4 comentários:
De .CRESAP e dirigentes da Adm.Púb. a 21 de Dezembro de 2015 às 10:10
Carta Aberta de um Social-Democrata ao Primeiro-Ministro António Costa

18/12/2015 por Paulo Vieira da Silva

Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro, Dr. António Costa,

No passado dia 15 de Dezembro o nosso País tomou conhecimento, numa entrevista do Presidente da CReSAP, Doutor João Bilhim, ao Jornal da Tarde da RTP1, que nos últimos quatro anos as nomeações para os altos dirigentes da função pública nem sempre foram transparentes.

Na mesma entrevista o Doutor João Bilhim disse mesmo que, muitas vezes, ficou incomodado com as escolhas feitas pelo Governo.

Estas afirmações são muito graves porque vêm exactamente da pessoa que liderou, nos últimos quatro anos, a Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública.

É caso para perguntar para que serviu, nos últimos anos, a CReSAP?

Neste momento a nossa administração pública poderá estar a ser gerida por altos dirigentes completamente incompetentes, que ascenderam aos lugares não pelo seu mérito, mas sim pelo “ compadrio “ político.

Atendendo a que, até à presente data, não vi qualquer reacção do seu Governo face a estas gravíssimas afirmações públicas entendo que V. Exa. deverá chamar, com a máxima brevidade, o Doutor João Bilhim para explicar como decorreram os processos das nomeações feitas pelo anterior governo, de forma a serem auditadas, para que nos casos que tenham sido violadas as respectivas regras sejam, de imediato, exonerados todos os nomeados para os altos cargos da administração pública no superior interesse do nosso País.

Certo da melhor atenção de V. Exa. ao acima exposto.

Aceite os meus cordiais cumprimentos.

Paulo Vieira da Silva
Militante do PSD nº 14493
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: política nacional
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De «Cons. Concertação Social» ?... a 16 de Dezembro de 2015 às 16:23
Jarras, jarrões e jarretas


Eu reconheço a importância da concertação social mas, é preciso dizê-lo, salvo raras excepções,
a concertação social tem servido melhor os interesses dos patrões e as políticas dos governos, do que os interesses dos trabalhadores.

No consulado do coelho-portismo, apesar de Silva Peneda ter tentado dar dignidade ao órgão, isso foi bem notório, pois
o governo nunca ligou às recomendações que de lá emanaram e que teriam evitado dissabores aos trabalhadores portugueses e alguns chumbos do Tribunal Constitucional.

Se atentarmos à composição daquele órgão, percebe-se melhor porquê:

Os líderes da CAP são, normalmente, uns jarretas a quem caparam os neurónios que vêem a agricultura e os trabalhadores agrícolas como antes do 25 de Abril.

A UGT, cuja representatividade no mundo laboral é muito questionável, foi ali metida para fazer fretes aos patrões, fingindo que está a defender os interesses dos trabalhadores. É como aquele jarrão de família de que ninguém gosta, mas todos toleram porque é a peça preferida dos avós.

O sr Saraiva da CIP, embora muito mais civilizado que o seu antecessor, Pedro Ferraz da Costa, não consegue alterar a imagem dinossáurica do sector empresarial tuga, onde há muitos patrões, mas escasseiam os empresários. Assim que se fala de aumento do salário mínimo, o sr Saraiva serve de porta voz da maioria e vem logo com a conversa do arrefecimento da economia.

Quanto à CGTP, desempenha o papel de jarra no centro da mesa. Fica bem na fotografia mas, logo que o fotógrafo vira costas, os restante parceiros apressam-se a retirá-la da mesa, para não atrapalhar a conversa.
Diga-se, em abono da verdade, que a CGTP gosta de desempenhar este papel e até apresenta propostas irrealistas em que nem os seus dirigentes acreditam( como a de aumentar o salário mínimo para 600€ já em 2016) para poder continuar a ter o estatuto de elemento decorativo que abrilhanta as fotografias de família.

( por Carlos Barbosa de Oliveira , crónicas do rochedo, 11/12/2015)
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- Será a Confed. do Comércio a entidade mais equilibrada ? por ser 'pequena' e 'pisada' pela CIP ?


De Nomeações ... diferentes dos pantominei. a 14 de Dezembro de 2015 às 12:05
Mudança de paradigma

( por josé simões, derTerrorist, 13/12/2015)

Depois de 4 anos de amiguismo e de fidelidades partidárias nas nomeações de "técnicos", "especialistas", senhores doutores, e senhores professores doutores e outros pantomineiros,
onde a competência não era tida nem achada para os cargos a ocupar e as funções a desempenhar,
alguém que não puxa da pistola de cada vez que ouve falar em cultura.

«O historiador José Pacheco Pereira e a antiga ministra da Cultura Isabel Pires de Lima são os nomes escolhidos pelo Ministério da Cultura para a administração da Fundação de Serralves.»


De Cidadão JPP abrupto: a 14 de Dezembro de 2015 às 12:45

Deve ser mais um argumento para o expulsarem (do PSD)

(S.A.Correia, em 14.12.15, Delito de opinião)

13/12/2015, JPP:

"Face ao convite que me foi feito para a Administração de Serralves, devo dizer que só aceitei por ser um lugar não remunerado e sem qualquer prebenda, condição que coloquei ao convidante.
Faço parte igualmente de um Conselho de Patronos do Museu Vieira da Silva / Arpad Szenes, do Conselho Consultivo do Museu do Aljube, e do Conselho-Geral da Universidade do Porto.
Tudo sem qualquer remuneração."

Vê-se pelo silêncio que grassa que ainda devem estar à procura de argumentos para poderem contestar a nomeação. Talvez pelas senhas de presença, se as houver.

Tags: pacheco pereira; serralves
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5.12.15 (JPP)

AVISO A TEMPO POR CAUSA DO TEMPO (mas os tempos são o que são ...).


Antes que a comunicação social me torne "propriedade" de qualquer candidatura presidencial,
informo que tenho já prevista a participação em debates e colóquios organizados pelas candidaturas de Sampaio da Nóvoa e Marisa Matias
e tenho falado pessoalmente sobre a questão presidencial com outros candidatos.
Como são conversas privadas ficam privadas.

Faço-o com inteiro à vontade, visto que não me furto a discutir Portugal e os portugueses, na medida das minhas capacidades, e considero que estas eleições têm vários candidatos que as dignificam.

Não é por ecletismo, a que sou avesso, nem por querer pairar acima das opções políticas concretas.
Se entender vir tomar posição pública, tomá-la-ei,
até lá interessa-me mais a discussão e o debate público que terei o gosto de fazer,
para já "ao lado" das candidaturas que me honraram com esse convite.


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