17 comentários:
De 'Aliviar' o Estado e Destruir a Nação. a 8 de Abril de 2015 às 12:01
Aliviar o peso do Estado na economia"
(ex: do ensino superior e da saúde, esvaziando o Público para dar € ao Privado !!)

(-por josé simões, 7/4/2015, http://derterrorist.blogs.sapo.pt/)

O dinheiro do contribuinte, por interposta pessoa a escola pública, forma os melhores médicos da Europa,
que as universidades privadas são muito bonitas mas é em matéria de papel e caneta, e mesmo assim com os resultados que são conhecidos, que isso de investir em ciência está quieto pois requer muito conhecimento, responsabilidade e... investimento.
Fica para o Estado portanto, que o privado é para dar lucro.
Médicos que depois vão para a emigração, ganhar no serviço nacional de saúde inglês ou alemão
o que o Serviço Nacional de Saúde português lhes nega,
ou para o hospital privado pátrio,
pagos com o dinheiro... do Estado,
dinheiro que não há para o hospital público porque
as empresas de colocação avulsa de médicos e enfermeiros ganham outro tanto
e porque aquele que já foi um dos melhores serviços nacionais de saúde do mundo é para desmantelar
por duas ordens de razões: fanatismo e cegueira ideológica .

«Leal da Costa, no Fórum TSF, admitiu que
existe de facto uma transferência para os hospitais privados,
mas esclareceu que parte dessas transferências é suportada pelo Estado,
demonstrando assim que este cenário não se deve a um esforço de alívio das contas públicas.»

A nós ninguém perguntou se queríamos ver o Serviço Nacional de Saúde ESVAZIADO de competências e valências,
transferidas para a medicina PRIVADA e SUPORTADAS pelo ESTADO
que é um eufemismo que a direita usa quando quer ESCONDER a denominação "dinheiro do contribuinte" quando não lhe agrada a conversa,
em nome de uma poupança que não há, pois não?

-tags:
fernando leal da costa, instituto nacional de estatística, ministério da saúde, saúde, secretário de estado adjunto do ministro, serviço nacional de saúde


De Saquear o Estado prós amigos... a 8 de Abril de 2015 às 12:07

--Pegando só no último parágrafo,
substitua-se o Serviço Nacional de Saúde pela Escola Pública e a lógica é a mesma.
Lamentavelmente, não só nestes 4 anos, começou antes.
E deu-se seguimento porque os alicerces estavam lançados.

-- Parabéns pelo post.
Já agora deviamos era aliviar o peso deste governo para os contribuintes,
é que já começa a ser um fardo muito pesado aguentar este (des)governo

-- A intenção é pura e simplesmente dar lucro aos privados,
veja-se o caso da maternidade Alfredo da Costa que se pretende fechar, é certo e sabido que o negócio da maternidade na saúde é do melhor que há para o privado, vai daí, fecha-se a MAC e já está, depois as utentes, já sabem ou vão para o privado ou então....desenrrasquem-se


De NeoLiberal Euro PENALIZA trabalhadores a 8 de Abril de 2015 às 14:56
O Euro não falhou ! Cumpriu o papel para o qual foi criado...

(- http://ocastendo.blogs.sapo.pt/o-euro-nao-falhou-cumpriu-o-papel-para-1884217)

Entre 2001 e 2013, os LUCROS cresceram quase 26 vezes mais que os SALÁRIOS em Portugal,
quase 16 vezes mais em Espanha, mais de 5 vezes mais na Alemanha e na Zona Euro, mais de 3 vezes mais na Itália e 2 vezes mais na Irlanda.
O caso grego é ainda mais PENALIZAdor para os TRABALHADORES, uma vez que para igual período os lucros acumulados cresceram 60,7% e os salários reais tiveram uma redução acumulada de 7,1%.

Este foi o resultado do Euro.
O aumento da taxa de EXPLORAÇÃO na zona euro, com o peso dos salários no produto a ter uma forte redução, para níveis historicamente baixos, em especial em países como Portugal, Espanha e Grécia.

No outro lado da moeda encontra-se o DESEMPREGO.
Entre 2001 e 2013, o número de desempregados cresceu 49% na zona euro, 147% em Portugal, 131% na Espanha, 101% na Grécia, 174% na Irlanda e 29% na Itália.


De Destruir Estado para amigos Saquearem... a 21 de Abril de 2015 às 12:12
Desmembrar a Segurança Social para dar negócio às IPSS

(21/04/2015 por j. manuel cordeiro)

Primeiro foi a descapitalização da Segurança Social via pagamentos de indemnizações por despedimento e subsídios se desemprego, consequência da escolha política da austeridade como rumo – ir além da troika.
Houve a tentativa de a descapitalizar ainda mais gravemente com o abandonado projecto da revisão da TSU.
Passos Coelho já veio dizer que retomará este projecto como bandeira do seu programa eleitoral, afirmando que o fará para aumentar o emprego.
Note-se que, para desmontar a agenda escondida de desmantelamento da Segurança Social, o mesmo argumento poderia ter sido usado quanto a qualquer outra taxa ou imposto mas não foi.

Na saúde já veio um secretário das IPSS, perdão, de estado dizer que as IPSS podem complementar a rede de camas hospitalares.
A colocação de desempregados que a Segurança Social faz também passou a ser feita por uns amigos do privado, pago pelo orçamento de estado, claro.
Agora são as amas a passar da Segurança Social para as IPSS.

Cavaco é conivente, por inacção, com o desmembramento da Segurança Social.
E o PS, mais o seu estado social de encher a boca, onde é que andou nestes quatro anos?
Vamos continuar a assistir à destruição do estado sem oposição?

Agora venham daí os arautos do estado mais leve e que não cria emprego e etc.
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As IPSS são pertença de um dos mais poderosos lobbies no País.
O sector está fortemente regulado pelo Estado evitando a livre concorrência, protegendo empresas que já estão instaladas e até a própria igreja católica.
O estado se quisesse “criar emprego” (indiretamente claro está), devia liberalizar o sector.
Isto aumentaria a concorrência que inevitavelmente faria a qualidade aumentar enquanto os preços baixavam ( com o efeito positivo adicional de aumentar o emprego).

No entanto lembra-se aqui á algum tempo quando o governo anunciou a intenção de permitir que pessoas pudessem “tomar conta” de idosos nas suas próprias casas ?
Lembra-se a celeuma que logo se levantou.
Lembra-se dos inspeções diárias aos lares ilegais nas tv’s ?
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Liberalizar é o novo maná. Mas o diabo está nos detalhes, como se tem visto nos sectores entretanto liberalizados.
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E assim se cria uma poderosa clientela que vai dar bom proveito ao CDS nas próximas eleições!


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