De UK fora da UE e Fora NeoLiberal/offshors a 11 de Maio de 2015 às 16:32
Entre escolhas
(-por Rui Tavares, Público, 11/5/2015)

...
...temos um Reino Unido que só pensa na na União Europeia para defender os MERCADOS FINANCEIROS
( a 'Bolsa de Londres' é importantíssima e a "City" de Londres é o offshore por excelência e núcleo principal da rede de offshores no mundo ...)
e que combate ativamente o Tribunal Europeu dos direitos Humanos - um insulto à memória de tantos europeus e tantos britânicos que morreram na guerra e nos totalitarismos.
Só por sorte - não conto com sabedoria - as negociações para que o Reino Unido fique nos darão uma União Europeia melhor.
...


De Austeridade + ou - azeda? voto NÃO. a 15 de Maio de 2015 às 09:29
-----Se o Mundo não for de sondagem

Acordei com a sensação de que os ingleses deitaram fora, de vez, os Blair deste Mundo fazendo saber que entre um tory disfarçado de labour e um tory tal e qual, preferem o segundo.

Eles, possivelmente, preferem encarar a possibilidade de ter de referendar a sua permanência na Europa
e equacionar o seu “I want my money back”
a ficar nas meias tintas de pertencerem a uma Europa
(onde nunca estiveram com os dois pés) só porque há quem queira continuar a fazer crer que estar na Europa é uma inevitabilidade.

E não me venham com a conversa de que o sistema eleitoral britânico, por ser anacrónico,
permite estas surpresas porque ele é o mesmo que já permitiu surpresas semelhantes de sinal contrário.

Quando o que é dado a escolher aos eleitores é um ou outro modelo de austeridade (ainda que mais doce) fica provado que os eleitores poderão, apesar das sondagens, optar pelo modelo da austeridade que já conhecem.

Fica a nota aos grandes estrategas académicos que se dedicam às teorias das décadas em vez de se centrarem no que interessa alterar imediatamente na próxima legislatura.

It´s democracy, stupid!
LNT [0.226/2015]

--- Também não somos o Labour (Trabalhista eq. PS da rosa)

É doloroso ler que, se o Reino Unido decidir sair da União Europeia pelo referendo que lá se realizará em 2017 (o referendo foi uma das promessas eleitorais que mais fortemente contribuiu para a estrondosa vitória dos Conservadores),
a Inglaterra perderá o seu peso na Europa e no Mundo.

É principalmente doloroso porque, uma vez mais, são atirados os
papões do caminho único e da inevitabilidade de pertença a uma União Europeia
que há muito o deixou de ser quando optou por se transformar num directório germânico/nórdico
destinado a exercer o controlo que não conseguiu há 70 anos.

Andamos nisto. Nisto de chamar Europa à União Europeia e de comemorar décadas da queda de um poder de armas que agora se afirmou pelo poder da moeda.
Como se o valor maior não fosse a vontade dos povos dessa Europa,
como se o valor maior conseguido pelo derrube das armas não tivesse sido transformar o voto na arma desses povos.

LNT [0.227/2015] 9/5/2015


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