De AssRoupalheira e PSD jota-máfia ... a 25 de Setembro de 2014 às 12:38

O grau zero da decência (Actualizado)
(-CB.Oliveira, Crónicas do rochedo,23/9/2014)

Quando a secretaria geral da AR ludibria a verdade para defender o Pm é porque se atingiu o grau zero da dignidade, da moral e da ética política.

( http://www.publico.pt/politica/noticia/passos-coelho-invocou-exclusividade-parlamento-diz-o-contrario-1670549 )

Não há democracia quando o Parlamento esconde ao país a verdade sobre a actuação de um pm. Ainda por cima, esta actuação põe em xeque PPC que se tem defendido da acusação, alegando estar convencido que agiu dentro da legalidade.

Dando de barato que o PM está a dizer a verdade e está mesmo convencido que agiu dentro da legalidade, a actuação do secretário geral da AR fragiliza o argumento de defesa do PM. Porque terá Azevedo Soares deturpado a verdade? Mero servilismo partidário?

Mas, se assim foi, porque é que depois de confrontado com documentos oficiais e públicos que comprovam ter mentido sobre a situação de PPC enquanto deputado, se remeteu ao silêncio e recusou quaisquer esclarecimentos?

Albino Azevedo Soares prestou um mau serviço ao país, à democracia e ao PM. Se fosse pessoa de bem, pedia desculpas pelo "lapso" e apresentava a demissão. Mas já percebemos que neste PSD de Passos Coelho, a vigarice, a mentira, a trapaça, a fraude e a incompetência são sempre premiadas. Quando se tem um chefe com o estofo moral e ético de PPC, não se pode exigir que os seus lacaios sejam exemplos de virtude.
Actualização: Albino Azevedo Soares volta a contrariar aquilo que o próprio Passos Coelho confirmou.Pensava que AAS era um homem íntegro. Afinal, enganei-me

http://www.publico.pt/politica/noticia/secretariogeral-do-parlamento-volta-a-contrariar-informacao-prestada-por-passos-coelho-1670596

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---Rosa dos V.:
É uma corja!

---Anónimo:
Demitirem-se, eles? Está muito para lá da 'koltura' democrática desta gente.
Custou-lhes tanto chegar ao pote que não vão largar às boas.

---Graça Sampaio:
Que tra(m)palhada!.... Concordo em absoluto com o que o anónimo acima pensa!
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Passos Coelho invocou "exclusividade”, Parlamento diz o contrário

(Público, P.Pena e J.A. Cerejo, 23/09/2014)

Em 1999, o actual primeiro-ministro requereu o subsídio de reintegração, de cerca de 60 mil euros, destinado a deputados em dedicação exclusiva. Na altura, apresentou no Parlamento todos os rendimentos declarados ao fisco, para provar a “exclusividade”. Ali não há nenhuma referência à Tecnoforma ou ao CPPC.
Enquanto foi deputado, na década de 90, Pedro Passos Coelho só preencheu o “anexo B”, do IRS, em três anos. Entre 1991 e 1999, apenas declarou ao fisco rendimentos de trabalho “independente” em 1996, 1997 e 1999. Todas essas verbas, somadas, não chegam a 25 mil euros (4.825 contos, na moeda antiga).

Esse dinheiro, recebeu-o “unicamente de colaborações várias com órgãos de comunicação social, escrita e radiofónica”. Foi isto que o deputado Pedro Manuel Mamede Passos Coelho escreveu, num requerimento endereçado ao presidente da Assembleia da República, o socialista António Almeida Santos, a 27 de Outubro de 1999, três dias depois de deixar São Bento.

Todo o requerimento assenta numa só questão: Passos Coelho garante “que desempenhou funções como deputado durante a VI e VII legislaturas, em regime de exclusividade”. E tenta prová-lo, nomeadamente através da garantia de que não recebeu qualquer outro vencimento fixo entre 4 de Novembro de 1991 e 24 de Outubro de 1999, nos anos em que exerceu o seu mandato político. Mais: Passos Coelho, “por cautela”, consultou a Comissão de Ética do Parlamento para se assegurar de que as colaborações com a imprensa e a rádio não eram incompatíveis com o regime de exclusividade.

Estes factos, públicos, que podem ser consultados nos arquivos oficiais, não impediram a secretaria-geral do Parlamento de garantir à Lusa que o actual primeiro-ministro não teve “qualquer regime de exclusividade enquanto exerceu funções de deputado”. Uma afirmação que contraria uma evidência. Foi o mesmo Parlamento que em 2000 concluiu que Passos Coelho exercia, de facto, o seu mandato em exclusividade, tal como o próprio tinha declarado.

Em 31 de Maio de 2000, Almeida Santos aceitou os argumentos do seu gabinete de auditoria jurídica e concedeu a Pass


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