De Centrão d'interesses condecorado. a 8 de Junho de 2015 às 10:44
Cavaco condecora Teixeira dos Santos

No 10 de Junho é assim:
o regime condecora o regime e
Cavaco bem pode agradecer a Teixeira dos Santos pelo resgate do banco trafulha
dos seus amigos trafulhas.


Djon :
cabaco devia condecorar sócrates porque sócrates
nacionalizou o BPN para que o irmão de cabaco não pagasse os 230 milhões que debia ao vanco


De Centrão acima das nossas possibilidades! a 8 de Junho de 2015 às 16:01
Viver acima das nossas possibilidades
(- por josé simões, derTerrorist, 7/6/2015)

[ Política dispara Riqueza de Marco António (deputado, ex-governante, dirigente do PSD, em 990% !!!]

O próximo passo da maioria é propor que na Constituição da República Portuguesa seja inscrito um limite máximo para o enriquecimento dos políticos.

Adenda: "990% em 7 anos" é, segundo os padrões de Teresa Leal Coelho, "justificado" ou "lícito"?

Adenda II: Está tudo explicado, era mal pago.
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Eu vivo acima das minhas possibilidades: tenho um (des)governo que não posso (a)pagar !!
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O verdadeiro artista:

E deu como exemplo Vila Nova de Gaia, do presidente Luís Filipe Menezes, nomeado pelo PSD Conselheiro de Estado.
E deu como exemplo Vila Nova de Gaia, do vice-presidente Marco António Costa,
que aproveitou a vice-presidência para colonizar a câmara e as empresas municipais com boys e derivados?
Não deu.

«Marco António Costa insiste com o PS no tecto constitucional para a dívida»
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Não há pachorra...

Se bem me lembro o problema era a dívida, insustentável,
por isso era preciso chamar o FMI, para pôr ordem na casa, para pôr a casa em ordem e para pôr na ordem os socialistas despesistas.
"Convém não diabolizar o FMI", dizia o penteado com voz, enquanto ia prometendo que não cortava nem acabava.
Insustentável em 96% do PIB.
Depois o FMI veio e foi a ordem que se viu. E que se vê.
E depois da casa na ordem, da ordem na casa e dos socialistas despesistas na ordem, a dívida ficou sustentável em 130% do PIB, mais 35% em 4 anos..
É por isso que agora é necessário um compromisso com os socialistas despesistas «em relação à inscrição de um limite para a dívida pública na Constituição».
Um limite em 165% do PIB, pelo seguro, o mesmo ritmo de crescimento dos últimos anos e caso ganhem outra vez as eleições?
Ou um limite em 130% do PIB como álibi para depois arremeterem contra o Tribunal Constitucional e contra o Tribunal de Contas por “forças de bloqueio” à acção governativa?

Ou um limite porque sim, porque tem de se dizer alguma coisa, para desviar as atenções do que é realmente importante, como por exemplo o silenciado corte nas pensões? (de 600 milhões de euros !!)
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E não se fala mais nisso

nuno-crato.jpg

Não disse que a incompetência do ministro, aliada ao fanatismo ideológico,
custaram ao erário público, que é como quem diz aos bolsos dos contribuintes,
50 mil euros, sem contabilizar os prejuízos causados aos alunos,
com reflexos no rendimento e aproveitamento escolar,
às famílias e aos professores, a juntar à instabilidade familiar e aos desarranjos vários.

Recolheu a língua de palmo e meio da "meritocracia" e da "competência"
que tinha sempre de fora e bem esticada nos programas de televisão onde era paineleiro-comentadeiro.

Diz que «o Governo pagou um "preço político" elevado pelas falhas na chamada Bolsa de Contratação de Escola»,
não sabemos, só o saberemos lá para finais de Setembro princípios de Outubro, joga com a cumplicidade do Presidente de facção e com a fraca memória na política e nos políticos.
Ele, responsável máximo, não pagou.
Continua em funções como se nada de especial tivesse acontecido, fez auto-crítica como nos idos do maoísmo e não se fala mais nisso.

[Nuno Crato na imagem]


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