Capturam o Estado e arruinam famílias

            ---  complot mais que mafioso !!!
 Ricardo Salgado transferiu centenas de milhões de euros através de offshore antes de sair

       Isto só aconteceu porque o BdP, a PJ e o MP  não agiram a tempo !

-- E a ministra das Finanças (MLAlb.) ? e o Passos Coelho (PM)?  e o P.Portas (V-PM)?  e o pres. do BdP (CCosta)?  e a CMVM e os outros banqueiros ? ... A  «máfila» toda onde estava ?!!  

     Ou, pior, aconteceu porque lhe deram tempo mais do que suficiente para ele se escapar / sacar/ tranferir bens e direitos para empresas/contas 'offshores', + ou - anónimas, discretas... .

-- Há algum desses «bangsters» do BES, BPN, BPP, BANIF e ..., atrás das grades ?!   Porque (não) será ?!

- Será que todos os poderosos gestores/ administradores, governantes, magistrados, advogados, ROCs, consultores, auditores, jornalistas,  ... estão do mesmo lado ...   será que "os marcianos" ameaçaram/ compraram/ enganaram/ taparam olhos-ouvidos-boca-consciências aos restantes cidadãos, àqueles (classe média, trabalhadores contribuintes) que pagam e voltam a pagar... os impunes desmandos (daqueles) que arruinam o país, o Estado e as famílias decentes...

      O ex-presidente do Banco Espírito Santo (BES), Ricardo Salgado, retirou várias centenas de milhões de euros da instituição através de offshore nas últimas semanas antes de abandonar a liderança, noticiou neste domingo a SIC, citando uma auditoria forense.

A estação televisiva teve acesso às conclusões da auditoria ao BES feita pela PricewaterhouseCoopers (PwC) a pedido do Banco de Portugal, cuja intenção era verificar se as medidas que o supervisor ordenou para separar o BES e as restantes empresas do universo Espírito Santo foram cumpridas.

Segundo a SIC, a auditoria mostra que “Ricardo Salgado e a sua equipa fizeram gigantescas transferências de dinheiro para fora do banco através de quatro sociedades offshore” com sede nas ilhas britânicas do Canal da Mancha.

Isto, durante as últimas semanas em que os vários responsáveis desempenhavam cargos no conselho de administração do BES, depois de o Banco de Portugal ter decidido que tinham que se afastar da gestão do banco.   Por isso, está em causa a alegada “prática de actos ruinosos de gestão”, de acordo com a legislação em vigor.

   As offshore foram usadas “secretamente” para pagar muitos milhões de euros a beneficiários desconhecidos, isto quando “a hecatombe [do Grupo Espírito Santo, do qual o BES era o principal activo] já tinha começado”, relatou a SIC.   As suspeitas recaem para que as transferências tenham beneficiado membros da família Espírito Santo, sendo que a 3 de Agosto foi descoberto um buraco adicional de 1,25 mil milhões de euros nas contas do BES, segundo a SIC, que especifica ainda que 300 milhões de euros tiveram como destino a Venezuela.

Caso estas suspeitas se confirmem, está-se perante um caso de violação das regras de gestão das entidades bancárias, com consequências criminais... (se 'isto' não fosse a 'tugolândia' dos DDTs) 

A 3 de Agosto, o Banco de Portugal tomou o controlo do BES, após o banco ter apresentado prejuízos semestrais de 3,6 mil milhões de euros, e anunciou a separação da instituição em duas entidades distintas.   No chamado banco mau (bad bank), um veículo que mantém o nome BES, ficaram concentrados os activos e passivos tóxicos do BES, assim como os accionistas, enquanto no ‘banco bom’, o banco de transição que foi designado Novo Banco, ficaram os activos e passivos considerados não problemáticos.

----- É preciso desmascarar o corrente sistema financeiro, criado e mantido pelos americanos e europeus, com as suas 'offshores' e multinacionais, que «capturam» estados, políticas e legisladores!

     Ver "Panamá papers" sobre esquemas usados nas 'offshores', ... ou como 1%  (poderosos- criminosos de alto coturno e raramente presos) anda a Burlar e Roubar 99% dos cidadãos e dos recursos comuns.

            ----- Pela privatização dos evadidos fiscais   (-J.Mendes, 3/5/2016, Aventar)

Enquanto assistimos à guerra de especulação sobre jornalistas, políticos e empresários alegadamente envolvidos nos papéis do Panama, com sacos azuis e outros esquemas de trafulhice financeira à mistura, a procissão daquele que foi anunciado como um dos escândalos do século passa e nada parece acontecer.  (...)

