Reduzir combustíveis fósseis ... consumismo e conversão ecológica
-.  .-

Ainda mais 'Crescimento' ??    o Planeta TERRA  rebenta !!

Arrebentamento     (por Ana Moreno, 28/11/2015, Aventar)

anamundo21novo

Quem acredita num crescimento infinito num planeta fisicamente finito, ou é louco, ou economista” – David Attenborough

Marcha Mundial do Clima em Lisboa, 29.11.2015, 15 horas, Martim Moniz

paris sapatos

Assine a Petição (clique):
dirigida à cimeira do clima e aos líderes do G20: financiem o futuro do planeta !
pois  Estamos a ser enganados !   Clima vs Combustíveis fósseis.  (texto em comentário anexo).

----- (post original de 14/6/2015):

“OMuitos disseram que era um sonho impossível, mas alguns dos maiores líderes mundiais acabaram de se comprometer na Cúpula do G7 (reunião dos líderes dos 7 países mais industriais/ poderosos) tirar os combustíveis fósseis  (petróleo, carvão) da economia global para sempre! (gradualmente...)
     Até mesmo a imprensa, normalmente incrédula, está divulgando esse acordo extraordinário. 
     É um grande passo para a vitória na cúpula de Paris em dezembro, onde o mundo inteiro pode vir a se unir em torno de uma mesma meta: um mundo sem combustíveis fósseis. Essa é a única maneira de nos salvar da catástrofe causada pelas mudanças climáticas.
    Nos últimos dois anos, nossa comunidade tem feito mobilizações públicas em todo o mundo com esse objetivo. Algumas de nossas ações:

Nosso trabalho está longe de ser concluído, mas o momento pede celebração. Clique aqui para ler mais sobre o que fizemos e parabenizar a todos os membros desta comunidade maravilhosa! “A
     Há um ano, as mudanças climáticas pareciam um monstro que perseguia a humanidade e aumentava a probabilidade de nossa extinção, resultado de nossa própria estupidez e corrupção.

Mas com esperança e boa estratégia (ou seja, com o efeito Avaaz :)), e graças aos esforços de muitos líderes, como a chanceler alemã Angela Merkel e o Papa Francisco, além de organizações como nossos amigos da 350 e à cobertura do jornal britânico The Guardian sobre o desinvestimento em combustíveis fósseis, assim como as pesquisas incríveis de grupos como o World Resources Institute, a maioria dos especialistas agora acredita que a maré está virando. Estamos ganhando força para obter um acordo global em Paris no final do ano, o que irá colocar o mundo nos trilhos certos a caminho de uma solução. Será uma longa luta. Não podemos nos dar ao luxo de baixar a guarda. Hoje celebramos a vitória em uma batalha! 
     Com gratidão e alegria,   Ricken, Alice, Emma, Iain, e toda a equipe da Avaaz.

PS: a declaração do G7 é apenas um comprometimento e temos que exigir que seja cumprido. Comprometimentos, porém, são importantes: eles enviam um sinal claro para os investidores em energia suja e limpa que ajudará a acelerar o “boom” da energia limpa. Eis mais informações sobre a cúpula e sobre como a Avaaz ajudou:
https://secure.avaaz.org/po/paris_here_we_come/?bSmLncb&v=60259 
   G7 chega a consenso sobre eliminar combustíveis fósseis gradualmente (Folha de S.Paulo)
http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/06/1639387-g7-anuncia-acordo-para-eliminar-combustiveis-fosseis-gradualmente.shtml 
   G7 concorda em “descarbonizar a economia” até 2100 (Público)
http://www.publico.pt/mundo/noticia/g7-concorda-em-descarbonizar-a-economia-ate-2100-1698342 
   Merkel convence Canadá e Japão acerca de metas de redução de carbono (em inglês) (Politico)
http://www.politico.eu/article/germany-canada-japan-emissions-pledge/ 
   G7 diz 'tchau, tchau' aos combustíveis fósseis (em inglês) (Reuters)
http://in.reuters.com/article/2015/06/08/g7-summit-idINKBN0OO25120150608 

 ----- Papa Francisco  apela à   “conversão  ecológica”  dos  católicos ---

 Na primeira encíclica dedicada à crise ecológica, o líder católico reconhece o consenso científico sobre a responsabilidade humana nas alterações climáticas e pede uma “real conversão ecológica” dos fiéis.   - 18 de Junho, 2015
    "Há um consenso científico muito consistente, indicando que estamos perante um preocupante aquecimento do sistema climático (efeito de estufa). Nas últimas décadas, este aquecimento foi acompanhado por uma elevação constante do nível do mar, sendo difícil não o relacionar ainda com o aumento de acontecimentos meteorológicos extremos, embora não se possa atribuir uma causa cientificamente determinada a cada fenómeno particular.     A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de mudanças de estilos de vida, de produção e de consumo, para combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou acentuam”, diz o papa Francisco na encíclica “Laudato Si”, a primeira da sua inteira responsabilidade, aqui citada pela Rádio Renascença.

