2 comentários:
De Bando de canalhas, vampiros, saqueadores a 29 de Abril de 2015 às 08:57

Ora aqui está uma conterrânea corajosa….


O Circo foi montado há 40 anos........
Não faltam trapezistas (banqueiros) e ilusionistas ( políticos) agrupados num verdadeiro bando de "mafiosos".........

O SAQUE do nosso País tem a mão desta "canalha"....e não vai ficar por aqui.
A CEE / UE vai enviar para Portugal mais umas centenas de milhões de euros para o chamado "quadro de apoio comunitário" de 2015-2020..

Já vislumbro uma série "deles" (sim os mesmos de sempre) de mala na mão para sacarem algum (muitos euros)........
Chegam de mala (não é de cartão, como canta a Linda de Suza-emigrante em França) vazia e quando abandonam os cargos vão a "abarrotar de notas" (e tachos)...
Este é o triste FADO português.......

AVISO IMPORTANTE :
não te esqueças de votar em Outubro e contribuir com 4, 50 euros para os cofres do teu partido.

Serás recompensado(a) com o corte no teu salário/reforma e com o aumento da carga fiscal..........

Eles não se esquecerão de ti !!!!!!!!!!!!!!
Esta "canalha" é insaciável......... são piores que os "vampiros"..........


O 25 de Abril é uma abstracção !!!

Não deixes de ouvir este depoimento de Mª. José Morgado, difícil ser-se mais claro...
http://www.youtube.com/watch?v=dAxE9S6Nh2w&s


De Negociata d'Aviões, contrapartidas e ... a 27 de Abril de 2015 às 12:05

PGR investiga negócio entre Estado, Airbus e Salvador Caetano

Os aviões C-295 foram vendidos pela Airbus ao Governo para operações de busca e salvamento, mas a empresa submetia-se a contrapartidas para fomentar a economia portuguesa.

Os aviões C-295 foram vendidos pela Airbus ao Governo para operações de busca e salvamento, mas a empresa submetia-se a contrapartidas para fomentar a economia portuguesa. Fotografia © Hélder Santos | Global Imagens; DN.pt


Uma empresa do Grupo Salvador Caetano saiu a maior beneficiada de um contrato de contrapartidas com a Airbus, embora ainda nem existisse quando o contrato foi assinado.

Um contrato entre o Estado e o Grupo Salvador Caetano está a ser investigado pelo Ministério Público por falta de transparência. Uma investigação do jornal Público revelou esta segunda-feira que o ex-conselheiro de imagem de Pedro Passos Coelho e o adjunto do então ministro da Economia Álvaro Santos Pereira terão facilitado o contacto entre o Grupo Salvador Caetano, o Governo e a Airbus, fazendo com que a Salvador Caetano tenha saído a maior beneficiada num contrato de contrapartidas.

Em 2006, o Estado comprara à Airbus 12 aviões militares para operações de busca e salvamento, sendo que a Airbus se submetia a contrapartidas que se traduziam em investimentos diretos e compra de material que fomentassem a economia portuguesa. Mas em 2012, a Airbus queria renegociar o contrato para ter uma garantia bancária mais baixa, enquanto o Governo temia que as contrapartidas não fossem cumpridas.

O Público conta que terá sido graças à intervenção de Artur Mendes, antigo conselheiro de imagem de Pedro Passos Coelho e, em 2012, conselheiro informal do então ministro Álvaro Santos Pereira, que o Governo teve conhecimento de que o Grupo Salvador Caetano queria iniciar atividade no setor da aeronáutica, embora a empresa especializada ainda não existisse. Artur Mendes era, na altura, sócio do gestor do Grupo Salvador Caetano, Miguel Caetano Ramos, na sua empresa de comunicação E3C-Caetsu, que posteriormente foi vendida na totalidade à Salvador Caetano (e passou a chamar-se apenas Caetsu).

Em agosto de 2012, quando Álvaro Santos Pereira assinou um adiamento ao contrato com a Airbus, a empresa Salvador Caetano Aeronautics foi a maior beneficiada das contrapartidas, em cerca de 292 milhões de euros de um total de 464 milhões. No entanto, a Salvador Caetano Aeronautics ainda não existia. Só foi fundada um mês depois da assinatura do adiamento.

A Airbus disse ao Público que tomou conhecimento do projeto da Salvador Caetano através do Ministério da Economia, nomeadamente pelo adjunto Miguel Pinheiro. Artur Mendes terá ajudado a Salvador Caetano a mostrar o seu interesse ao Governo enquanto Miguel Pinheiro terá feito chegar essa informação à Airbus. O adjunto de Álvaro Santos Pereira veio depois a integrar uma empresa do Grupo Salvador Caetano, diretamente após a sua saída do Governo.

A Procuradoria-Geral da República afirmou ao jornal Público que o Ministério Público está a investigar o negócio de forma "a decidir o tipo de procedimento a adotar". A Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC) deixara de existir antes de o negócio acontecer, o que fez com que não fossem cumpridos, na negociação das contrapartidas com a Airbus, os procedimentos que esta estabelecia. "Tudo passou a ser feito com tábua rasa dos procedimentos que cuidadosamente tinham sido estatuídos e postos em prática dentro do princípio da transparência e de acordo com um plano para a prevenção da corrupção", disse ao Público o ex-presidente da CPC.

Os procedimentos da CPC estabeleciam que o Governo não deveria escolher quais os beneficiários de contratos de contrapartidas com fornecedores de material militar. Os projetos deveriam ser tratados por entidades independentes e deixar registos. Algo que, no caso do contrato entre o Governo, a Airbus e a Salvador Caetano, não terá acontecido.

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Desgoverno civil, militar, ... ou o centrão de interesses, negociatas e corrupção...

Depois de submarinos, blindados Pandur,, rede de comunicações, armas, fardamento, ...etc etc... já faltavam os aviões,
seguir-se-ão os hospitais, os quarteis (EPCavalaria Santarém, ...), as prisões, os tribunais, as escolas, os castelos,... etc ...?!!


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