----   Os bancos não são pessoas de bem     (H.Guerreiro, 4/5/2016, Aventar)

João Salgueiro, um homem que vive no sistema bancário, veio avisar que pode haver mais três bancos na linha de resgate,... Estou admiradíssimo, porque pensava que já não havia bancos por resgatar. Por outro lado, já se sabe que, se há bancos, haverá resgates, porque é essa, actualmente, a função dos bancos: serem resgatados. ...   O termo “resgate”, neste contexto, parece-me, de qualquer modo, mal aplicado. Estamos a assistir, isso sim, a uma troca de prisioneiros: o banco é tirado da prisão da falência, lugar que passa a ser ocupado pelo contribuinte.

-PVNAM:   Banqueiros fazem empréstimos a amigos (parentes, sócios,...), fazem aplicações financeiras em ‘gigajogas’ … o dinheiro ‘desaparece’ (em 'offshores', em RERTs, em 'planeamento fiscal', em contabilidade 'criativa' e em falências fraudulentas)… e o contribuinte é obrigado a pagar mais e receber menos... por causa do "perigo sistémico" ... (? deve ser primo de terrorista fanático religioso).

 -----  Para onde foi o dinheiro dos resgates à Grécia?   (-Entre as brumas, 4/5/2016)

  Um estudo de dois investigadores alemães conclui que dos 216 mil milhões de euros dos resgates dos últimos seis anos, apenas 9.7 mil milhões foram parar ao Orçamento grego. Ou seja, menos de 5% do total serviu a população, enquanto 95% foi para os cofres dos bancos europeus.
           -----   O  computador  europeu
  «Lendo o que a Comissão Europeia diz e escreve sobre a situação económica dos países acorrentados ao euro fica-se com a ténue noção de que a CE é um gigantesco computador que regista tudo menos as emoções e as necessidades humanas. (…)
    Quando a CE vem pedir mais austeridade para Portugal, duvidando das contas de Mário Centeno (uma ficção para conjugar com as ficções de Bruxelas), vem apenas exigir que os portugueses envolvam um pouco mais a corda à volta do pescoço. À espera, talvez, que depois de deixarem de respirar, os portugueses renasçam como vigorosos moços (e moças) dispostos a concorrerem com alemães no trabalho e romenos nos salários.
    O certo é que a evidência é cada vez mais clara:   com as regras deste euro (e do resgate Troika), Portugal nunca sairá deste círculo vicioso de falta de investimento, desvalorização interna do custo de trabalho, emigração e aumento da dívida.  Até ao colapso final.  O verdadeiro Plano B, que tem de começar a ser pensado por Portugal (mesmo que todos o neguem), é como sair deste coliseu mortal, onde estamos a ser transformados em gladiadores e não em cidadãos.»  -Fernando Sobral


Publicado por Xa2 às 07:39 de 06.05.16 | link do post | comentar |

2 comentários:
De 1% saqueia trabalhadores e classe média. a 11 de Maio de 2016 às 09:25
desprezam aqueles que recebem o salário mínimo… ou nem recebem nada!!!...

Texto de Bruno Nogueira, no i., incendeia as redes sociais… Vê o texto e faz uma reflexão! ... até que…

“Um nojo que cresce, e a vida como se nada fosse. Uma bola no estômago em forma de raiva, e vergonha, e tudo.
Ricardo Salgado vê a sua caução ser reduzida para metade pelo Tribunal Central de Instrução Criminal. Dos antes 3 milhões, terá que pagar apenas um milhão e meio para limpar a sua vida que não tem por onde ficar mais suja.
Na mesma semana, como nos filmes maus, fica a saber que a sua reforma vai triplicar para um valor de 90.000€ (quase 180 salários mínimos, a população de muitas localidades do País).
Isto num país que tem de encontrar moedas entre as almofadas do sofá para pagar o dia de amanhã”, escreveu o humorista na sua página de Facebook.

“E a vida segue, e o sol nasce, e nada acontece.
A impunidade a qualquer preço num país que não merece ser pontapeado desta maneira.
A mer** que passa e acena a quem fica.
O nojo que cresce. Mer** por todo o lado, e mais mer**.

