De Empresas-apps tecnologias a 13 de Dezembro de 2016 às 15:32

http://passapalavra.info/2016/12/110141
--Referências

Em inglês:
“Delivery workers strike in latest flare up of gig economy conflict”, por Manifesto Global.
Em italiano:
“Foodora, l’algoritmo della precarietà”, em sbilanciamoci.info;
“Bloccare l’accesso all’app dei lavoratori di Foodora è la nuova frontiera del licenziamento”, em Lastampa.it;
Vários artigos em Infoaut;
“Il prezzo delle consegne a domicilio lo pagano i fattorini”, em internazionale.it;
“FOODORA ET LABORA: l’altra faccia dei pasti a domicilio”, em clashcityworkers.org;
“FOODORA: la dirigenza fugge, eppur qualcosa si muove…”, em clashcityworkers.org.
Vídeos e entrevistas:
“Riders di Foodora in lotta, aggiornamenti”, em radioblackout.org;
“L’altra faccia della ‘sharing economy'”, em radioblackout.org;
“Foodora, un giorno tra i «forzati» delle consegne a domicilio”, em video.corriere.it;
“Foodora, parlano i lavoratori in stato d’agitazione”, em tv.ilfattoquotidiano.it.


--Sobre a tradução
Originalmente publicado pela página Struggles in Italy, este artigo foi traduzido ao português pelo Passa Palavra. Nas próximas semanas, o site publicará outras notícias e reflexões sobre lutas de trabalhadores em empresas de aplicativo, inclusive no Brasil.
--------- Lucas:
Hoje 12/12/2016, o Financial Times publicou uma reportagem em vídeo a respeito deste tema, aparentemente motivado pelas lutas dos trabalhadores do setor, onde a crítica é feita pela esquerda do grande capital: são um modelo de negócio semi-feudal com estratégias de mercado pouco éticas, um tipo de dumping do setor de serviços.

https://www.ft.com/content/b91da443-1045-3029-b62c-42e8d92ca29a?ft_site=next
-----Urubulino:
Como meu pai sempre me dizia… “Não há nada tão bom que não possa ficar ruim e não há nada tão ruim que não possa ficar pior…”
Estão a pleno vapor as pesquisas para o desenvolvimento de UBERs auto guiados e drones para todo tipo de entrega, até de pizza!
(Além disso, a “educação” digital cresce a passos largos. As próprias relações humanas estão cada vez mais “digitais”…)
A “uberização” do trabalhador, a que tudo indica, será passageira… pois em um futuro não muito distante sequer haverá trabalhadores nos UBERs (ou nos serviços de entregas de mercadorias…) e, consequentemente, será um golpe contra a organização das lutas trabalhistas. Muito provavelmente o UBER e afins, irão acelerar o processo de automação justamente em virtude das mobilizações dos trabalhadores…
Se antes o capital, diante das inovações tecnológicas, criava novas formas de reaproveitamento da mão de obra, por pior que fosse este reaproveitamento, o presente parece mostrar que estas formas logo se esgotarão (se já não se esgotaram…)
Talvez não só o Mediterrâneo fique abarrotado de corpos… como também os demais oceanos…


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