los pueblos del sur de Europa,
así como un espacio de protagonismo ciudadano de estas elecciones al Parlamento Europeo.

Al mismo tiempo, cada círculo es un lugar de construcción de unidad popular, que se conforma no a través de la discusión interminable, sino
a partir de la toma de decisiones conjunta y del trabajo colectivo concreto.
-------------
PODEMOS organiza-se em : circulos locais e circulos temáticos, todos ligados em rede internet, todos colaboram e decidem):

Círculo Discapacidad
Círculo Feminismos
Círculo Educación
Círculo Deporte
Círculo Inmigración
Círculo Psicología
Círculo Sindicalistas
Círculo Música
Círculo Autónomos
Círculo TICs
Círculo Desempleados
Círculo Psicoanalistas
Círculo Jubilados
Círculo Audiovisual
Círculo Animalista
Círculo LGTBI
Círculo Fuerzas Armadas
Círculo Cultura
Círculo Funcionarios
Círculo Pleno Empleo
Círculo economia, ecologia y energia
...
La comisión de coordinación de Podemos ...


De vota PODEMOS português e internacional a 12 de Junho de 2014 às 12:27
PODEMOS. pt ; PODEMOS.es e PODEMOS. ue
-----------------
Vamos criar o PODEMOS Português, partido democrático eco-social (Ambientalista e defensor do Estado Social), ...
. Candidatos a deputados ou membros do secretariado sujeitos a votação nominal interna (tendo cada membro efectivo do PODEMOS direito a 10 votos: 4 para a 1ª preferência, 3 na 2ª, 2 na 3ª e 1 na 4ª), com mini-CV e link disponível na página do PODEMOS ... sendo depois, ordenados pelo nºde votos obtidos, apresentados na lista a sufrágio nacional...
. PODEMOS organiza-se em :
+ Coordenação Portuguesa (secretariado nacional) ,
+ circulos locais e/ou circulos temáticos,
todos ligados em rede internet (página, forum e e-mails),
todos colaboram e decidem (propostas, forum/discussão, referendos/votação, ...).
+ Com ligação e colaboração estreita (no PE, partilha de "bandeiras"/propostas e campanhas comuns) a outros partidos PODEMOS ou próximos (: verdes, esquerda, sociais-democratas, ... )
+ Com ligação/links a outros Movimentos de Cidadania activa (: Collectif Roosevelt2012.fr ; ATTAC ; M12O ; IAC ; MIC ; occupy wallstreet, ... ... )
e a confederações sindicais.
-- -- --


De .20 propostas do PODEMOS Es. a 30 de Outubro de 2014 às 14:45
25/10/2014
En la asamblea fundacional que la formación que hasta ahora lidera Pablo Iglesias se sometieron a votación, el pasado fin de semana, sus objetivos a conseguir cuando Podemos se convierta, ya, en partido político. Aquí recogemos 20 de sus propuestas:

ECONOMÍA

1. Reducción de la jornada laboral a 35 horas semanales y de la edad de
jubilación a 60 años, como mecanismos para redistribuir equitativamente el trabajo y la riqueza, favoreciendo la conciliación familiar.

2. Prohibición de los despidos en empresas con beneficios. Derogación de las reformas laborales implantadas desde el estallido de la crisis: 2010, 2012 y RD 3/2014.

3. Auditoría ciudadana de la deuda pública y privada para delimitar qué partes de éstas pueden ser consideradas ilegítimas para tomar medidas contra los responsables y declarar su impago. Reestructuración del resto de la deuda y derogación del artículo 135 de la Constitución española con el objetivo de garantizar los derechos sociales frente a los intereses de los acreedores y los tenedores de la deuda.

4. Reorientación de instituciones como el FROB y la SAREB para convertirlos en instrumentos dedicados a la recuperación de las ayudas públicas concedidas a la banca.

5. Tipificación del delito fiscal a partir de 50.000 euros de cuota defraudada y ampliación de los mecanismos y de los recursos destinados a su persecución.