Merecíamos melhor.
Merecíamos que a corrupção fosse punida por quem tem a responsabilidade jurídica e moral para o fazer.
O país a ser defendido por nada. O que nos protege é um antibiótico que mata.
Vítimas do BES com vidas destruídas por alguém que agora sai premiado. Mereciam melhor.
É um país ao contrário, que já perdeu os sapatos, calça meias de cores diferentes e nada acontece. Amanhã tudo segue como ontem.

Nada acontece a quem compra a liberdade nas traseiras de tudo.
Assim é difícil acordar todos os dias.
Assim é difícil não querer chamas e fogo e gritos.
Feitas as contas, assim é difícil encontrar Portugal”, sublinha Bruno Nogueira.

Fonte: Jornal I

Este texto merece e deve ser partilhado por toda a gente…
o futuro deste país está comprometido pela indiferença de todos nós!
Faz a tua a partilha a pensar nos teus pais, filhos, avós e permite que mais pessoas possam refletir e se sentirem enojados com o que se está a passar no nosso país!
... e Manifestem-se, FAÇAM alguma coisa para 'isto' MUDAR ...

CONVÉM QUE O POVO NÃO PERCEBA O SISTEMA BANCÁRIO E MONETÁRIO,
POIS SE PERCEBESSE ACREDITO QUE HAVERIA UMA REVOLUÇÃO ANTES DE AMANHA DE MANHA. -- HENRY FORD, 1922


De .Dinheiro SUJO... mata a cidadania. a 6 de Maio de 2016 às 14:23
A economia do dinheiro sujo

Nos últimos anos deixou de se fazer a distinção entre dinheiro e capital, para se ser mais preciso diria a diferença entre algum ou muito dinheiro e capital. Salvo se o dinheiro for de russos ou se suspeite ou possa dizer-se que pertence a políticos caídos em desgraça aos olhos de alguns sacerdotes, todo o dinheiro é bem-vindo.



A situação é tão ridícula que aqueles que se escandalizaram com uma aliança do PS com os partidos à sua esquerda e que alertaram para o perigo comunista não hesitam em oferecer-se para defensores do dinheiro vindo de Angola ou da China, até lhes dão vistos ditos de ouro para que possam viajar e estabelecer-se na tal Europa cuja sobrevivência foi posta em causa por António Costa.



Também tem o seu quê de ridículo ver os que promoveram uma eugenia nas empresas em nome dos famosos produtos transaccionáveis, levando à falência milhares de empresas de sectores de actividade considerados parasitários da economia, como a restauração ou a construção civil, são agora defensores de dinheiro que venha de paraísos ditatoriais para comprarem vivendas de luxo ou, muito simplesmente, ficar depositado nos bancos portugueses.




Temos agora alguns opinion makers que num dia se desdobram em entrevistas para explicar que a colocação de uma boa parte dos recursos financeiros lá fora pode ser legal e faz parte do negócio, no dia seguinte defendem a vantagem de virem para Portugal meia dúzia de milões das corrupção chinesa ou angolana. Uns dias depois andam muito preocupados com o branqueamento do dinheiro russo na SAD de Leiria, com a forma como os amigos de Sócrates gastam o dinheiro ou com a crise no mercado das carnes vermelhas.



Mas o mais grave está no facto de se confundir dinheiro com capital, com o falso argumento de que ao entrar no circuito bancário o dinheiro sujo dos amigos é milagrosamente transformado em capital a investir, financiando o sistema financeiro e a economia. É por isso que devemos dar o rabo e cinco tostões a todo o general angolano ou corrupto chinês que nos traga umas malas de dinheiro.




Confunde-se dinheiro sujo com capital, da mesma forma que se designa por investimento toda e qualquer transferência de propriedade pública para capitais chineses. Um bom exemplo disso foi o que sucedeu com a venda da EDP, os comunistas chineses prometeram investir uns milhões e compraram à EDP que já era sua os investimentos estrangeiros em renováveis.



A economia portuguesa está transformada numa economia de capitais oportunistas que não lhe trazem qualquer competitividade, que não se enquadram em qualquer modelo de desenvolvimento a médio e longo prazo. Basta ver quem vai dar entrevistas em Angola, quem se opõe à “judicialização das relações” com regimes corruptos e quem defendem estes novos investidores para se perceber que anda por aí muito burro alimentado a pão-de-ló. Depois das especiarias, do ouro do Brasil, do comércio de escravos, do ouro do Brasil, da industrialização forçada e apoiada na PIDE e dos fundos comunitários, as nossas elites descobriram uma forma de continuar a a encher a mula, comissões sobre dinheiro e negócios duvidosos.

(-OJumento, 6/5/2016)


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