2 comentários:
De Salve o Ártico, detenha a Shell petrolif a 20 de Maio de 2015 às 10:56
https://secure.avaaz.org/po/shell_drilling_rb/?bSmLncb&v=58604

Assine a petição da Avaaz:
1.116.079 assinaram. Vamos chegar em 1.250.000
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Para Ed Murray e políticos eleitos em Seattle:

Como cidadãos globais preocupados com as mudanças climáticas, apelamos ao senhor para impedir que a Shell use o Porto de Seattle a caminho da obra catastrófica de perfuração no Ártico. Trata-se de um momento decisivo que vai determinar a nossa capacidade de evitar o descontrolado aquecimento global. Apoiamos o senhor na decisão de garantir nossos futuros, fazendo tudo o que sua autoridade democrática permite para prevenir que a Shell burle a lei e atraque no porto de Seattle, ou impedir concessões e autorizações para o mesmo fim.
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Salve o Ártico, detenha a Shell !



Os Estados Unidos acabaram de conceder à Shell o direito de perfurar o Ártico em busca de petróleo, colocando nosso clima e a vida marinha em grave risco. Mas ainda há como impedir isso!

Antes da Shell chegar ao Ártico, seu navio monstruoso precisa aportar em Seattle. E um homem pode ajudar a frear a Shell em sua corrida para destruir o Ártico: o prefeito de Seattle, Ed Murray, favorável à defesa do meio ambiente. Ele já disse que a petroleira não têm permissão para reparar equipamentos em Seattle, mas ela basicamente disse que está a caminho, quer a cidade goste ou não.

Agora cabe ao prefeito decidir se baixa a guarda ou vai com tudo em defesa do Ártico. Sabemos que ele está do nosso lado, mas é preciso muita coragem para enfrentar uma das empresas mais poderosas da história. Vamos mostrar ao prefeito que o mundo inteiro está do lado dele e da população de Seattle para fazer o que for preciso para dizer: Petróleo no Ártico? Nem a pau! Assine agora.
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De basófias e latidos de rafeiros da NATO. a 7 de Novembro de 2014 às 15:32
Temos uns almirantes (e generais e min. defesa) muito corajosos


Estimulados por um ministro dado a brincar aos drones e que anda muito excitado no seu papel de galo-da-Índia disfarçado de falcão,
os diversos ramos das forças armadas gastam o dinheiro dos contribuintes a brincar às guerras.

Primeiro foi a Força Aérea a exibir o seu temível poderio aéreo fazendo companhia a dois bombardeiros russos que voavam no espaço aéreo internacional.

Agora foi a Armada, que à falta de um perigoso porta-aviões andou a chatear um navio hidrográfico russo
só porque navegava em águas que sendo internacionais fazem parte da zona económica exclusiva.
Para justificar as brincadeiras agressivas o nossos destemido almirantado fez questão de informar que a investigação científica ou os levantamentos hidrogárficos
no mar territorial de um país pode ser considerado "prejudicial à paz, à boa ordem ou à segurança do Estado costeiro.

O problema é que o navio hidrográfico não estava a investigar nada,
nem sequer navegava no nosso mar territorial, um eufemismo destinado a evitar a expressão de águas territoriais.
O navio navegava em águas internacionais e o que a Armada fez foi
deslocar um navio de combate para encher o peito junto de um navio desarmado.

Quem teve um comportamento prejudicial à paz e à à boa ordem
foi quem usou de meios para intimidar quem navegava livremente em águas internacionais.

é bom recordar estes destemidos almirantes que no tempo do anterior governo
diziam que nem havia dinheiro para o gasóleo,
agora já sobra o dinheiro dos contribuintes para andarem a brincar às guerras?

Aquilo que estes senhores andam a fazer é a tramar arranjar maneira de o país perder mais uns mercados,
arranjando um inimigo onde não existe.

Como não tem mais nada para se armar ao pingarelho, o nosso ministro da Defesa anda a inventar guerras para dar nas vistas.
Dantes era o Paulo Portas que mandava fragatas "atacar" uma traineira onde faziam abortos,
agora é o Aguiar-Branco a criar um estado de guerra naval mandando uma corveta "ladrar" a um pacífico navio hidrográfico.
Um dia destes os russos manda um porta-aviões passear por estas bandas e mijam-se todos.

Se os jornais europeus dessem conta de cada "traque" russo por esse mundo fora não haveria papel para tanta notícia e
se todos os ministros europeus pagassem a sua bazófia agressiva com manobras navais não haveria dinheiro que chegasse para o gasóleo.


PS: O perigoso navio russo que levou os novos bravos almirantes a calçarem as pantufas para sob o comando do Neptuno da Defesa foi um navio que até esteve na Expo 98, a tal exposição dedicada aos mares e até estava previsto vir a Lisboa em Outubro.

A marinha, que deve estar cheia de dinheiro, acompanhou este navio com uma corveta ao longo de uma semana, navegando desde o Algarve até ao Minho.


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