OXI, N€IN, NO, NON, NÃO, ...

Sábado,  4 Julho, às 18:30, no Príncipe Real, Lisboa

NÃO  À  CHANTAGEM  FINANCEIRA;   SOLIDARIEDADE  COM  O  POVO  GREGO
GRÉCIA(avaaz.org/po/support_greece) ... oxi, oxi, oxi, OXI, OXI, OXIOXI, ...
  A imprensa está cheia de mensagens sobre o que Merkel, o BCE e Junker estão a dizer sobre a crise, como se fossem as únicas vozes europeias. Mas também somos da Europa e as nossas vozes também devem ser ouvidas
       Clic no  link para enviar uma mensagem  à Merkel (e ...) a dizer porque é que ela deve mudar a sua linha de ação neste momento de crise e expressar a sua solidariedade com o povo da Grécia.
     Pode ver algumas sugestões de mensagens, mas é muito melhor falar diretamente do coração. Os comentários serão enviados ao gabinete de Merkel e a redações de imprensa, além de os partilharmos com os nossos membros na Grécia para lhes darmos coragem e esperança!
  • Fazer a Grécia sofrer mais anos de austeridade debilitante é inimaginável. Expulsar a Grécia da zona euro por dizer "Não" é inaceitável.
  • 91% do dinheiro do "fundo de resgate" não foi para a Grécia, mas sim usado para cobrir as perdas de bancos e especuladores que lucraram com os empréstimos.
  • Os gregos já cumpriram as medidas de austeridade: tiveram salários e gastos cortados, sofreram privatizações, desregulamentação e aumentos nos impostos.
  • A austeridade falhou: a economia encolheu 25%, mais de 40% vivem na pobreza e a mortalidade infantil aumentou 43%.
  • Um amplo espectro de economistas e poderosos líderes mundiais concordam: a solução para o país é uma conferência para reestruturar e reduzir a dívida grega.
Se tiver tempo, envie uma foto sua com “NÃO” escrito na sua mão para mostrar que diz "Não" à austeridade e ao sofrimento. A Avaaz vai publicar as melhores fotos na página do Facebook! 
    Vamos criar uma enorme campanha cidadã contra a austeridade e por uma Europa mais justa, com base em políticas de senso comum que priorizam as pessoas em vez dos bancos. Se um número suficiente de cidadãos participar, podemos chegar à chanceler Merkel e mostrar-lhe que temos razão.
        « Portugal está no mesmo 'barco', afundando−se...
Temos de actuar para Mudar esta U. Europeia, ser Solidários com a Grécia, defender a Justiça, a Democracia e a Liberdade, contra a Ditadura dos Mercados/Finança e seus vendidos capatazes/ serviçais neoLiberais.  OXI »
    «À chanceler alemã Angela Merkel e à Troika (e aos governantes Portugueses)
           Nós, cidadãos de toda a Europa, exigimos que parem de impor medidas de austeridade à Grécia e, em vez disso, conduzam uma conferência para reestruturar e reduzir a dívida do país. A austeridade, que não conseguiu solucionar o problema da dívida, está a devastar a vida das pessoas mais vulneráveis na Grécia. Pedimos que mudem o rumo da ação e que dêem prioridade às pessoas, não aos bancos.»
            ------ (em 2dias) Já assinaram mais de 280.000 cidadãos europeus.  
Esta semana, a Grécia poderá ser forçada a fazer uma escolha dolorosa: aceitar as políticas falidas da austeridade ou possivelmente sair da zona euro, o que causará caos na Europa. Podemos ajudar a criar a maior mobilização em prol da social-democracia já vista e assim anular esta crise!
      Sejamos claros: 
      por trás de todo o debate e jargão, há apenas duas coisas que realmente importam:
   1ª é que são as pessoas mais vulneráveis da população grega que sofrem o peso dos cortes brutais nos gastos públicos. Quatro em cada dez crianças vivem em situação de pobreza, tendo a taxa de mortalidade infantil aumentado em 43%, e o desemprego atingido quase 50% entre os jovens!
   2ª é que tudo isso não serviu para nada: o problema da dívida piorou em vez de melhorar. Portanto, mais do mesmo será apenas mais do mesmo: mais dor e mais dívidas.
     Ainda assim, a chanceler Merkel e os credores continuam a impor esta política irresponsável e a afirmar que isto é a vontade popular.
     Esta semana, Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia, virou-se corajosamente para a democracia e pediu aos cidadãos que digam "não" no referendo da austeridade; 70% dos membros gregos da Avaaz também disseram que vão votar pelo "não". Se formos suficientes a apoiar os gregos, podemos mostrar aos nossos líderes que as pessoas querem parar de infligir danos e que chegou o momento de favorecer a redução da dívida. Assine agora, e quando chegarmos a um milhão de assinaturas, a Avaaz levará o nosso apelo à imprensa.


Publicado por Xa2 às 07:36 de 03.07.15 | link do post | comentar |

4 comentários:
De Manif. Solidariedade com Democracia a 3 de Julho de 2015 às 12:58
Manifestação de Apoio ao Povo Grego | Sábado, 4 jul, 18h30 |

Príncipe Real, Lisboa | #OXI
Evento no Facebook: aqui.


