2 comentários:
De Desemprego, Precariedade e Roubo a 5 de Dezembro de 2014 às 11:23

(carta ) Do Provedor ao Ministro
(do Trabalho? e Solidariedade...)

[...]
Vale a pena gastar alguns minutos com a leitura de uma carta, datada de 19 de Novembro, que o Provedor de Justiça enviou ao Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social sobre «Medidas contrato emprego-inserção e contrato emprego-inserção».

Dois excertos, entre muitos possíveis:
[...]

Há muito que os Precários vêm a chamar a atenção para este escândalo. Fazem-no agora, uma vez mais, respaldados pela posição do Provedor de Justiça:
[...]

«É o roubo perfeito:
1) as pessoas são obrigadas a trabalhar sem salário, recebendo apenas o subsídio de desemprego – que é seu por terem descontado – e uma bolsa de 84 €;
2) o serviço não tem de contratar ninguém para aquele posto de trabalho poupando o orçamento;
3) estas pessoas não têm direito a férias, subsídios de natal ou de férias;
4) quando acaba o subsídio de desemprego é só chamar outra pessoa;
5) durante este tempo são retirados da estatística oficial do desemprego.»
.
via
http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/2014/12/do-provedor-ao-ministro.html


De farto de palavras a 1 de Dezembro de 2014 às 03:13
Corre por ai, via e-mail uma lista de filhos de politicos empregados na PT. Tudo por mérito.
Na GALP, não devem ser menos, também filhos de políticos. Mas a cunha para o tal serviço administrativo é que é relevante… Isto diz-nos quase tudo do país.
Mesmo qualquer inepto em matemática percebe que se o PIB diminui e o montante da dívida se mantém igual, aumenta a sua percentagem. O mesmo acontece com a taxa de desemprego. Se a população ativa diminui e o número de desempregados se mantém constante, aumenta a taxa de desemprego.
E por falar em desemprego nunca surge um “escriba, crítico da elevada taxa de desemprego” a apresentar soluções. O país não quer ser comunista, onde supostamente havia empregos para todos (ainda que a qualidade de vida deixasse muito a desejar), mas quer empregos para todos. Como os ditos comentaristas não criam empregos, entende-se que será o Estado a criar…bem, mas isso configura um estado comunista, que é rejeitado pela maioria. Estamos como a pescadinha de rabo na boca.
Como diz hoje no Publico Mohhamad Yunus “ a procura de emprego está errada” Sai-se da pobreza criando o seu próprio emprego.


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