    Na encíclica, o líder católico aponta as consequências da crise climática, como o surgimento de novas guerras pelos recursos naturais.  E não se limita a recomendar mudanças no dia a dia de cada pessoa, como reduzir o consumo de plástico, aumentar o uso de transportes públicos ou separar o lixo.  Para além do habitual alerta contra o consumismo desenfreado, Francisco incentiva os fiéis a pressionarem o poder político “a desenvolver normativas, procedimentos e controlos mais rigorosos. Se os cidadãos não controlam o poder político – nacional, regional e municipal –, também não é possível combater os danos ambientais”, conclui.

     Para o papa Francisco, a crise ecológica "é um apelo a uma profunda conversão interior". Aos cristãos que "com o pretexto do realismo pragmático frequentemente se burlam das preocupações pelo meio ambiente", o líder católico diz que lhes falta "uma conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus".

    "A desigualdade não afecta apenas os indivíduos mas países inteiros e obriga a pensar numa ética das relações internacionais. Com efeito, há uma verdadeira 'dívida ecológica', particularmente entre o Norte e o Sul, ligada a desequilíbrios comerciais com consequências no âmbito ecológico e com o uso desproporcionado dos recursos naturais efectuado historicamente por alguns países”, prossegue a encíclica papal, apontando também o dedo à exportação de resíduos sólidos e líquidos tóxicos para os países em vias de desenvolvimento” ou para a “atividade poluente de empresas que fazem nos países menos desenvolvidos aquilo que não podem fazer nos países que lhes dão o capital."  (deslocalização predadora dos recursos, do ambiente e dos trabalhadores).

      A encíclica agora lançada destaca igualmente a luta pelo direito à água como “um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos.   Este mundo tem uma grave dívida social para com os pobres que não têm acesso à água potável, porque isto é negar-lhes o direito à vida radicado na sua dignidade inalienável”, defende o papa Francisco antes de lançar críticas aos “oásis” dos condomínios fechados nas grandes cidades.

   "Nalguns lugares, rurais e urbanos, a privatização dos espaços tornou difícil o acesso dos cidadãos a áreas de especial beleza; noutros, criaram-se áreas residenciais 'ecológicas' postas à disposição só de poucos, procurando-se evitar que outros entrem a perturbar uma tranquilidade artificial.   Muitas vezes encontra-se uma cidade bela e cheia de espaços verdes e bem cuidados nalgumas áreas 'seguras', mas não em áreas menos visíveis, onde vivem os descartados da sociedade”, assinala o líder católico.



Publicado por Xa2 às 21:09 de 29.11.15 | link do post | comentar |

9 comentários:
De Cimeira do Clima/COP21: AcordoEmbuste? a 16 de Dezembro de 2015 às 16:32

-- O grande embuste

Quando se iniciou a Cimeira do Clima, em Paris, escrevi que o pior que nos podia acontecer era a COP 21 terminar com um acordo anunciado como um sucesso, apenas para enganar papalvos.

Infelizmente, foi isso mesmo que aconteceu. O Acordo de Paris é um enorme embuste que não vai alterar (quase) nada.

Como escrevia aqui no dia 30 de Novembro, um acordo que mantenha inalterável o mercado do carbono, será sempre coxo. Infelizmente, foi isso mesmo que aconteceu...

O facto de não ser vinculativo em matérias tão importantes como a utilização de combustíveis fósseis como fonte de energia, é apenas um exemplo do voluntarismo expectante que enforma todo o acordo. Mas há mais. Muito mais...

Traçar metas, mas não estabelecer regras vinculativas que permitam atingi-las,
é ficar dependente da vontade de cada país e sem mecanismos eficazes para detectar se os compromissos assumidos estão a ser cumpridos.

Razões mais do que suficientes para considerar o Acordo de Paris, um retrocesso em relação ao Protocolo de Quioto.

Não menos importante é o "falso" Acordo de Paris não só deixar no ar imensas dúvidas sobre os mecanismos de fiscalização ( diria que são mesmo inexistentes)
como continuar a empurrar com a barriga a resolução de problemas fundamentais:
o sistema produtivo, as fontes energéticas, os comportamentos ambientais, os padrões e hábitos de consumo
são apenas algumas das questões centrais quando se debatem os problemas do clima, que não podem ficar à mercê da vontade de cada país.
(e dos Lobbies gigantes, das petrolíferas, e indústrias de automóveis, energia, papel, aço, armas, ... e claro dos bancos e oligarcas seus grandes accionistas e manipuladores de governos e Estados !!)

Os cidadãos continuam a ser enganados e não há sinais que deixem de o ser a partir de 2020, quando o Acordo de Paris entrar em vigor.

