10 comentários:
De Público vs privado ou estrangeiro. a 17 de Março de 2016 às 11:25

-----Do Estado chinês e do Estado angolano?

(- por josé simões, 16/3/2016, derTerrorist)

Estamos a falar da Saúde, da Educação, da Justiça, os únicos sectores que vão resistindo à
voragem, "libertadora", da "excelência" do sector privado,
ou do Estado chinês e do estado angolano detentores de sectores estratégicos da economia?

Do que é que se fala quando se diz da boca para fora, e sem quantificar, que o “peso do sector público em Portugal está a matar o privado”,
num país chamado a salvar com o dinheiro dos seus impostos e a com as tripas e o coração a "excelência" do sector bancário privado?

--- http://economico.sapo.pt/noticias/soares-dos-santos-peso-do-sector-publico-em-portugal-esta-a-matar-o-privado_244994.html

--- ArmindaFuriosa :

O presidente da Jerónimo Martins e' um merceeiro muito labrego que lucra a roubar no peso das mercadorias que vende.

A verdade e' que os bancos que faliram eram privados (BPN, BPP, BES, Banif) e depois o setor publico e' que tem que aguentar !!

Se não fosse uma intervenção dos setor publico nos EUA em 2009, a GM e a Chrysler eram extintas e a bolsa tinha tido um crash superior ao de 1929.

Na Colômbia o setor privado dedica-se a produzir e traficar droga enquanto no Chile cheio de empresas publicas a CODELCO da milhões de lucro ao estado !!!

INFO.CREDITRISKMONITOR.COM/directory/CountryCL.htm
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De Missa ao Dinheiro na Escola: Escandaloso a 21 de Março de 2016 às 11:13
P.Alcarva: «A importância da literacia financeira na educação das crianças e jovens

A omnipresença do sistema bancário e a crescente complexidade dos instrumentos financeiros são as premissas que estão na base da aposta crescente na formação financeira. O objetivo maior passa por envolver os alunos, visando estimular atitudes e comportamentos, que levem a tomadas de decisão esclarecidas e responsáveis.

A crise financeira e económica, iniciada nos idos de 2008, confrontou-nos com todo um novo léxico, que, por simplicidade de linguagem, vamos denominar por “economês”. Desde então, os media não nos poupam, bombardeando-nos diariamente com conceitos, outrora para quase todos tão distantes, como são exemplo o “défice orçamental”, a “dívida pública ou soberana”, as “taxas diretoras”, etc.

Mas ouvir estes conceitos como “soundbites”, que os tornaram familiares dentro do nosso quotidiano próximo, não quer dizer que os entendamos. Nós, pais e professores, e, seguramente, os nossos filhos e alunos. Não sem surpresa as crianças fazem perguntas, enquanto os jovens, ainda que perguntem menos, pesquisam e trocam impressões. Deste modo, perante esta parafernália de informação, importa estarmos todos despertos para esta nova realidade.


Realidade essa que não se esgota no “economês” mediático, pois a crise financeira trouxe a nu algo mais estruturante do que as questões relacionadas com o desequilíbrio das contas públicas: convocou com maior permanência para o espaço privado o desequilíbrio dos orçamentos familiares ou, dito de outra forma, a importância do equilíbrio das contas de cada agregado familiar.

Neste enquadramento, (muito) para além do “economês”, a necessidade de perceber o custo do dinheiro, os seus caminhos transacionais e, sobretudo, a bipolaridade consumo-poupança, passou a ser importantíssima. Alunos e educadores têm de ter a capacidade de fazer julgamentos informados e tomar decisões efetivas tendo em vista a gestão do dinheiro.

Plano Nacional de Formação Financeira: formar para além de informar

A transmissão de conhecimentos para o desenvolvimento de competências que permitam responder de forma correta a situações do dia a dia que envolvem decisões financeiras é, hoje em dia, um desígnio institucional claro dentro do espaço da União Europeia.

Em Portugal, o Referencial de Educação Financeira para a Educação Pré-Escolar, o Ensino Básico, o Ensino Secundário e a Educação e Formação de Adultos (REF) é o documento orientador para a implementação da educação financeira em contexto educativo e formativo.

O REF foi elaborado pelo (PSD) Min. da Educação em parceria com o Cons. Nac. de Supervisores Financeiros (CNSF), constituído pelo Banco de Portugal, Comissão do Mercado de Valores Mobiliários e Inst. de Seguros de Portugal. A partir do REF, o CNSF criou um documento mais abrangente, o Plano Nac. Formação Financeira (PNFF), com objetivos plurianuais bem definidos no combate à iliteracia financeira.

Melhorar conhecimentos e atitudes financeiras, apoiar a inclusão financeira, desenvolver hábitos de poupança, promover o recurso responsável ao crédito e criar hábitos de precaução, sensibilizando para situações de risco que podem afetar o rendimento, são metas mensuráveis pelo PNFF.

Estes objetivos encontram-se muito bem plasmados no site do PNFF, Todos Contam, com materiais de formação e pedagógicos sobre, por exemplo, a gestão do orçamento familiar, o recurso ao crédito, os meios de pagamento, o sistema financeiro, as aplicações de poupança e os deveres do consumidor.

Educação financeira segmentada e progressiva

O exercício pleno da cidadania passa irremediavelmente pela literacia financeira, pela capacidade de ler, analisar, gerir e comunicar sobre a condição financeira pessoal e a forma como esta afeta o bem-estar material.

Numa conjugação entre temas macro e domésticos, a formação financeira passa também pela capacidade de decidir entre escolhas financeiras, de discutir assuntos financeiros e monetários sem desconforto, de planear o futuro e responder de forma competente às situações do dia a dia que envolvem decisões financeiras, incluindo acontecimentos na economia global.

Claro está que o alcançar destes ambiciosos ...
...»
--- Isto é Lavagem cerebral com «economês» NEOLIBERAL .
É de Mais !!


De Privatiz. mata Estado e contribuintes. a 22 de Março de 2016 às 10:58
----Da série "Aliviar o Peso do Estado na Economia"

(-por josé simões, 21/3/2016, http://derterrorist.blogs.sapo.pt/ )


Ditos do 'fantoche' dos neoLiberais: Pedro-Passos-Coelho.jpg versos a dura realidade:

"Estado chinês ganha quase €400 mil por dia na EDP"

No entanto "o peso do sector público em Portugal está a matar o privado".


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