De . Porquê VOTAR e ... ser Cidadão pleno. a 28 de Setembro de 2015 às 10:43
Interessante.
Creio que muitos cidadãos se reveem na maior parte dessas razões e análise político-partidária ... - o que parece ser sintoma de que muita coisa está mal neste país (logo o nosso contributo para mudar é necessário.).

Eu creio que, apesar de tudo, há algumas diferenças tanto entre os PaFiosos (PSD-CDS) e o PS como entre este e a CDU (PCP-Verdes) e o BE ... e os outros (anti-democraticamente ignorados pelos media/TVs).

Contudo - porque o cidadão só o é se também for político, agente decisor no/para o governo da 'polis'/ país - afirmo a importância de votar num partido ou coligação (conscientemente escolhido ou pelo menos usando o critério do «menos mau»), pois o sistema político eleitoral em que estamos/ vivemos e o nosso dever de cidadão/político assim o exige.

Quanto à escolha (...) cada um deve fazer a sua, usando a sua cabeça e os dados/informação de que dispõe, ... ou qualquer dia até essa essa escolha (liberdade de opção e de voto e de existência de partidos ...) nos retiram.
("...se não a usam para que é que querem... aliás, nem a merecem...!!")

Zé T.


De .Quem desGovernou desde 2011 ?!!. a 28 de Setembro de 2015 às 12:32

Foi o PS que governou desde 2011?

(-por Nuno Pires, 28/9/2015, http://365forte.blogs.sapo.pt/ )

«[...] alguém que não conhecesse o país suporia que foi o PS que esteve no Governo nos últimos quatro anos. Da direita à esquerda só se discute o PS, o programa do PS, as promessas do PS, os cortes na segurança social do PS, o acordo da troika que o PS assinou, o plano secreto que o PS tem para se aliar à CDU e ao BE para não deixar o centro-direita governar.
A coligação Portugal à Frente acusa o PS de criar instabilidade e insegurança, a CDU e o BE acusam o PS de subscrever as políticas da direita.

E ninguém debate os últimos quatro anos, os 485 mil emigrantes que vão de engenheiros, economistas e médicos a investigadores, enfermeiros e bombeiros,
os cortes nos salários da Função Pública e nas pensões dos reformados,
a desmotivação completa dos funcionários públicos, o desemprego, o emprego que está a ser criado (90% é precário),
os 50% de portugueses que ganham menos de 8000 euros por ano (menos de 650€/ mês!!), o facto de estarmos a trabalhar mais 200 horas por ano e a ganhar em média menos 300 euros,
o descalabro na educação (com o silêncio ensurdecedor de Mário Nogueira e da FESAP, ao contrário do que aconteceu quando Maria de Lurdes Rodrigues era ministra da Educação),
a miséria que se vive no Serviço Nacional de Saúde (onde muitos profissionais são obrigados a comprar luvas ou a fazer garrotes com material improvisado),
os medicamentos que faltam nas farmácias e só estão disponíveis daí a dois dias, a machadada que levou a ciência e investigação,
os problemas que se continuam a verificar na justiça, a inexistência de respostas ao envelhecimento da população (em 2014 já havia mais de 4000 pessoas acima dos 100 anos em Portugal e há 595 mil portugueses com mais de 80 anos),
a irrelevância do ministro dos Negócios Estrangeiros, a fragilidade da ministra da Administração Interna,
as múltiplas garantias de Passos Coelho que foram sempre desmentidas por decisões do próprio Passos Coelho,
o programa da coligação que não se discute porque não existe, etc, etc.

Ora, é tudo passado.
Como disse Passos Coelho, «felizmente conseguimos ultrapassar a situação de emergência financeira que trouxe uma crise que nós resolvemos. Fizemos muito para poder chegar a este momento e os sacrifícios que fizemos valeram a pena.
Já não temos necessidade de vos pedir um contributo adicional. Já não temos nenhuma medida restritiva nas pensões».
Pronto, a crise está resolvida e agora é sempre a alargar o cinto. [...]»
(- ainda acreditam nestes PàFiosos ?!!)

Nicolau Santos, no Expresso Curto de hoje.


De [FV] a 28 de Setembro de 2015 às 14:21
A pergunta correta deveria ser: Quem continuou a desgovernar desde 2011?


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