Texto da Convocatória:

Solidariedade com a Grécia: Não à austeridade, Sim à democracia!

Vivemos um momento decisivo na Europa. Ao autoritarismo da austeridade o Governo Grego respondeu com a democracia e convocou um referendo para este domingo.

Há décadas que na União Europeia as pessoas não são chamadas a participar nas decisões que lhes dizem respeito e agora há finalmente um governo que escolheu outro caminho, cumprindo o mandato que os cidadãos e as cidadãs lhe deram em janeiro.

Na Grécia, mas também em Portugal, em Espanha e na Irlanda, a política de austeridade criou milhões de desempregados, precários e pobres, engoliu bens públicos na voragem das privatizações e pôs em causa o Estado Social.

O combate que hoje se vive é pela própria Democracia e pela Europa e nós escolhemos a solidariedade com o povo grego e a Europa dos povos e não a da dívida e dos mercados.

Sábado às 18h30 apelamos a todas e todos que se juntem a nós no Príncipe Real para seguirmos até à sede da União Europeia em Lisboa e dizer bem alto que queremos ter voz e queremos que a democracia seja respeitada! OXI!

Que floresçam mil acções de solidariedade com a Grécia!

Alice Carreiras
Ana Gonçalves
António Pedro Vasconcelos
Bruno Cabral
Capicua
Carlos Mendes
Cristina Paixão
Filipa Vala
Francisco Fanhais
Helena Dias
Helena Romão
Isabel Louçã
Joana Lopes
Joana Louçã
João Camargo
Luís Graça
Manuel Loff
Mariana Avelãs
Myriam Zaluar
Pedro Bingre do Amaral
Maria do Rosário Gama
Rui Dinis
Rui Estrela
Sara Gamito
Tiago Gillot


De Razões para NÃO no Referendo. a 3 de Julho de 2015 às 17:28

IMF backs (ever so peculiarly) the SYRIZA government’s debt assessment

(July 3, 2015 by yanisv, http://yanisvaroufakis.eu/ )


Debt relief ought to be at the centre of negotiations over a New Deal for Greece.
That has been our government’s mantra from 26th of January, our first day on the job.
Exactly five months later, on 26th of June, the IMF has conceded the point (as evidenced earlier today by the NYT) – on the very day Prime Minister Alexis Tsipras called for a referendum so that the Greek people could reject an IMF-led proposal that offered no… debt relief.

The IMF’s latest debt sustainability analysis (DSA) is a fascinating read:
Continue reading →

------
Only the No Can Save the Euro – by James K. Galbraith

For the original source, at Prospect Magazine, click here Continue reading →

------
Nine Myths About the Greek Crisis – by James K. Galbraith

Click here for the original Politico site, or read on… Continue reading →

------
Why a NO vote in the Referendum is a Yes for a proud Greece in a Decent Europe
– Talking with Phillip Adams, on LNL ABC Radio National

(July 2, 2015 by yanisv)
Use Up/Down Arrow keys to increase or decrease volume.


Late Night Live has been a daily companion of mine since 1989.
Phillip Adams, its presenter, is someone I consider a friend (he, in fact, interviewed me in 1991 on the… Greek crisis!).
In this (yesterday’s) program he added a touch at the very end of the interview that made me (almost) to break down.
Thanks Phillip.
(Ελληνικά )

-----
US Senator Bernie Sanders Blasts Greece’s Creditors

Sen. Bernie Sanders (I-Vt.) attacked the International Monetary Fund and European authorities
on Wednesday for imposing what he called excessive austerity measures on Greece in negotiations over the country’s debt payments.

[Click here for the Huffington Post site, or read on] Continue reading →

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Why we recommend a NO in the referendum – in 6 short bullet points

1.Negotiations have stalled because Greece’s creditors (a) refused to reduce our un-payable public debt and (b) insisted that it should be repaid ‘parametrically’ by the weakest members of our society, their children and their grandchildren

2.The IMF, the United States’ government, many other governments around the globe, and most independent economists believe — along with us — that the debt must be restructured.

3.The Eurogroup had previously (November 2012) conceded that the debt ought to be restructured but is refusing to commit to a debt restructure

4.Since the announcement of the referendum, official Europe has sent signals that they are ready to discuss debt restructuring. These signals show that official Europe too would vote NO on its own ‘final’ offer.

5.Greece will stay in the euro. Deposits in Greece’s banks are safe. Creditors have chosen the strategy of blackmail based on bank closures. The current impasse is due to this choice by the creditors and not by the Greek government discontinuing the negotiations or any Greek thoughts of Grexit and devaluation. Greece’s place in the Eurozone and in the European Union is non-negotiable.

6.The future demands a proud Greece within the Eurozone and at the heart of Europe. This future demands that Greeks say a big NO on Sunday, that we stay in the Euro Area, and that, with the power vested upon us by that NO, we renegotiate Greece’s public debt as well as the distribution of burdens between the haves and the have nots.