( por Carlos Barbosa de Oliveira, 15/12/2015, http://cronicasdorochedo.blogspot.pt/ )


De Fim dos combustíveis fósseis começou... a 21 de Dezembro de 2015 às 09:32
Amigos da comunidade da Avaaz,

Líderes internacionais que participaram da Conferência do Clima em Paris estabeleceram um acordo sem precedentes, que pode salvar tudo aquilo que amamos! Foi por isso que fomos às ruas, assinamos petições, promovemos campanhas, fizemos doações e enviamos mensagens: por uma mudança drástica e maravilhosa no curso da história da humanidade.

Chamado de "emissões líquidas zero", o acordo propõe um equilíbrio entre a quantidade de gases de efeito estufa liberada na atmosfera em decorrência da atividade humana e a quantidade dela retirada. Quando a poeira baixar e o Acordo de Paris estiver nas mãos dos legisladores de cada país, a energia limpa vai ser a maneira mais barata e eficiente de manter esse compromisso. Isso nos dá a base que precisamos para realizar o sonho de um futuro seguro para as próximas gerações!

Diante de grandes crises, nasceram belas visões de mundo. A Segunda Guerra Mundial teve como fruto a Declaração Universal dos Direitos Humanos, um documento sólido que ilustra o nosso espírito e capacidade de união como povo. A queda do apartheid levou a África do Sul a criar a mais visionária e progressiva constituição já vista.

Visões ambiciosas como essas dependem de movimentos sociais capazes de popularizá-las, fazendo com que virem realidade no nosso dia-a-dia. A vitória de hoje não é uma exceção.

--para ver a história de nossa luta pelo clima e para participar das comemorações, clic em: http://www.avaaz.org/po/highlights.php

Nas últimas semanas, nossa comunidade desempenhou um papel crucial, ajudando a conquistar este acordo histórico. Depois de quebrarmos todos os recordes, mobilizando centenas de milhares de pessoas em todo o mundo, levamos nossas vozes para a conferência – literalmente – em um coro de mensagens gravadas pessoalmente por membros, ouvido pelas delegações na entrada do local de reuniões. Em seguida, a equipe da Avaaz entregou nossa petição diretamente ao secretário-geral da ONU, dando início a uma sequência incrível de campanhas.

Em 2014, quando o secretário-geral da ONU convocou a Conferência sobre Mudanças Climáticas, centenas de milhares de pessoas foram às ruas em Nova York. Foi então que percebemos que tínhamos o poder do povo do nosso lado
- Christiana Figueres, chefe das discussões climáticas na ONU, falando sobre o poder das mobilizações em seu discurso de encerramento, ontem

Do início ao fim, a cada tentativa dos governos de bloquear o progresso das negociações, nós reagimos; e quando governantes adotaram uma atitude positiva, contaram com nosso apoio. Nossa comunidade pressionou nossos líderes a irem adiante, em 45 ações diferentes em apenas 14 dias. O nosso impacto foi impressionante:

Quando o governo da Índia se pronunciou contra a meta de energia 100% limpa, membros da Avaaz filmaram a enchente em Chennai e essas imagens foram projetadas em um telão dentro da conferência, junto de mensagens de todo o país. No dia seguinte, a imprensa anunciou que o governo havia mudado de ideia, sendo que pelo menos um veículo afirmou que a mudança de opinião foi causada por “entrevistas com sobreviventes da inundação em Chennai, vistas no vídeo exibido em um telão dentro da sala onde aconteciam as negociações sobre o clima”.

E era apenas o começo. Nossas passeatas, mensagens e apelos em vídeo foram exibidos sem parar no saguão fora da principal sala de negociação. Presidentes, chefes de estado, ministros e suas respectivas delegações eram lembrados da nossa existência e das nossas demandas todos os dias.

Na sequência, cobrimos Paris de cartazes que mostravam os rostos dos piores lobistas da indústria de combustíveis fósseis, pedindo que os ministros os ignorassem. Por causa disso, a lobista da maior empresa de mineração do mundo retirou-se por completo das negociações!

Quando a Argentina e a Arábia Saudita foram identificadas como as principais sabotadoras da negociação, membros da Avaaz nos dois países entraram em ação, o que chamou a atenção de toda a imprensa. Na Argentina, Mauricio Macri, presidente recém-eleito que havia feito promessas de investir em energia renovável, foi bombardeado por mensagens pedindo o envio de uma delegação a Paris. Dentro de poucos dias, os representantes chegaram. O governo saudita ficou tão ...


De Terrorismo legal contra Cidadania e Demo a 30 de Novembro de 2015 às 11:35

Je ne suis pas

Não sou homem para tapar a cara com uma qualquer bandeira quando um anormal terrorista decide despejar a sua anormalidade em chumbo ou explosivos.

