De austeridade !!!!!!!! a 2 de Dezembro de 2015 às 18:46
Sobre a emigração por falta de emprego (não de trabalho) em Portugal, o autor do artigo, que à semelhança da generalidade dos críticos sobre a emigração, não criou nenhum posto de trabalho, mas entende que não tem qualquer responsabilidade sobre essa tão criticada questão, porque a responsabilidade há-de ser de terceiros ou então do governo, que seguramente arca com as maiores culpas. Mas não quer um país comunista, onde os empregos são todos estatais. Para ele, esses emigrantes podiam ser absorvidos na Administração Pública, ainda que em funções redundantes, AP suportada com grande esforço financeiro por alguns portugueses para alimentar um razoável conjunto de parasitas.
Estou seguro, mesmo sem o conhecer, que o autor do artigo não está disponível para parte dos seus rendimentos a quem não lhe dê garantias de devolvê-los. Bem mais isso é a sua “bicicleta” como na história do Moçambicano. Agora quem tem 2 autos, pode perfeitamente dispensar um e preferencialmente a ele, que não tem nenhum. Mas com a dívida entre países a história é completamente diferente; porque se “sentem” na obrigação de continuar a emprestar. A fé é a blá blá blá.
Austeridade? Qual austeridade? A solução está no consumo: venha ele e os problemas ficam resolvidos: Mas consumir o quê? Alimentação? Bem, a balança agrícola ainda é deficitária. Eletrodomésticos? È quase tudo importado. Energia? Mesmo com a implosão de eólicas, continuamos deficitários. Setor auto? Alimentamos a economia de alguns países europeus e asiáticos. Ah… temos o calçado e o vestuário. Ora aí está: mudança de calçado diária e o mesmo para os pijamas e camisas. Três anos com estas medidas e a Dinamarca que se ponha a pau com a sua posição no que respeita ao índice de qualidade vida.
Não há dúvida que somos um país de poetas


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