( Posted in European Crisis, Greek Crisis, Missives from Syntagma Square ; http://yanisvaroufakis.eu/ )
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De FMI arrasa política UE/BCE/Alemanha a 3 de Julho de 2015 às 17:36
Grécia:
o FMI condena a Alemanha/União Europeia ao Isolamento

(Julho 3, 2015, https://oeconomistaport.wordpress.com/ )


Dívida
O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou ontem que a dívida grega é insustentável,
por não ser previsível crescimento económico nem saldo primário suficientes,
e recomendou um período de graça de vinte anos,
acompanhado de mais 60 biliões de euros de ajuda adicional
e de perdões da dívida (53 mil milhões de euros);

a dívida deve portanto ser reestruturada;
estas medidas serão acompanhadas de reformas liberalizadoras.

Esta receita é o contrário do ultimato da Alemanha / União europeia (UE) a Atenas.

O aviso foi lançado na véspera do referendo helénico e a coincidência não é casual:
o FMI tem que se distanciar da política SUICIDA da Alemanha, acolitada pelos restantes Estados-membros da União Europeia,
pois está a ser pressionado pelos Estados Unidos e pelas nações credoras do resto do mundo.

A tomada de posição do FMI é congruente com o seu receituário habitual em casos de problemas de pagamentos,
receituário que O Economista Português ainda há dias evocava, para criticar o FMI – crítica que retira.

Com efeito, quando uma dívida é insustentável, entre destruir o credor (o que é a política da Alemanha/UE para a Grécia) e reestruturar a dívida, o FMI prefere reestruturar a dívida.

Do seu bulário costumeiro, o FMI só não recomenda a desvalorização da moeda da Grécia porque ela não existe.
O aviso do FMI reduz a frangalhos a posição moral e intelectual da UE no caso grego;
essa posição já fora abalada com a revelação do estudo da Comissão de Bruxelas declarando INSUSTENTÁVEL a dívida grega,
uma conclusão até há pouco SECRETA e que a classe política europeia continua a negar em público.

Terá o aviso do FMI algum efeito sobre os eleitores gregos?
Eles estão divididos quase meio por meio e o mais certo é decidirem-se entre o MEDO do caos e a REPUGNÂNCIA por uma Europa que os despreza e insulta.

Mas o aviso terá algum efeito sobre as elites europeias:
Berlim compreenderá que a docilidade que obteve de Paris e tutti quanti não se estende ao resto do mundo
– e nem a Ásia nem a América Latina estão dispostos a arcarem com as consequências das dívidas contraídas pela clientela teutónica.

Anotemos que se a metodologia, cujos resultados o FMI ontem publicitou, for aplicada à nossa economia, dará por certo conclusões idênticas às produzidas para a Grécia:
a nossa dívida é insustentável.

Devemos procurar na crise grega o que possa melhorar a nossa periclitante situação económica
e não um pretexto para florear a retórica dos credores usurários à custa dos gregos.


De Avaaz liga CIDADÃOS activos, a sua VOZ. a 3 de Julho de 2015 às 10:58
Avaaz levará o nosso apelo à imprensa:

https://secure.avaaz.org/po/stand_with_greece_loc_eu/?bSmLncb&v=61448

Conhecida por mudar de opinião quando o momento assim o exige, a chanceler Merkel ouve o que as pessoas dizem. Depois da crise nuclear de Fukushima e de enormes protestos públicos contra a energia nuclear na Alemanha, ela concordou em desativar as centrais nucleares do país.

É verdade que a corrupção política, o desgoverno e os empréstimos imprudentes tomados por governos anteriores são ingredientes do cocktail que derrubou a economia da Grécia. Mas, enquanto que 90% dos fundos de resgate ficaram com bancos estrangeiros, são os gregos que têm de enfrentar a austeridade, as privatizações e a desregulamentação, os cortes de pensões e salários, além dos aumentos nos impostos. Ainda assim, como muitos previram, o problema da dívida não está a ser solucionado. E enquanto a miséria atinge os mais pobres, os gregos ricos já retiraram muito dinheiro do país.

Este impasse amargo não precisa de ser levado a cabo com um referendo na Grécia entre duas escolhas difíceis. Um amplo espectro de economistas e poderosos líderes mundiais concordam com uma solução para o país: uma conferência para reestruturar e reduzir a dívida grega, dando espaço para a economia recuperar e assim possibilitar que o país salde gradualmente a dívida ao longo do tempo.

Temos uma pequena oportunidade nesta semana para mostrar a Merkel e a outros líderes que o mundo diz "não" a estas políticas fracassadas. Assine agora e vamos impulsionar uma transformação fundamental que dê prioridade às pessoas em vez dos bancos:

https://secure.avaaz.org/po/stand_with_greece_loc_eu/?bSmLncb&v=61448

Transformar crises em oportunidades é o que uma comunidade do tamanho e com o poder da nossa faz de melhor. Este pode vir a ser um desastre histórico, mas se muitos apoiarem a campanha, podemos convencer Merkel a mudar de rumo, entrando em ação como representante da social-democracia europeia. Hoje, cabe a todos nós lutarmos por um sistema económico humano, centrado nas pessoas, que pode começar na Grécia.

Com esperança, porque Agimos como Pessoas e Cidadãos Europeus.


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