Nem sequer sou homem para um “je suis” qualquer coisa, porque Je suis moi même, coisa adquirida por berço e por muita formação e informação já sem cueiros.

Recuso, sempre, expressões do tipo “não aceito lições de ninguém” porque aceito lições de alguém dado não me julgar mais do que aquilo que sou e por ter sempre dúvidas razoáveis reconhecendo que, por vezes, me engano (todas as vezes que forem precisas).

Talvez por todas estas coisas e sujeito a mais uma vez estar a errar (o que me fará aprender de novo), olho com a maior desconfiança para as vitórias que os animalescos terroristas conseguem, quando vejo os GORILAS, de preto, soltos nas ruas de Paris a interceptar e AGREDIR a LIBERDADE dos CIDADÃOS usando as máscaras, os lacrimogéneos, os bastões e todas as outras armas que lhes foram confiadas para defenderem as liberdades desses mesmos cidadãos.

O terrorismo, venha de onde vier, vai fazendo o seu caminho que só será barrado pelo nosso antiterrorismo e pela nossa vontade de nunca nos rendermos.

LNT #BarbeariaSrLuis [0.300/2015] 29/11/2015


De Clima vs Combustíveis fósseis. a 12 de Novembro de 2015 às 10:57
Estamos a ser enganados!

A cada minuto que passa, governos campeões da poluição subsidiam combustíveis fósseis com milhões de dólares, mas alegam não ter fundos para ajudar os países mais vulneráveis, ​​vítimas de inundações, secas e tempestades.

Por outro lado, as nações mais pobres afirmam que não podem subscrever o acordo global sobre o clima – que deve ser fechado em poucas semanas – se não têm dinheiro. Estamos num beco sem saída, mas se um número suficiente de pessoas exigir que o dinheiro público deixe de ser investido em energia suja, poderemos abrir caminhos para o devido financiamento a quem precisa.

Dentro de poucos dias, 80 ministros de todo o mundo vão estar reunidos para tentar encontrar uma solução para o impasse. Vamos fazer uma grande mobilização e entregar a nossa petição aos principais participantes, vamos expôr as mentiras e forçá-los a tomar uma atitude:

https://secure.avaaz.org/po/finance_100_clean_loc2/?bSmLncb&v=67487

Os países industrializados já se comprometeram a interromper o subsídio dos combustíveis fósseis e a fornecer US$ 100 mil milhões a países mais pobres, por ano, até 2020. Embora as contribuições estejam constantemente a aumentar, os países mais vulneráveis afirmam que não vão assinar um acordo global no próximo mês caso não haja garantia de continuidade e expansão desses fundos após 2020. De acordo com cientistas, as catástrofes climáticas devem aumentar consideravelmente a partir de 2020.

Ao mesmo tempo em que os países desenvolvidos alegam não ter mais dinheiro para contribuir às populações vulneráveis, de acordo com o Fundo Monetário Internacional esses mesmos países gastam mais em subsídios para combustíveis fósseis do que em saúde: uns inacreditáveis US$ 10 milhões por minuto para energia suja! Vamos expor esse engano.

Se toda a gente assinar esta petição, vamos conseguir expor as promessas vazias e trazer esperança às negociações neste preciso momento. Queremos chegar a um acordo sobre o clima em Paris que seja ambicioso e justo para todo o planeta. Clique para assinar:

https://secure.avaaz.org/po/finance_100_clean_loc2/?bSmLncb&v=67487



Há anos que a nossa comunidade trabalha para livrar o mundo das energias sujas e agora estamos mais perto do que nunca de alcançar uma meta global com o acordo de Paris. O nosso trabalho funciona: vamos fazer de tudo na reta final para forçar os países ricos a fazerem a sua parte, ajudando a conduzir o planeta a um futuro seguro.

Com esperança e gratidão a toda a comunidade,

Alex, Iain, Risalat, Laila, Ana Sofia e toda a equipa da Avaaz

Mais informação:

FMI: Subsídios ao consumo de energia devem atingir US$ 5,3 tri em 2015 (Valor Econômico)
http://www.valor.com.br/internacional/4139902/fmi-subsidios-ao-consumo-de-energia-devem-atingir-us-53-tri-em-2015

Paz volta a Bonn após concessão aos pobres (O Eco)
http://www.oeco.org.br/reportagens/paz-volta-a-bonn-apos-concessao-aos-pobres/

A 6 semanas de Paris, acordo do clima avança, mas ainda tem entraves (Diário do Grande ABC)
http://www.dgabc.com.br/Noticia/1616225/a-6-semanas-de-paris-acordo-do-clima-avanca-mas-ainda-tem-entraves

Rodada de negociações começa com sentimento de urgência antes da cúpula do clima (Zero Hora)
http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2015/10/rodada-de-negociacoes-comeca-com-sentimento-de-...

