De Diogo a 17 de Setembro de 2014 às 22:53
Sobre a frase de «Ayn Rand», defendo uma revolução caso a caso. Nada de grandes massas populares andarem à batatada com a polícia ou os militares (outros desgraçados).

Pequenos grupos de cidadãos escolhem o criminoso que devem justiçar, estudam-lhe os hábitos e, um belo dia, limpam-lhe o sebo. Seja numa pastelaria, num restaurante, no jogging ou no golfe. E não são necessários grandes meios: uma pedra da calçada, uma barra de metal, uma faca de cozinha...


Os habitantes de um bairro nova-iorquino que se juntam para aniquilar um bando mafioso (que nunca é apanhado porque tem no bolso os políticos, os juízes e os polícias locais),estão a utilizar a violência de uma forma justa.

Permitir, de braços cruzados, em nome de um pacifismo «politicamente correcto», que crimes que destroem países inteiros sejam perpetrados por máfias financeiras coadjuvadas por políticos corruptos, legisladores e juízes venais e comentadores mediáticos a soldo, isso sim, é um crime monstruoso.


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