REFERÉNDUM

6. Ampliación y extensión de la figura del referéndum vinculante, también para todas las decisiones sobre la forma de Estado y las relaciones a mantener entre los distintos pueblos si solicitaran el derecho de autodeterminación.

COMUNICACIÓN

7. Creación de medios públicos al servicio de los ciudadanos con una gestión democrática e independiente de los gobiernos de turno. Legislación destinada a instaurar una cuota mínima de medios públicos e independientes. Creación de una agencia de noticias europea independiente de estricto control democrático y ciudadano.

RELIGIÓN

8. Eliminación de los privilegios fiscales de la Iglesia Católica, así como de los privilegios que se le conceden en materia educativa.

JUSTICIA

9. Fin de las políticas antiterroristas y de seguridad ciudadana que vulneren la libertad de expresión, los derechos de asociación, de manifestación y de protesta, y las garantías procesales que deben asegurarse para todas las personas.

10. Derecho a la justicia gratuita y con todas las garantías de acceso a la misma en condiciones de equidad.

IGUALDAD

11. Despatologización de todas las opciones sexuales e identidades de género no normativas y puesta en marcha de políticas destinadas a corregir la discriminación, por ejemplo garantizando el acceso al empleo público de las personas LGTBI (lesbianas, gays, transexuales y bisexuales) en riesgo de exclusión social.

SANIDAD

12. Devolución al sector público de todos los centros y hospitales privatizados. Para ello se derogarán todas las leyes que permitieron esa privatización, y el RDL 16/2012 que cambió el modelo sanitario universal por otro de aseguramiento y resultó en la exclusión de diversos colectivos en razón de su situación administrativa, legal o laboral. Aumento de plantilla en la sanidad pública.

13. Contemplación del derecho a la interrupción voluntaria del embarazo de forma segura, libre y gratuita, dentro de la red pública. Garantía del derecho a una muerte digna.

EDUCACIÓN

14. Eliminación de cualquier subvención y ayuda a la enseñanza privada, incluida la modalidad de concertada, destinando el ahorro a la financiación y mejora de los centros públicos.

VIVIENDA

15. Consideración del suministro de luz, agua y calefacción como un derecho básico inalienable, que debe ser garantizado por parte de empresas públicas.

CULTURA

16. Reducción del IVA cultural del 21 al 4%. Control público encaminado a garantizar que los beneficios obtenidos por la difusión y distribución del arte nunca sean superiores a los del artista.

INMIGRACIÓN

17. Prohibición de los CIES. Anulación de los programas contra la inmigración FRONTEX y EUROSUR. Eliminación de las vallas fronterizas anti-persona y del SIVE. Fin de la política de externalización de fronteras. Fin a los vuelos o barcos de deportación de inmigrantes.

POLÍTICA EXTERIOR

18. ...


De . PODEMOS Sim. a 30 de Outubro de 2014 às 14:48
20 propostas do Partido PODEMOS, em Espanha:
...
...
POLÍTICA EXTERIOR

18. Política de apoyo a la autodeterminación del Sáhara Occidental. Reconocimiento del Estado Palestino y exigencia de la devolución íntegra de los territorios ocupados por Israel. Referéndum vinculante sobre la salida de España de la OTAN.

19. Abandono del proceso de suscripción del Tratado de Libre Comercio entre Estados Unidos y la Unión Europea. Apertura de un proceso de revisión sustancial de los Tratados de Libre Comercio con América Latina.

MEDIOAMBIENTE

20. Prohibición de la tauromaquia y del tráfico de especies exóticas o en peligro de extinción. Regulación de la caza mayor y de especies protegidas.
Democracia Directa: ¿Cómo sería la ley si la votaran los ciudadanos? Participa con tu voto y argumentos

Cargando el debate... Si el debate no se muestra, puedes verlo en http://www.quoners.es/q/referendums


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