Negociações climáticas de Bonn: Dúvidas sobre dinheiro dominam (BBC) (em inglês)
http://www.bbc.co.uk/news/science-environment-34611093

Combustíveis fósseis subsidiados a US$10 milhões por minuto, diz FMI (The Guardian) (em inglês)
http://www.theguardian.com/environment/2015/may/18/fossil-fuel-companies-getting-10m-a-minute-in-subsidies-says-imf

Disputas sobre financiamento climático retardam negociações da ONU faltando pouco para Paris (Reuters) (em inglês)
http://www.reuters.com/article/2015/10/23/us-climatechange-summit-talks-idUSKCN0SH1Q020151023

Vida ou morte: G77 exige garantia de financiamento do clima (Climate Home) (em inglês)
http://www.climatechangenews.com/2015/10/22/life-or-death-g77-demands-climate-finance-guarantee/
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Cimeira do Clima

Líderes do G20: financiem o futuro do planeta !

ASSINE a PETIÇÃO em :
https://secure.avaaz.org/po/finance_100_clean_loc2/?bSmLncb&v=67487


De Apelo à conversão ECOLÓGICA. a 18 de Junho de 2015 às 15:39
Papa Francisco apela à “conversão ecológica” dos católicos

Na primeira encíclica dedicada à crise ecológica, o líder católico reconhece o consenso científico sobre as responsabilidade humana nas alterações climáticas e pede uma “real conversão ecológica” dos fiéis.

18 de Junho, 2015, http://www.esquerda.net/artigo/papa-francisco-apela-conversao-ecologica-dos-catolicos/37422

Nova encíclica papal dedicada à crise ecológica


"Há um consenso científico muito consistente, indicando que estamos perante um preocupante aquecimento do sistema climático.
Nas últimas décadas, este aquecimento foi acompanhado por uma elevação constante do nível do mar,
sendo difícil não o relacionar ainda com o aumento de acontecimentos meteorológicos extremos,
embora não se possa atribuir uma causa cientificamente determinada a cada fenómeno particular.
A humanidade é chamada a tomar consciência da necessidade de mudanças de estilos de vida,
de produção e de consumo,
para combater este aquecimento ou, pelo menos, as causas humanas que o produzem ou acentuam”, diz o papa Francisco na encíclica “Laudato Si”, a primeira da sua inteira responsabilidade, aqui citada pela Rádio Renascença.

Na encíclica, o líder católico aponta as consequências da crise climática,
como o surgimento de novas guerras pelos recursos naturais.
E não se limita a recomendar mudanças no dia a dia de cada pessoa, como reduzir o consumo de plástico, aumentar o uso de transportes públicos ou separar o lixo.
Para além do habitual alerta contra o consumismo desenfreado,
Francisco incentiva os fiéis a pressionarem o poder político “a desenvolver normativas, procedimentos e controlos mais rigorosos.
Se os cidadãos não controlam o poder político – nacional, regional e municipal –,
também não é possível combater os danos ambientais”, conclui.

Para o papa Francisco, a crise ecológica "é um apelo a uma profunda conversão interior".
Aos cristãos que "com o pretexto do realismo pragmático frequentemente se burlam das preocupações pelo meio ambiente",
o líder católico diz que lhes falta "uma conversão ecológica, que comporta deixar emergir, nas relações com o mundo que os rodeia, todas as consequências do encontro com Jesus".

“Há uma dívida ecológica do Norte para com o Sul”

"A desigualdade não afecta apenas os indivíduos mas países inteiros e obriga a pensar numa ética das relações internacionais.
Com efeito, há uma verdadeira 'dívida ecológica', particularmente entre o Norte e o Sul,
ligada a desequilíbrios comerciais com consequências no âmbito ecológico e com o uso desproporcionado dos recursos naturais
efectuado historicamente por alguns países”, prossegue a encíclica papal, apontando também o dedo
à “exportação de resíduos sólidos e líquidos tóxicos para os países em vias de desenvolvimento”
ou para a “atividade poluente de empresas que fazem nos países menos desenvolvidos aquilo que não podem fazer nos países que lhes dão o capital."

A encíclica agora lançada destaca igualmente a luta pelo direito à água como “um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e,
portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos.
Este mundo tem uma grave dívida social para com os pobres que não têm acesso à água potável, porque isto é negar-lhes o direito à vida radicado na sua dignidade inalienável”,
defende o papa Francisco antes de lançar críticas aos “oásis” dos condomínios fechados nas grandes cidades.

"Nalguns lugares, rurais e urbanos, a privatização dos espaços tornou difícil o acesso dos cidadãos a áreas de especial beleza;
noutros, criaram-se áreas residenciais 'ecológicas' postas à disposição só de poucos, procurando-se evitar que outros entrem a perturbar uma tranquilidade artificial.
Muitas vezes encontra-se uma cidade bela e cheia de espaços verdes e bem cuidados nalgumas áreas 'seguras',
mas não em áreas menos visíveis, onde vivem os descartados da sociedade”, assinala o líder católico.

