Quarta-feira, 13 de Maio de 2015

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Publicado por [FV] às 08:49 | link do post | comentar

3 comentários:
De Zé das Esquinas, o lisboeta a 13 de Maio de 2015 às 11:02
Dias Loureiro é associado a "buracos" de largas dezenas de milhões de euros no BPN em vez de lucros. As firmas a que se ligou apresentam prejuízos. Agora, para se manter à tona, trabalha para um enteado de Eduardo dos Santos. Afinal, onde vê Passos Coelho o "empresário bem-sucedido"?


De Indignos políticos-empreendedores. a 13 de Maio de 2015 às 16:00

«Ainda não se provou que fui eu que matei a velha » (rica, no Brasil) - Duarte Lima.

Se fosse nos tribunais de Portugal nunca se provaria um «alegado crime desses ...»
Mas como o julgamento vai mesmo para a frente no Brasil .. é mais que provável que seja Condenado !
e por isso é que este senhor advogado empreendedor... não quer lá mais pôr os pés !!
(será julgado e condenado à revelia .... mas não há extradição, logo está safo !!)

Estes "políticos-empreendedores" são amigos (do alheio, do saquear tudo o que é público e dos privados indefesos ! e )
e até «exemplo» para PPCoelho, / PSD/ centrão de interesses ...
mas não para Cidadãos dignos.


De Exemplares do desGoverno NeoLiberal... a 15 de Maio de 2015 às 16:27
O empresário exempla (Dias Loureiro)

«O seu currículo político era de luxo: governador civil de Coimbra, secretário-geral do PSD, destacado ministro (primeiro dos Assuntos Parlamentares, depois da Administração Interna) em governos de Cavaco Silva. Até tudo acabar em desgraça para Dias Loureiro, a ponto de, em maio de 2009, sair pela porta pequena do Conselho de Estado, para o qual fora nomeado membro em 2006. Em fundo, um negócio obscuro em que interveio como administrador do grupo SLN/BPN, que resultou num "buraco" superior a €38 milhões, e, após a nacionalização daquele banco, em novembro de 2008, em mais um prejuízo para os contribuintes pagarem. Estávamos, assim, já algo esquecidos da figura, quando, no último Dia do Trabalhador, Passos Coelho atirou Dias Loureiro, 63 anos, de volta para a ribalta. Em Aguiar da Beira, na inauguração de uma queijaria de que é dono um amigo de infância do ex-político, Passos observou Dias Loureiro na plateia e resolveu enaltecê-lo, de "uma forma muito amiga e pessoal". Disse o primeiro-ministro: "Conheceu mundo, é um empresário bem-sucedido, viu muitas coisas por este mundo fora e sabe, como algumas pessoas em Portugal sabem também, que se nós queremos vencer na vida, se queremos ter uma economia desenvolvida, pujante, temos de ser exigentes, metódicos." Ninguém encontra uma justificação objetiva para tamanho elogio. Só se descortina o contrário, em pecados e pecadilhos, como a seguir se relata.

O amigo libanês e os milhões desaparecidos

Como acionista e administrador da SLN/BPN, Dias Loureiro pôs à consideração dos seus pares, em 2001, um negócio milionário. Tratava-se da venda da Redal, que ele mesmo geria em nome do grupo, e que fornecia, em regime de concessão, água e eletricidade à capital marroquina, Rabat. Em campo, a fazer o necessário trabalho de lóbi, estava Abdul El-Assir, um intermediário libanês (de reputação no mínimo duvidosa, ver-se-ia depois) e amigo de Dias Loureiro. Havia pressa e um comprador interessado - a francesa Vivendi. Já após o colapso do BPN, o ex-presidente do banco, Oliveira e Costa, relacionaria, na comissão parlamentar de inquérito, dois negócios. Disse que, com a entrada em cena de El-Assir, houve pressão para que o grupo adquirisse uma tecnológica em Porto Rico, a Biometrics (sem qualquer atividade). Ou essa compra se concretizava, afirmou o ex-banqueiro, ou o amigo libanês de Dias Loureiro deixava de diligenciar em Marrocos para a venda da Redal.

A Redal seria mesmo vendida e a Biometrics comprada, para alegadamente produzir uma nova máquina concorrente das atuais ATM. A SLN adquiriu a tecnológica, depois vendeu-a por um dólar a um fundo do BPN, o Excellence Assets Fund (transação supostamente validada por escrito por Dias Loureiro), para, de seguida, a Biometrics e o fundo serem comprados por uma offshore panamiana de El-Assir chamada La Granjilla.

No fim das contas, desapareceram €38,7 milhões. Aparentemente, sem deixar rasto - e com o Estado a cobrir o "buraco".»

[Visão] , via http://jumento.blogspot.pt/ 15/5/2015


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