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De G7 ... e estertores face à China e... a 15 de Junho de 2015 às 12:52
G-7 e flores murchas de velhos impérios

«Las reuniones del G-7 tienen, cada vez más, olor a naftalina, a viejos escudos nobiliarios erosionados por el tiempo, a reunión grupal en la que sus miembros buscan reafirmarse en sus creencias, como si de una secta se tratara. Hasta hace, quizás, unos quince años, el G-7 reunía a los países más ricos y poderosos de la Tierra.
Era, o quería ser, una especie de gobierno mundial, cuyas decisiones marcaban la pauta del planeta. Ya no es así.
Atendiendo los últimos datos del FMI, de abril de 2015, en términos de paridad de poder de compra –que es, en última instancia, el dato relevante-
China es la primera economía mundial, India la tercera y Rusia la sexta.
El PIB de Brasil supera al del Reino Unido y el de México es mayor que los de de Italia y Canadá.

La única nota destacada del G-7 es su afán –estéril- de seguir creyendo que gobierna el mundo y su PRETÉNSION –más estéril aún- de pretender dominarlo con AMENAZAS. (...)

La historia reciente está llena de ejemplos demostrativos de la INUTILIDAD de los sistemas de SANCIONES, cuando no de terminar siendo contraproducentes.
(...) Los sistema de sanciones, aunque castigan en lo inmediato al país, a mediano y largo plazo se convierten en una bendición, pues sirven de estímulo para maximizar su potencial científico-técnico y convertirlo en autónomo.
A mayor autonomía, mayor capacidad de actuación independiente.
EEUU tiene vetada la venta de tecnologías punta a China, pese a lo cual China ya es la segunda POTENCIA del mundo en investigación, con casi todas las cartas de convertirse en la primera.

Por otra parte, el poder creciente e irresistible de las economías llamadas emergentes va convirtiendo las sanciones económicas atlantistas más en una incomodidad –una especie de china en el zapato- que en una amenaza real a la economía de países como Rusia. (...)

La magnitud de los FRACASOS acumulados por la versión político-militar del Dr. Jekill y Mr. Hyde, que son la UE/OTAN sería manifestación del envejecimiento y la artrosis de las clases dominantes, incluyendo las políticas.
La generación de grandes estadistas que alumbró la II Guerra Mundial ha sido sustituida por una clase POLÍTICA CADUCA, reaccionaria y militarista, que está depositando en la OTAN sus delirios por mantener una supremacía global perdida hace más de una década.
Dado que no pueden competir econonómicamente contra sus grandes rivales, China y Rusia, la opción escogida es la confrontación armada, cuyo escenario más inmediato es Ucrania.»

---Augusto Zamora R. (via http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/ 13/6/2015)
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Europeus contra europeus e no fim ganha a China

«A União Europeia está muito longe de ter qualquer estratégia face à China, que ultrapasse as relações comerciais e a competição interna para ser o melhor amigo de Pequim.
A última triste demonstração pública foi a corrida desordenada entre os grandes países europeus para serem fundadores do novo Banco Asiático de Investimento e Infra-estruturas de iniciativa chinesa.
O problema é que a China tem uma estratégia para a Europa que está a pôr em prática meticulosamente. (...)

A crise europeia ofereceu-lhe uma oportunidade de ouro que não vai desperdiçar. Enquanto olha, horrorizada, para a forma como os europeus se gerem a si próprios,
vai aproveitando a vulnerabilidade dos países do Sul e do Leste para criar as bases que lhe podem abrir caminho para a Europa mais rica em áreas que considera fundamentais, incluindo de alta tecnologia.
E se há exemplo acabado desta estratégia, ele está em Portugal.
O capital chinês, estatal ou privado, comprou algumas empresas estratégicas (por exemplo, a REN),
lançou-se nos seguros (com a compra da Fidelidade à CGD) e prepara-se agora para entrar na banca com a aquisição do Novo Banco.

Os chineses ganham porque pagam mais do que os outros e não porque trazem consigo melhor gestão e melhor tecnologia.
O que é mais preocupante é que ninguém discute sobre isto, como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Não passa pela cabeça dos nossos governantes olhar para o que se está a passar no Mar da China do Sul (anexar ilhas dos vizi.
A generalidade dos analistas acha que, em tempo de “guerra”, não se limpam armas.» (Realce meu.)

Teresa de Sousa


De Guerra c. China e Nova Ordem Mundial. a 16 de Junho de 2015 às 11:16
Soros Sees New World Order Coming; War With China

(-Mark Melin, May 27, 2015 )


The U.S. could be poised for a third world war with China and one key to avoiding it could be found in currency accommodation, George Soros said in a recent speech to the Bretton Woods Committee in Washington D.C.

Addressing an issue closely watched by certain hedge fund insiders, Soros bench-marked the declining U.S. role in the world, the rise of China's currency as competitive to the U.S. dollar and the potential inclusion of the renminbi (RMB) in the International Monetary Fund’s Special Drawing Rights (SDR) currency basket, a topic ValueWalk has been following.

As China's economy transitions, Soros says watch carefully for a conflict trigger point

As China’s economy transitions, this could trigger a global military conflict as might other issues in the region, Soros observed. “If the transition runs into roadblocks, then there is a chance, or likelihood in fact, the leadership would foster some external conflict to keep the country united and maintain itself in power,” Soros said. “If there is a military conflict between China and an alley of the U.S., like Japan, it is not an exaggeration to say we could be on the threshold of a third world war. It could spread to the Middle East, then Europe and Africa.”

Unfortunately, in the days since Soros made his famous remarks, tension with China has reached a boiling point. As we noted yesterday, China has released a new white paper which threatens military action unless the U.S. stops its current actions in the South China Sea.

Specifically, the paper states:

A holistic approach will be taken to balance war preparation and war prevention, rights protection and stability maintenance, deterrence and warfighting, and operations in wartime and employment of military forces in peacetime. They will lay stress on farsighted planning and management to create a favorable posture, comprehensively manage crises, and resolutely deter and win wars.

Speaking to an elite organization known for setting global currency standards to FAVOR the U.S. as the world reserve currency of choice, Soros noted how it might be currency accommodation with China, and bending the rules, that might avoid the next world war. “International cooperation is in decline, and instead of a global order we have GLOBAL DISORDER,” in both relationships between sovereign nations and in the world of finance. “How the issue is decided will have a considerable impact… on the world order.”

“China has begun to build a rival set of institutions,” he said, noting that “there is an opportunity to build a binding connection between the two systems.” In doing so one must recognize that “the controlling shareholders are not going to abandon their control.”

Soros noted the SDR system is coming up for their five year review, as reported in ValueWalk, and there is a possibility to include the China’s renminbi. “Although it is not fully qualified, the qualifications are generally more flexible than believed,” Soros said. “The US would be making a major concession by allowing the remumnbi to make a step forward to become a potential rival of the dollar,” touching on an inside topic, the loss of the U.S. dollar as the reserve currency of choice, that being closely watched in certain circles.

Tough negotiations ahead

But getting to the point where China would be allowed to play among the dominate world leaders would involve difficult decisions on both sides of the Pacific. “They would have to make concessions, and there are several things wrong with the Chinese system,” Soros opined. “Chinese leadership does not abide by the rule of law, there is no independent Judiciary, multinational (corporations) are very often mistreated and replaced by domestic favorites. There are other problem areas such as CYBER-WARFARE. These are áreas where China would have to make concessions, which would involve very tough negotiations.”

Not engaging China could be a mistake of historic proportion, he said. “It is in the interest of both parties to find accommodation because the alternative is so unpleasant. There has been a breakthrough in climate policy. There needs to be a similar breakthrough in economic policy. If not, China will align itself with Rus


De Partilha de poder ou 3ªGuerra M. a 16 de Junho de 2015 às 11:25
george-soros:
ou USA/ U.E. / oligarquias financeiras e industriais ... partilham poder mundial
(recursos, moeda internacional, organizações mundiais, políticas, economia e ambiente)
com a CHINA ou haverá (+) GUERRA !

...
Not engaging China could be a mistake of historic proportion, he said. “It is in the interest of both parties to find accommodation because the alternative is so unpleasant.
There has been a breakthrough in climate policy.
There needs to be a similar breakthrough in economic policy.
If not, China will align itself with Russia, and then a third war will become real.”

The third world war could already be taking shape in Europe, where “you already has an indirect war between Russia and the west, yet no one realizes this.” Russian military spending is now approaching 10 percent of its GDP, and China has made a similar commitment to spending on armaments, he observed.

History of U.S. dominance, according to Soros, started with the collapse of the Soviet Union, ended at derivatives crash of 2008

For history buffs, Soros bench-marked the brief rise and fall of U.S. world dominance. The supporter of a generally liberal political agenda, he pointed to the fall of communism as the moment in history where the U.S. had the world stage on its own and “had an opportunity to become the ‘guardian of world peace’ but squandered that opportunity because there was no political consensus in the US on a vision.”

On the political side, the battle with communism was won, but it was the financial side of world affairs that marked the downfall of the U.S., Soros said. After communism’s defeat, “there was a consensus in market fundamentalism and efficient market theory, but the system was inherently unstable,” which brought us to the key moment in history. “The financial crisis of 2008 led to the system’s collapse,” Soros declared. “The 2008 crash was a watershed moment because it marked the end of U.S. supremacy.”

Some might argue that free market system was not at work leading up to 2008, as many inside the Wall Street financial system partly responsible for the crash believed (correctly) that their criminal acts would not be punished, and thus a completely free market system with equal enforcement of the law was not in place, and this led to the 2008 financial crisis. Soros did not address the topic of equal law enforcement and a lack of deterrence leading up to 2008, but rather looked at the 2008 financial crisis as the historical benchmark. “2008 was also responsible for the euro crisis, and this transformed the European Union from a voluntary association of equals to something radically different, to creditors and debtors," he said, noting that "the crash of 2008 had a significant impact around the world except in China, because the banking system was isolated and state owned.”

After the 2008 collapse, the U.S. was being questioned and the nail in the coffin of world supremacy occurred. It was here history for the U.S. took a decided negative turn, Soros says, as U.S. President George W. Bush’s attack on Iraq “on false pretenses, I must add,” was the point at which the U.S. lost the mantle of global world leader. The U.S. had become sole ruler of world leadership after the collapse of the Soviet Union’s communistic system and in just one short decade lost this title. "This was almost exactly same period of time as Hitler’s” reign in power, less than ten years, Soros noted.

Now the world has broken up into rival camps both financially and politically, he noted, wondering how a catastrophic war will be avoided. “The big question is will they be able to keep the rivalry in bounds.”

--------Listen to the full speech here.
http://www.valuewalk.com/2015/05/george-soros-china-war/?utm_source=talkmarkets.com&utm_medium=referral&utm_campaign=pubexchange_module


De FMI, Yuan vs Dolar e SDR direito d saque a 16 de Junho de 2015 às 11:53


Will The IMF And Yuan(China) Destroy The Dollar(USA) This October?


(--Rodney Johnson of Economy & Markets , June 10, 2015 10:28 AM EDT
http://www.talkmarkets.com/content/us-markets/will-the-imf-and-yuan-destroy-the-dollar-this-october?post=66615 )


My inbox is filling up — again — with people asking about the collapse of the U.S. dollar in October.

In that fateful month, the IMF will vote on including the Chinese yuan in the basket of currencies that make up its Special Drawing Rights (SDRs).
It will most likely earn that spot, and in my opinion, it should.
For other member currencies, including the U.S. dollar, that will mean representing a smaller portion of the SDRs than they did before.

Now, many people are claiming that this is the point when the dollar will suffer a fatal wound, shrink from the world stage, lose its value, and drain people’s wealth in the process.
I don’t see it that way. It’s not a challenge to dollar supremacy. And it won’t cause the dollar to fall in value.

The IMF set up SDRs to act as a buffer for member nations when their currencies come under pressure.
If a country’s currency wanes, it saps the nation’s ability to buy goods in the global marketplace.
That can disrupt food supplies and trade in general.
To combat this, each member country holds a certain amount of SDRs that act as a reserve for times of need.

To be included in the SDRs, a currency must be used in foreign exchange, have sufficient transaction volume in derivative markets, be used as a reserve by foreign central banks, and have interest rates set by market forces.
The currencies in the SDR today — the U.S. dollar, the Japanese yen, the euro, and the British pound sterling — meet most of these criteria.
The Chinese currency does not, but that won’t matter.

While the yuan is used to buy goods from China, they aren’t widely represented in derivative markets or held by many central banks.
Chinese interest rates are set by the government, but so are interest rates around the world, so it’s hard to hold that one against them.

The Chinese yuan will leapfrog more commonly held and traded currencies like the Canadian loonie or Australian dollar
because the country has the second largest economy on the planet, is the world’s largest export nation, and has a trade surplus.

Their efforts to increase the yuan's presence in international trade and finance over the past few years justifies the currency's allocation in the SDRs.
They sell lots of stuff to lots of other people,
so it makes sense that other countries would have a smidge of Chinese money floating around if things got tough in their home currency.

But it’s only a smidge. The SDRs were created in 1969.
Since that time, the IMF has allocated roughly $280 billion worth of the units to member countries. Just $280 billion. Currently U.S. dollars represent around 40% of SDRs, so roughly $115 billion dollars are included in all the SDRs that exist today. That’s it.

Consider that over $5 trillion worth of currency transactions occur every single day.
Among all transactions, the U.S. dollar is party to more than 40% of them.
It’s also the most widely held currency in central bank reserves, representing over 60% of all declared holdings.
And let’s not forget the U.S. Treasury market is the deepest and most liquid bond market in the world.

Given all of this, it’s hard to see how adding a new name to the SDRs will change anything that happens in the real world.
It’s not a thorn in the dollar’s side. It’s not even a thorn.

But it does give us something to talk about for a while. Just like July 2014, when many claimed FATCA would threaten the U.S. dollar, October 2015 will be another drop dead date when the dollar will simply refuse to bow to the final curtain.

So hang on to your greenbacks.
They’re still the strongest currency in town, no matter how badly the Fed or U.S. government treats them.
And it’s going to stay that way for some time.


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